quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Blimunda 66



novembro 2017



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O formato da Blimunda foi alterado. 

"O leitor perceberá as mudanças já neste número #66 da revista, que tem como um dos destaques a conversa de Sara Figueiredo Costa com Sandro William Junqueira a propósito de Quando as Girafas Baixam o Pescoço, o seu mais recente romance. Andreia Brites conversou com a ilustradora espanhola Ana Pez, autora de O meu irmão invisível. Na secção Saramaguiana recupera-se um texto escrito pelo crítico literário César António Molina em 1985, ano de publicação da edição espanhola de O Ano da Morte de Ricardo Reis.

Numa tradução de Carla Fernandes, a revista dá a conhecer aos leitores a voz do escritor britânico Peter Kalu num dos capítulos de Little Jack Horner. No seu espaço habitual, Andréa Zamorano reflete sobre o sal da escrita. E, assinalando a edição dos Dias do Desassossego’17 – programa que a Fundação José Saramago organiza em conjunto com a Casa Fernando Pessoa – a Blimunda inclui uma galeria de imagens para recordar como o mês de novembro em Lisboa foi repleto de livros, leituras e extraordinários encontros. Boas leituras!"



Leituras na Feira







Na passada quinta-feira, dia 23, os alunos do 7º C passaram pela Feira, acompanhados pela professora de Português, Dra Maria João Cunha, 


Depois de uma visita  pelos expositores, foram desafiados a escolher um livro e a partilhar a leitura de um extrato.

O resultado foi este: 

















quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Cidadania em ação: de 25 de novembro a 10 de dezembro


Vamos alaranjar a Camilo!







Vamos alaranjar o mundo!







A ONU Mulheres convida todas as pessoas, instituições, comunidades a organizar eventos laranja na escola, nas ruas e nos pontos de referência!

A cor laranja é o tema chave escolhido para unificar todas as atividades; edifícios e marcos ficam iluminados e decorados em cor laranja para dar atenção global à questão da violência contra mulheres e meninas.


A Camilo vai juntar-se à iniciativa! 


Pralelamente, todos nós nos podemos solidarizar e juntar à iniciativa. 



Alaranja o teu Facebook, Instagram e Twitter com uma variedade de imagens, banners e material promocional. Um pacote de media sociais com exemplos de mensagens em inglês, espanhol e francês está disponível aqui .

Partilha as tuas fotos, mensagens e vídeos mostrando como alaranjas o mundo em facebook.com/SayNO.UNiTE e twitter.com/SayNO_UNiTE usando #orangetheworld e # 16days

Junta-te à página do evento 'Orange the World' no Facebook e publica fotos e ações durante os 16 Dias de Ativismo.

De acordo com o tema global "Não deixe ninguém para trás", convidamos-te a partilhar tua própria história sobre como ajudaste a tomar medidas a favor desta causa e o que precisa ser feito para acabar com a violência contra mulheres e meninas. No teu aplicativo Facebook do telemóvel, vai a Live, clica no ícone de quadro na parte inferior e seleciona o efeito da câmera
Vai em frente e fala!


Usa o teu Facebook para alaranjares o teu perfil!

Alaranja a tua imagem de perfil no Twitter!










Sobre livros & leituras



com o Professor António Fortuna

Feira do Livro 2017 | dia 23 de novembro
Átrio da Escola | 15:00









No passado dia 23 de novembro, teve lugar no átrio da escola, uma sessão Sobre livros e leituras, conduzida pelo Professor António Fortuna, docente de Física e Química, amador da escrita e da leitura literárias, e investigador das relações entre Literatura e Ciência.

António Lobo Antunes, António Gedeão, Afonso Cruz, Conçalo M. Tavares e António Fortuna foram alguns dos autores abordados, que constituíram o ponto de partida / chegada de/para reflexões sobre os conceito de tempo e de literatura (em particular de poesia) e sobre as relações Ciência-Literatura.







