#diamundialdaliberdadedeimprensa #FreedomOfExpression #UNESCO #Journalism
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#bibliotecasescolares
Livros são pontes que aproximam mundos, palavras e pessoas. Sem muros, sem ruído, sem fronteiras.
Numa biblioteca, aprende-se que a paz também se lê:
na escuta do outro, na empatia das histórias, na diversidade das vozes, no tempo que damos à compreensão.
Cada livro aberto é um gesto silencioso de diálogo.
Cada página virada é um treino de convivência.
E cada leitor que nasce é uma promessa de mais entendimento e menos conflito.
Promover a leitura é promover a paz:
a que começa dentro de cada pessoa e se estende à comunidade, à escola, ao mundo.
Porque as histórias não mudam apenas quem lê, mudam quem somos quando estamos juntos.
Votos de excelente 2026.
Promover a leitura e as literacias. Potenciar futuros.
Mensagem de Ano Novo da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE)
#bibliotecaesccbvr
A Biblioteca Escolar deseja a todos os seus leitores, e a toda a comunidade escolar, em geral, um excelente 2026.
Que este novo ano seja repleto de saúde, esperança e novas oportunidades de aprendizagem. Que os livros continuem a ser pontes para o conhecimento, a imaginação e o pensamento crítico, acompanhando cada leitor no seu percurso académico e pessoal.
A Biblioteca Escolar reafirma o seu compromisso de continuar a ser um espaço aberto, inclusivo e inspirador, ao serviço da leitura, da cultura, da informação e do saber, contribuindo para o sucesso educativo e para a formação integral de todos.
Que 2026 nos traga novos desafios, muitas descobertas e incontáveis páginas partilhadas.
Boas leituras e feliz Ano Novo!
A Biblioteca Escolar 📚✨
3 de maio
“A liberdade das pessoas depende da liberdade de imprensa. O jornalismo livre e independente é um bem público essencial. É a base da responsabilização, da justiça, da igualdade e dos direitos humanos.”
- António Guterres, Secretário-geral da ONU, 3 de maio de 2025
A pobreza é uma praga global que afeta centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo.
Mas a pobreza não é inevitável. É o resultado direto das escolhas que as sociedades e os governos fazem — ou deixam de fazer.
O tema deste ano lembra-nos que pessoas atoladas na pobreza enfrentam discriminação social e barreiras sistémicas que dificultam o acesso a serviços e apoio vitais.
Acabar com a pobreza global — e alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável — exige que os governos moldem instituições e sistemas que coloquem as pessoas em primeiro lugar.
Ela exige que priorizemos investimentos em trabalho decente, oportunidades de aprendizagem e proteção social que ofereçam caminhos para sair da pobreza.
E nos convoca a implementar integralmente o novo Pacto para o Futuro, apoiando um Estímulo aos ODS e reformando a arquitetura financeira global para ajudar os países em desenvolvimento a investir nos seus povos.
Erradicar a pobreza é uma base essencial para sociedades humanas e dignas que não deixam ninguém para trás.
Neste dia importante, vamos nos comprometer novamente a fazer da pobreza uma história. - Secretário-Geral da ONU, António Guterres
#WomenInScience
"O silêncio perante o ódio é cumplicidade"

"Apostemos na força do Teatro para as transformações que os nossos tempos exigem."
É no Homem, nas suas urgentes e sangrentas ansiedades, que está a raiz da atual criação dramática.
Alguns dramaturgos realizam a descida aos infernos, testemunham o mundo tal como o veem através das grades do seu cárcere de angústia e desespero, despem os homens dos adereços enfeitantes que a prática de normas sociais seculares lhes emprestou, denunciam o desnaturado das relações humanas mais aceites e, em gritos agónicos de linguagem atomizada uivam a sua incapacidade de reajuntarem o que o uso, a mentira, a injustiça e o desamor separaram cruelmente.
Porque se escolhe ser dramaturgo e não romancista ou poeta? Esta opção traz implícitas muitas consequências e uma delas é que o homem de teatro necessita do público de uma maneira carnal, pois o teatro é, em si mesmo, a expressão artística mais carnal de todas, uma expressão em que o verbo ou a sugestão ou a situação emocional elaborada pelo autor, tem de ser encarnada por um actor, que cada vez que a peça está no palco a diz ao vivo para um público vivo. E se há pessoa mais ansiosa desse sentimento de aproximação, de comunicabilidade com o público, de amor, na ideia mais lata do termo, é o dramaturgo, que não prescinde dessa fusão carnal que constituem os elementos do teatro.
(palavras de Bernardo Santareno)
"Confrontar a desigualdade de género é essencial para alcançar os Objetivos relacionados com os oceanos e as metas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Precisamos de garantir o fim das condições inseguras de trabalho e assegurar que as mulheres tenham um papel igual na gestão das atividades relacionadas com os oceanos".
- Secretário-Geral da ONU, António Guterres