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quinta-feira, 4 de junho de 2020

Sophia de Mello Breyner | Quiz




Descubra mais coisas sobre Sophia neste quiz didático e divertido.



Quiz criado por Prelo Blogue Editorial com GoConqr




sábado, 25 de janeiro de 2020

Novidades na Biblioteca



Recentes aquisições







IBRAHIM, Patience, HOFFMANN, C. Hoffmann (2017). Filha das trevas. Lisboa: ASA.

CARMO, Isabel (2015). Histórias que as mulheres contam. Lisboa: Dom Quixote.

MIKHAIL, Dunya (2019). O homem que salvava mulheres. Lisboa: ASA.

NAPOLI, Antonella (2015). Condenada à morte. Lisboa: ASA.

EUN-MI, Han (2017). Ainda estou viva. Lisboa: ASA.

DUGARD, Jaycee ( 2012). Vida roubada. Lisboa: ASA.




👉SINOPSES

Filha das trevas

A jovem Patience estava grávida quando foi raptada pelo grupo terrorista Boko Haram. Como centenas de outras meninas e mulheres, Patience sofreu tormentos inimagináveis. Mas houve sempre algo que falou mais alto. Algo que a ajudou a sobreviver: o amor à criança que trazia no ventre.O dia em que Patience soube que estava grávida foi o culminar de anos de preces. Há muito que a jovem pedia a Deus que lhe desse um filho. Foi, no entanto, uma alegria breve. Quando os homens do Boko Haram bateram à sua porta, Patience percebeu que o pior estava para vir. O seu marido foi assassinado sem dó nem piedade. E ela foi levada à força, rumo a um mundo de terror sem limites. Mas aquilo que mais a preocupava foi também o que a ajudou a aguentar o impossível. A suportar tudo sem perder a vontade de viver. A lutar com todas as forças: o seu bebé. Este é um relato de sobrevivência a de Patience e da sua filha contra todas as probabilidades.
Quando o Boko Haram raptou mais de 200 meninas na Nigéria, o mundo deu conta do terror em que o país estava mergulhado. Com pouco mais de 20 anos, Patience Ibrahim é uma das suas vítimas. E tem um mundo de histórias para contar.




Histórias que as mulheres contam

"As histórias que aqui se contam são reais. Nada do que aqui é posto na boca destas mulheres é inventado, nem mesmo as expressões ou os seus comentários. No entanto, não são identificáveis, é salvaguardado o seu anonimato.

Gosto de ouvir as histórias das pessoas. E acontece que geralmente as mulheres são melhores contadoras das suas histórias pessoais do que os homens. Os homens contam outras histórias, as que se situam fora deles. Mas é difícil «sacar-lhes» a história pessoal mais íntima.

Por outro lado, todas as histórias que aqui se contam estão relacionadas com a condição feminina, conduzindo muitas vezes a situações dramáticas na vida das mulheres, que são nossas contemporâneas. Para nos ajudar a todos a enquadrar estas vivências, juntei comentários, que estão num tipo de letra diferente.




O homem que salvava mulheres

O leilão começa nos 9 mil dólares. Vende-se: rapariga. Bonita, trabalhadora e virgem. Onze anos. Este anúncio retirado de um site onde guerreiros do ISIS regateiam o valor de escravas sexuais é um de muitos que Abdullah Shrem guarda no telefone.

Abdullah tinha uma vida tranquila no Norte do Iraque. Era um homem como tantos outros. Mas quando o Estado Islâmico invadiu a sua terra natal, chacinou os homens e raptou as mulheres para as usar como escravas sexuais, o pacato apicultor revelou a sua verdadeira alma. Por viajar com frequência para vender o mel das suas abelhas, ele conhecia a região como ninguém. Esse conhecimento do terreno revelar-se-ia precioso. Juntamente com uma rede secreta de ajudantes familiares e amigos, guias e até contrabandistas, Abdullah assumiu a arriscada missão de salvar todas as mulheres que pudesse, atravessando regiões devastadas pela guerra e deixando-as em locais seguros.

