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sábado, 6 de junho de 2026

Gil Vicente em 2026

 

#teatroportugues  #GilVicente 

 

 

 

Viajando até 2026, o pai do teatro português encontra redes sociais, vaidade, máscaras modernas e percebe que a comédia humana continua em cena. O mundo mudou de roupa, mas não mudou de vícios.  

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Viagem no Tempo: Mostra de máquinas fotográficas antigas

 


#BibliotecaCCBvr #CulturaVilaReal #Fotografia #CasaPaullos #MaquinasAntigas








Esteve patente na escadaria de acesso à biblioteca, de 11 a dia 31 de maio, uma mostra muito especial de máquinas fotográficas antigas. Entre as relíquias em exposição, destacam-se a icónica Nikkomat FT 2 (1975) e a clássica Nº 1A Pocket Kodak (1926), verdadeiras testemunhas da evolução da arte de fotografar.

Esta iniciativa surge no âmbito da exposição de fotografia "Vila Real na objetiva de Manuel Costa Monteiro", realizada em parceria com o Museu do Som e Imagem de Vila Real.

🙏 Um agradecimento especial: Esta mostra só foi possível graças à generosidade da Casa Paúllos, que cedeu gentilmente as peças do seu espólio.

Seja por curiosidade histórica ou paixão pela fotografia, obrigado a todos os que passaram por cá para descobrir a magia por detrás da lente!
 

sábado, 16 de maio de 2026

Clássicos em Rede | 1º Prémio Escalão C -Vídeos / filmes

 


#clássicosemrede #alermaisemelhor 

 


 

 

O júri do Clássicos em Rede distinguiu o trabalho apresentado pela nossa escola:

 

1º Prémio - Escalão C. Modalidade Vídeo / Filme 

Atribuído ao projeto "Orfeu e Eurídice", de Alba Mancera, João Azevedo, Liliana Paulo, Rita Bertelo, do 12º E, realizado na disciplina de Grego, sob orientação da professora Angelina Pires.

 

1º Prémio Vídeo / filme

 

Parabéns aos vencedores e a todos quantos, com o seu envolvimento neste projeto, ficaram a conhecer melhor a cultura clássica! 

Os resultados do projeto Clássicos em Rede estão disponíveis para consulta no Portal da Rede de Bibliotecas Escolares, na página do projeto.

A entrega dos prémios irá realizar-se no próximo dia 9 de junho, pelas 14h30, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
 

Clássicos em Rede | 1º Prémio Escalão C - Desenho

 

#clássicosemrede #alermaisemelhor





O júri do Clássicos em Rede, edição 2025-26, distinguiu o trabalho apresentado pela nossa escola: 

1º Prémio - Escalão C Desenho, ilustração, fotografia, bandas desenhadas não digitais 

Atribuído ao projeto de Luciana Alves, do 12º D, "A busca pela eterna juventude e perfeição", realizado na disciplina de Oficina de Artes, sob orientação da professora Nélia Miranda.


O trabalho premiado

 

Parabéns aos vencedores e a todos quantos, com o seu envolvimento neste projeto, ficaram a conhecer melhor a cultura clássica! 

 Os resultados do projeto Clássicos em Rede estão disponíveis para consulta no Portal da Rede de Bibliotecas Escolares.

A entrega dos prémios irá realizar-se no próximo dia 9 de junho, pelas 14h30, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.


sábado, 2 de maio de 2026

Suástica - a força dos símbolos

 

 

 
 
  
 

 

No passado dia 30 de abril, os alunos das turmas 10.ºD e 10.ºF deslocaram-se ao Auditório 1, para assistirem à palestra “Suástica – história de um símbolo”, orientada pelo professor Álvaro Pinto. 

Ao longo da sessão, os estudantes tiveram oportunidade de compreender o significado original da palavra - deriva do sânscrito svastika, que significa "boa sorte", "prosperidade", "bem-estar", "energia divina" ou "condutora de fortuna" - e de observar representações iconográficas da cruz suástica em múltiplos contextos históricos e geográficos: em moedas romanas, em tapeçarias de tribos indígenas da América do Norte, em artefactos de cerâmica de povos da América do Sul, em representações do Buda no Oriente, bem como nas ruínas romanas de Conímbriga.
 
Foi também utilizada como logomarca (como a cervejaria Carlsberg), símbolo desportivo e até em medalhas militares de países como a Finlândia e Estados Unidos.

A palestra permitiu ainda compreender o momento em que a suástica foi apropriada pelo regime nazi, passando a ser usada, inicialmente, como emblema de orgulho racial e superioridade branca (exaltação da chamada “raça ariana”) e, posteriormente, como justificação do ódio, do antissemitismo e do Holocausto, alterando profundamente o seu significado original.
 
