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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Camões 500 anos

 

 #500anosCamões  #VouTeCantar  #aLerMaiseMelhor

 

 

"Poucos escritores marcaram tanto a língua portuguesa como Luís de Camões.
 
Soldado, viajante e poeta, perdeu um olho em combate e viveu uma vida cheia de dificuldades. Segundo a tradição, durante um naufrágio salvou o manuscrito de Os Lusíadas, segurando-o acima da água enquanto lutava pela própria sobrevivência.
 
Mais do que contar as aventuras dos navegadores portugueses, Camões ajudou a construir uma identidade para um povo e deu à língua portuguesa uma das suas maiores obras.
 
Mais de quatro séculos depois, os seus versos continuam vivos."
 
👉Este vídeo faz parte da série “Vou te Cantar”, em que grandes personagens da história de Portugal e do Brasil são transformadas em música.

 

 

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Intervalo Cultural em português

 

 

#DiaMundialDaLinguaPortuguesa #alermaisemelhor

 

 

 


Para assinalar o Dia Mundial da Língua Portuguesa, a Biblioteca Escolar e o Departamento de Línguas Românicas e Clássicas promoveram um evento dedicado à palavra dita, cantada e sentida - o Intervalo Cultural.

Os alunos das turmas 12.º C, 12.º E e 12.º G - Carlos Miguel Matos, Alba Mancera, Cristiana Barreiro, Juliana Gando, Mafalda Alves, Rita Melo Silva, Ana Francisca Morais, Lara Matos, Núria Morais e Sofia Teixeira - deram voz à poesia, à declamação e ao canto, num encontro onde diferentes ritmos, timbres e expressões revelaram a pluralidade da nossa língua e a criatividade dos nossos jovens. O momento contou ainda com a participação musical da Leonor Clemente e da Maria João Abreu, que interpretaram peças em bandolim (Vivaldi, Concerto para Cordas em Dó Maior, 2º Andame) e violoncelo, respetivamente, oferecendo uma dimensão intimista e profundamente sensível à celebração.






A sessão integrou a declamação do poema O Mar dos Meus Olhos, de Sophia de Mello Breyner Andresen, trazendo ao encontro a limpidez, o ritmo e a imagética marítima tão característicos da autora. Seguiu-se uma leitura coral do poema Trovas do Amor Lusíada, de Manuel Alegre, destacando a força coletiva da palavra dita e a musicalidade intrínseca do texto. O momento cultural culminou com a interpretação cantada de A Pedra Filosofal, evocando a capacidade da língua portuguesa unir gerações através da música, da imaginação e do sonho.
 
"Da minha língua vê-se o mar" - Vergílio Ferreira
 
Simbolicamente, a evocar a presença do mar na língua portuguesa, os alunos usaram adereços em azul (os rapazes) e branco (as meninas) confecionados pelas professoras de Educação Especial. 
 

 

 
Esta celebração mostrou que a língua portuguesa é mais do que um instrumento de comunicação: é um território vivo onde cabem memórias, afetos, identidades e futuros. Ao dizerem, cantarem e interpretarem em português, os alunos reafirmaram a força da palavra e a sua capacidade de emocionar, criar e transformar.
 

sexta-feira, 20 de março de 2026

Concertina - o som do mês de março

 

 #músicaemcena #bibliotecaccbvr







No dia 19 de maeço, a Biblioteca voltou a encher-se de música com mais uma sessão da rubrica Música em Cena – Um som novo a cada mês. Neste mês, o protagonista foi o som da concertina, apresentado por Eliano Anjos, aluno da Escola Morgado de Mateus.







Durante a sessão, o Eliano partilhou a sua história musical: como nasceu o seu interesse pela concertina, o primeiro contacto com o instrumento e a importância que o grupo folclórico onde atua tem no seu percurso artístico. Entre explicações, curiosidades e boa disposição, brindou todos os presentes com várias composições que fizeram a biblioteca ganhar nova vida.

Houve ainda espaço para a participação ativa dos alunos, que puderam experimentar a concertina e arriscar os primeiros acordes, num momento de descoberta e entusiasmo.
 
