#teatroportugues #GilVicente
Viajando até 2026, o pai do teatro português encontra redes sociais, vaidade, máscaras modernas e percebe que a comédia humana continua em cena. O mundo mudou de roupa, mas não mudou de vícios.
#teatroportugues #GilVicente
Viajando até 2026, o pai do teatro português encontra redes sociais, vaidade, máscaras modernas e percebe que a comédia humana continua em cena. O mundo mudou de roupa, mas não mudou de vícios.
#BibliotecaCCBvr #CulturaVilaReal #Fotografia #CasaPaullos #MaquinasAntigas
#clássicosemrede #alermaisemelhor
O júri do Clássicos em Rede distinguiu o trabalho apresentado pela nossa escola:
1º Prémio - Escalão C. Modalidade Vídeo / Filme
Atribuído ao projeto "Orfeu e Eurídice", de Alba Mancera, João Azevedo, Liliana Paulo, Rita Bertelo, do 12º E, realizado na disciplina de Grego, sob orientação da professora Angelina Pires.
1º Prémio Vídeo / filme
Parabéns aos vencedores e a todos quantos, com o seu envolvimento neste projeto, ficaram a conhecer melhor a cultura clássica!
Os resultados do projeto Clássicos em Rede estão disponíveis para consulta no Portal da Rede de Bibliotecas Escolares, na página do projeto.
A entrega dos prémios irá realizar-se no próximo dia 9 de junho, pelas 14h30, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
#clássicosemrede #alermaisemelhor
O júri do Clássicos em Rede, edição 2025-26, distinguiu o trabalho apresentado pela nossa escola:
1º Prémio - Escalão C Desenho, ilustração, fotografia, bandas desenhadas não digitais
Atribuído ao projeto de Luciana Alves, do 12º D, "A busca pela eterna juventude e perfeição", realizado na disciplina de Oficina de Artes, sob orientação da professora Nélia Miranda.
Parabéns aos vencedores e a todos quantos, com o seu envolvimento neste projeto, ficaram a conhecer melhor a cultura clássica!
Os resultados do projeto Clássicos em Rede estão disponíveis para consulta no Portal da Rede de Bibliotecas Escolares.
A entrega dos prémios irá realizar-se no próximo dia 9 de junho, pelas 14h30, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
#alermaisemelhor #bibliotecaccbvr
Dia 30 de abril, a Biblioteca Escolar promove a palestra “Suástica, a história de um símbolo”, uma sessão que convida a olhar para além das leituras imediatas e a compreender a longa trajetória deste sinal gráfico. Da pré‑história às culturas do Oriente, passando pela sua presença na América Latina e nas tribos indígenas da América do Norte, a suástica foi, durante milénios, um símbolo associado à prosperidade, ao movimento e ao sagrado.
Orientada pelo professor Álvaro Pinto, a palestra abordará também o momento em que este símbolo ancestral foi apropriado por Hitler e pelo nazismo, adquirindo um significado de violência, propaganda e destruição que marcou profundamente o século XX.
Trata‑se de uma oportunidade para refletir sobre a força dos símbolos, a forma como atravessam tempos e geografias, e como podem ser resignificados — para o bem ou para o mal — pelas sociedades que os utilizam.
A comunidade escolar é convidada a participar neste encontro de conhecimento, memória e pensamento crítico.
#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares
#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares
Neste vídeo, as alunas Cristiana Barreira, Catarina Teixeira, Matilde Ferreira, Rita Pinto e Rita Silva, alunas de Grego do 12º E, revisitam o mito de Orfeu e Eurídice através de uma abordagem intimista e profundamente humana. A narrativa ganha forma numa sala aquecida pela lareira, onde uma avó partilha com a neta uma das histórias mais marcantes da mitologia grega. Este enquadramento — terno, doméstico, intergeracional — sublinha a força ancestral dos mitos e a forma como continuam a ser transmitidos, reinventados e sentidos.
Convidamos à visualização deste vídeo, onde o mito se acende novamente no gesto simples de contar uma história.