Uma sessão muito esclarecedora que desafiou os alunos a refletir sobre a força dos símbolos, a forma como atravessam culturas e épocas, e como podem ser ressignificados — com impactos profundos — pelas sociedades que os adotam.
 

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Suástica - história de um símbolo

 

 

 #alermaisemelhor   #bibliotecaccbvr   

 






Dia 30 de abril, a Biblioteca Escolar promove a palestra “Suástica, a história de um símbolo”, uma sessão que convida a olhar para além das leituras imediatas e a compreender a longa trajetória deste sinal gráfico. Da pré‑história às culturas do Oriente, passando pela sua presença na América Latina e nas tribos indígenas da América do Norte, a suástica foi, durante milénios, um símbolo associado à prosperidade, ao movimento e ao sagrado.

Orientada pelo professor Álvaro Pinto, a palestra abordará também o momento em que este símbolo ancestral foi apropriado por Hitler e pelo nazismo, adquirindo um significado de violência, propaganda e destruição que marcou profundamente o século XX.

Trata‑se de uma oportunidade para refletir sobre a força dos símbolos, a forma como atravessam tempos e geografias, e como podem ser resignificados — para o bem ou para o mal — pelas sociedades que os utilizam.

A comunidade escolar é convidada a participar neste encontro de conhecimento, memória e pensamento crítico.


quarta-feira, 15 de abril de 2026

Clássicos em Rede | Orfeu e Eurídice: o reconto do mito

 

   #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 






Marcus Benício, aluno de Grego do 12ºE, faz o reconto do conhecido mito de Orfeu e Eurídice e apresenta-o num apelativo ebook.


 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice : A voz da avó, a escuta da neta

 

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 

 

 

Neste vídeo, as alunas Cristiana Barreira, Catarina Teixeira, Matilde Ferreira, Rita Pinto e Rita Silva, alunas de Grego do 12º E, revisitam o mito de Orfeu e Eurídice através de uma abordagem intimista e profundamente humana. A narrativa ganha forma numa sala aquecida pela lareira, onde uma avó partilha com a neta uma das histórias mais marcantes da mitologia grega. Este enquadramento — terno, doméstico, intergeracional — sublinha a força ancestral dos mitos e a forma como continuam a ser transmitidos, reinventados e sentidos.

Convidamos à visualização deste vídeo, onde o mito se acende novamente no gesto simples de contar uma história.


Olimpíadas da Cultura Clássica | Tétis e Peleu: destino, metamorfose e desejo

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 

 

 



Neste vídeo, o Gustavo Campos e a Mafalda Alves, alunos de Grego do 12º E, dão nova vida ao mito de Tétis e Peleu através de uma combinação expressiva de animação e narrativa em verso. A partir de uma linguagem visual cuidada e de uma escrita rítmica que evoca a tradição épica, os alunos recriam o encontro entre a deusa marinha e o herói mortal, explorando os contrastes entre destino, metamorfose e desejo.

O resultado é uma interpretação criativa e sensível, que alia rigor mitológico a uma estética contemporânea, revelando a capacidade dos estudantes para transformar narrativas antigas em experiências artísticas envolventes.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde a poesia e a imagem se entrelaçam para recontar um dos episódios mais fascinantes da mitologia grega.


terça-feira, 14 de abril de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu, Eurídice e a Modernidade de Pessoa

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 





Para reinterpretar o mito de Orfeu e Eurídice, a 
Alba Mancera, o Bruno Carvalho, a Juliana Gando, o João Azevedo, a Lara Fernandes, a Liliana Paulo e a Rita Bertelo, alunos do 12ºE, criaram um vídeo na aula de Grego, que cruza a tradição clássica com a modernidade literária portuguesa. A partir de uma associação ousada — Fernando Pessoa e Ofélia como novas figuras órficas — os alunos exploram os temas do amor, da perda e da criação artística, evocando ainda a estética da Revista Orfeu através da capa fictícia do seu nº 3.

O resultado é um exercício criativo que liga o imaginário grego ao universo pessoano, revelando a atualidade dos mitos e a capacidade dos estudantes para reinventarem narrativas antigas com sensibilidade e inteligência.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde o passado clássico e a vanguarda modernista dialogam de forma inesperada e inspiradora.


Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice na linguagem visual contemporânea

 

 #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 


Recorrendo à linguagem visual, o Juan Garcia, o Mateus Alves e o Marcus Benício, alunos do 12º E, criaram uma narrativa enquadradora simples e profundamente humana: um avô que, sentado ao lado do neto, lhe conta uma das histórias mais belas e trágicas da mitologia grega - Orfeu e Eurídice.

