terça-feira, 28 de junho de 2016

Livros & Leituras



https://www.luso-livros.net/Livro/o-judeu/




"No local onde gemiam judeus, hereges e feiticeiros, uma vez por outra, geme a arte; e eu, desgraçadamente, deste ofício tão santo como o outro, também tenho sido inquisidor."
Camilo Castelo Branco 


Publicado em 1866, a obra “O Judeu”, de Camilo Castelo Branco, é um romance histórico de homenagem àquele que se tornou na figura representativa dos milhares de judeus portugueses que morreram pela Inquisição entre 1540 e 1794, em Portugal - António José da Silva, o mais famoso dramaturgo português do seu tempo que acabaria posteriormente por morrer na fogueira às mãos da Inquisição.




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Educação=técnica+ciência+sonho+utopia





segunda-feira, 27 de junho de 2016

Stop saying "You are so smart"



Growth Mindset Poster (http://www.lifehack.org/346078/30-things-say-you-want-teach-kids-about-growth-mindset)




Este poster foi criado com base no livro de Eduardo Bricena "The Power of Belief: Mindset and Success". Nele, o autor revela-nos que o modo como elogiamos um aluno pode promover uma mentalidade fixa ou uma mentalidade em crescimento e vem lembrar que nós, professores, podemos motivar as nossas crianças e ajudá-las a acreditar nelas mesmas. 



Mentalidade de crescimento e mentalidade fixa



A autora do livro Mindset, Carol S. Dweck, Ph.D em Psicologia, apresenta 2 formas de se pensar: growth e fixed.

Alguém que tem um growth-mindset  [mentalidade de crescimento]não tem medo de falhar, está sempre a aprender com os seus erros, e acredita que o seu talento é apenas um ponto de partida, as suas habilidades estão sempre a ser desenvolvidas e o seu sucesso depende da sua dedicação e esforço.

Já um fixed-mindset [mentalidade fixa] acredita simplesmente que é ou não é inteligente, por exemplo, e quando recebe o título de inteligente procura mantê-lo a todo custo. Teme muito falhar e pensa que o esforço é para os fracos.

E então, qual é o seu mindset?

Saiba mais sobre estes dois conceitos aqui e aqui.


No quadro seguinte são confrontados os dois conceitos: 

Mapa Mental criado por Izabel com GoConqr


sábado, 25 de junho de 2016

Laboratório virtual


Revolução no ensino das Ciências

A realidade virtual já não faz parte de um futuro distante nem está apenas ligada a jogos e entretenimento. Michael Bodekaer quer usá-la para tornar a educação de qualidade mais acessível a todos. 

Na palestra que a seguir se reproduz, Bodekaer apresenta-nos uma ideia capaz de revolucionar o modo como as Ciências são ensinadas nas escolas.








quinta-feira, 23 de junho de 2016

São João, por Fernando Pessoa




São João Baptista, de Leonardo da Vinci




SÃO JOÃO

Ó Precursor, fizeste-la bonita!

Não que teu Cristo, incarnação do Bem —

Não seja quem seja o teu Divino Anunciado.

O mal são os que após, sem mística divina

Nem ternura cristã, ou só humana,

Meteram a Jesus na cela da doutrina

Com as algemas do ódio manietado

Para depois manchar de falsa fé

O pobre homem que todo homem é

A cruel multidão negramente infinita

Que tem sido o algoz ou o ladrão

Da ingénua humanidade aflita —

Esses que, aqui mesmo, pelos modos,

Dão ao inferno realização...

Ah, não podiam ser piores, nem

Que a mulher do Diabo, se ele a tem,

Os tivesse parido a todos.

Eu bem sei que houve muito santo e crente,

Muito puro, bondoso e inocente.

Bem sei, bem sei:

Sei-o eu e sabe-o toda a gente.

Mas esses, cuja alma está em Cristo

São só isto —

Qualquer remédio que se dissolvesse

No chá que para isso há,

E cujo gosto nele se perdesse;

O chá fica sabendo só a chá.

Se o remédio faz bem,

Não o sabe ninguém.

Que o chá não presta, não duvida alguém.

Sabemos isso, e sabê-lo-ia antes

De todos nós teu Mestre que viria,

Profeta, Deus e guia dos errantes,

Quão dolorosamente o saberia?

Sei que houve astros no céu da fé vazia.

Sei, mas repara que falso isso soa!