 
 

 
Esta atividade reforça o papel da Biblioteca como espaço de cultura, partilha e experiências únicas, aproximando os alunos da música e dos seus intérpretes.

 

quarta-feira, 18 de março de 2026

Música em Cena | Concertina

 

#músicaemcena #bibliotecaccbvr

 

 




 

Em março, na Biblioteca, a concertina e o Eliano Anjos são os protagonistas.

Convidados: alunos do 8ºB. 

Dia: 19

Hora: 10:20

 

EuDaMuS 2026

 

#eudamus2026 #musiceducation #europe #europeanday #schoolmusic


 O Dia Europeu da Música nas Escolas comemora-se a 15 de março.

 A biblioteca da Camilo juntou-se à celebração internacional da educação musical, partilhando, com todos na Europa, excertos da sessão d' A música em cena, com a Maria João Abreu.



Consulte o Padlet com as participações das escolas europeias no EuDaMuS 2026 (a nossa escola surge no slide 127)



 

sábado, 28 de fevereiro de 2026

EuDaMuS | Dia Europeu da Música na Escola

 

#eudamus2026 #musiceducation #europe #europeanday #schoolmusic



O EuDaMuS 2026 é o Dia Europeu da Música nas Escolas, uma iniciativa anual promovida pela European Association for Music in Schools (EAS) que celebra a importância da educação musical em contexto escolar. 
 
Incentiva escolas, professores e alunos a celebrarem a música como forma de expressão, criatividade e união cultural. Envolve atividades musicais, partilhas entre escolas e um evento online comum a toda a Europa.

As escolas podem envolver-se de várias formas: 
  • Participar no evento online via Zoom, com canto, música e quizzes interativos.
  • Criar e partilhar vídeos no YouTube mostrando atividades musicais da escola.
  • Organizar atividades internas que celebrem a música como linguagem universal.

A Biblioteca da ES Camilo Castelo Branco participa neste evento com a criação e partilha deste vídeo, mostrando uma das sessões da Música em cena, com a Maria João Cunha e o som do violoncelo, e com a presença online via Zoom.

 

 

 EuDEuDaMuS - European Day of Music in Schools!

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Música em cena com Maria João Abreu

 

 #musicaemcena  

 

 


 

Prevista inicialmente para o dia 11 de dezembro (e adiada por causa da greve geral), a 1ª sessão de Música em cena - um som novo a cada mês deste ano letivo vai realixar-se na próxima quinta-feira, dia 15 de janeiro, na Biblioteca, às 10:20.

Maria João Abreu visita-nos pela segunda vez e traz consigo o seu violoncelo. 

 

 

com 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Greve Geral | Eventos cancelados

 

 

 #alermaisemelhor  #musicaemcena #bibliotecaccbvr

 

 



 A escola encontra-se encerrada devido à greve geral.

Por esta razão, os eventos agendados para hoje tiveram de ser cancelados.

Divulgaremos em breve a nova calendarização. 

 

 

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Música em cena com Maria João Abreu

 

 

#musicaemcena   #alermaisemelhor



 

 
Na Biblioteca, a música volta a abrir janelas invisíveis.

Música em Cena – um som novo a cada mês regressa para encher o espaço de ressonâncias que aproximam, aquecem e fazem comunidade.

A cada mês, um instrumento e o seu intérprete transformam a Biblioteca num lugar onde o tempo abranda e a escuta se torna encontro.

Neste dezembro, Maria João Abreu traz de novo o seu violoncelo, deixando que cada arco desenhe no ar uma história — profunda, serena, capaz de unir quem a ouve num mesmo gesto de harmonia.

Dia: 11 de dezembro

Local: Biblioteca

Hora: 9:15 

 

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Dia Mundial da Filosofia - Simone Weil & Rosalía




#DiaMundialDaFilosofia #Filosofia #PensamentoCrítico #Leitura #alermaisemelhor #BibliotecasEscolares




Para assinalar o Dia Mundial da Filosofia, que este ano se celebra a 20 de novembro, os alunos do 11º G propuseram-se fazer uma curadoria de conteúdos sobre a filosofia e música, sobre a filósofa e mística Simone Weil e o 4º álbum da cantora espanhola Rosalía, "Lux"

Partilhamos o mural digital com os resultados dessa curadoria.  