A escolha desta situação narrativa não é casual. Ao colocar o mito no espaço íntimo da transmissão oral — onde as histórias passam de geração em geração — os alunos sublinham a força intemporal dos relatos clássicos e a sua capacidade de continuarem a interpelar-nos hoje. 

Convidamos todos a assistir ao vídeo e a deixarem-se tocar, uma vez mais, pela eterna pergunta que atravessa o mito: até onde pode ir o amor — e o que significa olhar para trás.

terça-feira, 17 de março de 2026

Clássicos em Rede - Submissão de trabalhos

 

 #ClássicosEmRede  #OlimpíadasDaCulturaClássica  #concursos  

 

 


 


A Escola Camilo Castelo Branco vai participar, mais uma vez, nas Olimpíadas da Cultura Clássica, concurso que tem por objetivo estimular a curiosidade dos alunos e alargar os seus conhecimentos sobre temas de Cultura Clássica, através de desafios que apelam à escrita, à expressão artística e ao domínio de ferramentas digitais.

Os trabalhos das categorias 1 e 2 (recusos digitais e vídeos) vão ser publicados nos canais digitais da Biblioteca, para ser facultada a respetiva hiperligação, aquando da submissão do formulário . 
 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

IN MEMORIAM | M. ALZIRA SEIXO

 

#inmemoriam

Maria Alzira Seixo (1941-2026) 

 

 

 

 Professora e investigadora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é professora catedrática aposentada, tem uma carreira também de alcance internacional, tendo lecionado como Professora convidada em Universidades estrangeiras de prestígio, como Poitiers, Chicago, Johns Hopkins ou California (Santa Barbara).

Publicou 11 livros como autora, em especial sobre as suas áreas de eleição, Literatura Francesa, Literatura Portuguesa, e Literatura Comparada, tendo ainda várias obras em colaboração ou como co-autora. O escopo do seu labor intelectual é muito alargado, destacando-se, pela expressão que tiveram, os estudos que produziu no âmbito do Seminário Internacional “A Viagem na Literatura” (Comissão dos Descobrimentos), e os que dedicou quer a José Saramago, de cujo Nobel foi uma das principais promotoras, e António Lobo Antunes, de que foi responsável pela edição da sua obra ne varietur.

Saber mais...


Testemunho

 Faleceu a minha vizinha. Não era uma vizinha qualquer. Foi a única pessoa que conheci que fez entrar no mesmo prédio em que vivi tantos anos escritores rivais como José Saramago e António Lobo Antunes. Em dias diferentes, naturalmente. Maria Alzira Seixo foi uma professora que deixou uma marca única na Academia portuguesa. Temida, amada ou odiada, era impossível ficar-lhe indiferente. Respeitava-a muito, admirava a sua extraordinária capacidade de ler tudo o que se publicava. Por isso, nesse tempo em que nos encontrávamos com mais frequência ou no prédio ou no café do Shopping ou no supermercado, podíamos ficar horas a conversar, quero dizer, horas a ouvi-la… Até que nasceu o episódio real do nascimento do grande romance académico português. 

Quem melhor do que ela para o escrever? Ninguém tinha mais histórias interessantes de todos os escritores e académicos portugueses vivos e não vivos. Aceitou o desafio, mas eu tinha também de tentar escrever esse romance, pois não bastava ser leitor fervoroso do género. Cada um foi para a sua casa, no mesmo prédio, a tentar escrever o primeiro romance académico português, sim, porque o que Frederico Lourenço já tinha publicado não fazia justiça ao género por total falta de humor, sem o qual o romance académico não funciona. Maria Alzira Seixo, que escrevia bem poesia, não foi capaz de escrever mais de 8 páginas de um possível romance académico. Eu fui até ao fim e saiu O Professor Sentado. Divertiu-se muito com o meu feito, não porque ela própria entrava como personagem real, na pele de crítica literária temida (o que foi na verdade), mas porque afinal estavam lá os ingredientes que um romance académico deve ter. Mais ninguém deve ter lido tal romance de estreia. Até foi ela quem me arranjou editor (outra história interessante). 

A doença recente afastou-a do mundo das letras onde reinou. Deixa saudades, mas, como sempre acontece com os grandes, o seu legado é suficientemente precioso para ser sempre lembrada. 

Carlos Ceia. Facebook. 20 de janeiro de 2026

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Música em cena com Maria João Abreu

 

 #musicaemcena  

 

 


 

Prevista inicialmente para o dia 11 de dezembro (e adiada por causa da greve geral), a 1ª sessão de Música em cena - um som novo a cada mês deste ano letivo vai realixar-se na próxima quinta-feira, dia 15 de janeiro, na Biblioteca, às 10:20.