#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares
Neste vídeo, o Gustavo Campos e a Mafalda Alves, alunos de Grego do 12º E, dão nova vida ao mito de Tétis e Peleu através de uma combinação expressiva de animação e narrativa em verso. A partir de uma linguagem visual cuidada e de uma escrita rítmica que evoca a tradição épica, os alunos recriam o encontro entre a deusa marinha e o herói mortal, explorando os contrastes entre destino, metamorfose e desejo.
O resultado é uma interpretação criativa e sensível, que alia rigor mitológico a uma estética contemporânea, revelando a capacidade dos estudantes para transformar narrativas antigas em experiências artísticas envolventes.
Convidamos à visualização deste trabalho, onde a poesia e a imagem se entrelaçam para recontar um dos episódios mais fascinantes da mitologia grega.
#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares
Para reinterpretar o mito de Orfeu e Eurídice, a Alba Mancera, o Bruno Carvalho, a Juliana Gando, o João Azevedo, a Lara Fernandes, a Liliana Paulo e a Rita Bertelo, alunos do 12ºE, criaram um vídeo na aula de Grego, que cruza a tradição clássica com a modernidade literária portuguesa. A partir de uma associação ousada — Fernando Pessoa e Ofélia como novas figuras órficas — os alunos exploram os temas do amor, da perda e da criação artística, evocando ainda a estética da Revista Orfeu através da capa fictícia do seu nº 3.
O resultado é um exercício criativo que liga o imaginário grego ao universo pessoano, revelando a atualidade dos mitos e a capacidade dos estudantes para reinventarem narrativas antigas com sensibilidade e inteligência.
Convidamos à visualização deste trabalho, onde o passado clássico e a vanguarda modernista dialogam de forma inesperada e inspiradora.
#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares
Recorrendo à linguagem visual, o Juan Garcia, o Mateus Alves e o Marcus Benício, alunos do 12º E, criaram uma narrativa enquadradora simples e profundamente humana: um avô que, sentado ao lado do neto, lhe conta uma das histórias mais belas e trágicas da mitologia grega - Orfeu e Eurídice.
A escolha desta situação narrativa não é casual. Ao colocar o mito no espaço íntimo da transmissão oral — onde as histórias passam de geração em geração — os alunos sublinham a força intemporal dos relatos clássicos e a sua capacidade de continuarem a interpelar-nos hoje.
Convidamos todos a assistir ao vídeo e a deixarem-se tocar, uma vez mais, pela eterna pergunta que atravessa o mito: até onde pode ir o amor — e o que significa olhar para trás.
#ClássicosEmRede #OlimpíadasDaCulturaClássica #concursos
#inmemoriam
Maria Alzira Seixo (1941-2026)
Professora e investigadora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é professora catedrática aposentada, tem uma carreira também de alcance internacional, tendo lecionado como Professora convidada em Universidades estrangeiras de prestígio, como Poitiers, Chicago, Johns Hopkins ou California (Santa Barbara).
Publicou 11 livros como autora, em especial sobre as suas áreas de eleição, Literatura Francesa, Literatura Portuguesa, e Literatura Comparada, tendo ainda várias obras em colaboração ou como co-autora. O escopo do seu labor intelectual é muito alargado, destacando-se, pela expressão que tiveram, os estudos que produziu no âmbito do Seminário Internacional “A Viagem na Literatura” (Comissão dos Descobrimentos), e os que dedicou quer a José Saramago, de cujo Nobel foi uma das principais promotoras, e António Lobo Antunes, de que foi responsável pela edição da sua obra ne varietur.
Testemunho
Faleceu a minha vizinha. Não era uma vizinha qualquer. Foi a única pessoa que conheci que fez entrar no mesmo prédio em que vivi tantos anos escritores rivais como José Saramago e António Lobo Antunes. Em dias diferentes, naturalmente. Maria Alzira Seixo foi uma professora que deixou uma marca única na Academia portuguesa. Temida, amada ou odiada, era impossível ficar-lhe indiferente. Respeitava-a muito, admirava a sua extraordinária capacidade de ler tudo o que se publicava. Por isso, nesse tempo em que nos encontrávamos com mais frequência ou no prédio ou no café do Shopping ou no supermercado, podíamos ficar horas a conversar, quero dizer, horas a ouvi-la… Até que nasceu o episódio real do nascimento do grande romance académico português.
