Documentos






Planta da Biblioteca 







___________________________






Prioridades para as Bibliotecas Escolares 2020-2021







Orienta√ß√Ķes 2020.21 para a organiza√ß√£o de bibliotecas. [PDF]
Prioridades 2020.21 para as bibliotecas escolares. [PDF]

Esbater diferenças/ consolidar aprendizagens... Contar com a biblioteca escolar [PDF]



ūüďĆ
Orienta√ß√Ķes para a recupera√ß√£o e consolida√ß√£o das aprendizagens



Minist√©rio da Educa√ß√£o | agosto 2020



Este roteiro constitui-se como um apoio √†s escolas na planifica√ß√£o do ano letivo 2020/2021. O contexto de pandemia que atravessamos obriga-nos a planear um ano letivo marcado pela incerteza, mas informado pela experi√™ncia do terceiro per√≠odo do ano letivo anterior. 
Todos estamos conscientes de que a pandemia e o confinamento agravaram desigualdades sociais, que j√° constitu√≠am o maior desafio para o sistema educativo. Sabemos tamb√©m que houve aprendizagens que n√£o se desenvolveram e alunos que tiveram menos capacidade de acompanhar os seus colegas. Sabemos tamb√©m que esta crise impacta noutras dimens√Ķes cr√≠ticas para o sucesso escolar: os alunos ficaram mais longe uns dos outros, h√° mais instabilidade em muitas fam√≠lias por via da crise econ√≥mica. Por tudo isto, o ano letivo 2020/2021 conviver√° com desafios antigos, desafios novos e desafios que n√£o antecipamos ainda. 
√Č neste contexto que o Governo promove v√°rias medidas de apoio e recupera√ß√£o das aprendizagens: uma concentra√ß√£o em medidas promotoras de bem-estar no regresso √† escola, um olhar dirigido a prioridades nas aprendizagens, alargamento e cria√ß√£o de novos apoios para os alunos, formas de organiza√ß√£o das escolas em diferentes regimes. 
Este roteiro constitui-se como material de apoio, exp√Ķe conceitos, mas faz-se acompanhar de v√°rios exemplos, nenhum com car√°ter prescritivo, todos como instrumentos para apoiar as escolas numa partilha de reflex√£o e de solu√ß√Ķes encontradas.
Minist√©rio da Educa√ß√£o 

Nas páginas 41, 42 e 43 aborda-se a organização da Biblioteca Escolar.



ūüďĆ 
Serviço de referência nas bibliotecas escolares


Publicado por RBE 2020


 

O servi√ßo de refer√™ncia de uma biblioteca define-se como o apoio prestado ao utilizador na sele√ß√£o e avalia√ß√£o dos recursos informativos e na forma de lhes aceder. Este apoio ― que compreende o aconselhamento pessoal, a disponibiliza√ß√£o de informa√ß√£o e a orienta√ß√£o no acesso aos recursos f√≠sicos e digitais ― assume tal relev√Ęncia que, no presente, √© ele que caracteriza a qualidade das bibliotecas, tanto ou mais do que as cole√ß√Ķes que as comp√Ķem.


ūüďĆ

Presença em linha das bibliotecas escolares: roteiro para a definição de uma política


Presença em linha das bibliotecas escolares: roteiro para a definição de uma política [PDF]

Publicado por RBE2020




Documento orientador para ajudar a pensar o papel e a intervenção da biblioteca na Web.




ūüďĆ A Biblioteca Escolar no Plano do E@D







A biblioteca deve envolver-se no processo de planificação e implementação do E@D. O professor bibliotecário deve assumir-se como um elemento ativo no processo.



ūüďĆ
Bibliotecas Escolares - Gest√£o, desenvolvimento e curadoria de cole√ß√Ķes na era digital

Publicado por RBE | 17 novembro 2018


Download Veja também: Anexo I [XLS]


Linhas orientadoras para a formalização de uma política de constituição e desenvolvimento da coleção.



ūüďĆ
MABE - Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar


Publicado por RBE | outubro 2018




O Modelo de avalia√ß√£o da biblioteca escolar √© um instrumento concebido em articula√ß√£o com dois documentos essenciais do Programa Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), que definem a natureza e o escopo da atividade a desenvolver pelas bibliotecas escolares enquanto estruturas que contribuem para o fortalecimento dos valores e da vis√£o plasmados no Perfil dos alunos: 
• Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estrat√©gico 2014-2020; 
• Aprender com a biblioteca escolar: referencial de aprendizagens associadas ao trabalho da biblioteca escolar na educa√ß√£o pr√©-escolar e nos ensinos b√°sico e secund√°rio.

Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estrat√©gico: 2014-2020  
novembro 2013
Programa Rede de Bibliotecas Escolares. 
Quadro estratégico: 2014-2020


Aprender com a biblioteca escolar [2017] [PDF]
Aprender com a Biblioteca Escolar
2¬™ edi√ß√£o revista e aumentada 
março 2017


Consulte também:

Documentos de apoio [+]
Recursos de apoio [+]
Relatórios de experiências-piloto [+]
Relatórios de aplicação generalizada [+]


Documentos de apoio [-]

Recursos de apoio [-]

Relatórios de experiências-piloto [-]

Avaliação 2012.13
Avaliação 2012.13

Avaliação 2013.14
Avaliação 2013.14
Avaliação 2014.15
Avaliação 20114.15
Avaliação 2017.18
Avaliação 2017.18
Avaliação 2018.19
Avaliação 2018.19

Relatórios de aplicação generalizada [-]

Avaliação 2015.16
Avaliação 2015.16

Avaliação 2016.17
Avaliação 2016.17

Avaliação 2017.18
Avaliação 2017.18


Avaliação 2018.19 [PDF]
Avaliação 2018.19

 


ūüďĆ

Currículo

Documentos curriculares de referência


Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória

Ministério da Educação 2017




O Perfil dos Alunos √† Sa√≠da da Escolaridade Obrigat√≥ria, homologado pelo Despacho n.¬ļ 6478/2017, 26 de julho, afirma-se como referencial para as decis√Ķes a adotar por decisores e atores educativos ao n√≠vel dos estabelecimentos de educa√ß√£o e ensino e dos organismos respons√°veis pelas pol√≠ticas educativas, constituindo-se como matriz comum para todas as escolas e ofertas educativas no √Ęmbito da escolaridade obrigat√≥ria, designadamente ao n√≠vel curricular, no planeamento, na realiza√ß√£o e na avalia√ß√£o interna e externa do ensino e da aprendizagem. 
Despacho n.¬ļ 6478/2017, 26 de julho



Aprendizagens Essenciais

Ensino B√°sico

As Aprendizagens Essenciais (AE) referentes ao Ensino B√°sico s√£o homologadas pelo Despacho n.¬ļ 6944-A/2018, de 19 de julho.

 

 

Componentes do currículo

1. ¬ļ Ciclo

2. ¬ļ Ciclo

3. ¬ļ Ciclo

1.¬ļ Ano

2.¬ļ Ano

3.¬ļ Ano

4.¬ļ Ano

5.¬ļ Ano

6.¬ļ Ano

7.¬ļ Ano

8.¬ļ Ano

9.¬ļ Ano

Português

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

Matem√°tica

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

Estudo do Meio

PDF

PDF

PDF

PDF

 

 

 

 

 

Educação Artística

Artes Visuais

PDF

 

 

 

 

 

Express√£o Dram√°tica/Teatro

PDF

 

 

 

 

 

Dança

PDF

 

 

 

 

 

M√ļsica

PDF

 

 

 

 

 

Cidadania e Desenvolvimento

PDF

Educação Física

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

Inglês

 

 

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

TIC

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

História e Geografia de Portugal

 

 

 

 

PDF

PDF

 

 

 

Ciências Naturais

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

PDF

PDF

Educação Visual

 

 

 

 

PDF

PDF

Educação Tecnológica

 

 

 

 

PDF

 

 

 

Educação Musical

 

 

 

 

PDF

 

 

 

Língua Estrangeira II

Alem√£o

 

 

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

Espanhol

 

 

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

Francês

 

 

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

História

 

 

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

Geografia

 

 

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

Físico-Química

 

 

 

 

 

 

PDF

PDF

PDF

Educação Moral e Religiosa Católica

PDFPDFPDFPDFPDFPDFPDFPDFPDF

 

 

Português Língua Não Materna

Nível A1

Nível A2

Nível B1



Ensino Secund√°rio

As Aprendizagens Essenciais (AE) referentes ao Ensino Secund√°rio s√£o homologadas pelo Despacho n.¬ļ 8476-A/2018 , de 31 de agosto.

Nos documentos das AE, as men√ß√Ķes efetuadas aos anos de escolaridade n√£o prejudicam, no √Ęmbito dos cursos profissionais, a organiza√ß√£o e desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais ao longo do ciclo de forma√ß√£o.

 

Formação Geral

Disciplinas

Anos

10.¬ļ

11.¬ļ

12.¬ļ

Português

PDF

PDF

PDF

Filosofia

PDF

PDF

 

Inglês Continuação

PDF

PDF

 

Alemão Iniciação

PDF

PDF

 

Alemão Continuação

PDF

PDF

 

Espanhol Iniciação

PDF

PDF

 

Espanhol Continuação

PDF

PDF

 

Francês Iniciação

PDF

PDF

 

Francês Continuação

PDF

PDF

 

Educação Física

PDF

PDF

PDF

Português Língua Não Materna (PLNM)

Níveis de Proficiência Linguística

Nível A1

Nível A2

Nível B1

Formação

Específica

Disciplinas

Anos

10.¬ļ

11.¬ļ

12.¬ļ

Desenho A

PDF

PDF

PDF

História A

PDF

PDF

PDF

Matem√°tica A

PDF

PDF

PDF

Biologia e Geologia

PDF

PDF

 