Esta é a história de um herói improvável. É também a história das mulheres que ele salvou. É, acima de tudo, um extraordinário exemplo de coragem, fé e humanidade. Quase toda a família de Abdullah incluindo o irmão e a irmã está ainda desaparecida. Integram a lista das 6000 pessoas desaparecidas da região.



Condenada à morte

Meriam nasceu no Sudão, em 1987. Abandonada pelo pai muçulmano, foi criada no seio da fé cristã da sua mãe. Licenciou-se em Medicina e, mais tarde, casou com Daniel, também ele cristão. Meriam nunca se considerou muçulmana. Mas, em 2013, um parente não pensou da mesma maneira e acusou-a de adultério com o argumento de que a lei islâmica não reconhece o casamento entre mulheres muçulmanas e homens cristãos. Grávida e com um filho pequeno nos braços, Meriam foi presa e chicoteada cem vezes. Nem mesmo a sua condição impediu que os maus-tratos continuassem e, no oitavo mês da gravidez, deu à luz acorrentada. Entre as paredes da prisão e em condições desumanas, nasceu Maya, a sua linda filha. Seria de esperar que tamanha crueldade quebrasse o espírito de Meriam. Mas ela não cedeu. Não renunciou à sua fé. Como castigo, os seus carrascos condenaram-na à morte. A indignação do mundo fez-se ouvir como nunca antes. De tal forma que Meriam foi libertada em 2014. Atualmente, vive nos Estados Unidos com o marido e os dois filhos. Esta é a sua história.




Ainda estou viva

A jovem Han Eun-mi nasceu na Coreia do Norte. Viu os seus pais morrerem lentamente à fome. Viu as ruas encherem-se de crianças órfãs, como ela. Sabia que podia ser presa, torturada ou assassinada a qualquer instante, sem acusação ou hipótese de defesa. Sabia que o silêncio e a obediência cega eram a sua única hipótese de sobrevivência. Tinha a certeza de que a fuga era a sua única esperança.
Para escapar à fome, Han tentou tudo. Do trabalho violento à vida nas ruas, à mercê de esmolas. Quando percebeu que as suas forças estavam a chegar ao fim, resolveu arriscar a vida e partir rumo ao desconhecido...

Em 2009, conseguiu atravessar a fronteira para a China, mas o seu calvário não terminou aí. Tal como acontece com milhares de pessoas indefesas um pouco por todo o mundo, tornou-se vítima de tráfico humano. Foi obrigada a viver com um homem chinês, que a violou repetidamente, e acabou por dar à luz o filho de ambos. Só em 2015 é que Han pôde finalmente respirar o ar da liberdade.

Tida como «desertora», conseguiu escapar para a Coreia do Sul. Esta é a sua dramática e inspiradora história. Um apelo ao mundo. Para que não se ignore a desumana realidade da vida na Coreia do Norte. As ilustrações no interior deste livro são da autoria de um artista norte-coreano, também ele desertor. As fotografias são proibidas na Coreia do Norte, pelo que as únicas provas verdadeiras da vida no país provêm de desenhos ou relatos. Estas ilustrações basearam-se nas memórias do artista e nas descrições da autora.



Vida Roubada

“No verão de 1991, eu era uma criança normal. Num segundo, tudo mudou. Durante 18 anos fui prisioneira. Fui mãe. Fui escrava.” 

