quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Halloween na Biblioteca





 

 




Máscaras mexicanas


Exposição









 Trabalhos realizados pelos alunos do 8º G e I no âmbito da disciplina de Técnicas de Expressão Artística.



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A caveira mexicana simboliza a vida e é usada para lembrar e homenagear pessoas que já faleceram.

Alguns povos pré-colombianos (Maias, Incas e Astecas) guardavam o crânio dos seus ancestrais e consideravam-no um troféu, uma lembrança do falecido. Para eles, a cabeça era a parte mais importante do corpo, aquela que guarda as memórias.

Em muitas culturas, a caveira está associada à morte, mas neste caso concreto é uma celebração da vida. A caveira mexicana é uma caveira estilizada, colorida e decorada, com desenhos de flores, muito utilizada no Dia dos Mortos.

O Dia dos Mortos teve origem na civilização Asteca, uma festa dedicada à deusa Mictecacihuatl. Atualmente esta data ainda é celebrada no México, sendo conhecida como "Día de los ​Muertos".

Alguns mexicanos constroem altares e dão ofertas aos mortos, como por exemplo, comida, bebida, flores, etc. O período de 31 de outubro até 2 de novembro simboliza a renovação, a aceitação da morte como parteda vida.




Miúdos a votos, um exercício de cidadania



Concurso




A Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior voltam a organizar a eleição dos livros preferidos dos jovens portugueses, através da iniciativa Miúdos a Votos que promove a leitura e o desenvolvimento de competências de cidadania ativa. 

Com efeito, para além da importância desta ação na promoção da leitura, realizada entre pares, a partir das suas próprias escolhas, a iniciativa Miúdos a Votos constitui um exercício ímpar de cidadania, valorizando a responsabilidade do ato de votar. Este propósito ganha particular relevância num ano em que os cidadãos portugueses exercem o poder político através de sufrágio universal, igual e direto em eleições para o Parlamento Europeu e a Assembleia da República. Se, por um lado, há uma preocupação crescente com as taxas de abstenção em Portugal, por outro lado, há estudos que sustentam que a probabilidade de as pessoas irem votar aumenta com a sua consciencialização de que o voto é um dever cívico essencial que concorre para a manutenção da democracia. Porque não começar de pequenino?

Como já é do conhecimento geral, nesta iniciativa será dada a possibilidade aos jovens, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostam, replicando os procedimentos e as normas de uma eleição real: a do Presidente da República.

A iniciativa é aberta a todas as escolas, públicas ou privadas. Este ano, terá como novidade o alargamento aos alunos do Ensino Secundário. 


ATÉ 7 DE NOVEMBRO 
Recenseamento das escolas 
As bibliotecas escolares/escolas/professores manifestam interesse em participar na iniciativa, preenchendo o formulário disponível para o efeito.  

ATÉ 7 DE NOVEMBRO 
Apresentação de candidaturas 
Os alunos apresentam o livro que candidatam à eleição através do preenchimento do formulário, a que se poderá aceder através de visaojunior.pt. 

8 DE DEZEMBRO 
Divulgação da lista dos livros candidatos 
A lista será divulgada na revista 
VISÃO Júnior, no sítio da VISÃO Júnior na internet, no portal da RBE e no do PNL. 

ENTRE 28 DE JANEIRO E 13 DE MARÇO DE 2019 
Campanha eleitoral 
Os partidários de cada livro defendem as suas ideias publicamente. 


💛 ⌚ 15 DE MARÇO 
Votação 
Será feita em urna, na biblioteca da escola ou noutro espaço da escola, usando os boletins de voto fornecidos pela organização da iniciativa.



ATÉ 22 DE MARÇO 
Escrutínio 
Contagem e registo dos votos. As escolas enviam os resultados preenchendo o(s) formulário(s) referente(s) ao ciclo de ensino, a indicar posteriomente. 

