terça-feira, 31 de julho de 2018

Media: operação descontaminação



 https://drive.google.com/open?id=1PTIMQsSmqCxL5jr5bYzLa8SNHuEMsrs7


O Correio da UNESCO • julho-setembro2017
Editora da versão portuguesa: Ana Lúcia Guimarães
Tradutora: Maíra Mendes Galvão
UNESCO 2017 
ISSN 2179-8818 (por)
Periódico disponível em Acesso Aberto 



“Nunca nos comunicámos tanto, e nunca numa escala tão grande. As novas tecnologias abriram novos caminhos, possibilitando que cidadãos em todo o mundo obtenham acesso a fontes de informação mais diversas e mais numerosas, e que tenham um novo papel na produção dessa informação – tornando-se eles mesmos produtores de conteúdo. Esses novos media também estão a criar novas barreiras e novos desafios em termos de regulamentação e ética. 

De onde vem a informação? Como é criada? Quem garante a sua qualidade? Como distinguimos o verdadeiro e o falso nessa teia, tecida com bilhões de pedaços de informação vindos de todas as partes? No incrível emaranhado dos media, os papéis tradicionais de produtor, difusor e consumidor sofreram mudanças. A produção de notícias falsas e o risco de confinar o público em “bolhas de informação” geradas por algoritmos levantam novos questionamentos sobre liberdade de expressão e diversidade cultural.”

Irina Bokova (Ex-Diretora Geral da UNESCO)


domingo, 29 de julho de 2018

Construir a autonomia e a flexibilidade curricular


Os desafios da escola e dos professores


 https://drive.google.com/open?id=1hox9v5k3bBRVJCDyQY5Ns_bzUGpJG8tC



Autores: Vários
Editora: Universidade Católica Editora
Ano: 2017
Págs.: 218
ISBN: 9789898835321



Construir a autonomia e a flexibilização curricular é o tema que este livro releva como princípio e medida expresso pelo Ministério da Educação. O sentido é introduzir inovação na organização e no desenvolvimento curricular, no propósito de focar a atenção no aluno e nas aprendizagens essenciais (Despacho n.º 5908/2017). Oportunidade assumida por muitas escolas agrupadas e não agrupadas para regressar ao coração da escola e abrir espaço a práticas de ensino e de aprendizagem para o desenvolvimento humano, centrado numa lógica de trabalho colaborativo das equipas de professores. Nesta matriz, “o currículo é encarado como uma ferramenta para promover o sucesso escolar”, mediante o estabelecimento de compromissos graduais de transdisciplinaridade, de participação e de reforço da autonomia e responsabilidade pessoal e coletiva.


O presente texto procura identificar as caraterísticas estruturais da escola atual e perspetivar as necessárias metamorfoses nos vários planos da ação política, organizacional e profissional. O currículo prescrito tem de ser assumido como um processo que gera aprendizagens em todos os alunos. O contexto organizacional onde o currículo é praticado e desejavelmente aprendido terá de assumir as regras de uma outra gramática que institua outros modos de pensar e praticar os conhecimentos, de organizar os espaços, os tempos e o modo de agrupar os alunos, de constituir outras formas de trabalho pedagógico. Por outro lado, as lideranças educacionais têm de ver estas outras possibilidades de ação e de organizar o trabalho educativo de modo a que outras práticas de flexibilização e diferenciação sejam possíveis. Por fim, os modos de ser professor têm de evoluir para uma prática profissional mais autónoma, interativa e colaborativa. 

A atitude dos aprendentes está em mudança. Para eles, o valor da educação é dúbio e subestimado. Ora, para operacionalizar as dimensões que integram o perfil do aluno para o século XXI, importa romper com o modelo escolar baseado na separação das disciplinas e abraçar um modelo cuja estrutura curricular esteja baseado nas necessidades e interesses das pessoas que se desenvolvem e aprendem mediante a interação e o envolvimento ativo com o seu meio e convoque os saberes disciplinares para um conhecimento maisintegrado. O desenvolvimento da participação dos alunos na vida escolar é um imperativo da cidadania e do crescimento, porquanto autoriza a emergência de uma atitude de comprometimento e a construção de um currículo que promove a competência global, aqui entendida como a capacidade e a disposição de compreender e atuar sobre questões de escala local, nacional e mundial. 