À sessão, aberta a toda a comunidade educativa, assistiram os alunos do 8º A, acompanhados pela Dra Rosa, Mendes, professora de Português, e pela Dra Natália Almeida, professora de Inglês e Diretora de Turma, bem como todos quantos tiveram oportunidade de passar pela Feira. 


Feira do Livro


... e no segundo dia foi assim:




Feira do Livro



No primeiro dia foi assim...







sexta-feira, 24 de novembro de 2017

#Orangetheworld em # 16 dias




Logo para a campanha de 16 dias de ativismo contra a violência de género, liderada pelo Secretário-Geral da UNiTE para acabar com a violência contra a mulher



A violência contra as mulheres:

Não é aceitável

Não é inevitável

Pode prevenir-se!



A UNiTE lidera a campanha dos 16 Dias de Ativismo contra a Violência de Género, que visa aumentar a consciencialização pública e mobilizar as pessoas em todos os lugares para provocar mudanças. Esses 16 dias vão de 25 de novembro a 10 de dezembro, que é o Dia dos Direitos Humanos. O tema da campanha para 2017 é "Não deixar ninguém para trás: acabar com a violência contra mulheres e meninas ". Esse tema reforça o compromisso da campanha UNiTE com um mundo livre de violência para todas as mulheres e raparigas do mundo e direciona-se para os mais desprotegidos e marginalizados, incluindo refugiados, migrantes, minorias, povos indígenas e populações afetadas por conflitos e desastres naturais, entre outros. 

Tal como nos anos anteriores, a campanha UNiTE para acabar com a violência contra as mulheres convida todas as pessoas a aderir ao "Orange the world", usando a cor designada pela campanha UNiTE para simbolizar um futuro melhor sem violência. 










Acabar com a violência contra mulheres e meninas








Tema 2017: Não deixe ninguém para trás: acabar com a violência contra mulheres e meninas


A violência contra mulheres e as meninas é uma das violações dos direitos humanos mais difundidas, persistentes e devastadoras no mundo atual. 

A desigualdade de género persiste em todo o mundo. 

A consecução da igualdade de género e o empoderamento das mulheres e das meninas exigirão esforços mais vigorosos, incluindo quadros legais, para combater a discriminação baseada no género profundamente enraizada que muitas vezes resulta de atitudes patriarcais e normas sociais.

A violência contra as mulheres é a forma mais extrema de discriminação. 

De acordo com o relatório sobre o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveldo Secretário-Geral das Nações Unidas, baseado em dados de 2005 a 2016 de 87 países, 19 por cento das mulheres entre 15 e 49 anos disseram ter sofrido violência física e / ou sexual por um parceiro íntimo nos 12 meses anteriores à pesquisa. Nos casos mais extremos, tal violência pode levar à morte. Em 2012, quase metade de todas as mulheres que foram vítimas de homicídios intencionais em todo o mundo foram mortas por um parceiro íntimo ou familiar, em comparação com 6 por cento das vítimas do sexo masculino.




Factos que devem ser conhecidos


Outro caso extremo de violência contra as mulheres é a mutilação / corte genital feminino. Esta prática prejudicial diminuiu 24% desde 2000. No entanto, a prevalência continua alta em alguns dos 30 países com dados representativos. Nesses países, os dados dos inquéritos em 2015 indicam que mais de 1 em cada 3 meninas entre 15 e 19 anos de idade foi sujeita à muilação genital em comparação com quase 1 em cada 2 meninas em 2000.

Além disso, apenas um pouco mais de metade (52%) das mulheres entre 15 e 49 anos de idade que são casadas ou mantêm um relacionamento tomam as suas próprias decisões sobre relações sexuais consensuais e uso de anticoncepcionais e serviços de saúde. Essa estatística é baseada em dados disponíveis em 2012 relativos a 45 países, dos quais 43 em regiões em desenvolvimento.

A pesquisa também mostra que alcançar a igualdade de género ajuda na prevenção de conflitos e que as altas taxas de violência contra as mulheres se correlacionam com os surtos de conflito. Apesar das evidências, as ações para inclusão, liderança e proteção das mulheres permanecem inadequadas. Em algumas áreas, houve mesmo um retrocesso no progresso.