Economia A

PDF

PDF

 

Física e Química A

PDF

PDF

 

Geografia A

PDF

PDF

 

Geometria Descritiva A

PDF

PDF

 

História B

PDF

PDF

 

História da Cultura e das Artes

PDF

PDF

 

Alemão Iniciação

PDF

PDF

 

Alemão Continuação

PDF

PDF

 

Espanhol Iniciação

PDF

PDF

 

Espanhol Continuação

PDF

PDF

 

Francês Iniciação

PDF

PDF

 

Francês Continuação

PDF

PDF

 

Latim A

PDF

PDF

 

Literatura Portuguesa

PDF

PDF

 

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

PDF

PDF

 

Matem√°tica B

PDF

PDF

 

Antropologia  PDF
Biologia  PDF
Ci√™ncia Pol√≠tica  PDF

Cl√°ssicos da Literatura

 

 

PDF

Direito

 

 

PDF

Economia C

 

 

PDF

Filosofia A

 

 

PDF

Física

 

 

PDF

Geografia C

 

 

PDF

Geologia

 

 

PDF

Grego

 

 

PDF

Inglês Continuação

 

 

PDF

Alemão Iniciação

 

 

PDF

Alemão Continuação

 

 

PDF

Espanhol Iniciação

 

 

PDF

Espanhol Continuação

 

 

PDF

Francês Iniciação

 

 

PDF

Francês Continuação

 

 

PDF

Latim B

 

 

PDF

Literaturas de Língua Portuguesa

 

 

PDF

Materiais e Tecnologias

 

 

PDF

Oficina de Artes

 

 

PDF

Oficina de Multimédia B

 

 

PDF

Psicologia B

 

 

PDF

Química

 

 

PDF

Sociologia

 

 

PDF

Aplica√ß√Ķes Inform√°ticas B  PDF
Educação Moral e Religiosa CatólicaPDF
Disciplinas de Oferta de Escola* 
Hist√≥ria, Culturas e Democracia  PDF
Cidadania e Desenvolvimento - PDF

* Nos termos do n.¬ļ 4 do artigo 8.¬ļ da Portaria n.¬ļ 226-A/2018, de 7 de agosto, os documentos curriculares da disciplina de Oferta de Escola s√£o aprovados pelo Conselho Pedag√≥gico. No entanto, disponibilizam-se neste espa√ßo algumas propostas de referenciais curriculares que poder√£o ser utilizados pelas escolas e que foram objeto de aprova√ß√£o pelo competente membro do Governo.

 

Programas e Metas Curriculares

                   Metas Curriculares de F√≠sica - 12.¬ļ ano
                   Metas Curriculares de Qu√≠mica - 12.¬ļ ano
                   Calend√°rio de implementa√ß√£o



Ver Programas e Orienta√ß√Ķes Curriculares das disciplinas dos diversos cursos na Plataforma da Dire√ß√£o-Geral de Educa√ß√£o.


Educação para a cidadania

  • Referencial de Educa√ß√£o para a Seguran√ßa, a Defesa e a Paz para a Educa√ß√£o Pr√©-Escolar, o Ensino B√°sico e o Ensino Secund√°rio (RESDP), aprovado em agosto de 2014. Dispon√≠vel em formato e-book e em PDF interativo.


__________________________

Publica√ß√Ķes CNE

Avalia√ß√£o Externa das Escolas 


http://www.cnedu.pt/content/edicoes/seminarios_e_coloquios/LIVROCNE_AVALIAÇÃO_EXTERNA_DAS_ESCOLAS.pdf
dezembro 2015

ISBN: 978-972-8360-97-9




O Conselho Nacional de Educa√ß√£o (CNE) tem manifestado, desde sempre, a preocupa√ß√£o e a import√Ęncia que atribui √† avalia√ß√£o e qualidade do sistema educativo, vertida na elabora√ß√£o de pareceres e recomenda√ß√Ķes, organiza√ß√£o de semin√°rios e promo√ß√£o de estudos. Desde 2002 que o CNE acompanha o sistema de avalia√ß√£o dos estabelecimentos de educa√ß√£o pr√©-escolar e dos ensinos b√°sico e secund√°rio com as compet√™ncias que lhe foram atribu√≠das pela Lei n¬ļ 31/2002, de 20 de dezembro, de aprecia√ß√£o das normas relativas ao processo de autoavalia√ß√£o das escolas, ao plano anual das a√ß√Ķes inerentes √† avalia√ß√£o externa e aos resultados dos processos de avalia√ß√£o interna e externa, e a apresenta√ß√£o de propostas de melhoria do sistema educativo. Para a sua concretiza√ß√£o, o CNE confere geralmente a uma das suas comiss√Ķes especializadas a responsabilidade da reflex√£o e debate sobre esta mat√©ria.

