sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O sabor das palavras ditas


Promoção do livro e da Leitura

 


 Fanha chegou, falou, declamou e a todos encantou!!






A abrir a sessão, três alunos de 11º ano  - Tiago Varandas, 11º C, Diogo Fernandes, do 11º D e Ana Margarida do 11º H  - presentearam o convidado e os colegas com a leitura  de extratos do Manifesto Anti-Dantas, do Manifesto Anti-Leitura e do poema "Grito". 






 Estiveram presentes no encontro com Fanha os alunos do 7º A, 8º C, 10º H, e 11º C, D, F, H e I, acompanhados pelos professores João Pinto, Rosa Canelas, Anabela Carvalho, Graça Campolargo, Teresa Teixeira, Edite e Conceição Martins.
A apresentação do escritor esteve a cargo da Professora Isabel Cunha.



O poeta, divulgador de poesia, declamador, professor, formador, arquiteto e tudo... deslocou-se ainda às turmas B, C e D do 7º ano para um encontro com os alunos, no espaço da sala de aula.




 
          Minifeira do Livro, por ocasião da visita de José Fanha 


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dia internacional em memória das vítimas do holocausto


27 de janeiro


CIDADANIA


Irina Bokova visita Aucshwitz
 

O Holocausto tornou-se uma referência global para o incremento da consciência sobre o abuso dos direitos humanos e o estado de violência.
Durante a 2ª Guerra Mundial, foram perseguidos e exterminados cerca de 6 milhões de judeus, alegadamente por serem racialmente inferiores e constituírem uma ameaça à pureza da raça ariana de que os alemães eram os legítimos e únicos descendentes. De sublinhar, no entanto, que também os ciganos, os homossexuais, os comunistas, as Testemunhas de Jeová foram considerados uma raça inferior e, como, tal, também eles foram perseguidos e destruídos.

Foto tirada na Alemanha, em 1928. Duas famílias judias alemãs numa reunião antes da Guerra.
Apenas duas pessoas deste grupo sobreviveram ao Holocausto.
US Holocaust Memorial Museum

 
 
US Holocaust Memorial Museum (Fonte: http://www.ushmm.org/wlc/ptbr/media_nm.php?MediaId=135)
 


É preciso lembrar, cultivar a memória da perseguição desumana do homem pelo homem.
É preciso lembrar o horror, para não repetir. Nunca mais!
A arte, nomeadamente a literatura e o cinema, tem dado um contributo relevante para manter viva uma realidade que ultrapassa todos os cenários passíveis de ser construídos pela ficção. 
 

José Fanha visita a nossa escola







Alguns pequenos poemas da década de 70 ditos pelo escritor:



O meu coração não tem cor | José Fanha



Escritor de literatura infanto-juvenil, José Fanha, que visita a nossa escola na próxima quarta-feira, dia 29 de janeiro, é também o autor de letras de música.
Destacamos, a título de curiosidade, o poema "O meu coração não tem cor", interpretado por Lúcia Moniz, que representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção de 1996, em Oslo.
Até hoje, essa foi a canção que obteve a melhor classificação de sempre no referido festival, o sexto lugar.

Aqui fica o vídeo dessa participação:





Para quem quiser acompanhar Lúcia Moniz, deixamos também a letra:


O MEU CORAÇÃO NÃO TEM COR

Andamos todos a rodar na roda antiga
Cantando nesta língua que é de mel e de sal
O que está longe fica perto nas cantigas
Que fazem uma festa tricontinental


Dança-se o samba, a marrabenta também
Chora-se o fado, rola-se a coladeira
P’ la porta aberta pode entrar sempre alguém
Se está cansado, diz adeus à canseira


Vai a correr o corridinho
Que é bem mandado e saltadinho
E rasga o funaná, faz força no malhão
Que a gente vai dançar sem se atrapalhar
No descompasso deste coração


E como é? E como é? E como é?
Vai de roda minha gente, vamos todos dar ao pé


Estamos de maré, vamos dançar
Vem juntar o teu ao meu sabor
Põe esta canção a navegar
Que o meu coração não tem cor


Estamos de maré, vamos dançar
Vem juntar o teu ao meu sabor
Põe esta canção a navegar
Que o meu coração não tem cor


Andamos todos na ciranda cirandeira
Preguiça doce e boa, vai de lá, vai de cá
Na nossa boca uma saudade desordeira
De figo, de papaia e de guaraná


Vira-se o vira e o merengue também
Chora-se a morna, solta-se a sapateia
P’ la porta aberta pode entrar sempre alguém
Que a gente gosta de ter a casa cheia


Vamos dançar este bailinho
Traz a sanfona, o cavaquinho
A chula vai pular nas voltas do baião
Que a gente vai dançar sem se atrapalhar
No descompasso deste coração


E como é? E como é? E como é?
Vai de roda minha gente, vamos todos dar ao pé


Estamos de maré, vamos dançar
Vem juntar o teu ao meu sabor
Põe esta canção a navegar
Que o meu coração não tem cor


Estamos de maré, vamos dançar
Vem juntar o teu ao meu sabor
Põe esta canção a navegar
Que o meu coração não tem cor


Hey (e vai te volte, vai te volte, p’ra acabar)
Que o meu coração não tem cor


  Poema de Jose Fanha

domingo, 26 de janeiro de 2014

Canção para minhas filhas | José Fanha


Fanha dedica um poema às suas duas filhas, Sara e Matilde.