A 10 de junho de 1991, Jaycee foi raptada perto de casa, a caminho da escola. Tinha 11 anos. Os seus familiares e amigos só voltariam a vê-la 18 anos depois. Durante o seu cativeiro, deu à luz duas filhas e foi escrava dos seus raptores, o casal Phillip e Nancy Garrido. Neste duro e chocante relato, Jaycee revela tudo por que passou e o que sentiu após a sua libertação de um dos raptos mais longos da história. Phillip Garrido foi condenado a 431 anos de prisão, e a sua mulher, Nancy, recebeu uma sentença de 36 anos a prisão perpétua.



quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Fernão de Magalhães | Uma biografia









Nada melhor do que alguém que não é português, nem espanhol, para escrever o relato biográfico de Fernão de Magalhães.
Um escritor popular mas sobretudo neutral, o austríaco Stefan Zweig, assina a biografia que o Expresso publica nos três primeiros volumes de uma série completada com mais dois, de Gonçalo Cadilhe, que percorreu a rota de Magalhães, na atualidade. 

O volume 1 saiu no passado sábado com o Expresso.



domingo, 27 de outubro de 2019

O Livro do Desassossego, de Bernardo Soares




RTP Ensina




http://ensina.rtp.pt/artigo/fernando-pessoa-2/




Publicado em 1982, quarenta e sete anos após a morte de Fernando Pessoa, "O Livro do Desassossego", tem como autor Bernardo Soares, personagem criada pelo próprio Pessoa. É um livro biográfico com os pensamentos de um dos maiores autores do século XX.

“São as minhas confissões e, se nelas nada digo, é que nada tenho para dizer.” É como Fernando Pessoa apresenta o livro que escreveu sob o heterónimo Bernardo Soares e onde revela a sua vida oculta.

A obra começou a ser escrita aos vinte e cinco anos de Pessoa, acompanhando-a o resto da vida e é como um labirinto onde o autor procura responder a questões como “quem sou eu?” ou “como posso explicar a realidade?” Dúvidas fundamentais do modernismo, que teve em Fernando Pessoa um dos seus representantes máximos. A obra levou vinte anos a ser escrita e ficou incompleta. São mais de 500 textos sem principio, meio nem fim, escritos por aquele que criou três identidades distintas para o acompanharem na criação poética: o mestre Alberto Caeiro, o médico Ricardo Reis e o engenheiro Álvaro de Campos. Como testemunha de um Fernando Pessoa desconhecido, ficaram Bernardo Soares e “O Livro do Desassossego”.


Biografia breve de Fernando Pessoa
A infinita busca de Fernando Pessoa
Mário Viegas é Fernando Pessoa em Palavras Ditas


Poesia lida de Fernando Pessoa no Ensina:
“Liberdade”
“Eros e psique”
“Nevoeiro”

sábado, 19 de outubro de 2019

A infinita busca de Fernando Pessoa




RTP Ensina




http://ensina.rtp.pt/artigo/a-infinita-busca-de-fernando-pessoa/





Tinha sonhos que não cabiam na sua modesta condição de empregado de escritório. Por necessidade absoluta de viver outras vidas, inventava novas identidades. Fernando Pessoa era o "outro" de si mesmo. Múltiplo e universal, impossível de definir.

Dizia Fernando Pessoa que, entre a data do seu nascimento e a da sua morte, todos os dias eram seus. Mas, ironia das ironias, quem se quis manter distante do mundo deixou em legado uma obra universal.

Se assim não tivesse sido, os biógrafos encontrariam tarefa fácil: uma vida discreta, começada a 13 de junho de 1888 e terminada a 30 de novembro de 1935, quase sempre em Lisboa, tirando a adolescência passada na África do Sul, um curso de Letras incompleto, um romance vago com uma jovem de nome Ophélia, um quotidiano feito de rotinas nos mesmos cafés e nos mesmos curtos passeios; enfim, um discreto e apagado empregado de escritório, de fato escuro, óculos redondos, quase sempre de chapéu.

O mistério por detrás deste rosto fechado numa incerta melancolia, como se estivesse retirado de si mesmo, morava na solidão dos quartos alugados onde escrevia em noites seguidas sem sono. Poeta do desassossego, poeta fingidor, poeta fazedor de sonhos, criador de heterónimos, “procurava sentir as coisas de todas as maneiras”.