Nessa medida, o programa de avaliação externa das escolas (AEE), que tem vindo a ser concretizado pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), tem merecido um acompanhamento empenhado e sistemático por parte do Conselho, desde a apresentação dos resultados da fase piloto da Avaliação Externa das Escolas, feita em sede de Sessão Plenária do CNE, pelo Coordenador do Grupo de Trabalho para a Avaliação das Escolas, até hoje.

O Semin√°rio 'Avalia√ß√£o Externa das Escolas', realizado no dia 13 de mar√ßo de 2015 e organizado em parceria com o Instituto de Educa√ß√£o da Universidade do Minho e a Inspe√ß√£o-Geral da Educa√ß√£o e Ci√™ncia, surge deste contexto. Neste semin√°rio pretendeu-se debater e identificar as consequ√™ncias e os efeitos da AEE, quer junto das escolas, quer ao n√≠vel das inst√Ęncias respons√°veis pelas formula√ß√£o e execu√ß√£o de pol√≠ticas. Nessa medida, para al√©m da apresenta√ß√£o do relat√≥rio intercalar do segundo ciclo de avalia√ß√£o externa das escolas, pretendeu-se dar resposta √†s seguintes quest√Ķes: O que dizem os estudos sobre avalia√ß√£o externa? Quais as rea√ß√Ķes das escolas ao relat√≥rio (os contradit√≥rios)? O que dizem os diretores das escolas e os investigadores? Qual o futuro do modelo de avalia√ß√£o externa?

Consultar o texto do Semin√°rio aqui.

________________________




Publica√ß√Ķes CNE

Relat√≥rio Eurydice: 'The Structure of the European Education Systems' 


http://www.cnedu.pt/content/noticias/internacional/The_Structure_of_European_Education_Systems_Eurydice.pdf




Este relat√≥rio faz uma an√°lise das estruturas dos sistemas educativos da Europa no ano letivo 2015/2016. No total s√£o apresentados 42 sistemas educativos, que inclui os 28 estados membro da Uni√£o Europeia, a B√≥snia-Herzegovina, Su√≠√ßa, Isl√Ęndia, Liechtenstein, Montenegro, Antiga Rep√ļblica Jugoslava da Maced√≥nia, Noruega, S√©rvia e Turquia.

Os diagramas de cada pa√≠s mostram como os diferentes sistemas educativos est√£o organizados nos cinco n√≠veis de educa√ß√£o: educa√ß√£o pr√©-escolar, ensinos b√°sico e secund√°rio, p√≥s-secund√°rio n√£o superior e ensino superior.  

A primeira parte do relat√≥rio apresenta os principais modelos de organiza√ß√£o da educa√ß√£o pr√©-escolar e do ensino obrigat√≥rio. A segunda parte disponibiliza orienta√ß√Ķes sobre como ler os diagramas e, por fim, a terceira parte apresenta os diagramas por pa√≠s incluindo a correspond√™ncia aos n√≠veis de ensino de acordo com a Classifica√ß√£o Internacional Tipo da Educa√ß√£o (CITE 2011).

Aceder ao relat√≥rio aqui.
    ________________________




Lei do Preço Fixo - Novo Decreto-Lei


Foi publicado no dia 16 de setembro de 2015, o Decreto-Lei n.¬ļ 196/2015, no Di√°rio da Rep√ļblica n¬ļ181/2015, S√©rie I de 2015-09-16, que traz altera√ß√Ķes importantes ao regime jur√≠dico da Lei do Pre√ßo Fixo do Livro em vigor no nosso pa√≠s.


Di√°rio da Rep√ļblica n¬ļ 181/2015, S√©rie I de 2015-09-16

Tipo diploma: Decreto-Lei
N√ļmero: 196/2015
Data assinatura: 2015-09-16
Entidade(s) emitente(s): Presidência do Conselho de Ministros
Fonte: DIARIO DA REPUBLICA - 1.¬™ SERIE, N¬ļ 181, de 2015-09-16, P√°g. 8105 - 8115
Entrada em vigor: 2015-10-16, 30 dias após a data da sua publicação.


Notas aos Dados Gerais

Aplica-se a todos os livros do cat√°logo dos editores ou importadores, independentemente da data da sua edi√ß√£o original, reedi√ß√£o ou importa√ß√£o, com exce√ß√£o do disposto no n¬ļ 2 do artigo 5.¬ļ do Decreto-Lei n¬ļ 176/96, de 21 de setembro, na reda√ß√£o que lhe foi dada pelo presente diploma, que apenas √© aplic√°vel √†s edi√ß√Ķes, reedi√ß√Ķes ou republica√ß√Ķes posteriores √† entrada em vigor do presente decreto-lei.



Resumo

Altera (segunda altera√ß√£o) o Decreto-Lei n¬ļ 176/96, de 21 de setembro, que institui o regime do pre√ßo fixo do livro, atualizando a mat√©ria concetual, consagrando pr√°ticas proibidas e modificando o regime sancionat√≥rio e procede √† respetiva republica√ß√£o.

