terça-feira, 25 de agosto de 2015

Projeto 150Alice: 150 anos, 150 artistas, 150 ilustrações

 
 
 Alice, de Georgia Stylou (Grécia)
 
 
 
O Projeto 150 Alice é uma forma criativa de promover o trabalho colaborativo entre artistas de todo o mundo e de produzir uma obra de arte singular com fins solidários.
 
 

 
 
 
O texto do livro Alice no país das maravilhas foi dividido em 150 páginas e foram convidados 150 artistas de 42 países para as ilustrarem, de acordo com a sua leitura e estilo pessoais.
 
Resultado: a produção de uma versão ÚNICA do livro (impressa, em ebook e audiobook), constituído por 300 páginas (150 de texto e 150 de ilustrações), cuja venda irá permitir a construção de uma escola artística para crianças da Mongólia.
 
Quem quiser conhecer melhor este projeto, pode obter mais informações aqui.
 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

domingo, 23 de agosto de 2015

Blimunda 39



agosto 2015


É verão neste lado do mundo e a Blimunda de agosto coloca a mochila nas costas.

A primeira paragem da revista # 39 é em Lanzarote, ilha que transformou a escrita de José Saramago. Além de excertos dos Cadernos de Lanzarote e de um ensaio fotográfico da ilha, a Blimunda traz um texto de Pilar del Río sobre a relação de José Saramago com a terra das Canárias, e ainda uma reportagem publicada originalmente em 1997 na primeira edição da revista Bravo!, importante publicação cultural brasileira que foi extinta em 2013.

Na secção Saramaguiana, o catedrático Carlos Reis conta como foi o encontro que teve com o autor de A Jangada de Pedra em Lanzarote para as entrevistas que resultaram no livro Diálogos com José Saramago.

Da ilha para o continente, a Blimunda fez escala em Madrid para uma visita à Casa del Lector na tentativa de descobrir o segredo do sucesso desse espaço dedicado à literatura. Senhora de uma programação rica e variada, a «biblioteca das bibliotecas» recebe cerca de 17 mil visitantes por mês e tem como público todo e qualquer tipo de leitor.

Antes de regressar a Lisboa, a Blimunda passou por Tondela para acompanhar mais uma edição do Tom de Festa, festival musical que a ACERT-Associação Cultural e Recreativa de Tondela organiza há 25 anos.

Boas leituras e bom verão.
Descarregar Blimunda (pdf)

A Rota dos Escravos: uma visão global


 





 Documentário educativo e informativo produzido pela UNESCO. Apresenta as histórias e heranças decorrentes da tragédia do comércio de escravos e da escravidão e fornece um panorama da deportação massiva de populações africanas para diferentes partes do mundo, incluindo Américas, Europa, Oceano Índico, Oriente Médio e Ásia.
 
 

sábado, 22 de agosto de 2015

Década internacional das pessoas de ascendência africana (2015-2024)

 
 




A celebração do Dia Internacional da Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição (23 de agosto) coincidiu com o lançamento da Década Internacional das Pessoas de Ascendência Africana (2015-2024), que havia sido anunciada pela ONU em 2014.

O tema para esta década, "Reconhecimento, Justiça, Desenvolvimento", está profundamente articulado com a missão constitucional da UNESCO e em particular com o seu
Projeto Rota do Escravo, que celebrou o seu 20 º aniversário em 2014.

A experiência e os conhecimentos desenvolvidos no âmbito deste projeto irá resultar em contribuições concretas para os objetivos da Década, tais como uma maior consciência do tráfico de escravos e da escravidão em memórias coletivas e narrativas nacionais, a resolução das injustiças herdadas de um registo tendencioso da história do comércio de escravos, e o reconhecimento do contributo significativo feito por pessoas de ascendência africana para o mundo moderno.


 




 Para marcar esta Década, o Projeto Rota do Escravo vai publicar, em Outubro de 2015, um Agenda Decenal (2015-2024), que prevê datas-chave da história de pessoas de ascendência africana, bem como informações relevantes sobre os temas desta década.