Maria João Abreu visita-nos pela segunda vez e traz consigo o seu violoncelo. 

 

 

com 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Lídia Jorge vence Prémio Pessoa 2025

 

 #alermaisemelhor


A literatura de ficção volta a destacar-se entre os distinguidos pelo prémio Pessoa. A 39ª edição do mais importante galardão atribuído em Portugal distingue pela primeira vez uma romancista. Lídia Jorge é a sétima mulher até agora premiada. A literatura de ficção volta a destacar-se entre os distinguidos.





Sinto como se o prémio não fosse só para mim, mas fosse para a comunidade literária, para as mulheres da literatura e para as mulheres que têm também uma voz cívica, que não se calam e que falam, que não têm medo de dizer as palavras que lhe vão na alma”, afirmou Lídia Jorge ao Diário de Notícias.

"Não há livro de instruções para salvar a vida: só a literatura se aproxima desse imenso livro"


A ata do júri refere que "A sua escrita criativa e diversificada tem sido capaz de revelar o poder da literatura para nos ajudar a compreender os grandes desafios do mundo contemporâneo e a sua intervenção cívica corajosa tem contribuído decisivamente para enriquecer o debate democrático na sociedade portuguesa”, e salienta que a obra de Lídia Jorge “incide sobre um espetro muito amplo de temáticas, desde o impacto de situações vivenciais extremas nos seus personagens à recriação de contextos que evocam momentos históricos decisivos da vida portuguesa do último século, em particular no período pós-25 de Abril, como a descolonização, a transição da ditadura para a democracia, a exclusão social e a emergência de novos fenómenos de discriminação e fratura social”.
 

 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Greve Geral | Eventos cancelados

 

 

 #alermaisemelhor  #musicaemcena #bibliotecaccbvr

 

 



 A escola encontra-se encerrada devido à greve geral.

Por esta razão, os eventos agendados para hoje tiveram de ser cancelados.

Divulgaremos em breve a nova calendarização. 

 

 

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Música em cena com Maria João Abreu

 

 

#musicaemcena   #alermaisemelhor



 

 
Na Biblioteca, a música volta a abrir janelas invisíveis.

Música em Cena – um som novo a cada mês regressa para encher o espaço de ressonâncias que aproximam, aquecem e fazem comunidade.

A cada mês, um instrumento e o seu intérprete transformam a Biblioteca num lugar onde o tempo abranda e a escuta se torna encontro.

Neste dezembro, Maria João Abreu traz de novo o seu violoncelo, deixando que cada arco desenhe no ar uma história — profunda, serena, capaz de unir quem a ouve num mesmo gesto de harmonia.

Dia: 11 de dezembro

Local: Biblioteca

Hora: 9:15 

 

Palestra | Suástica, história de um símbolo

 

 
#alermaisemelhor  #bibliotecasescolares  #pensamentocrítico



 

A Biblioteca Escolar convida a comunidade escolar para uma palestra dedicada à história e ao significado simbólico da suástica, um dos sinais mais antigos e complexos da humanidade. Muito antes de ser apropriada por ideologias do século XX, esta figura geométrica atravessou milénios como símbolo de movimento, proteção, prosperidade e ciclo vital em diversas culturas. 

A sessão propõe uma viagem desde as suas origens pré-históricas até às ressignificações contemporâneas, oferecendo uma leitura informada, crítica e contextualizada deste símbolo. Um momento de conhecimento e reflexão sobre a importância de compreender a história dos signos para melhor interpretar o mundo atual. 

Palestrante: Álvaro Pinto 

Dia: 11 de dezembro 

Local: Auditório 1

Hora: 10:20 

domingo, 7 de dezembro de 2025

Vicente Gil fala sobre as suas raízes ciganas

 

 #interculturalidade #alermaisemelhor








Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição.

Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma.
 
 

Alta definição (SIC). Daniel Oliveira entrevista Vicente Gil

O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.”

Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. O ator não só entra em novelas da SIC, como já trabalhou com a realizadora Leonor Teles na curta ‘Cães que Ladram aos Pássaros’.

No 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.




Daniel Oliveira. Podcast "Alta definição", Expresso, 5 de dezembro de 2025

sábado, 29 de novembro de 2025

Visitas à feira

 

 

#Camiloalermaisemelhor #feiradolivronacamilo #bibliotecasescolares  

 

Muitas foram as turmas que passaram pela feira, acompanhadas pelos respetivos professores.

Algumas deixaram-nos o seu registo fotográfico.


10º C


10º E


1º B
 
 
 

 


 

 Felizes Encontros de Leitura!