 

 

Criado com o Padlet


 

domingo, 15 de junho de 2025

Música em Cena | Guitarra clássica com Paulo Vaz de Carvalho

 

 

 

#musicaemcena   #música  #cultura  #alermaisemelhor

 





No passado dia 11 de junho, a Biblioteca Escolar acolheu mais uma sessão da rubrica Música em Cena – Um som novo a cada mês, desta vez dedicada à guitarra clássica. O convidado foi o professor e músico Paulo Vaz de Carvalho, um dos mais conceituados intérpretes nacionais deste instrumento.

A sessão, que combinou momentos de conversa e performance musical, proporcionou aos alunos uma reflexão sensível e inspiradora sobre a música, as emoções e a vida. Ao longo da palestra, o professor contou com a colaboração especial de Daniel Costa, aluno do 10.º F, que, por uma feliz coincidência, se fazia acompanhar para esta sessão da sua flauta transversal.

Sob a orientação de Paulo Vaz de Carvalho, Daniel deu voz a paisagens sonoras, sensações e movimentos, estabelecendo um diálogo artístico com a guitarra clássica que encantou os presentes. 




Na parte final da sessão, o público teve ainda oportunidade de ouvir o som distinto de uma guitarra do período barroco, o que permitiu uma interessante comparação com o som da guitarra contemporânea.




Curiosamente, este evento decorreu precisamente no dia 11 de junho, data que assinala o nascimento de Carlos Seixas (1704–1742), notável compositor e organista português do período barroco, o que conferiu à sessão uma dimensão simbólica e histórica adicional.

A atividade contou com a presença atenta e interessada dos alunos das turmas 10.º F e 7.º B, que assim tiveram contacto direto com a música erudita e com instrumentos de época, num contexto de proximidade e partilha.


 

terça-feira, 10 de junho de 2025

Música em cena | Junho: guitarra clássica

 

 

#musicaemcena  #música #alermaisemelhor #cultura

 

 


 



🎶 Música em Cena – Um som novo a cada mês 🎶

Junho traz o som da guitarra clássica!

No dia 11 de junho, às 12:20, a Biblioteca Escolar convida toda a comunidade a embarcar numa viagem sonora com a elegância da guitarra clássica, pelas mãos de
Paulo Vaz de Carvalho, um dos mais conceituados intérpretes deste instrumento em Portugal.

Não percas esta oportunidade única de ouvir ao vivo a beleza e expressividade da guitarra clássica, num momento especial de música e cultura.

Esperamos por ti na Biblioteca!

 

segunda-feira, 28 de abril de 2025

Entre palavras e acordes - uma celebração do livro

 

 

 #alermaisemelhor  #diamundialdolivro  #semanasdeleitura

 

 
 

 
 

 

No dia 23 de abril, os alunos do 7ºB e do 9ºD estiveram na Biblioteca a celebrar o Dia mundial do livro. 

A celebração incluiu a partilha de leituras entre os presentes ao som do piano, ao vivo. 



sexta-feira, 4 de abril de 2025

Música em cena com Emmy Curl

 

 

#musicaemcena  #música  #cultura #alermaisemelhor










No dia 2 de abril, a artista transmontana Emmy Curl (nome artístico de Catarina Miranda Trindade) esteve na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, que frequentou em jovem, para orientar um workshop de produção musical, promovido pela biblioteca, no âmbito do projeto Música em cena - Um som novo a cada mês.



 
 
O encontro foi um verdadeiro sucesso, com forte adesão por parte dos alunos – incluindo os estudantes do programa Erasmus+ que neste dia estavam em mobilidade na nossa escola.
 






Emmy Curl, reconhecida pela sua originalidade e por ser uma das primeiras produtoras musicais femininas portuguesas, tem construído uma carreira marcada pela fusão entre música tradicional, jazz moderno e dream pop. Em 2025, foi distinguida com o Prémio José Afonso pelo álbum Pastoral.

segunda-feira, 31 de março de 2025

Entrevista com Emmy Curl

 

 

A artista que ressuscita as antigas melodias do folclore transmontano e celta.