Por mais astros que a noite use brilhantes,

Que Diabo!, a noite não se chama dia.

Ó Precursor! Fizeste-a boa!

Daí, para nós, és de Lisboa,

Não és o precursor de nada.

És um rapaz ainda menino

Que tem por missão boa,

Por missão sorridente e sossegada

Ter ao colo um cordeiro pequenino.

Lá o que esse cordeiro significa

Não tem cheiro

Para o povo, que tem a alma rica

Da emoção que não conhece.

Para ele o cordeiro é um cordeiro,

E o menino sorri e a vida esquece.

O resto são fogueiras

E os saltos dados a gritar

Com um medo exagerado

Feito tudo de maneira

A mostrar

O riso, as pernas e o agrado.

É quente e anónima a aragem,

Tudo é juventude e viço

Num arraial multicolor e vasto.

Bonito serviço

Como homenagem

A quem, ainda com cabeça, foi um casto!

Mas é assim que és

E é assim que serás,

Até que pisem esta terra os pés

Do último fado que o Destino traz.

Então, esperamos, eu e todos,

Ver-te «surgir no céu», como quem vence

Tudo que é realidade ou ilusão

Por o menino ser que lhe pertence,

E os seus bons e santos modos

«Com o cordeirinho na mão»,

Como te viu Catullo Cearense.

Mas, desçamos à terra,

Que, por enquanto, o céu aterra,

Porque antes disso mete a morte.

Há muita coisa desconhecida

Na tua vida.

Tens muita sorte

Em ninguém saber da partida

Que em mil setecentos e dezassete

Tu fizeste à Igreja constituída

Estás, eu bem sei, cansado

Com o que a Igreja se intromete

Com tua vida e o teu divino fado.

(E) foi então que, para te vingar

E à maneira de santo, os arreliar

Desceste mansamente à terra

Perfeitamente disfarçado

E fizeste entre os homens da razão

Um milagre assinado,

Mas cuja assinatura se erra

Quando em teu dia, S. João do Verão,

Fundaste a Grande Loja de Inglaterra.

Isto agora é que é bom,

Se bem que vagamente rocambólico

Eu a julgar-te até católico,

E tu sais-me maçon.

Bem, aí é que há espaço para tudo,

Para o bem temporal do mundo vário.

Que o teu sorriso doure quanto estudo

E o teu Cordeiro

Me faça sempre justo e verdadeiro,

Pronto a fazer falar o coração

Alto e bom som

Contra todas as fórmulas do mal,

Contra tudo que torna o homem precário.

Se és maçon,

Sou mais do que maçon — eu sou templário.

Esqueço-te santo

Deslembro o teu indefinido encanto.

Meu Irmão, dou-te o abraço fraternal.

Fernando Pessoa: Santo António, São João, São Pedro. Fernando Pessoa. (Organização de Alfredo Margarido.) Lisboa: A Regra do Jogo, 1986.



Quadras de São João




Imagem: http://onovoblogdosforninhenses.blogspot.pt/2014/06/manjerico-planta-dos-santos-populares.html



Na noite de São João
Mandei embora a tristeza
Houve sardinhas com pão
E muito vinho na mesa

Não me estreites de maneira
Que me impeça respirar.
Lembra-te, amor, que a fogueira
Só arde se tiver ar!...

Mesmo fria, é sempre bela
A noite de São João.
Nunca a orvalhada gela
Quando é quente o coração.

Eu sou a fonte vadia
Dum São João vagabundo
Que mata a sede à folia
Da maior noite do mundo.


Tecnologia e desenho do currículo




Identificação de oito etapas do ciclo de elaboração do currículo desde o envolvimento das partes interessadas para garantir que o currículo continua a ser revisto e melhorado em resposta ao feedback e à mudança de circunstâncias.




Atividades COM tecnologias para as HUMANIDADES



 https://meocloud.pt/link/097e7d2a-2b50-444b-9274-d70655a0570c/T2HumanitiesPortugese3spreads.pdf/



Já está disponível para download a versão em Português do Livro de Atividades Com tecnologias para a área das Humanidades! O livro será publicado em meados de setembro, mas pode desde já consultar as atividades propostas e, assim, preparar o novo ano escolar já com algumas atividades Com tecnologias!






quarta-feira, 22 de junho de 2016

Concurso Nacional de Leitura '16 | 3ª fase


Final Nacional | 13 de julho 
Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira




                                  Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira. 
                                  Imagem:http://www.eventosaveiro.com/profile-main/884.