Consultar o Decreto-Lei aqui.


    ________________________



Publica√ß√Ķes CNE

Investiga√ß√£o em Educa√ß√£o e os Resultados do PISA 


http://www.cnedu.pt/content/edicoes/seminarios_e_coloquios/PISA_Investigação_em_Portugal_dezembro_2014.pd

dezembro de 2015

ISBN: 978-972-8360-95-5



Os estudos internacionais proporcionam um importante acervo de informa√ß√£o, a partir do qual √© poss√≠vel desenvolver investiga√ß√£o que concorra para um melhor conhecimento do sistema educativo e para a identifica√ß√£o de tend√™ncias evolutivas, num quadro de compara√ß√£o internacional. √Č deste modo que se poder√£o construir as bases de conhecimento para apoio √†s recomenda√ß√Ķes sobre as pol√≠ticas educativas.

As bases de dados do PISA – Programme for International Student Assessment e toda a informa√ß√£o de contexto que o programa recolhe e trata permitem desenvolver estudos em √°reas centrais para a melhor compreens√£o do desempenho do sistema educativo. Ao longo dos √ļltimos doze anos, t√™m-se desenvolvido diversos estudos decorrentes dos dados gerados pelo PISA relativamente √† evolu√ß√£o do desempenho dos alunos portugueses nos dom√≠nios da leitura, da matem√°tica e das ci√™ncias.

O semin√°rio Investiga√ß√£o em Educa√ß√£o e os Resultados do PISA, realizado no dia 5 de dezembro de 2014 e organizado pelo Conselho Nacional de Educa√ß√£o, promoveu a reflex√£o e o debate sobre os caminhos j√° percorridos e sobre os trabalhos a desenvolver para melhorar os desempenhos em educa√ß√£o.

Aceder √† publica√ß√£o online aqui.


     ________________________

Publica√ß√Ķes CNE

Avaliação Externa e Qualidade das Aprendizagens

http://www.cnedu.pt/content/edicoes/seminarios_e_coloquios/Avaliac√£o_externa_e_qualidade_das_aprendizagens_vf.pdf

dezembro 2014

ISBN: 978-972-8360-88-7




O semin√°rio Avalia√ß√£o Externa e Qualidade das Aprendizagens, realizado em abril de 2014, procurou discutir e partilhar diferentes perspetivas sobre o impacto da avalia√ß√£o externa (exames) na qualidade das aprendizagens dos alunos. Com a generaliza√ß√£o das provas finais e dos exames nacionais a todos os ciclos de ensino, concretizada em 2013, decidiu o Conselho Nacional de Educa√ß√£o acompanhar o desenvolvimento deste processo e sobretudo ouvir os especialistas na mat√©ria, tendo em vista a clarifica√ß√£o de conceitos e de finalidades, assim como a identifica√ß√£o das rela√ß√Ķes entre as v√°rias modalidades de avalia√ß√£o.


Esta publica√ß√£o disponibiliza as interven√ß√Ķes dos diferentes especialistas que participaram no semin√°rio, no qual se debateu, entre outros, a evolu√ß√£o do sistema de avalia√ß√£o externa e seu impacto na qualidade e melhoria das aprendizagens; a rela√ß√£o entre avalia√ß√£o externa e pr√°ticas docentes; a import√Ęncia da divulga√ß√£o p√ļblica dos resultados e utilidade dos mesmos; e a quest√£o de tratamento dos dados resultantes da avalia√ß√£o.  

Aceder ao documento aqui.

   ________________________



Avaliação da biblioteca escolar |MABE 2014-2017


http://www.rbe.mec.pt/np4/conteudos/np4/?newsId=1081&fileName=978_972_742_365_1_Print.pdf












Organização e gestão da biblioteca escolar













A biblioteca escolar e o currículo



http://www.rbe.mec.pt/np4/conteudos/np4/?newsId=698&fileName=apres_aprender_be_2014.pdf


http://www.rbe.mec.pt/np4/file/697/aprender_enquadramento.pdf









http://www.rbe.mec.pt/np4/conteudos/np4/?newsId=1273&fileName=aval_referencial_2014.pdf

Inclui um conjunto de grelhas de observa√ß√£o e uma ficha final de avalia√ß√£o global da experi√™ncia de trabalho




http://www.rbe.mec.pt/np4/conteudos/np4/?newsId=1430&fileName=referencial_aval_13.14.pdf
 


___________________________





"As bibliotecas escolares t√™m, em pleno s√©culo XXI, uma import√Ęncia cada vez maior no desenvolvimento da compet√™ncia leitora e das novas literacias.

A necessidade de responder às exigências formativas dos alunos nos campos da leitura, da informação, dos media e das tecnologias digitais, conduziu à criação, pelo Programa RBE, de um referencial de aprendizagens nestas áreas e ao lançamento de um projeto piloto para a sua implementação.