 

 

Música em Cena com Emmy Curl | Workshop de produção musical

 

 Dia 2 de abril. Auditório 1. 11:20

#semanadaleitura2025

 




Emmy Curl é o nome artístico de Catarina Miranda Trindade. Nasceu em Vila Real, num ambiente artístico, aprendeu a tocar guitarra muito cedo, descobriu a sua voz e percebeu o que poderia criar se juntasse as duas. Foi aluna na ES Camilo Castelo Branco.

É uma das primeiras produtoras musicais femininas portuguesas. Multi-instrumentista, compositora, realizadora de vídeos e canta-autora. 

Aos 15 anos lança o seu primeiro trabalho gravado e produzido por si “Ether” e aos 18 anos já estava a tocar em grandes palcos como o Sudoeste, a abrir para os Eels no Coliseu de Lisboa e a ser capa das agendas de teatros por todo o país com o EP lançado, na altura, pela Optimus Discos: “Origins”. 

Depois do aclamado álbum “Navia”, em 2015, onde se estreou com composições suas em português como “Eurídice”, participou no festival da Canção de 2018 como intérprete de um tema de Júlio Resende onde fica em segundo lugar com o voto mais alto do júri. Na pandemia de 2020, lança o álbum ØPorto.

Em 2024 lança pela editora Cuca Monga Discos, o criticamente aclamado “Pastoral” onde a autora continua, de uma forma mais vincada, a junção da música tradicional de Trás-os-Montes com jazz moderno e dream pop.

Em 2025, participa novamente no Festival da Canção e recebe o prémio José Afonso, pelo disco "Pastoral", tendo o júri sublinhado a sua "originalidade" e "refinamento”.


"Após tantos anos de carreira, receber este prémio é não só inspirador, mas também profundamente gratificante. É ainda mais especial por estar ligado a José Afonso, um artista que sempre fez parte do meu percurso e cuja obra tenho representado em todos os meus concertos desde que criei a versão de Maio Maduro Maio em 2015." - Emmy Curl


 


 Emmy Curl é entrevistada por Miguel Meira para o site Festivais da Canção acerca da sua participação no Festival da Canção 2025.

 

 

segunda-feira, 17 de março de 2025

Amor de Perdição | Ópera em três atos de João Arroyo

 

#camilo200 #alermaisemelhor

 

 

Liebe und Verderben - Lyrisches Drama in 3 Akten Nach der Portugiesischen Novelle C. C. Branco's
Libretto: Francisco Braga. Musik von João Arroyo op.19. Mainz: Schott, 1909
Livro em exposição no átrio da escola
 

 

 

A 2 de Março de 1907, foi estreada no Teatro de S. Carlos a ópera Amor e Perdição, com libreto escrito em italiano por Francisco Bernardo Braga e traduzido para alemão pelo célebre crítico do Berliner Morgenpost Ludwig Hartmann. Na Alemanha, foi representada em Hamburgo, em 1910.
 
Amor de perdição - Drama lírico é uma ópera em três atos, cujo libreto de Francisco Bernardo é baseado no romance homónimo de Camilo de Castelo Branco, escrito em 1861 e considerado como uma obra-prima do romantismo em Portugal. A versão portuguesa do libreto é da responsabilidade de Maria João Braga Santos, com música de João Arroyo.

Em Portugal, a estreia desta ópera foi um verdadeiro acontecimento nacional, e um dos maiores, se não o maior, êxito de toda a história do teatro, noticiado em todos os jornais de Lisboa e Porto, por vezes com o pormenor das reportagens radiofónicas em direto. A procura de bilhetes ultrapassou largamente a oferta e estiveram presentes, para além do Rei e da família real, o Governo, excetuando o Ministro da Guerra, por doença, todas as bancadas parlamentares, os tribunais, a Academia das Ciências de Lisboa, as universidades e uma forte delegação portuense encabeçada por Moreira de Sá que sucedera a José Francisco Arroyo nas lides musicais portuenses.