A possibilidade foi aberta e a expectativa é promissora, em particular para as escolas e para os professores. Interessa, pois, organizar o currículo de forma a proporcionar oportunidades educativas múltiplas, inteligentes, desafiadoras e construídas de forma mais adequada a cada contexto. Os textos agora publicados constituem saberes, competências, valores e experiências criadas para o exercício da autonomia, da flexibilização curricular e para o desenvolvimento profissional que importa convocar e disseminar no sentido de inspirar ambientes de aprendizagem acolhedores, capazes de envolver e reconhecer que “cada aluno é importante” (Robert, 2010, p.9) e está no centro de um dos debates que mais tem animado as políticas educativas de promoção do sucesso educativo.Despertar e inscrever uma outra visão e estratégia para a escola aconselha a necessidade e a capacidade de comunicação sobre o que se tem estado a fazer e o que se está a planear fazer. No essencial, o desafio é, nas palavras de Edgar Morin (2001), “fortificar a aptidão para interrogar e de ligar o saber à dúvida, de desenvolver a aptidão para integrar o saber particular não apenasdentro de um contexto global, mas também na sua própria vida, a aptidão para apresentar os problemas da sua própria condição e do próprio tempo” (p. 15). 

Ao longo desta obra, os vários autores desafiam-nos a pensar, a fazer diferente, convo-cando e fundamentando os princípios-chave para o sucesso educativo e para o desenvol-vimento humano que conjugam necessariamente as dimensões da inclusão, da flexibili-dade, da cooperação, da qualidade, da inovação e da autonomia.

Cristina Palmeirão e José Matias Alves

Prioridades da Rede de Bibliotecas Escolares para 2018/19 | Ministério da Educação





No âmbito dos trabalhos de preparação do ano letivo 2018-2019, o Ministério da Educação definiu as seguintes prioridades de atuação das Bibliotecas Escolares: 

1. Um trabalho mais aprofundado com as escolas de 1.º ciclo, integrando as bibliotecas nas dinâmicas de trabalho em sala de aula e formando os professores titulares de turma em práticas de formação de leitores e dinamização de literacia familiar;

2. A implementação do referencial "Aprender com a Biblioteca Escolar", que preconiza metodologias de trabalho cooperativo entre professores, colocando a biblioteca no centro das atividades da escola e explora o trabalho dos professores bibliotecários como mediadores de aprendizagens;

3. A promoção de um trabalho de avaliação das literacias, através do desenvolvimento de instrumentos rigorosos para a avaliação da competência leitora;

4. A promoção da inovação pedagógica e da flexibilidade curricular a partir da biblioteca escolar, enquanto espaço privilegiado do cruzamento de saberes disciplinares e do acesso a múltiplos recursos;

5. A implementação da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, através da capacitação das bibliotecas com instrumentos de participação dos alunos no comentário aos temas da atualidade e no acesso a recursos que lhes permitam desenvolver conhecimentos e capacidade crítica;

6. O reforço das literacias digitais, através da promoção de leitura em diferentes formatos e da promoção da competência de leitura em texto e hipertexto.

Estas prioridades colocam as Bibliotecas Escolares no centro da escola, reforçando o seu papel enquanto instrumento de promoção de melhores aprendizagens.


Para a sua concretização, serão disponibilizadas ações de formação, recursos digitais e documentação de apoio às escolas, já a partir de setembro de 2018.








 Fotos: Biblioteca da Camilo





quinta-feira, 26 de julho de 2018

Camilo aLer+ | Parte 6



Já está disponível para visionamento a Parte 6 do vídeo Camilo aLer+




 https://drive.google.com/open?id=1ToIZfPsVjyDb4mbv-otmuBUhRJ5R-Et7

Vídeo Camilo aLer+ - Parte 6



Participaram nesta parte:

António Pires (Prof.)

Domingas Alhais (Profa.)

Maria Índia Marques (11º G)

Paulo Pomar (Sub-Diretor da escola)


Vasco Guedes (7ºC) 


... que leram:

- “As mulheres têm fios desligados”, Quinto Livro Crónicas, de António Lobo Antunes

- As velas ardem até ao fim (extrato), de Sándor Márai

- Epitáfio, de Pedro Malaquias 

- Liberdade, de Fernando Pessoa

- Última Mensagem do Cão, de Vaz de Carvalho


Convite à evasão


#LaureProuvost


"Como artista, muitas vezes gosto de perder o controle, de simplesmente fazer alusão a certas coisas, para que cada um possa fazer a sua própria interpretação. O espectador, por sua vez, deve encontrar significado no seu ambiente e usar a sua imaginação. Eu brinco com a ideia de ser levado/a para lugares de onde talvez não se possa voltar." - Laure Prouvost


Estou a relaxar um pouco...