Em 2014-15 concluiu-se o per√≠odo experimental sobre o uso do referencial Aprender com a biblioteca escolar, testado ao longo de tr√™s anos no Pr√©-escolar, 1.¬ļ, 2.¬ļ e 3.¬ļ Ciclos do Ensino B√°sico.

Os padr√Ķes de desempenho, as estrat√©gias de operacionaliza√ß√£o e os exemplos de atividades que comp√Ķem o documento foram, pelo terceiro ano consecutivo, considerados uma preciosa ajuda para a liga√ß√£o que as bibliotecas t√™m de estabelecer com os docentes, as turmas e os alunos no √Ęmbito das literacias, aconselhando-se, por isso, o seu aperfei√ßoamento e a continua√ß√£o da sua utiliza√ß√£o."

"Introdução" in PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Aprender com a biblioteca escolar: relatório 2014.15, p. 3, setembro 2015 [Em linha]. Lisboa: RBE, atual. 18-09-2015. [Consult. 19-09-2015] Disponível em WWW: <URL: http://www.rbe.mec.pt/np4/1592 .HTML>

____________________________

Novas atividades para a Aplicação do referencial de aprendizagens




http://www.rbe.mec.pt/np4/np4/?newsId=1722&fileName=atividades_ref2016.pdf


As bibliotecas escolares s√£o um espa√ßo educativo integrador de muitas literacias - digital, da leitura, da informa√ß√£o, dos media,… -, cada vez mais decisivo para as aprendizagens e a capacita√ß√£o plena das crian√ßas e jovens que as utilizam formal ou informalmente.
Tendo em vista a prossecu√ß√£o deste objetivo formativo no √Ęmbito das literacias, a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) promoveu, at√© ao final do ano letivo de 2014-15, a implementa√ß√£o, em per√≠odo experimental, do referencial Aprender com a Biblioteca Escolar (AcBE), pretendendo agora alargar a sua aplica√ß√£o a todas as escolas que o desejem utilizar (solicitando o registo, no Sistema de informa√ß√£o, do projeto ou atividades que as mesmas se proponham realizar neste contexto).

Para apoiar a implementa√ß√£o do referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na educa√ß√£o pr√©-escolar e no ensino b√°sico, a RBE acaba de publicar mais um conjunto de atividades  -  Atividades para aprender com a biblioteca escolar -, que poder√£o facilitar e inspirar o trabalho colaborativo entre professores bibliotec√°rios e docentes no √Ęmbito do curr√≠culo e das literacias.

____________________________

http://revistas.ulusofona.pt/index.php/rleducacao/article/viewFile/2938/2213


 



A biblioteca escolar e a gest√£o de projetos






 

Documentos de Referência


Manifestos | Declara√ß√Ķes de Princ√≠pios | Diretrizes para servi√ßos de bibliotecas
Seleção de documentos fundamentais, produzidos por vários organismos internacionais, que definem o conceito, a missão e os objetivos traçados para o desenvolvimento das bibliotecas, sublinhando o seu papel de promotoras dos direitos fundamentais dos povos, designadamente de acesso à educação, à informação e à cultura.
  • IFLA/UNESCO - Manifesto da Biblioteca Escolar (1999)
Estabelece a miss√£o e os objetivos da biblioteca escolar. Declara que esta se deve articular com as redes de informa√ß√£o e de bibliotecas de acordo com os princ√≠pios do Manifesto da UNESCO sobre bibliotecas p√ļblicas.
  •   IFLA/ UNESCO - Diretrizes para bibliotecas escolares (2002)

Novas diretrizes produzidas para informar os decisores a nível local e nacional em todo o mundo e constituir apoio e guia à comunidade de bibliotecas.
Trad. Maria José Vitorino (2006)


http://www.ifla.org/files/assets/school-libraries-resource-centers/publications/school-library-guidelines/school-library-guidelines-pt_br.pdf
         
  • IFLA / UNESCO - Manifesto sobre Internet (2002)   
Destaca a import√Ęncia dos valores de liberdade de express√£o e de acesso √† informa√ß√£o, no contexto da Internet, e sublinha o papel da biblioteca p√ļblica como meio privilegiado de acesso a esta rede mundial.

  • IFLA - Diretrizes para servi√ßos de bibliotecas para crian√ßas (2003)
Estas diretrizes pretendem ser um instrumento aplic√°vel em bibliotecas de todas as dimens√Ķes e n√≠veis econ√≥micos.
 Trad. Maria Jos√© Moura


  • IFLA / UNESCO - Diretrizes para materiais audiovisuais e multim√©dia em bibliotecas e outras institui√ß√Ķes (2006)
Este documento contém um conjunto de linhas orientadoras relativas aos materiais audiovisuais e multimédia disponibilizados em bibliotecas, nomeadamente no que respeita a copyright e licenciamento, catalogação, armazenamento, digitalização e preservação.