Um dos principais desafios que se colocam à prevenção e luta contra a violência contra mulheres e meninas em todo o mundo é o reduzido financiamento disponível. Apesar desse déficit, há estruturas / organismos que estão a desenvolver um importante trabalho nesta área, que conduzirá certamente a mudanças significativas na vida das mulheres e meninas:

- os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que incluem um objetivo específico para acabar com a violência contra mulheres e meninas (ODS5); 




- a Iniciativa Spotlight para eliminar a violência contra mulheres e meninas (lançada este ano pela União Europeia e pelas as Nações Unidas ); 


 - a iniciativa UNiTE para acabar com a violência contra a mulher lançada em 2008 pelo então secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e apoiada por seu sucessor, António Guterres, tem vindo a ajudar a expor esse flagelo.






Dia Nacional da Cultura Científica


Recursos educativos


Foto: Biblioteca Camilo Castelo Branco





A casa é um laboratório

Muitas vezes pensamos que a ciência existe só nos laboratórios, mas ela está em todo o lado. Na escola, na rua, no jardim ou em casa, com materiais comuns como canecas, colheres, água, flores e outros, podes investigar e tentar responder à tua curiosidade. O teu laboratório é onde quiseres.



Clicar na imagem para aceder ao documento



Aprender ciência de forma divertida e saborosa

Pólen: sementes de Ciência nas cidades.


 http://www.pavconhecimento.pt/media/media/771_livropt-pollen.pdf
Clicar na imagem para aceder ao documento


Aceder a mais recursos no site Pavilhão do conhecimento - Ciência viva



Novembro | Mês da Ciência

Dia Nacional da Cultura Científica







"Hoje é dia 24 de Novembro, Dia Nacional da Cultura Científica, em homenagem a Rómulo de Carvalho: professor, metodólogo, investigador, e autor de manuais escolares, de livros de divulgação científica e de poesia, estes últimos sob o pseudónimo de António Gedeão.

Em 1996, Mariano Gago, o então Ministro da Ciência e da Tecnologia e admirador da obra de Rómulo de Carvalho que completava 90 anos, propôs uma homenagem nacional ao talentoso professor. Mariano Gago já havia prefaciado, em 1992, o livro “A Física no dia-a-dia”, onde dá conta do valor de Rómulo de Carvalho, mas considerou que era oportuna a iniciativa de uma homenagem maior. Na notícia do jornal “Público” de 24 de Novembro de 1996, propôs que aquele dia do ano se tornasse Dia da Cultura Científica. Esse dia devia ser «momento privilegiado, todos os anos, de balanço, de reflexão e de acção sobre o papel do conhecimento no nosso futuro». 

Rómulo de Carvalho publicou cerca de cem obras, desde livros sobre a história da ciência aos seus cadernos de divulgação científica, não esquecendo os manuais escolares, ainda na memória de muitos como os “cadernos do Pedrito” (modo carinhoso de referir os seus livros de Ciências da Natureza) ou os compêndios de Física do ensino secundário.

Publicou dois livros de divulgação de ciência em três números da colecção “Biblioteca Cosmos”, dirigida por Bento de Jesus Caraça, que foi um marco da divulgação de ciência nos anos 40. Foi mentor e autor da coleção “Ciência para Gente Nova”, onde publicou oito dos nove livros dessa coleção. Tratam de histórias de ciência ou de desenvolvimentos tecnológicos: o do telefone, da fotografia, dos balões, da eletricidade estática, do átomo, da radioatividade, dos isótopos e da energia nuclear. Alguns desses títulos chegaram à terceira edição. A “História dos Balões”, conheceu mesmo uma quarta edição nos anos 90.