Prouvost irá representar a França na 58ª Veneza Bienal de Arte em 2019.


Do futebol como metáfora narrativa


A chegada de Vasco da Gama à Índia e a escrita poética em Fernando Pessoa narradas ao estilo de Ricardo Pateiro.*



Rádio Comercial | Mixórdia de Temáticas



* Radialista desportivo

Escala de literacia mediática e informacional



 https://drive.google.com/open?id=1syZHosuvHR9G_MHbHl0Qi6Gk5IIO5ncC
Autores: Conceição Costa, Kathleen Tyner, Pedro Joel Rosa, Carla Sousa e Sara Henriques
Clicar na imagem para aceder ao documento




Descrição Técnica

A Escala de Literacia Mediática e Informacional para o 2º e 3º Ciclos (ELMI) permite medir a autoperceção das competências de literacia mediática e informacional das crianças e jovens dos ciclos  referidos, quantificando-as, numa escala de 1 a 5, em três dimensões distintas: Criação de Média, Interação e Gestão da Informação.

A ELMI pretende ser um indicador que permita aos diversos profissionais (professores, investigadores, entre outros) compreender melhor a sua população neste âmbito, adequando a sua intervenção em concordância.





terça-feira, 24 de julho de 2018

Livro aberto da inovação educacional


European Schoolnet
#eu_schoolnet20



This Open Book is our first attempt to start making innovation more visible. It is intended to support all those involved in education innovation:policymakers who can help to create the right conditions; practitioners eager to learn and innovate; those who conduct research on innovation; and foundations and enterprises which can fund and promote innovative practices. - Giovanni Biondi (Chair da European Schoolnet) e Marc Durando (Diretor Executivo da European Schoolnet)




 https://drive.google.com/open?id=1ra971bEvcmNmJGtqYj09asSr2XSW-FFA

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Hotéis literários




Um dos maiores hotéis literários do mundo está a nascer em Óbidos - The Literary Man Óbidos Hotel 





Camilo aLer+ | Parte 5



Já está disponível para visionamento a Parte 5 do vídeo Camilo aLer+





https://drive.google.com/open?id=1cW_5BPbQD1NDj9boMHoWlP5yPSR5VP_3
➤ Clicar na imagem para aceder ao vídeo Camilo aLer+ | Parte 5



Participaram nesta parte:

Adelaide Jordão (Profa.) Daniela Teixeira (7º F)

Carlos Santelmo (Prof.)

Cristina Lopes (Coordenadora Técnica dos Serviços Administrativos)

Jéssica Cunha (7º F)

Liliana Rebelo (7º F)

Mariana Coelho (7º F) 

Ricardo Santelmo (Prof.)

Rosa Canelas (Profa.)

Rosa Canelas (Profa.)



... que leram:


 Brincávamos a cair nos braços um do outro, de Valter Hugo Mãe 

Bucólica, de Miguel Torga 

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luís Sepúlveda 

Mulher com filho ao colo em Dezembro, de A. M. Pires Cabral 

- O Ano da Morte de Ricardo Reis (extrato), de José Saramago

Tema e Variações, de Manuel Bandeira








domingo, 22 de julho de 2018

É urgente podar as palavras





 
As palavras são boas. As palavras são más. As palavras ofendem. As palavras pedem desculpa. As palavras queimam. As palavras acariciam. As palavras são dadas, trocadas, oferecidas, vendidas e inventadas. As palavras estão ausentes. Algumas palavras nos absorvem, não nos deixam: são como garras, vem nos livros, nos jornais, nos mensagens publicitárias, nos rótulos dos filmes, nas cartas e nos cartais. As palavras aconselham, sugerem, insinuam, intimidam, impõem, segregam, eliminam. São melífluas ou ácidas. O mundo gira sobre palavras lubrificadas com azeite de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em paz e em harmonia com suas contrárias e inimigos. Por isso a pessoas fazem o contrario do que pensa crendo pensar o que fazem.