Para quem escrevia “como se fosse muitos”, apenas publicou em vida “Mensagem”, poema patriótico traduzido em 15 línguas ( agora com uma edição em braille), alguns poemas e contos em jornais e revistas, como a Orpheu, que fundou com Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro, Santa Rita Pintor, entre outros, para afirmar o modernismo em Portugal.

Poeta, escritor, filósofo, impossível de catalogar, Fernando Pessoa deixou uma das mais relevantes obras de literatura e ainda milhares de documentos numa arca ainda por catalogar. 


Neste vídeo, o poeta e ensaísta Arnaldo Saraiva apresenta uma curta biografia do escritor.




sábado, 24 de agosto de 2019

Biografia de Agustina



+ Leitur@s



Todo o homem que morre é um deus cercado de poderes que teve e não gozou, porque temeu a sua divindade. - Agustina Bessa-Luís






Autor: Isabel Rio Novo
Título: O poço e a estrada - biografia de Agustina Bessa-Luís
Editor: Contraponto
Data de publicação: 15 de fevereiro de 2019
Nº de Páginas: 504



Existe uma Agustina que se insinuou ao longo da sua imensa obra, fazendo-se presente nos episódios de infância, nas histórias, espaços e pessoas, algumas de passagem outras nem tanto. Isabel Rio Novo resgatou-a desse limiar de ficção. Leu a obra de Agustina, com uma atenção que não foi de encomenda, mas plena de paixão e cumplicidade de ser, igualmente, escritora. A leitura que dedicou à obra da biografada permitiu-lhe revelar, sem a secura de uma tese mas com a punção de um romance, como Agustina se disseminou ao longo da sua obra, o quanto a autora projetou nas suas personagens. Afinal, a biografada confessa encontrar nas suas referências, nos escritores que a influenciaram, uma criação do mundo. E isso, nos mortais – digo eu – é um compromisso para toda a vida.

As irrupções de escrita na primeira pessoa devolvem a palavra à biógrafa, são uma intencional interferência na voz omnisciente do narrador, quebrando-lhe o ritmo, poupando ao leitor o esforço de interromper a leitura para consultar uma distante nota de rodapé. Sendo a autora uma estudiosa da obra de Agustina, é natural que separe da narração o que se lhe afigura ser da sua própria lavra e não pode ser atribuído a uma referência. É lícito que se presume, quando resulta do trabalho de pesquisa, do acesso ao extenso material recolhido de forma meticulosa, mas ao transformá-lo numa experiência pessoal, rouba força e elegância à narrativa que é o timbre natural da escrita de Isabel Rio Novo (eis o único senão a apontar).

Ao levantamento minucioso e exaustivo feito da vida e obra da biografada, acresce a viva caraterização de época, descrevendo edifícios, meios de transporte e seus interiores, desfilando aos olhos do leitor o mundo chique de uma escassa burguesia bem nascida. O tom cuidado colocado na escrita, de inegável brio literário, permite à autora recorrer a citações de Agustina sem destoar a harmonia do texto. O percurso de escrita de Agustina, surge espelhado nestas citações, da escrita inicial, plena de metáforas, vamos assistindo ao amadurecimento, perorado pelos aforismos em que a autora se revela pródiga.

A referência à relação de Agustina com o realizador Manuel de Oliveira ilustra bem os caprichos de uma certa elite, bem nascida, para quem o Estado não conhece a palavra “não”. Agustina Bessa-Luís surge nesta biografia por inteiro, na infância, nas obras da juvenília, na inconformidade conservadora, nas amizades e animosidades, sempre fugindo das ideias fixas, como quem se evade da prisão. Isabel Rio Novo deu-lhe voz e corpo, e não lhe poupou na alma, nem no esplendor da escrita. Muito bom!