Rómulo de Carvalho procurou dirigir-se em «Física para o Povo», não a uma elite instruída ou interessada em ciência mas a toda a gente. Publicou esse livro «com a intenção de promover a cultura popular», como ele próprio escreve nas suas «Memórias». A reedição, em 1995, saiu com o novo título de “A Física no dia-a-dia” por decisão de Rómulo de Carvalho que escreve «…não me pareceu bem aquela referência ao povo depois do 25 de Abril.».

Um dos vários trabalhos, com o objetivo de promover a ciência e o conhecimento científico e tecnológico, que Rómulo de Carvalho abraçou após a sua aposentação foram os 18 "Cadernos de Iniciação Científica", onde recorreu a uma linguagem atraente no discurso e na imagem. O valor destes cadernos justifica que eles tenham sido reunidos num só volume, em 2004, com a chancela da Relógio D’Água. Nesse volume encontra-se uma abordagem científica de temas basilares da ciência como os constituintes da matéria, a energia, ondas e corpúsculos, magnetismo e eletromagnetismo."

Helena Aires Rodrigues,
Professora de Física e Química na Escola Secundária de D. Duarte – Coimbra e Doutoranda em Ensino das Ciências – ramo de Física.

Texto publicado no blogue De Rerum Natura, em 24 de novembro de 2011


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Dia internacional para a eliminação da violência contra as mulheres


25 de novembro


Acabar com a violência contra mulheres e meninas






Em casa, nas ruas, em tempo de paz ou de guerra, a violência contra mulheres e meninas é uma violação dos direitos humanos de proporções pandémicas que ocorre em espaços públicos e privados.



 http://interactive.unwomen.org/multimedia/infographic/violenceagainstwomen/en/index.html#home-2
Clicar na imagem para aceder a informação sobre diversas formas de violência sobre a mulher 







quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Feira do Livro 1ª ed.



Dias 22 e 23 de novembro


Os meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.
Bill Gates



domingo, 19 de novembro de 2017

Dia Universal dos Direitos da Criança



20 de novembro






O Dia Universal dos Direitos da Criança, celebrado a 20 de novembro, visa consciencializar para a situação das crianças do mundo e promover o seu bem- estar e desenvolvimento. A 20 de novembro de 1959 foi adotada a Declaração dos Direitos da Criança pela Assembleia Geral das Nações Unidas. O dia marca também a data da adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança

Se forma a assinalar o aniversário da Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, é lançado o desafio aos professores bibliotecários para dinamizarem sessões sobre os Direitos da Criança, criando espaços de debate (na biblioteca, em sala de aula ou em assembleias) para as crianças e jovens expressarem a sua opinião sobre questões que afetam as suas vidas em Portugal e no mundo. 


A UNICEF Portugal disponibiliza um kit com propostas de atividades.


 http://www.rbe.min-edu.pt/np4/np4/?newsId=2027&fileName=Guia_para_as_escolas.pdf



G

Os direitos da criança






Em 20 de novembro de 1989, as Nações Unidas adotaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – direitos civis e políticos, mas também direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respetivas disposições para que sejam aplicados. 

A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo juridíco para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e proteção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.

Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e tembém ao facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.

Portugal ratificou a Convenção em 21 de setembro de 1990.

A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:

a não discriminação (todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo).

o interesse superior da criança (devem ser uma consideração prioritária em todas as ações e decisões que lhes digam respeito).

a sobrevivência e desenvolvimento (garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que possam desenvolver-se plenamente).

a opinião da criança (a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos).


A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:

• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
• os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)



A maior flor do mundo


E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar? José Saramago







Livro disponível na Biblioteca





Histórias de crianças que nunca deveriam ser contadas









sábado, 18 de novembro de 2017

A maior lição do mundo: Direitos da criança


Explorar o Dia universal dos direitos da criança em contexto escolar





 http://cdn.worldslargestlesson.globalgoals.org/2017/11/World-Childrens-Day-Final-ENG1.pdf
Plano de aula para alunos dos 9 aos 14 anos




Atividades para #WorldChildrensDay para aumentar a consciencialização sobre os direitos das crianças em todo o mundo.



quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Desafios: Filosofia na lombada dos livros


Dia da Filosofia






Gonçalo M. Tavares no Dia da Filosofia



"Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom - como Flan O' Brien, Kafka ou Becket - de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão. "
The Nw Yorquer 


Para celebrar o Dia Mundial da Filosofia, os alunos do 11º F, estiveram hoje na Biblioteca, acompanhados pela professora Fernanda Botelho, a partilhar a leitura de alguns "Diálogos" de O Torcilologologista Excelência, de Gonçalo M. Tavares.