31 DE MAIO 
Apresentação dos resultados eleitorais Divulgação em cerimónia pública, em local a anunciar


O regulamento pode ser consultado aqui.




segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Infográfico | História das notícias falsas




Infográfico: Paula Calçade

Revista de Ciência Elementar


Setembro 2018

A versão impressa da revista está disponível na Biblioteca para consulta. 



 https://rce.casadasciencias.org/rceapp/pdfr/6/3/







Courrier Internacional


Disponível na biblioteca para consulta


novembro 2018 | nº 273 | Mensal

Dia das Bruxas




O Halloween já faz parte do calendário sazonal e de consumo - mas, ao contrário de outras celebrações que promovem a troca de presentes, a família, o amor e a amizade, o Dia das Bruxas envolve desordem, transgressão e um envolvimento aberto com emoções e medos mais sombrios.





Champion des Dames, varas de vassoura do século XV. Wikicommons


Voando pelos céus num cabo de vassoura, a imagem popular de uma bruxa é como uma figura predominantemente feminina - tanto que a roupa se tornou a roupa de Halloween para mulheres e meninas. 

Mas de onde veio esse estereótipo de género? Parte da resposta vem das atitudes medievais em relação à magia e dos comportamentos específicos atribuídos a homens e mulheres dentro do “crime” da feitiçaria.

[...] 

No final da Idade Média, surgiu uma visão de mulheres especialmente suscetíveis à feitiçaria. A noção de que uma bruxa pode viajar por um cabo de vassoura (especialmente quando contrastada com o macho que conjura um cavalo demónio no qual montar) ressalta a esfera doméstica à qual as mulheres pertenciam.




sábado, 27 de outubro de 2018

Dia Mundial do Património Audiovisual


27 de outubro


O pesadelo de António Maria (1923)




Animação | Curta metragem
Realização: Joaquim Guerreiro


Reconstrução do filme realizado por Joaquim Guerreiro em 1923. Esta reconstrução, feita a partir de 158 desenhos originais e 8 legendas manuscritas, foi apresentada no CINANIMA de 2001. 

Trata-se de um "Filme-charge de flagrante actualidade" sobre o então presidente do ministério, António Maria da Silva, que foi seis vezes Chefe do Governo, a partir de junho de 1920, mas cuja ânsia de dominar a política portuguesa e de ser a primeira figura do seu partido o levou a assumir atitudes que lhe retiraram as simpatias populares.

Anunciado como "um filme cómico da mais flagrante actualidade", em que se caricatura um dos vultos políticos da época, O Pesadelo de António Maria abria o novo quadro "Fitas Faladas" da revista "Tiro ao alvo", em cena no Eden-Teatro de Lisboa.

Aquando da apresentação da revista no Porto, no Águia de Ouro, em fevereiro de 1923, foi o ator Manuel Santos Carvalho que interpretava o "Fiteiro" quem provavelmente deu voz a este filme mudo, cheio de intenção política.

Realizado e ilustrado por Joaquim Guerreiro, desenhador de O Século, da Ilustração Portuguesa", de A Tribuna", de O Zé" e de A Sátira", de que foi diretor, o filme foi mencionado pelo O Jornal dos Cinemas como "a primeira película portuguesa de desenhos animados". [Fonte: António Gaio, História do Cinema Português de Animação, Porto 2001, p.12] 



👇
Ler Mensagem de Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Mundial do Património Audiovisual






O Profissional do Futuro | Michelle Schneider



TED TALKS

Como pensar em vez de o que pensar...





Nesta Ted Talk, Michelle fala sobre o profissional do futuro. 

Ela aborda a evolução do mercado de trabalho nos últimos anos e as mudanças que a tecnologia trouxe e ainda vai trazer nos próximos anos. Num futuro em que as máquinas irão substituir metade da força global de trabalho, como é que os profissionais vão conseguir diferenciar-se das máquinas e permanecer humanos dentro de um mundo tão digital?

Michelle é publicitária, dj, maratonista e atua hoje como Head de Educação no LinkedIn Brasil. Apaixonada por tecnologia, depois de algumas viagens ao Vale do Silicio, onde visitou as universidades mais inovadoras, acabou por se apaixonar também pelo mundo da Educação. 


Ler muda a tua perspetiva










MIBE 2018



Eu 💗 Biblioteca Escolar






Europa: Potência Mundial de Cultura



2018 Ano Europeu do Património Cultural
Palestra | 22 de outubro







No passado dia 22 de outubro, pelas 20:45, o coordenador do Centro de Informação Europeia Jacques DelorsDr. Carlos Ribeiro Medeiros, esteve no Auditório 1 da nossa escola para uma palestra em torno da Europa: Potência Mundial de Cultura. 