Esta apresentação foi dirigida pelo italiano Luigi Mancinelli, o chefe de orquestra que teve Toscanini como discípulo, e, no fim da qual, o compositor foi chamado ao palco vinte vezes; já nos ensaios gerais tivera casa cheia e a presença da rainha. Neste mês de março de 1907, a ópera foi apresentada ainda mais quatro vezes. Na sequência do segundo dia, um jornalista publicou, em Lisboa, no Liberal com transcrição no Jornal de Notícias, um texto em que refere a ideia italiana de que o sucesso em palco se afere mais pelas récitas posteriores do que pela de estreia.

Na temporada seguinte, a partir de 18 de fevereiro de 1908, foi dada a público seis vezes, ainda sob direção de Mancinelli, e o arquivista do teatro apontou que «foi melhor do que no ano anterior», quando algumas vozes diziam que o regente tinha dirigido com displicência devido a más-línguas respeitantes a espetáculos precedentes. A partir de 8 fevereiro de 1909 voltou a ser reposta e apresentada sete vezes até 8 de março, desta vez dirigida por Leopoldo Mugnone que incluiu o Prelúdio na ópera que dirigiu a seguir, a Salomé, de Richard Strauss, com conhecimento do compositor que estava relacionado com João e António Arroyo. As últimas apresentações do Amor e Perdição no teatro de S. Carlos deram-se a 22 e 26 de dezembro de 1947, dirigidas por Fernando Cabral.

A bem sucedida carreira internacional desta ópera começou na temporada regular de assinatura do teatro de ópera de Hamburgo em 25 de janeiro de 1910, e a apresentação foi repetida duas vezes, até 4 de fevereiro, alternando com o D. João, de Mozart.

Ao longo dos anos de 1909 e 1910, foram muitos os textos publicados na imprensa alemã, de Hamburgo a Dresden e de Berlim a Munique, no entanto há um cuja profundidade de reflexão crítica e filosófica ultrapassa todos os outros: foi escrito por Ferdinand Piohl na sequência da estreia e publicado no Hamburger Nachrichten. Nele, o autor começa por perguntar se existe ópera portuguesa ou até música portuguesa, comenta a seguir que dos portugueses sabe-se que são comerciantes mas não se sabe se praticam a música, embora sejam bons na literatura. Conclui, pormenorizando muito, que João Arroyo é, sob todos os pontos de vista, uma surpresa (so bedeutet die Musik João Arroyos unter allen Umständen eine Überraschung: die natürlische Entwicklungsstufe der Nummernoper überspringt die Musik Arroyos), que a modernidade trespassa toda a sua ópera e que o autor, mais do que como um banal músico dotado, deve ser apreciado como natureza musical ( Sicher aber muß Arroyo als eine durchaus musikalische Natur, als ein nicht gewöhnlich begabter Musiker eingeschäzt werden).

Um pormenor curioso: durante a apresentação de estreia do Amor e Perdição em Hamburgo, os bastidores do teatro incendiaram-se, no entanto o espetáculo não parou e o público só tomou conhecimento do incidente quanto a ópera estava concluída e o fogo extinto.

Ainda em 1910, a ópera foi apresentada na Argentina e, a partir de janeiro de 1920, no Brasil.
 
Fonte: Meloteca

 Camões 200

quinta-feira, 6 de março de 2025

Música em cena: violino

 

 
#musicaemcena  #alermaisemelhor






Projeto "Música em cena - um som novo a cada mês". 

Fevereiro: violino.

Guilherme Machado, do 10ºA, e Mateus Reverendo, do 12º A, foram os convidados no mês de fevereiro 
 
aLer mais e melhor

 

Música em cena | Fevereiro: violino

 

 #musicaemcena  #alermaisemelhor

 



Em fevereiro, o som que se fez ouvir foi o do violino.  

Guilherme Machado, do 10ºA, e Mateus Reverendo, do 12ºA, foram os instrumentistas convidados deste mês.

Apresentaram o violino, de forma brilhante, e ofereceram um pequeno concerto aos alunos presentes (1º B1, 10º A e 12º A).

 


 


Parabéns aos violinistas convidados.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Música em cena | Fevereiro: violino

 

 #musicaemcena  #alermaisemelhor

 

 


 

Na Biblioteca, continuamos com o projeto Música em cena!

Em fevereiro, o som que se vai ouvir é o do violino.  

 

Guilherme Machado, do 10ºA, e Mateus Reverendo, do 12ºA, são os convidados.