PROVAS FINAIS 

A Fase Final da 10ª Edição do Concurso Nacional de Leitura, onde irão estar presentes os alunos vencedores da fase distritalinsere-se num programa específico produzido pela RTP. Os finalistas, sujeitos à apreciação do Júri Nacional, terão intervenções em três planos distintos: 

 Leitura expressiva de excerto breve; 
 Desafio ao poder de argumentação, a partir de um tema proposto e indicado pelo apresentador do programa; 
 Breve dramatização referente ao conteúdo de uma obra lida

Consultar o Regulamento aqui.




Blimunda 49



junho 2016



"Há quatro anos, numa tentativa de preencher um pouco o enorme vazio deixado pela ausência de José Saramago, nasceu a revista Blimunda. Desde aquele 18 de junho de 2012, oferecemos mensalmente aos nossos leitores uma publicação que tem os livros como protagonistas, mas que também dá destaque a muitos outros assuntos que envolvem a cultura, não só em Portugal mas também em muitos outros países.

Nos 49 números já editados, a revista viajou para lugares como Bogotá, Macau, Xalapa, Barcelona, Madrid, Segóvia, Lanzarote, Ponta Delgada e Cidade do México. Abordou assuntos tão diversos como música, futebol, dança, fotografia, artes plásticas, exposições, viagens, cinema. Nas suas páginas dedicou-se espaço a grandes nomes da literatura universal como Carlos Fuentes, Gabriel García Márquez, Julio Cortázar, Jorge Amado, Clarice Lispector, Günter Grass, Herberto Helder, Eduardo Galeano, Miguel de Cervantes, Fernando Pessoa, Alberto Manguel, Mempo Giardinelli, Sophia de Mello Breyner e Agustina Bessa Luís. As novas gerações tiveram lugar de destaque ao longo destes quatro anos. Entre muitas e muitos outros, tivemos connosco Bruno Vieira Amaral, Matilde Campilho, Juan Gabriel Vásquez, Andrea del Fuego, Ricardo Araújo Pereira, Valter Hugo Mãe, Afonso Cruz, Julián Fuks, Ondjaki e Sérgio Rodrigues. A Blimunda foi também espaço para conversas com fotógrafos, editores, realizadores, ilustradores, críticos literários, investigadores e personalidades das mais variadas áreas numa perspetiva de construção de um mosaico da cultura do passado e do presente.

Desde o número 1 a revista reserva uma secção especial, a Saramaguiana, ao escritor que, entre tantas outras personagens, criou a protagonista de Memorial do Convento. Blimunda, a valente e encantadora mulher que colecionava vontades e via o interior das pessoas, tornou-se também revista.

Nesta edição comemorativa, que chega no dia em que passam seis anos sobre a morte de José Saramago, publica-se uma entrevista, inédita em português, que Pilar del Río, companheira e tradutora de José Saramago, fez ao escritor no ano 2000, e também o artigo José Saramago, editor de Raul Brandão?, de Vasco Rosa. Do Brasil a revista traz ilustrações de Sama e outros artistas que se posicionam contra a destituição da presidenta Dilma Rousseff e contrários ao governo de Michel Temer. A também brasileira Marina Colasanti conversa com a Blimunda sobre a sua longa e destacada trajectória pelo universo do livro infantil. A Blimunda visitou ainda a biblioteca de Laborinho Lúcio e o escritório da editora D. Quixote. A escritora Andréa Zamorano publica um conto breve na secção A Casa de Andréa.


Quatro anos depois, a revista Blimunda continua viva e com projectos para o futuro. Aos que a fazem todos os meses (Andreia Brites, Ricardo Viel, Sara Figueiredo Costa, Jorge Silva, Silvadesigners) e a todos os que connosco têm colaborado, os nossos parabéns e o nosso obrigado."

Fundação José Saramago




Gonçalo M. Tavares conversa sobre livros







Gonçalo M. Tavares, um dos nomes mais destacados da literatura portuguesa atual, conversa sobre livros: 

Cartas a Lucílio - Séneca
Um, ninguém e cem mil - Luigi Pirandello
Fragmentos de um discurso amoroso - Roland Barthes

Começou a publicar em 2001 e neste momento já tem publicadas quatro dezenas de títulos nos mais variados géneros. Recebeu o Prémio José Saramago, em 2005, e o Prémio Portugal Telecom, no Brasil, em 2007. 


