sábado, 17 de novembro de 2018

Encontro com autores (III)



Palestra | Auditório 1 | Dia 15 de novembro de 2018


Da importância da leitura na vida pessoal, académica e profissional. Assim se poderia titular a palestra de Moita Flores dirigida a alunos do 11º C e F e 12º  A, B, C, D e E e respetivos professores acompanhantes.

Da vida como livro ou do livro como vida. Das escolhas assumidas e consequentes. Da recusa do maniqueísmo pela impossibilidade ontológica de uma vida a preto e branco.

De textos e autores (sem despeitos, nem complexos) - Camilo, Antero, Umberto Eco, Eduardo Lourenço, António Nobre...

Uma fantástica lição!











 



Encontro com autores (II)




Tertúlia | Biblioteca | Dia 14 de novembro de 2018, às 21:00


O gosto precoce pelos livros alimentado pelas bibliotecas itinerantes da Gulbenkian, o amor pela leitura-escrita transmitido pelo professor de Português em Moura, a profissão que se cola à identidade como traço indelével, a incursão pela política, a experiência da escrita e guionismo para o cinema e a televisão, as pequenas curiosidades em torno da génese dos romances, o percurso académico assumido como aprendizagem ao longo da vida, a confidência que suscita a aproximação, de tudo isto o escritor falou, partilhando com os presentes - ora em tom emocionado, ora recorrendo ao humor e ao registo anedótico -, fragmentos do livro da sua vida.


Excelente serão!




 
  




Encontro com autores (I)



Cantinho de leitura








Para preparar o Encontro com o escritor Francisco Moita Flores, que aconteceu no passado dia 14 de novembro, a Biblioteca levou os livos até aos seus leitores : preparou um confortável cantinho de leitura, no átrio da Escola. 

Assim, quem por lá passou pôde sentar-se calmamente e viajar pelo mundo dos textos do autor.


Comandante Carvalho Araújo - a identidade de um herói


No centenário da morte de Carvalho Araújo (1918-2018)



No passado dia 10 de novembro, teve lugar, nos Paços do Concelho, a apresentação pública do livro "Comandante Carvalho Araújo - A identidade de um herói", de Joaquim Ribeiro Alves, prefaciado pela Vice-Presidente do Município de Vila Real, Eugénia Almeida.

A apresentadação esteve a cargo do diplomata vila-realense Francisco Seixas da Costa. 

A publicação desta biografia, por iniciativa do Município, constitui uma das muitas cerimónias que desde o mês de maio têm vindo a realizar-se em homenagem ao herói de Vila Real, José Botelho de Carvalho Araújo, oficial da Marinha Portuguesa, morto na Primeira Guerra Mundial.















Prevenir o extremisno violento



Guia do professor



 https://drive.google.com/open?id=15eb207KT-e2hF31tlMFOb8Ulg_MU7zHb






Do significado de tolerância






Declaração de princípios da UNESCO sobre Tolerância


"Artigo 1 - Significado de tolerância

1.1 A tolerância é o respeito, aceitação e valorização da rica diversidade das culturas do nosso mundo, nossas formas de expressão e formas de ser humano. É fomentado pelo conhecimento, abertura, comunicação e liberdade de pensamento, consciência e crença. A tolerância é harmonia na diferença. Não é apenas um dever moral, é também uma exigência política e legal. A tolerância, a virtude que torna a paz possível, contribui para a substituição da cultura de guerra por uma cultura de paz.


1.2 A tolerância não é concessão, condescendência ou indulgência. A tolerância é, acima de tudo, uma atitude ativa motivada pelo reconhecimento dos direitos humanos universais e das liberdades fundamentais dos outros. Em nenhuma circunstância pode ser usado para justificar violações desses valores fundamentais. A tolerância deve ser exercida por indivíduos, grupos e Estados.

1.3 A tolerância é a responsabilidade que defende os direitos humanos, o pluralismo (incluindo o pluralismo cultural), a democracia e o estado de direito. Envolve a rejeição do dogmatismo e do absolutismo e afirma os padrões estabelecidos nos instrumentos internacionais de direitos humanos.

1.4 Consistente com o respeito pelos direitos humanos, a prática da tolerância não significa tolerância à injustiça social ou ao abandono ou enfraquecimento das próprias convicções. Isso significa que a pessoa é livre para aderir às próprias convicções e aceita que as outras aderem às suas. Significa aceitar o fato de que os seres humanos, naturalmente diversos em sua aparência, situação, fala, comportamento e valores, têm o direito de viver em paz e ser como são. Isso também significa que as visões de alguém não devem ser impostas aos outros. "


Texto completo da Declaração.