CANÇÃO PARA AS MINHAS FILHAS


Como sereis minhas filhas
quando o meu poema terminar?

Como sereis
agora mesmo
daqui a 5 minutos
5 anos
uma medida qualquer
impalpável
dessas que vestem o tempo
como se o tempo pudesse ser vestido?

Como sereis então
nesse tempo que eu não sei dizer?
Mais claras? Mais azuis? Mais aves?
Tereis já uma ruga pousada junto à boca
e o cântaro da água entornado no olhar?

Que sol trará a luz às vossas mãos?
Que sal tomará conta da música do corpo?
Quem vos cantará
quando eu fechar a casa dos meus versos?

Viverá nos vossos dedos o estilete
o aparo
o bico de carvão
com que sobre o mar se escreve
o desejo de ser livre?

Haverá uma canção que venha em vós
romper a noite
e instaurar a transparência do ar?

Sede espertas e vivas, filhas minhas!
Não deixeis que vos roubem
a alegria do abraço.
Não vos torneis funcionárias!
Cantai!
Sede ciganas
e levai a pátria atrás de vós
na carroça dos mais belos sonhos
que o vosso peito engendrar!

Entrai pelas florestas e tocai em cada tronco
para que ele
de folha em folha:
vos reconheça e diga:
estas são nossas irmãs! Vamos dançar!

Amai como quem cavalga o vento!
Sede mágicas e grandes por dentro do coração!
Não deixeis que injustiça ou mesquinhez
façam ninho à vossa porta.

Ensinai os vossos filhos
a ser pedras
oceanos
a ser sábios.
Ensinai-lhes os caminhos da bondade
e fazei-los sorrir em cada esquina.

E por fim
queridas filhas
se para tanto chegar
o lado mais claro do meu nome a arder
levai-o em vossas mãos
e deixai-o junto ao mar
para que as ondas o tornem
num barco feliz
eternamente a navegar.


in Cancioneiro Feliz






Manifesto anti-leitura | José Fanha








José Fanha estará na nossa escola dia 29 de janeiro, às 10h, no Auditório 1.


 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Blimunda 20



Janeiro 2014






"A Blimunda de janeiro chega com um conjunto de novas secções e rubricas. No corpo central da revista um texto de Sara Figueiredo Costa traça o percurso de diferentes Almanaques, esses 'livrinhos para o ano todo', e visita-se Platero e eu, obra de Juan Ramón Jiménez que agora comemora o primeiro centenário, e que José Saramago acolheu na sua Jangada de Pedra.

Novidade na Blimunda, é a secção sobre Cinema, de responsabilidade de João Monteiro, cofundador do Cineclube de Terror de Lisboa e um dos programadores do MOTELx, que aqui dá continuidade do trabalho que tem sido desenvolvido por este festival ao longo destes anos, principalmente ao nível do cinema português. A secção Cinema terá uma periodicidade bimestral nas páginas da Blimunda.

Na secção infantil e juvenil, Andreia Brites conversa com Eduardo Filipe, um dos responsáveis pela ILUSTRARTE, Bienal Internacional de Ilustração que em 2014 está a viver a sua 6.ª edição. Inaugurada a 16 de janeiro, a ILUSTRARTE apresenta até abril o melhor que se faz na ilustração internacional, numa exposição que está patente no Museu da Electricidade. A acompanhar esta conversa, apresentam-se os trabalhos de 15 ilustradores que integram esta mostra.

A fechar, como habitualmente, a Saramaguiana regressa a 2005 e à participação de José Saramago no Fórum Social Mundial de Porto Alegre. Também presente nesta secção, uma análise à nova edição de A Maior Flor do Mundo, texto de José Saramago que conheceu no final de 2013 uma nova edição com ilustrações de André Letria.

Às restantes rubricas que compõem a Blimunda em todos os meses, juntam-se a partir de janeiro, a Estante, local de acolhimento de 8 livros recentemente editados, e o Dicionário de Literatura Infantil e Juvenil, que de A a Z trará entradas escritas por escritores, ilustradores, editores, professores."




Manifesto anti-Dantas dito por Mário Viegas

         


     



O Manifesto anti-Dantas, de Almada Negreiros é um texto de caráter panfletário produzido no contexto de contestação e mudança do primeiro Modernismo português. Nele se critica de forma jocosa e sarcástica a figura de Júlio Dantas - médico e escritor - que para os jovens criadores de então simbolizava a tradição paralisante.

Recorrendo ao tratamento parodístico, José Fanha inspira-se na estrutura discursiva deste manifesto para elaborar o seu Manifesto Anti-Leitura.  


Manifesto anti-leitura | José Fanha






José Fanha estará na nossa escola dia 29 de janeiro, às 10h, no Auditório 1.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Semana da leitura'14 | Concurso ler é uma festa!