 

Dia Internacional da Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição




No dia 23 de agosto celebra-se o Dia Internacional da Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição, que é "tanto uma homenagem a todas as vítimas e sua resistência contra a escravidão como uma chamada de atenção para a verdade, justiça e diálogo entre os povos. A história do tráfico de escravos é o de uma batalha, e, eventualmente, uma vitória, pela liberdade e direitos humanos, simbolizada pela revolta dos escravos de Santo Domingo na noite de 22-23 agosto de 1791.

Este ano, uma tal mensagem é particularmente importante, porque 2015 marca o início da Década Internacional das Pessoas de Ascendência Africana (2015-2024).
O espírito deste Dia, criado em 1997 por iniciativa da UNESCO, articula-se com a meta da Década para promover o conhecimento e o respeito pela contribuição de pessoas de ascendência africana para a diversidade cultural e do desenvolvimento das sociedades.

O crime de escravidão forjou laços irreversíveis entre povos e continentes, e lembra a todos os povos do mundo que os seus destinos estão ligados, porque as suas histórias e identidades foram parcialmente feitas através dos mares, às vezes até mesmo em outros continentes. Ao ensinar, comunicar e transmitir esta história, podemos agora reforçar os direitos e a dignidade das pessoas de ascendência africana e, em conjunto, a luta contra todas as formas de racismo e discriminação.

Através de seu projeto Rota do Escravo e História Geral da África, a UNESCO está a esforçar-se para revelar a realidade da escravidão e o tráfico de escravos para nos ajudar a aprender com isso esse capítulo da história. Durante 20 anos, o Projeto Rota do Escravo tem estimulado a pesquisa e incentivado a implementação de ferramentas de ensino nas escolas, a proteção de memoriais e até mesmo o reconhecimento oficial da escravatura como crime contra a humanidade pelas Nações Unidas em 2001. O compromisso da UNESCO também está presente na organização do concurso internacional para a conceção do Permanent Memorial para honrar as Vítimas da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Escravos, inaugurada este ano na sede das Nações Unidas.

Confrontada com os perigos permanentes de racismo e extremismo, a UNESCO está a tomar medidas para garantir que a memória e a história sejam forças para o diálogo, a tolerância e o entendimento mútuo. Ao promover a diversidade inerente nas nações, através da experiência da escravidão e o tráfico de escravos, podemos entender melhor o mundo diversidade e encontrar o caminho para a paz."

 Irina Bokova, Diretora Geral da UNESCO (nossa tradução)




Durante mais de 400 anos, mais de 15 milhões de homens, mulheres e crianças foram vítimas do trágico comércio transatlântico de escravos, um dos capítulos mais terríveis da história humana.

 

Panorama do tráfico de escravos oriundo de África, 1500-1900.

David Eltis e David Richardson, Atlas do Tráfico Transatlântico de Escravos (New Haven, 2010).



  

  
                           © UNESCO, The Slave Route map.



 

Este vídeo retraça o caminho percorrido pelo Projeto da Rota do Escravo ao longo dos últimos vinte anos (1994-2014) para quebrar o silêncio sobre a história da escravatura.

 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

BNP promove conferência para assinalar o 150º aniversário de Alice




Alice, de Teresa Lima


Para assinalar os 150 anos da publicação de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, a Biblioteca Nacional de Portugal/BNP organiza uma mini-mostra bibliográfica, de 9 a 31 de outubro, que reúne algumas das traduções portuguesas e adaptações da obra.

A inauguração desta mostra, no dia 9, coincide com a Conferência Um Dia para Celebrar o 150º Aniversário da Publicação de As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, que decorre no Auditório da BNP e é organizada pelo Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies (CETAPS), da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; pelo Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC), do Instituto de Educação da Universidade do Minho; pelo Liter21 – Grupo de Investigación da Universidade de Santiago de Compostela; e pela Elos – Asociación Galego-Portuguesa de Investigación en Literatura Infantil e X/Juvenil.
 
 
Alice, de Teresa Lima

Um catálogo, em formato e-book, contendo as traduções e adaptações portuguesas de Alice, e dois textos - um de Rogério Miguel Puga, sobre as ilustrações das edições portuguesas, e outro de Conceição Pereira e Margarida Vale de Gato, sobre as traduções e adaptações -, complementa a mostra.