António Ganhão, Blogue Acrítico - Leituras dispersas, 13 de maio de 2019



quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Com o mar por meio



+Leitur@s




"Desta ilha de Lanzarote, com o mar por meio, mas com braços tão longos que alcançam a Bahia, nós, e os mais que cá estão, parentes e amigos, admiradores todos, vos enviamos muito saudar e votos valentes contra as coisas negativas da vida."    - Saramago




Autor (es): Jorge Amado e José Saramago
Org. : Paloma Jorge Amado, Bete Capinan e Ricardo Viel
Editor: Companhia das Letras
Data de publicação: 15 de novembro de 2017
Nº de Páginas: 120
Livro recomendado pelo PNL2027




Sinopse

A amizade entre Jorge Amado e José Saramago teve início quando os dois já iam maduros nos anos e na carreira literária. O vínculo tardio, porém, não impediu que os escritores criassem um forte laço, estendido às suas companheiras de vida, Zélia Gattai e Pilar del Río. 

Reunida neste livro, a correspondência inédita entre os dois mestres da língua portuguesa vem finalmente a público. São cartas, bilhetes, cartões, faxes e mensagens várias, enviadas ao longo de seis anos, com uma rica troca de ideias sobre questões tanto da vida íntima como da conjuntura contemporânea, sempre com afeto e bom humor. 

Ilustrado com fac-símiles e fotos raras, Com o mar por meio é um documento que ilustra uma bela amizade - esse «manjar supremo» da vida - e aproxima o leitor do universo particular de dois dos maiores nomes da literatura de língua portuguesa.



domingo, 7 de julho de 2019

Uma viagem pela vida de Charles Darwin








Para Saber+:


Charles Darwin
RTP Ensina


Charles Robert Darwin (1809-1882) foi um naturalista, geólogo e biólogo britânico, célebre por seus avanços sobre evolução nas ciências biológicas. Foi o responsável pelo desenvolvimento da teoria da origem das espécies pela selecção natural que marca o desenvolvimento da biologia a nível mundial.



 http://ensina.rtp.pt/artigo/a-viagem-pela-vida-de-charles-darwin/
Reportagem RTP Ensina


Ficha Técnica
Título: Biografia de Charles Darwin
Tipo: Reportagem
Autoria: Inês Fonseca Santos
Produção: RTP
Ano: 2009



sábado, 17 de novembro de 2018

Comandante Carvalho Araújo - a identidade de um herói


No centenário da morte de Carvalho Araújo (1918-2018)



No passado dia 10 de novembro, teve lugar, nos Paços do Concelho, a apresentação pública do livro "Comandante Carvalho Araújo - A identidade de um herói", de Joaquim Ribeiro Alves, prefaciado pela Vice-Presidente do Município de Vila Real, Eugénia Almeida.

A apresentadação esteve a cargo do diplomata vila-realense Francisco Seixas da Costa. 

A publicação desta biografia, por iniciativa do Município, constitui uma das muitas cerimónias que desde o mês de maio têm vindo a realizar-se em homenagem ao herói de Vila Real, José Botelho de Carvalho Araújo, oficial da Marinha Portuguesa, morto na Primeira Guerra Mundial.















sexta-feira, 30 de março de 2018

Njinga a Mbande, Rainha do Ndongo e do Matamba


Publicações UNESCO



 https://drive.google.com/open?id=1wpyFLIO76pSbwEzunTVSyiW1W_JYyW7x
Clicar na imagem para aceder ao ebook


Série UNESCO "Mulheres na história de África"
Direcção editorial e artística: Edouard Joubeaud 



Publicação digital sobre uma das lideranças mais expressivas que Angola já teve, um marco de governança feminina fora do comum, a biografia de uma mulher que se revelou uma negociadora e diplomata ímpar e que apresentou táticas de guerra e espionagem importantes para resistir aos projetos de colonização portuguesa.