Na nossa biblioteca existem vários títulos de Gonçalo M. Tavares. Destacamos:


 


 





Está também disponível para consulta uma das mais conhecidas obras de Luigi Pirandello,  Um, ninguém e cem mil.



Ensinar e Aprender com as TIC



Um excelente documento-síntese de Carlos Pinheiro sobre a utilização das TIC em contexto escolar.




 http://pt.slideshare.net/ladonordeste/ensinar-e-aprender-com-tic



Sumário:

  • 7 equívocos sobre as TIC em educação
  • Como usar as TIC para ensinar
  • Ferramentas de ensino e aprendizagem (sofware livre para aprender, ferramentas online e tendências atuais em educação)





sexta-feira, 10 de junho de 2016

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas



 http://purl.pt/14828/3/#/0
Luís de Camões, In: Album das glorias / desenhos de Raphael Bordallo Pinheiro


Fazer duplo clique na imagem para aceder ao livro Álbum das glórias, disponibilizado pela Biblioteca Nacional Digital. 


Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas








[...]
E aqueles, que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando;
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.


Camões, Os Lusíadas, C. I, est.2



quarta-feira, 8 de junho de 2016

Dia Mundial dos Oceanos II



WAGHENAER, Lucas Jansz, 1533-1606
Speculum nauticum super navigatione maris Occidentalis confectum...




Dia Mundial dos Oceanos I

8 de junho


  



Os três temas abordados no contexto do Dia Mundial dos Oceanos: A comunicação científica sobre o Oceano, A poluição dos plásticos e o Oceano e o Clima.



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CC BY-NC-ND 2.0 by NHSeaGrant



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© David Jones



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CC BY 2.0 by NASA Goddard Space Flight Center




Alguns documentos de consulta sobre a temática da mudança marítima:



 http://www.seachangeproject.eu/images/SEACHANGE/Media_Centre/SeaChange_OceanLiteracyBooklet.pdf
A mudança marítima - Desenvolver a literacia sobre o oceano (pdf)






http://www.seachangeproject.eu/images/SEACHANGE/Media_Centre/SeaChange_OceanLiteracyPoster.pdf
O nosso Oceano, a nossa riqueza (folheto)



Compreender o nosso Oceano




OCEANOS SAUDÁVEIS, PLANETA SAUDÁVEL





domingo, 5 de junho de 2016

Direitos de autor



 http://www.childnet.com/ufiles/downloads_uk_edition.pdf
Faça duplo clique na imagem para aceder ao guia


Há muitas maneiras de se aceder, de forma segura e legal, a músicas, filmes, TV e vídeo disponíveis online

Este guia pretende que pais, professores e jovens se divirtam quando usam a internet e os aparelhos móveis, mas de uma forma segura e sem atropelos à lei. 


sábado, 4 de junho de 2016

Vozes transmontanas na paisagem II



Território e literatura. 

Análise da paisagem representada na obra de A. M. Pires Cabral e das temáticas regionais e ambientais por ela suscitadas.


Partindo da obra poética do autor, de depoimentos do autor e de conterrâneos e de imagens recolhidas nas paisagens transmontanas, a iniciativa "Vozes transmontanas na paisagem", propõe-se valorizar a paisagem e as experiências da paisagem enquanto processos de transformação dos elementos naturais e culturais.



 https://run.unl.pt/bitstream/10362/12336/1/VozesTransmontanasPaisagem.pdf



Autor:
Alves, Isabel
Título: Vozes Transmontanas na Paisagem. Paisagens de pedra e água na poesia de A. M. Pires Cabral
Editora: FCSH/NOVA
Data: dezembro 2013



Sinopse

Esta obra procura sublinhar a ideia de que a poesia de A. M. Pires Cabral se afirma como lugar privilegiado do diálogo entre o indivíduo e a comunidade em que se insere. Partindo da pedra e da água - elementos reais da geografia transmontana e, paralelamente, imagens metafóricas da força e da fragilidade da condição humana, argumenta-se que a poesia de A. M. Pires Cabral promove uma visão integradora e respeitadora da natureza e da paisagem.



A FCSH: IELT - EBooks disponibiliza o livro em openAccess. Pode consultá-lo AQUI.