  • IFLA - Guidelines for Library Services for Young Adults (2009) (Revised)

Trata-se de uma versão revista das diretrizes IFLA de serviços de bibliotecas para jovens, de 1996. São definidas as linhas orientadoras que devem ser consideradas no planeamento e desenvolvimento de serviços e atividades para jovens nas bibliotecas.
  • IFLA - IFLA Library Statistics Manifesto (2010)

Este Manifesto visa enfatizar a import√Ęncia de se proceder √† realiza√ß√£o de levantamentos estat√≠sticos no universo das bibliotecas, na medida em que estes demonstram o valor que as mesmas acrescentam aos seus utilizadores e √† sociedade. Para al√©m de ser indispens√°vel √† gest√£o, esta estat√≠stica – quando apresentada a decisores pol√≠ticos, dire√ß√Ķes de escolas, entidades financiadoras ou ao p√ļblico em geral – influencia o planeamento estrat√©gico e fortalece a confian√ßa depositada nas bibliotecas.
  • IFLA/UNESCO - Manifesto for Digital Libraries (2011)

Considerando fundamental a facilita√ß√£o do acesso √† informa√ß√£o, designadamente a conte√ļdos digitais, como meio para o desenvolvimento cultural e econ√≥mico, neste manifesto a IFLA e a UNESCO encorajam os governos locais e nacionais e as organiza√ß√Ķes internacionais a desenvolver estrat√©gias de digitaliza√ß√£o e a criar bibliotecas digitais. √Č reiterada a import√Ęncia da digitaliza√ß√£o, na medida em que viabiliza a cria√ß√£o de cole√ß√Ķes virtuais, reunindo materiais de todos os continentes, mas tamb√©m enquanto instrumento de preserva√ß√£o, nos casos de deteriora√ß√£o dos suportes originais .

  • Diretrizes da IFLA/ UNESCO para bibliotecas escolares, 2.¬™ edi√ß√£o (pdf)







Orienta√ß√Ķes|Programa Rede de Bibliotecas Escolares 


Programa
O Programa Rede de Bibliotecas Escolares (PRBE) foi lan√ßado em 1996, pelos Minist√©rios da Educa√ß√£o e da Cultura, com o objetivo de instalar e desenvolver bibliotecas em escolas p√ļblicas de todos os n√≠veis de ensino, disponibilizando aos utilizadores os recursos necess√°rios √† leitura, ao acesso, uso e produ√ß√£o da informa√ß√£o em suporte anal√≥gico, eletr√≥nico e digital.



Coordenação

Coordenado pelo Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares (RBE), o Programa articula a sua a√ß√£o com outros servi√ßos do Minist√©rio da Educa√ß√£o e Ci√™ncia (MEC), dire√ß√£o-geral dos estabelecimentos escolares, autarquias, bibliotecas municipais e outras institui√ß√Ķes – universidades, centros de forma√ß√£o, funda√ß√Ķes e associa√ß√Ķes nacionais e internacionais.


Parcerias

O Programa RBE procura desenvolver-se numa filosofia de Rede, através de parcerias com os diferentes agentes educativos, o poder local, a sociedade civil e outros projetos do MEC, designadamente o Plano Nacional de Leitura.
 


Publica√ß√Ķes RBE

Lançar a Rede de Bibliotecas Escolares (texto integral)



O Relat√≥rio Lan√ßar a Rede de Bibliotecas Escolares cont√©m os princ√≠pios, bases e linhas de orienta√ß√£o que estiveram na origem da cria√ß√£o do Programa Rede de Bibliotecas Escolares.

Foi com base neste documento de referência que, em 1996, foi decidido, pelos Ministérios da Educação e da Cultura, dar início ao lançamento faseado de um programa de instalação de uma Rede de Bibliotecas Escolares.
 Clicar na imagem para aceder ao texto integral em pdf.




Lançar a Rede de Bibliotecas Escolares (relatório síntese)



Rede de Bibliotecas Escolares - School Libraries Network (apresentação bilingue)do Programa)




Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro Estratégico: 2014-2020

http://www.rbe.mec.pt/np4/conteudos/np4/?newsId=1048&fileName=978_972_742_366_8.pdf
 
Clicar na imagem para consultar o
PRBE . Quadro Estratégico 2014-2020







Referencial de Educação para os media



http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ficheiros/referencial_educacao_media_2014.pdf



O Minist√©rio da Educa√ß√£o e Ci√™ncia, atrav√©s da Dire√ß√£o-Geral da Educa√ß√£o (√°rea de Cidadania), elaborou, no contexto das Linhas Orientadoras de Educa√ß√£o para a Cidadania, lan√ßadas em dezembro de 2012, um Referencial de Educa√ß√£o para os Media para a Educa√ß√£o Pr√©-escolar, o Ensino B√°sico e o Ensino Secund√°rio. Este Referencial esteve dispon√≠vel para consulta e discuss√£o p√ļblica at√© dia 7 de fevereiro de 2014, tendo recebido aprova√ß√£o do Sr. Secret√°rio de Estado do Ensino B√°sico e Secund√°rio a 29 de abril de 2014 (Ref.¬™ 96/13-133).