Para além de conteúdos descritivos, a publicação inclui também um dossiê pedagógico e uma história aos quadrinhos que ajudam a compreender e trabalhar melhor com biografia abordada, bem como a história de Angola e seus desafios, como o tráfico de escravos, a construção da identidade da população e o modo como a figura e atitudes de Njinga inspiraram diversas religiões de origem africana.

sábado, 15 de julho de 2017

Uma espada de brilhantes para o General Silveira



de Maria do Carmo Serén


 
Obra patrocinada pelo Governo Civil de Vila Real e Grupo de Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro. 
Disponível na Biblioteca





Francisco da Silveira Pinto da Fonseca Teixeira nasceu a 1 de setembro de 1763, em Canelas, Peso da Régua, e faleceu a 27 de maio de 1821, em Vila Real. 

1.º conde de Amarante, mais conhecido por General Silveira, foi um oficial general do exército português e político, tendo-se destacado durante a Guerra Peninsular.




terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Grandes histórias de amor - o livro dos amantes



O amor e os amantes. Desde Adão e Eva que as histórias de amor fascinam os mais apaixonados. São algumas dessas histórias que José Jorge Letria se propõe contar. 




Guerra e Paz Editores


"Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beau­voir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Al­fred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Ca­mões, o amor é «fogo que arde sem se ver». O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima.

Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor he­terossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer sus­ter a respiração."






sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Isabel de Aragão - Rainha Santa




"Escusávamos talvez de acrescentar que este livrinho é uma «vida», ou seja, uma interpretação puramente biográfica da Rainha - uma obra de arte. Seja como for, não perdemos o pé da História, não inventámos um único personagem ou facto: a nossa invenção é puramente psicológica. Não se pode fazer uma «vida» com verbas avulsas dos arquivos.".
 Nemésio, Vitorino, Isabel de Aragão. Rainha Santa. Lisboa:Texto, 2011, p. 79.





Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura



" - «Eu, Isabel, filha do excelente D. Pedro por graça de Deus magnífico rei de Aragão, entrego o meu corpo como mulher legítima do senhor D. Dinis, por graça de Deus rei de Portugal e Algarve...».
Apesar de não ver a pessoa a quem fazia aquela entrega e de não sentir nos seus véus que alguma coisa entregasse, Isabel percebeu que aquelas palavras seriam mais tarde profundas. O peso delas já lhe começava no peito, sentiu uma espécie de tristeza como se viesse chuva e a terra fosse o seu ser."

Nemésio, Vitorino, Isabel de Aragão, Rainha Santa. Lisboa:Texto, 2011, p. 22.




Sinopse

"Desde tenra idade Isabel de Aragão mostrou gosto pela religião, tendo promovido uma série de obras pias, fundando ou ajudando à fundação de hospitais (Coimbra, Santarém, Leiria), asilos e albergarias (Leiria, Odivelas), mosteiros, capelas (Convento da Trindade em Lisboa, Claustro em Alcobaça, capelas em Leiria e Óbidos). A sua presença junto do Rei D. Dinis era constante, o que lhe granjeou grande popularidade junto do povo, que desde cedo a considerou Santa atribuindo-lhe inúmeros milagres."


sábado, 23 de abril de 2016

Minibiografia de Miguel de Cervantes


23 de abril: Dia Mundial do Livro








Minibiografia de William Shakespeare


23 de abril: Dia Mundial do Livro



 “The fool doth think he is wise, but the wise man knows himself to be a fool.”         
         —William Shakespeare






Embora se conheça muito pouco sobre a vida pessoal de Shakespeare (1564-1616), as suas obras, tais como "Hamlet," "Romeu e Julieta," e "King Lear," têm vindo a influenciar a literatura e o teatro ao longo dos últimos 400 anos.


sábado, 30 de janeiro de 2016

Palestra | Domingos Tarrozo


por Ana Paula Fortuna






Decorreu ontem, na Biblioteca, a palestra "Domingos Tarrozo, o precursor do existencialismo em Portugal?". 

A palestrante, a Dra Paula Fortuna, descendente do pensador português, contextualizou o pensamento de Tarrozo no contexto nacional e europeu e deu a conhecer aos alunos e professores presentes aspetos importantes da biografia do autor de Philosofia de Existência - Esboço Synthético de uma Philosophia Nova.