Vozes Transmontanas na Paisagem - Paisagens literárias: A. M. Pires Cabral


Organização: LITESCAPE- Atlas das Paisagens Literárias de Portugal Continental do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional (FCSH-UNL) 


Realização: José Barbieri 

Vídeo: Eva Ângelo, Solange Carvalho, José Barbieri 

Investigação: Ana Lavrador, Margarida Lopes Fernandes, Isabel Alves 

2012


Vozes transmontanas na paisagem I





Autor: Lavrador, Ana
Título: Vozes Transmontanas na Paisagem. “Eu sou como um fragão da minha terra”. O poeta e a paisagem
Editora: FCSH/NOVA
Data: dezembro 2013



Território e literatura. 

Análise da paisagem representada na obra de Manuel Vaz de Carvalho e das temáticas regionais e ambientais por ela suscitadas.

Partindo da obra poética do autor, de depoimentos de conterrâneos e de imagens recolhidas nas paisagens transmontanas, a iniciativa "Vozes transmontanas na paisagem", enquadrada pelos projetos LITESCAPE.PT - Atlas das Paisagens Literárias de Portugal Continental e Memoriamedia, propõe-se valorizar a paisagem e as experiências da paisagem enquanto processos de transformação dos elementos naturais e culturais.


"Este livro é uma homenagem a um transmontano autêntico e multifacetado que foi Manuel Vaz de Carvalho, um poeta apaixonado pelas paisagens da região, as quais soube transcrever com sensibilidade musical e olhar de geógrafo.". (RUN - Repositório da Universidade Nova)


FCSH: IELT - EBooks disponibiliza o livro em openAccess. Pode consultá-lo AQUI.






Vozes Transmontanas na Paisagem - Paisagens literárias: Vaz de Carvalho

Organização: LITESCAPE- Atlas das Paisagens Literárias de Portugal Continental do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional (FCSH-UNL)
Realização: José Barbieri
Vídeo: Eva Ângelo, Solange Carvalho, José Barbieri
Investigação: Ana Lavrador, Margarida Lopes Fernandes, Isabel Alves
2012


Memoriamedia


e-Museu do Património Cultural Imaterial



 http://www.memoriamedia.net/



"Um museu que expõe e partilha vídeos, documentários e estudos sobre manifestações culturais do património cultural imaterial – expressões orais, saberes, celebrações e práticas performativas. Um projecto que valoriza quer a singularidade das comunidades quer a diversidade e o diálogo intercultural. [...] A ambição deste e-Museu é contribuir para a difusão e transmissão da tradição oral e saberes associados.

Neste e-Museu pode navegar livremente, partilhar todos os vídeos, baixar documentos e arquivos sonoros. Apenas pedimos que mencione sempre o MEMORIAMEDIA quando utilizar os nossos conteúdos nos seus projetos.

Os conteúdos estão organizados em secções segundo critérios baseados nas recomendações da UNESCO e na legislação nacional para inventariação do Património Cultural Imaterial."



sexta-feira, 3 de junho de 2016

Camilo, Escola Solidária


2 de junho | Lar Hotel Santa Casa da Misericórdia de Vila Real 


Atividade realizada no âmbito do Mês da Juventude 2016 | Município de Vila Real





Ontem, à tarde, os residentes do Lar Hotel da Santa Casa da Misericórdia de Vila Real tiveram uma tarde diferente: receberam a visita dos vizinhos, alunos e professores da Camilo, que com eles foram partilhar textos: através da leitura, do canto e da representação. 
Estiveram presentes alunos do 7º, 8º, 11º e 12º anos (Beatriz, Bruna, Catarinas (duas), Ilda, Inês, João, Juliana, Lia, Márcia, Maria, Margarida, Mariana, Marisa, Matilde e Rebeca.
Coube ainda aos alunos 12º ano do Curso Técnico de Apoio Psicossocial, abelhas diligentes, dar início às atividades.
Para além do objetivo lúdico e de convívio intergeracional, esta atividade solidária constituiu, sem dúvida, uma experiência de cidadania e de assimilação de valores éticos que a todos enriqueceu.
Uma experiência a continuar!