"Sobre a revolução" (p. 11):






"Conversa entre dois homens corajosos" (p. 53)





"Uma forma fácil de chegar à santidade" (p. 197):







 





Dia Internacional pela Tolerância



16 de outubro


"A não-violência não é um ornamento que se ponha e tire quando nos apetece. O seu lugar está no coração, e deve ser uma parte inseparável do nosso ser" - Mahatma Gandhi




Declaração de Princípios sobre Tolerância 

Artigo 4 - Educação 

4.1 A educação é o meio mais eficaz para prevenir a intolerância. O primeiro passo na educação de tolerância é ensinar às pessoas quais são seus direitos e liberdades partilhados, para que possam ser respeitados e promover a vontade de proteger os outros. 

4.2 A educação para a tolerância deve ser considerada um imperativo urgente; é por isso que é necessário promover métodos de ensino de tolerância sistemática e racional que abordem as fontes culturais, sociais, económicas, políticas e religiosas de intolerância - principais raízes da violência e exclusão. As políticas e programas de educação devem contribuir para o desenvolvimento da compreensão, solidariedade e tolerância entre os indivíduos, bem como entre os grupos e nações étnicas, sociais, culturais, religiosas e linguísticas. 

4.3 A educação para a tolerância deve visar contrariar as influências que levam ao medo e à exclusão de outros, e deve ajudar os jovens a desenvolver capacidades de julgamento independente, pensamento crítico e raciocínio ético. 

4.4 Comprometemo-nos a apoiar e implementar programas de pesquisa e educação em ciências sociais para tolerância, direitos humanos e não-violência. Isto significa dedicar especial atenção à melhoria da formação de professores, dos currículos, do conteúdo dos livros didáticos e das lições, e outros materiais educativos, incluindo novas tecnologias educacionais, com vista a educar cidadãos carinhosos e responsáveis ​​abertos a outras culturas, capazes de apreciar o valor da liberdade, respeitando a dignidade e as diferenças humanas, e capaz de prevenir conflitos ou resolvê-los por meios não-violentos. 

16 de novembro de 2005

Ler Declaração completa AQUI.


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Filosofia, uma escola de liberdade



Ensinar Filosofia, Aprender a filosofar



 http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001541/154173e.pdf
ISBN 978-92-3-104070-2



"Numa sociedade aberta, inclusiva e pluralista, orientada para o conhecimento, a filosofia tem o seu justo lugar. O seu ensino, ao lado das outras Ciências Sociais e Humanas, permanece no cerne das nossas preocupações. Este trabalho não é simplesmente um inventário do que está, ou não está, a ser feito no campo do ensino da filosofia, hoje. Ao estabelecer um quadro interpretativo claramente compreensível, oferecendo sugestões e novas orientações, vai muito além disso. Desta forma, pretende ser uma ferramenta genuína, prática, orientada para o futuro, bem documentada e atualizada, onde cada pessoa encontrará alimento para pensar. O que é o ensino da filosofia se não o ensino da liberdade e do raciocínio crítico? A filosofia realmente implica exercer a liberdade dentro e através da reflexão porque é uma questão de fazer juízos racionais e não apenas expressar opiniões, porque é uma questão não apenas de saber, mas de entender o significado e os princípios do saber, porque é uma questão de desenvolver uma mente crítica, baluarte por excelência contra todas as formas de paixão doutrinária."

Koïchiro Matsuura IX, Diretor-Geral da UNESCO