Organizado pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas, em articulação com a Biblioteca Escolar, este evento constituiu mais uma das iniciativas promovidas na / pela Escola Camilo Castelo Branco no âmbito da celebração de 2018 - Ano Europeu do Património Cultural.

A participação neste evento foi alargada à Comunidade local. 












Algumas notas biográficas sobre o palestrante

Carlos Ribeiro Medeiros é licenciado em Geografia e Planeamento Regional, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 

Tem uma Pós-graduação em Estudos Europeus, vertente económica, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, um Curso de Especialização em Gestão de Negócios Internacionais, pelo Instituto Português de Conjuntura Estratégica e um Curso de Especialização em Ciências da Informação e Documentação, pelo Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 

Em 2015/2016 iniciou o Doutoramento em Geografia e Planeamento Territorial na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

É coordenador da Unidade de Informação e Comunicação do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), integrado na Direcção-Geral dos Assuntos Europeus do Ministério dos Negócios Estrangeiros, desde 2008. 

Entre 2003 e 2007 foi coordenador da Unidade de Informação do CIEJD e entre 1995 e 2002 foi coordenador das Teleinformações do Centro de Informação Jacques Delors. Foi responsável pela Linha Telefónica de informações sobre questões comunitárias no Secretariado Europa 1992 – Ministério dos Negócios Estrangeiros, entre 1991 e 1993. 

Tem proferido conferências, participado em vários seminários, colóquios e congressos e assegurado a docência de unidades curriculares em cursos de licenciatura e seminários de pós-graduação centrados em temáticas europeias. 

Entre 1990 e 2015 foi membro ativo do Team Europe, como especialista em Política Regional, tendo assegurado a Coordenação, em Portugal, entre 2013 e 2015, desta rede de especialistas em assuntos europeus. 

É Formador certificado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional desde 2001 e pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua desde 1998.

Participou na elaboração do Guia Expresso : Parlamento Europeu  (2004) e no  Guia Expresso da União Europeia (2003). Colaborou no Dicionário Portugal e a Europa – 65 Anos de História – 25 Anos de Adesão (2011). 



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Nós e a Europa





No passado dia 22 de outubro, às 16:45, os alunos do 10º B e do 7º F estiveram na Biblioteca para a assistir a uma palestra, apresentada pelo Dr. Carlos Ribeiro Medeiros, coordenador do Centro de Informação Europeia Jacques Delors.

Excelente comunicador, o nosso convidado falou sobre nós e a Europa, sublinhando o que nos une, mas também sobre o que nos distingue.

Partilhamos AQUI o powerpoint que foi passado na palestra. 



 







 




ONU faz 73 anos


24 de outubro



A Organização das Nações Unidas, ONU, foi criada a 24 de outubro de 1945, substituindo a Liga das Nações. Um dos seus principais objetivos foi impedir outro conflito armado envolvendo várias nações na sequência da Segunda Guerra Mundial.

Na sua fundação, a organização contava com 51 Estados-membros que se uniram em prol da paz e do desenvolvimento, com base nos princípios de justiça, dignidade humana e bem-estar de todos.


Além da manutenção da segurança e da paz no mundo, entre as suas competências estão também a promoção dos direitos humanos, o apoio ao desenvolvimento económico e ao progresso social. A organização também opera na proteção do meio ambiente, no combate às alterações climáticas e no fornecimento de ajuda humanitária em casos de fome, desastres naturais e conflitos armados . Hoje, perto de 80 mil pessoas trabalham em todo o sistema da ONU.





MIBE 2018




Mês das Bibliotecas Escolares: celebração



Imagem: pintura de Jarek Puczel



Mensagem da Dra Maria Manuela Pargana Silva, Coordenadora Nacional da RBE

Outubro, mês dedicado às bibliotecas escolares incentiva-nos ao reforço desta REDE e à reflexão sobre o lugar da biblioteca naquele que é o processo de formação da criança e do jovem.

Suportados no valor do saber e da aprendizagem procuramos conciliar respostas ajustadas aos desafios mais gerais da educação, perseguindo os nossos propósitos de sempre: atender aos diferentes perfis dos nossos alunos com respostas adequadas às suas necessidades individuais.