Ontem foi assim:




   

 

 






Marisa Carvalho, Bruna Eiriz Pimenta e Mariana Costa



Leitura de O Cântico Negro, de José Régio, por João Sousa




BDBD, um blogue de Banda Desenhada




 http://bloguedebd.blogspot.pt/2016_06_01_archive.html



No BDBD / BloguedeBandaDesenhada, da co-autoria de Luiz Beira e Carlos Rico, aborda, entre outros assuntos, BD e História de Portugal (figuras como Viriato e Infante D. Henrique), Literatura e BD (Gil Vicente ou Camões) e diferentes abordagens estilísticas de uma mesma obra.

Veja-se, por exemplo, diferentes estilos de abordagem da obra de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas AQUI.




quinta-feira, 2 de junho de 2016

Céu em fogo, de Mário de Sá-Carneiro


Mário de Sá-Carneiro publicou um livro de novelas com o título Céu em Fogo no mesmo ano em que ficou responsável pela revista Orpheu - 1915. 

A Bibliotrónica Portuguesa reeditou-o 100 anos depois, no formato ebook (pdf). As imagens são as do exemplar da 1ª edição.


 http://www.bibliotronicaportuguesa.pt/wp-content/uploads/2015/03/Mario_Sa_Carneiro_Ceu_em_Fogo.pdf

Reedição de Catarina Cornejo, Joana Lopes, Maria de Oliveira, Maria Helena Sardinha





A Bibliotrónica Portuguesa, lançada em 2007, visa permitir o acesso gratuito, on-line, a livros escritos em português europeu. De três modos:
  • em reedições de livros já publicados em papel,
  • em edições de originais inéditos,
  • através de um índice remissivo para todos os livrónicos que se encontram na Internet em português europeu.

A partir de 2015, passou também a ter uma plataforma para publicação de originais editados.


Saber mais sobre o Projeto Bibliotrónica AQUI.


Diário da Grande Guerra



Testemunhos Portugueses


 http://grandeguerra.bnportugal.pt/1916_junho.htm

Já está disponível o mês de junho de 1916.



quarta-feira, 1 de junho de 2016

"O Carro", de Manuel María




Espectáculo "Terra de Soños", de Fuxan os Ventos

Auditório da Galiza | Compostela | dias 18 e 19 de outubro de 2008





Dia mundial da criança


1 de junho


Doces, Produtos De Confeitaria, Doce, Doces Artesanais


Menino
No colo da mãe
a criança vai e vem
vem e vai
balança.
Nos olhos do pai
nos olhos da mãe
vem e vai
vai e vem
a esperança.

Ao sonhado
futuro
sorri a mãe
sorri o pai.
Maravilhado
o rosto puro
da criança
vai e vem
vem e vai
balança.

De seio a seio
a criança
em seu vogar
ao meio
do colo-berço
balança.

Balança
como o rimar
de um verso
de esperança.

Depois quando
com o tempo
a criança
vem crescendo
vai a esperança
minguando.
E ao acabar-se de vez
fica a exacta medida
da vida
de um português.

Criança
portuguesa
da esperança
na vida
faz certeza
conseguida.
Só nossa vontade
alcança
da esperança
humana realidade.

Manuel da Fonseca, in "Poemas para Adriano"


Criança
Cabecinha boa de menino triste,
de menino triste que sofre sozinho,
que sozinho sofre, — e resiste,

Cabecinha boa de menino ausente,
que de sofrer tanto se fez pensativo,
e não sabe mais o que sente...

Cabecinha boa de menino mudo
que não teve nada, que não pediu nada,
pelo medo de perder tudo.

Cabecinha boa de menino santo
que do alto se inclina sobre a água do mundo
para mirar seu desencanto.

Para ver passar numa onda lenta e fria
a estrela perdida da felicidade
que soube que não possuiria.

Cecília Meireles, in 'Viagem' 


Depus a Máscara

Depus a máscara e vi-me ao espelho. —
Era a criança de há quantos anos.
Não tinha mudado nada...
É essa a vantagem de saber tirar a máscara.
É-se sempre a criança,
O passado que foi
A criança.
Depus a máscara, e tornei a pô-la.
Assim é melhor,
Assim sem a máscara.
E volto à personalidade como a um terminus de linha.

Álvaro de Campos, in "Poemas" 


Machos Da Caixa, Livro, Leitura, Carinho De Criança


Direitos da criança


 https://www.unicef.pt/docs/pdf_publicacoes/convencao_direitos_crianca2004.pdf
Fazer duplo clique na imagem para aceder ao documento


Convenção adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em 20 de novembro de 1989 e ratificada por Portugal em 21 de Setembro de 1990.