Quem melhor do que ela para o escrever? Ninguém tinha mais histórias interessantes de todos os escritores e académicos portugueses vivos e não vivos. Aceitou o desafio, mas eu tinha também de tentar escrever esse romance, pois não bastava ser leitor fervoroso do género. Cada um foi para a sua casa, no mesmo prédio, a tentar escrever o primeiro romance académico português, sim, porque o que Frederico Lourenço já tinha publicado não fazia justiça ao género por total falta de humor, sem o qual o romance académico não funciona. Maria Alzira Seixo, que escrevia bem poesia, não foi capaz de escrever mais de 8 páginas de um possível romance académico. Eu fui até ao fim e saiu O Professor Sentado. Divertiu-se muito com o meu feito, não porque ela própria entrava como personagem real, na pele de crítica literária temida (o que foi na verdade), mas porque afinal estavam lá os ingredientes que um romance académico deve ter. Mais ninguém deve ter lido tal romance de estreia. Até foi ela quem me arranjou editor (outra história interessante).
A doença recente afastou-a do mundo das letras onde reinou. Deixa saudades, mas, como sempre acontece com os grandes, o seu legado é suficientemente precioso para ser sempre lembrada.
Carlos Ceia. Facebook. 20 de janeiro de 2026
#musicaemcena
Prevista inicialmente para o dia 11 de dezembro (e adiada por causa da greve geral), a 1ª sessão de Música em cena - um som novo a cada mês deste ano letivo vai realixar-se na próxima quinta-feira, dia 15 de janeiro, na Biblioteca, às 10:20.
Maria João Abreu visita-nos pela segunda vez e traz consigo o seu violoncelo.
com
#alermaisemelhor
“Sinto como se o prémio não fosse só para mim, mas fosse para a comunidade literária, para as mulheres da literatura e para as mulheres que têm também uma voz cívica, que não se calam e que falam, que não têm medo de dizer as palavras que lhe vão na alma”, afirmou Lídia Jorge ao Diário de Notícias."Não há livro de instruções para salvar a vida: só a literatura se aproxima desse imenso livro"
#alermaisemelhor #musicaemcena #bibliotecaccbvr
A escola encontra-se encerrada devido à greve geral.
Por esta razão, os eventos agendados para hoje tiveram de ser cancelados.
Divulgaremos em breve a nova calendarização.
#musicaemcena #alermaisemelhor
Na Biblioteca, a música volta a abrir janelas invisíveis.
Música em Cena – um som novo a cada mês regressa para encher o espaço de ressonâncias que aproximam, aquecem e fazem comunidade.
A cada mês, um instrumento e o seu intérprete transformam a Biblioteca num lugar onde o tempo abranda e a escuta se torna encontro.
Neste dezembro, Maria João Abreu traz de novo o seu violoncelo, deixando que cada arco desenhe no ar uma história — profunda, serena, capaz de unir quem a ouve num mesmo gesto de harmonia.
Dia: 11 de dezembro
Local: Biblioteca
Hora: 9:15
#alermaisemelhor #bibliotecasescolares #pensamentocrítico
A Biblioteca Escolar convida a comunidade escolar para uma palestra dedicada à história e ao significado simbólico da suástica, um dos sinais mais antigos e complexos da humanidade. Muito antes de ser apropriada por ideologias do século XX, esta figura geométrica atravessou milénios como símbolo de movimento, proteção, prosperidade e ciclo vital em diversas culturas.
A sessão propõe uma viagem desde as suas origens pré-históricas até às ressignificações contemporâneas, oferecendo uma leitura informada, crítica e contextualizada deste símbolo. Um momento de conhecimento e reflexão sobre a importância de compreender a história dos signos para melhor interpretar o mundo atual.
Palestrante: Álvaro Pinto
Dia: 11 de dezembro
Local: Auditório 1
Hora: 10:20
#interculturalidade #alermaisemelhor
#Camiloalermaisemelhor #feiradolivronacamilo #bibliotecasescolares
Muitas foram as turmas que passaram pela feira, acompanhadas pelos respetivos professores.
Algumas deixaram-nos o seu registo fotográfico.
Felizes Encontros de Leitura!