Há muitas palavras. E estão os discursos, que são palavras apoiadas umas em outras, em equilíbrio instável graças a uma sintaxe precária finalizadas com chave de ouro: “Graças. Digo”. Com discursos se comemora, se inaugura, se abrem e cerram sessões, se lançam cortinas de fumo o se dispõem cortinas de veludo. São brindes, orações, conferências e colóquios. Por meio dos discursos se transmitem louvores, agradecimentos, programas e fantasias. E logo as palavras dos discursos aparecem postas em papéis, pintadas em tinta de imprensa “e por essa via entram na imortalidade do Verbo. Ao lado de Sócrates, o presidente da junta domina o discurso que abriu o torneira da fonte. E fluem as palavras, tão fluidas como o “precioso líquido”. Fluem interminavelmente, inundam o solo, chegam até as joelhos, à cintura, a os ombros, ao colo. É o dilúvio universal, um coro desarmado que brota de milhares de bocas. A terra segue seu caminho envolta em um clamor de loucos, a gritos, a berros, envolta também em um murmúrio manso represado e conciliador. De todo há no coro: tenores e contraltos, cantantes baixos, sopranos de dó de peito fácil, barítonos acolchoados, contraltos de voz-surpresa. Nos intervalos se ouve o ponto. E todo isso aturde as estrelas e perturbam as comunicações, como as tempestades solares.

Porque as palavras têm deixado de comunicar. Cada palavra é dita para que não se ouça outra. A palavra, até quando não afirma, se afirma: a palavra é a erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra não mostra. A palavra disfarça.

Daí que resulte urgente podar as palavras para que a plantação se converta em colheita. Daí que as palavras sejam instrumento de morte ou de salvação. Daí que a palavra só valha o que vale o silêncio do ato.

Há, também, o silêncio. O silêncio é, por definição, o que não se ouve. O silêncio escuta, examina, observa, pesa e analisa. O silêncio é fecundo. O silêncio é a terra negra e fértil, o húmus do ser, a melodia calado sob a luz solar. Caem sobre ele as palavras. Todas as palavras. As palavras boas e as más. O trigo e o joio. “Mas só o trigo dá pão”.
 
José Saramago
 

A aprendizagem no século XXI



3 Domínios de conhecimento para o estudante do século XXI:




punyamishra.com


1. Conhecimento Fundacional (para saber)

Literacia Digital / TIC, Conhecimento de Conteúdos Essenciais, Conhecimento Interdisciplinar.

2. Conhecimento Humanístico (para valorar)

Vida / Job Skills, Consciência Ética / Emocional, Competência Cultural

3. Meta conhecimento (para agir)

Criatividade e Inovação, Resolução de Problemas e Pensamento Crítico, Comunicação e Colaboração


Toda aprendizagem pode começar com o conhecimento, que leva à valorização, que informa a ação em comunidades relevantes e autênticas.

Ler mais em Teachthought - we grow teachers


Pensamento Crítico



5 estratégias

Comparar : explicar similaridades
Contrastar: explicar diferenças
Analisar: decompor em partes
Categorizar: identificar tipos
Avaliar : dizer o valor



Ajude os seus alunos a desenvolver fortes hábitos mentais para aprofundarem a sua aprendizagem e envolvimento. Descubra um jogo de pensamento crítico que combina as cinco estratégias.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Homologação das Aprendizagens Essenciais do Ensino Básico



As Aprendizagens Essenciais (AE) referentes ao Ensino Básico são homologadas pelo Despacho n.º 6944-A/2018, de 19 de julho.


Componentes do currículo
1. º Ciclo
2. º Ciclo
3. º Ciclo
1.º Ano
2.º Ano
3.º Ano
4.º Ano
5.º Ano
6.º Ano
7.º Ano
8.º Ano
9.º Ano
Português
Matemática
Estudo do Meio





Educação Artística
Artes Visuais





Expressão Dramática/Teatro





Dança





Música





Educação Física
Inglês


TIC




História e Geografia de Portugal







Ciências Naturais




Educação Visual




Educação Tecnológica







Educação Musical







Língua Estrangeira II
Alemão






Espanhol






Francês






História






Geografia






Físico-Química






Educação Moral e Religiosa Católica
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Português Língua Não Materna