Colaboração, inovação, inclusão, … algumas das marcas que têm acompanhado o desenvolvimento da RBE e que vão ao encontro das medidas educativas ministeriais preconizadas para este ano. Para as bibliotecas escolares é a oportunidade de reforçar a sua intervenção, participando ativamente neste desígnio e estreitando o trabalho colaborativo entre a biblioteca e os docentes das diferentes áreas curriculares, contribuindo para a flexibilidade das aprendizagens.

Igualmente, a multiplicidade de saberes e competências e o carácter mais humanista da formação do aluno, previsto no Perfil dos alunos no final da escolaridade obrigatória têm, na biblioteca, um suporte e um apoio indispensáveis.

A relação privilegiada, de proximidade, que desenvolvemos nesta REDE, permitirá continuarmos a encontrar as melhores respostas aos múltiplos desafios que, permanentemente, nos confrontam. Nesse sentido, o desenvolvimento da RBE tem tido como pilar estruturante o lançamento anual de diferentes candidaturas que amplificam as possibilidades das bibliotecas adequarem os projetos à sua realidade ao mesmo tempo que proporcionam percursos inovadores diversificados.

Para uma efetiva conjugação de esforços entre todos destacámos, este ano, um conjunto de áreas prioritárias que nos parecem essenciais para consolidar o nosso trabalho.

Naturalmente, a leitura, transversal que é, na nossa ação, destaca-se perspetivando-se mais verticalmente. Convictos da importância da promoção de um trabalho que envolva toda a comunidade escolar propusemo-nos encontrar modos de melhor garantir o acesso à leitura, tornando-a numa prática quotidiana nas nossas escolas. Apresentámos, por isso, um conjunto de propostas ajustáveis para serem promovidas em escolas do 1º ciclo e em jardins-de-infância - Roteiro para uso das bibliotecas escolares: escolas do ensino básico e Jardins-de-infância.

Sendo a formação de bons leitores o primeiro e último desígnio do trabalho nas bibliotecas, estão criadas múltiplas oportunidades de desenvolvimento desta prática através das candidaturas: Ideias com mérito, Biblioteca digital, Leituras… com a biblioteca, Todos juntos podemos ler e de projetos como Miúdos a votos, Clássicos em rede, SOBE+ e, mais recentemente, Cientificamente provável.

Além disto, temos tido a preocupação de inscrever no nosso plano de formação anual, propostas que equacionam a leitura hoje e fazem da biblioteca o polo catalisador desta dinâmica.

Lugar de interseção entre pessoas, conhecimentos e valores, a biblioteca escolar pode e deve favorecer exercícios de cidadania que apetrechem os alunos com ferramentas que lhes permitam uma maior consciência de si próprios, do seu lugar no mundo e da sua relação com o outro.

Vivemos tempos acelerados de mudança. A forma como acedemos à informação, como nos relacionamos e como lemos impõe a reflexão e adoção de medidas consentâneas com essa realidade. A biblioteca escolar deve, cada vez mais ser um espaço aberto, itinerante na comunidade, que crie estratégias concertadas para que o gosto pela leitura se torne central para os alunos, tanto na sua vida académica como nas suas atividades de lazer, levando-os a ler, escrever e criar produtos com valor nos vários ambientes em que vivem.

A biblioteca, espaço de encontro e de troca a diferentes níveis, deve procurar diversificar os contextos de leitura, realizar um trabalho de curadoria e provocar permanentemente a comunidade para a criação colaborativa de oportunidades de aprendizagem estimulantes para os alunos.

A resposta a estes desafios tem de ser individual e coletiva. Por isso, perante a proposta de reflexão lançada este ano pela IASL para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar,




respondemos individualmente, com a dedicação que cada um põe no seu trabalho, e em rede, com a consciência de que:



Com a Biblioteca Escolar TODOS LEEM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS COMUNICAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS DESCOBREM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS PARTILHAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS CRIAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS INTERVÊM.



Aos coordenadores interconcelhios RBE, professores bibliotecários, docentes das equipas das bibliotecas escolares, assistentes operacionais e alunos, desejo que a celebração em torno do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares se traduza num ano inteiro de boas experiências!


Votos de bom trabalho!

Manuela Pargana Silva