Referencial Dimensão Europeia da Educação



http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Dimensao_Europeia_Educacao/referencial_dimensao_europeia.pdf



O Referencial Dimens√£o Europeia da Educa√ß√£o, destinado √† Educa√ß√£o Pr√©-Escolar, ao Ensino B√°sico e ao Ensino Secund√°rio, em conformidade com o estipulado no Decreto-Lei n.¬ļ 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei n.¬ļ 91/2013, de 10 de julho, prop√Ķe-se contribuir para a promo√ß√£o da dimens√£o europeia da educa√ß√£o, no quadro da Educa√ß√£o para a Cidadania: na sua dimens√£o transversal; no desenvolvimento de projetos e iniciativas que contribuam para a forma√ß√£o pessoal e social dos alunos; na oferta de componentes curriculares complementares, desde que criada pela escola, em fun√ß√£o da gest√£o do cr√©dito letivo, de acordo com o estipulado no Decreto-Lei n.¬ļ 139/2012, de 5 de julho, com as altera√ß√Ķes introduzidas pelo Decreto-Lei n.¬ļ 91/2013, de 10 de julho e pelo Decreto-Lei n.¬ļ 176/2014, de 12 de dezembro. A sua concretiza√ß√£o na educa√ß√£o pr√©-escolar dever√° ser enquadrada pelas orienta√ß√Ķes curriculares em vigor para este n√≠vel de educa√ß√£o.

A elaboração do Referencial Dimensão Europeia da Educação decorreu em parceria com o Centro de Informação Europeia Jacques Delors РDireção-Geral dos Assuntos Europeus, Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação, tendo sido constituída uma equipa para a sua conceção, que integra elementos das referidas entidades.

Este Referencial esteve dispon√≠vel para consulta e discuss√£o p√ļblica, tendo, ap√≥s integra√ß√£o de alguns contributos recebidos, obtido aprova√ß√£o por despacho do Sr. Secret√°rio de Estado do Ensino B√°sico e Secund√°rio a de 24 de mar√ßo de 2016.









Legislação


Portaria n¬ļ 755/2009 de 14 de julho (regulamenta a designa√ß√£o de professores bibliotec√°rios a partir do ano letivo 2009-2010)



 
Portaria n¬ļ 558/2010 de 22 de julho (altera√ß√£o ao anexo I da Portaria 756/2009 de 14 de julho)

 
Portaria n¬ļ 76/2011 de 15 de fevereiro (segunda altera√ß√£o √† Portaria n.¬ļ 756/2009: obrigatoriedade de uma turma no 2¬ļ/3¬ļ CEB e Sec. ou 8/9 horas para os professores do 1¬ļ CEB e JI)



Portaria n¬ļ 230-A/2013 de 19 de julho (altera - terceira altera√ß√£o - a Portaria n.¬ļ 756/2009, de 14 de julho, que estabelece as regras de designa√ß√£o de docentes para a fun√ß√£o de professor bibliotec√°rio e para a fun√ß√£o de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares)

 
Portaria n¬ļ 192-A/2015 de 29 de junho (procede √† “revis√£o e atualiza√ß√£o do regime jur√≠dico estabelecido pela Portaria n.¬ļ 756/2009, de 14 de julho, na sua reda√ß√£o atual, de designa√ß√£o de docentes para a fun√ß√£o de professor bibliotec√°rio nos agrupamentos ou escolas n√£o agrupadas, o modo de designa√ß√£o de docentes que constituem a equipa da biblioteca escolar, as regras concursais aplic√°veis √†s situa√ß√Ķes em que se verifique a inexist√™ncia, no agrupamento de escolas ou nas escolas n√£o agrupadas, de docentes a afetar para as fun√ß√Ķes de professor bibliotec√°rio e, por √ļltimo, as regras de designa√ß√£o de docentes para a fun√ß√£o de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares.“).


 Mais legisla√ß√£o: Portal RBE
 _____________________________________________________________________
Biblioteca CCB - uma BIBLIOTECA em MUDANÇA!


Dado que a nossa biblioteca entrou na Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) no presente ano letivo, est√£o a acontecer muitas transforma√ß√Ķes, algumas das quais s√≥ ser√£o vis√≠veis a partir do segundo per√≠odo.



  • Novos espa√ßos
  •  Equipamentos e mobili√°rio renovados
  •  Muitos MAIS t√≠tulos para consulta e leitura domicili√°ria 
  • Cat√°logo em rede que ir√° finalmente dar a conhecer aos cibernautas o esp√≥lio da CAMILO (diversificado e de grande valor hist√≥rico-testemunhal).

Estas são algumas das novidades da Biblioteca. O que não é novo é o Regimento. Mantém-se a versão do ano letivo 2011/2012 até à abertura do novo espaço. Consulta-o aqui.






























 




Sem coment√°rios: