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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Cidadania Global | Maratona de Cartas 2020


É o maior evento de ativismo do mundo, organizado pela Amnistia Internacional.

Com a Maratona de Cartas, o mundo inteiro atua em defesa de um conjunto de casos selecionados e esse movimento global permite, muitas vezes, mudarmos as vidas dessas pessoas. Lutamos juntos. Vencemos juntos.



A Maratona de Cartas é o maior evento de direitos humanos. Nela participam milhões de pessoas em todo o mundo. 

No ano passado, a nossa escola atingiu quase as mil assinaturas e as quatrocentas cartas. 


Vamos ultrapassar estes números este ano?


Desafie todas as pessoas que conhece (familiares, amigos, conhecidos)  a assinarem a petição da Amnistia Internacional em defesa dos defensores de direitos humanos em risco e ajude a divulgar a iniciativa (use as suas redes sociais).


O código da nossa escola para a assinatura da petição é :

FBEZ


Na sala de aula, basta um telemóvel, o código da escola e o QR de acesso.







Também pode escrever cartas de solidariedade.


Se quiser enviar uma mensagem digital de solidariedade para quem precisa de saber que não está sozinho(a), escreva-a AQUI.






Vamos conhecer os seis os defensores dos direitos humanos que precisam da nossa solidarietadae pró-ativa


Germain Rukuki, Burundi


Germain é um defensor de direitos humanos no Burundi. Contudo, devido ao seu trabalho pacífico, foi injustamente acusado e condenado a 32 anos de prisão. Está neste momento numa prisão sobrelotada e nunca conheceu o seu filho mais novo.




Jani Silva, Colombia


Jani nasceu na Amazónia colombiana e dedicou toda a sua vida à defesa das árvores, das terras e de todo um ecossistema fundamental para as vidas de todos nós. Mas o seu ativismo pacífico e coragem colocaram-na em disputa contra grandes empresas que pretendem lucrar com a exploração de recursos naturais. Por defender este território, Jani encontra-se em perigo de vida.


Grupo de Solidariedade LGBTI+, Turquia


Desde o primeiro dia que os estudantes de biologia Melike Balkan e Özgür Gür se dedicam a defender os direitos LGBTI+ na sua universidade, na Turquia. Mas tudo mudou quando as autoridades reprimiram violentamente um dos seus eventos pacíficos. Hoje, vários estudantes arriscam-se a ser presos. Melike e Özgür são dois deles.




Nassima al-Sada, Arábia Saudita


Nassima é uma das corajosas mulheres que fez campanha pela liberdade das mulheres na Arábia Saudita. Agora, perdeu a sua. Detida desde 2018, Nassima foi vítima de maus tratos e colocada numa pequena cela, em regime de solitária, durante um ano. Tudo pelo seu trabalho pacífico em direitos humanos.





El Hiblu 3, Malta


Quando um navio que resgatou migrantes e refugiados no Mediterrâneo ameaçou que os devolveria à Líbia, três jovens fizeram a diferença: agindo como intérpretes, ajudaram a pôr fim ao pânico que se instalou a bordo. Mas agora, simplesmente por terem agido para proteger as suas vidas e as de todos os envolvidos, arriscam-se a serem presos.




Paing Phyo Min, Myanmar


Paing Phyo Min é um jovem que faz parte de um grupo de poesia satírica no Myanmar. Por ter criticado os militares do país durante uma das suas atuações, foi condenado a seis anos de prisão. Neste momento, está numa prisão sobrelotada e com elevados riscos de contágio de COVID-19.


Saber+  


A Maratona de Cartas decorre até ao dia 15 de janeiro.


quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Hoje é um bom dia para continuar a mudar o mundo!



Lembram-se de Magai Ngong, o jovem do Sudão do Sul que, aos 15 anos, foi condenado à morte e que há anos aguarda pela execução da pena?

Muitas das 927 assinaturas com o código X4R6, atribuído à nossa escola, aquando da Maratona de Cartas e das Assinaturas que salvam vidas, foram feitas em seu nome. 







Pois bem, a Amnistia Internacional acaba de informar que Magai Ngong saiu do corredor da morte no Sudão do Sul e a condenação à morte por enforcamento foi anulada.

Chegou também a mensagem que o próprio Magai enviou a esta organização e a todos os que tiraram alguns minutos e agiram para que não fosse executado:

"Estou tão contente e grato por tudo o que fizeram por mim e pela minha família. (...) Digam-lhes [a todos os que enviaram apelos] que me deram esperança e coragem. Os apelos fizeram de mim aquilo que sou hoje. Estou tão contente por tê-los comigo. Eles são uma bênção. Que Deus abençoe todos abundantemente até que eu próprio possa ir pessoalmente falar com eles”

Magai Ngong


O jovem já saiu do corredor da morte e aguarda deliberação de uma nova sentença por parte do Supremo Tribunal.



















Felicidades, Magai! Estamos muito felizes por ti!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Maratona de Cartas... prestes a fazer o balanço










A Maratona das Cartas 2019-2020 está a quase terminar. 

Pela Biblioteca já passaram os alunos de vinte turmas: 7º E, 7ºG, 9ºB, 9ºC, 9ºI, 10ºA, 10ºD, 10ºE, 10ºG, 10ºJ, 11ºA, 11º B, 11ºD, 11ºE, 11ºG, 12ºG, 12ºF, 1ºA TAS, 2ºA TAS, 2ºA TAP. 

Ainda há turmas agendadas para amanhã.






No passado dia 10, às 15:00, os alunos do 2 TAS passaram pela Biblioteca com a professora Sofia, 
docente da disciplina de Saúde.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Palavras na Lombada



"Abrir caminho no labirinto misterioso para uma escolha feliz."




Trabalho de Maria Pinto



Palavras na lombada




"A rapariga que perdeu o coração à procura de mim descobre uma estrela no poisar do silêncio. 21 dias depois, o céu cai-lhe em cima da cabeça."



Trabalho de Matilde Ribeiro



Palavras na lombada






"Os meus amores: desenho, o espaço, o mar."




Trabalho de Joana Mota





sábado, 14 de dezembro de 2019

A vida de refugiado pelo olhar de uma criança









Hamze foi arrancado de sua casa em Mosul, Iraque, quando o ISIS destruiu a área onde vivia, em 2014. Agora, ele e o seu pai chegaram a Idomeni, na Grécia, onde aguardam uma passagem segura para a Alemanha e esperam poder chamar a mãe de Hamze e a irmã.




sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Feirinha Solidária













O atelier "Feito à mão na Biblioteca" vai organizar uma feirinha solidária nos próximos das 16 e 17 de dezembro, no átrio da escola. 


🎁 🎁


Alunos de 7º ano estiveram na área de exposições da Biblioteca a ajudar nos preparativos para a feirinha, a embrulhar o sabão natural feito num dos workshops organizados pelo "Feito à mão na Biblioteca" e sacos de compras confecionados a partir de t-shirts recicladas.







Deslocados | Refugiados, migrantes, exilados, repatriados, apátridas







Mais de 70 milhões de pessoas estão deslocadas em todo o mundo. Isso significa que estão em perigo por causa da violência, guerra ou perseguição e tiveram que deixar as suas casas e ir para outro lugar para estarem seguras. Vivem como refugiados, pessoas deslocadas internamente ou solicitantes de asilo.

Muitos refugiados são crianças e jovens menores de 18 anos. 111.000 deles tiveram que ficar em segurança sem a família ou os pais.

A cada minuto, 25 pessoas são forçadas a fugir por causa de violência ou perseguição. Por dia, 37.000 pessoas são forçadas à condição de deslocados. 


💠💠💠💠💠


Na internet encontramos muita informação sobre os diferentes estatutos  e condições de vida dos deslocados (nomeadamente refugiados, migrantes, exilados, repatriados e apátridas). Explicar estas situações a crianças e jovens do ensino básico e secundário tornou-se parte do trabalho diário de muitos educadores.

Além disso, o treino e a orientação de professores com refugiados nas suas salas de aula nem sempre são baseados nas melhores práticas e estas nem sempre estão disponíveis com facilidade. 


Nesta página da ONU - Ensino sobre Refugiados do ACNUR -, os professores podem encontrar materiais didáticos gratuitos e adaptáveis ​​para temas dos refugiados, asilo, migração e apatridia, além de uma secção dedicada ao desenvolvimento profissional e orientação para professores de escolas primárias e secundárias sobre a inclusão de crianças refugiadas em suas classes. 


As palavras importam

A compreensão dos termos refugiados, migração, deslocados internos e asilo começa com a compreensão de alguns princípios básicos. A palavra refugiado é frequentemente usada como um termo genérico para pessoas deslocadas pela guerra, violência ou perseguição. Mas existem diferentes categorias de pessoas deslocadas, cada uma com necessidades específicas. Saber exatamente o que essas categorias significam é importante e contribuirá para uma melhor compreensão desse tópico complexo.


📌Refugiados


Refugiados são pessoas que fogem de conflitos ou perseguições.






Use e combine esses materiais como achar melhor nas lições sobre o tópico.



📌Migrantes

Os migrantes são pessoas que se mudam para outro país por outras razões além de conflitos e perseguições.








📌Deslocados internamente

As pessoas deslocadas internamente buscam segurança noutras partes do país. Hoje, mais de 70 milhões de pessoas estão desalojadas. Este é o número mais alto desde a Segunda Guerra Mundial.







📌Requerentes de asilo

Os requerentes de asilo são pessoas que buscam proteção internacional contra conflitos e perseguições.







📌Repatriados

Os retornados são pessoas que voltaram para casa depois de serem deslocadas.







Apátridas

Os apátridas não têm a nacionalidade de nenhum país.

Hoje, milhões de pessoas em todo o mundo não têm nacionalidade. Isto sifnifica que, geralmente, não podem ir à escola, consultar um médico, conseguir um emprego, abrir uma conta bancária, comprar uma casa ou até casar.

Os apátridas podem ter dificuldade em ter acesso a direitos básicos, como educação, saúde, emprego e liberdade de movimento. Sem essas coisas, podem enfrentar uma vida inteira de obstáculos e decepções.






quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Petiscos Solidários





Bolachas com pepitas de chocolate foram o "Petisco solidário" de hoje!




 




Para quem quiser experimentar em casa, aqui fica a receita:







segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Declaração Ilustrada dos Direitos Humanos












A edição ilustrada da Declaração Universal dos Direitos Humanos foi criada e projetada em parceria entre a artista Yacine Ait Kaci (YAK), criadora da Elyx, o Centro de Informações Regionais da ONU (UNRIC) e o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos. - Escritório Regional da Europa (OHCHR).


Nunca se é demasiado jovem para mudar o mundo











  • A participação dos jovens é essencial para alcançar o desenvolvimento sustentável para todos
  • Os jovens podem desempenhar um papel crucial na mudança positiva
  • Capacitar os jovens para conhecer melhor e reivindicar os seus direitos gerará benefícios globalmente


# StandUp4HumanRights


  • Os direitos humanos são relevantes para todos nós, todos os dias
  • A nossa humanidade compartilhada está enraizada nesses valores universais
  • Igualdade, justiça e liberdade impedem a violência e sustentam a paz
  • Sempre que e onde os valores da humanidade são abandonados, todos corremos um risco maior
  • A Declaração Universal dos Direitos Humanos capacita todos nós
  • Precisamos de defender os nossos direitos e os dos outros









domingo, 8 de dezembro de 2019

Maratona de cartas |



Participação do TAP 2








A turma do 2º ano do curso profissional de Técnico de Apoio Psicossocial também já participou no maior evento de direitos humanos, promovido pela Amnistia Internacional - a Maratona de Cartas e as Assinaturas que mudam vidas.

Acompanhados da professora da disciplina de Área de Expressões, os alunos estiveram na Biblioteca, no passado dia 5 de dezembro, a elaborar cartas de apoio a jovens que, apesar das adversidades, não aceitam cruzar os braços. Relembramos, sumariamente, a história de vida desses jovens:




Sarah e Seán (Grécia)

Sarah e Seán foram dois dos voluntários que salvaram vidas na Grécia. O seu trabalho era encontrar barcos em apuros no mar e prestar os primeiros socorros a quem vinha neles. Estavam longe de imaginar que poderiam ser condenados a 25 anos de prisão por isso mesmo.


José Adrián (México)

José Adrián tinha apenas 14 anos quando foi detido pela polícia sem qualquer explicação. Penduraram-no no teto com algemas e espancaram-no, libertando-o só depois dos pais pagarem uma multa e o arranjo da viatura policial. É urgente que seja feita justiça.



Magai Matiop Ngong (Sudão do Sul)

Magai Matiop Ngong foi condenado à morte no Sudão do Sul, quando tinha apenas 15 anos, por algo que não passou de um trágico acidente. Esta condenação viola não só as leis do país como os princípios do Direito Internacional: nenhuma criança pode ser condenada à morte.



Yasaman (Irão)

Yasaman e a sua mãe sonham com o dia em que as mulheres vão poder vestir o que quiserem no Irão. Por terem passado essa mensagem a outras mulheres enquanto lhes distribuíam flores sem o véu obrigatório no cabelo, foram ambas condenadas a 16 anos de prisão.



Marinel (Filipinas)

Marinel é uma corajosa ativista ambiental que, após ter sobrevivido a um mortífero tufão nas Filipinas, não vai parar até que o governo do seu país apoie os milhares de pessoas que ainda permanecem sem água, eletricidade e habitação adequada. Estamos com ela.



Como os alunos do TAS 2 conheciam bem a história destes jovens, cada um escolheu a que mais o sensibilizou e elaborou uma mensagem (texto e / ou imagem) que a Amnistia Internacional se compromete fazer chegar ao seu destinatáro. 






 







A Maratona de Cartas é o exemplo de que juntos conseguimos fazer a mudança acontecer.




quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Campanha HeForShe



















Vídeo oficial da campanha HeForShe da ONU para promover a igualdade de género. 

Faça-se ouvir, comprometendo-se em www.HeForShe.org.




quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Movimento HeForShe









Criado pela ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para a igualdade de género e o empoderamento das mulheres, o movimento de solidariedade HeForShe pela igualdade de género fornece uma abordagem sistemática e uma plataforma direcionada na qual homens e rapazes se podem envolver e tornar-se agentes de mudança para alcançar a igualdade de género.


Phumzile Mlambo-Ngcuka, subsecretária-geral das Nações Unidas e diretora executiva da ONU Mulheres, afirma: 

“Sabemos que o compromisso dos homens com poder e privilégio pode ser uma grande mudança para a igualdade de género. Esperamos que as histórias humanas e as soluções escaláveis ​​e comprovadas fornecidas neste relatório forneçam aos outros um roteiro para o progresso.”