No âmbito da 8ª Edição da Semana da Leitura, cujo tema é a Língua Portuguesa, o Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Banco Popular, promove o Concurso Ler é uma Festa!.
 
Crianças e jovens são convidados a retratarem, explicarem, traduzirem e/ ou recontarem  a festa da leitura das suas escolas, mostrando o envolvimento e o contributo de diversas disciplinas e projetos na celebração coletiva da Leitura. 
Cada agrupamento/ escola só pode concorrer com um trabalho por nível / ciclo de ensino.
Inscrição no SIPNL (até março de 2014).
Envio dos trabalhos - pnlconcursos@gmail.com

CALENDÁRIO
Janeiro de 2014 - divulgação do concurso 
Até março de 2014 - inscrição no SIPNL 
 
Abril de 2014 - seleção do(s) trabalho(s) | por nível de ensino 
 
                    - envio pela escola (sede) do(s) trabalhos para pnlconcursos@gmail.com

Maio de 2014 - análise e seleção dos trabalhos  
 
Junho de 2014 - divulgação dos vencedores 
 
                     - entrega de prémios (cerimónia em local e data a agendar)

Para mais informações, consultar o Regulamento.  
  


Martinho Torres/Richard Towers fala dos seus livros-objeto


Um projeto original!

                               




Para promover o livro e a leitura, a Biblioteca da Camilo dinamizou mais um encontro dos alunos da Camilo com um escritor.
Assim, conforme previsto, ontem, dia 21 de janeiro, Richard Towers encontrou-se com alunos do 7º A, 8º B, 10º I e 12º E, acompanhados dos respetivos professores (Álvaro Pinto, Elza Pinto, Paula  Parente e Graça Campolargo), no Auditório 1 da nossa escola.
O escritor, que foi professor de Português e fez a sua licenciatura na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro/UTAD, começou por explicar que abandonou a carreira docente para perseguir um sonho  - a escrita criativa associada a um projeto original que associa a apresentação gráfica dos livros à temática central neles abordada - passando, de seguida, a apresentar cada um dos seus três livros-objetos já publicados.  
Quatro alunos do 7º ano leram extratos dos seus textos, acompanhados à viola pelo escritor.



 
                                                                
 
                                                                  

 
Excerto de Reflexos

 Quando levantou a cabeça, pôde mirar-se no espelho, constatando um novo estado de espírito, uma nova chama brilhando nas íris, qual renascer inspirado. Sorriu. Gotas insubmissas escorriam-lhe pela face, caindo, insonoras, na pia branca. Ficou algum tempo a observar-se. Era por vezes assustador constatar que ele era aquela pessoa. E, se olhasse com atenção, de forma profunda, podia perceber que não se reconhecia, que não se identificava com aquele ser, aquele homem, aquela máscara que transportava todos os dias. Deixou-se levar até ao limiar do desconhecido e desviou a cara irreconhecível do espelho. Usou a toalha castanha como refúgio da alma. Esfregou bem os olhos e toda a face e voltou a colocar a toalha no suporte. Lançou novo olhar para o seu reflexo, usando de uma certa abstracção para não se enredar em pensamentos metafísicos desnecessários, mas não deixou de se sentir algo preso a questões que o atormentavam, de tempos a tempos, e que voltavam a toldá-lo naquele momento. Quantas vezes se detivera, olhando para as formas que assumia diante da superfície espelhada? Quantas vezes se perdera diante de si próprio, tentando encontrar-se num estranho labirinto que se formava nos seus olhos, qual fosso profundo e infindável? Quantas vezes se questionara acerca da verdade escondida por detrás daquele olhar, por detrás da sua máscara? Por mais que se aventurasse, por mais longe que se lançasse à descoberta de si, mais questões surgiam e menos se conhecia. Era um caminho impossível. Teve de abandonar a demanda, mais uma vez.

In Reflexos, Richard Towers, 2011, pp. 7-8


 
Excerto de O Desafio

As crianças brincam. São espíritos felizes. Correm, saltam, gritam. Para lá do vidro, tudo parece mais claro, mais puro, como a neve que cai numa cadência mágica, num silêncio hipnótico. É um dia frio de Inverno, a temperatura ronda os dez graus abaixo de zero, mas há um calor que nasce de dentro e inspira. Sei agora que nunca voltarei a ser o mesmo. Sei que nunca voltarei a olhar para o mundo da mesma forma. Há toda uma verdade escondida para lá do que é óbvio, para lá do espetáculo que a vida e o mundo nos oferecem. Sei, porque o descobri. Descobri que vivemos uma ilusão e que, ao virar da esquina, a sorte ou o azar espreitam para nos derrubar. Não podemos escapar, nem desistir. O nosso destino é ir até ao fim. Olho para lá do vidro e compreendo o significado de uma vida em busca de felicidade. A felicidade está ali, nas crianças que saltam, e correm, e gritam. A felicidade está nessa contemplação, não no tabuleiro que enfeitiça. O objetivo é a vida, não o jogo. Por isso o abandono, por isso viro costas, mesmo sabendo que jogando, poderia tornar-me um deus. O abismo e a luz coabitam no mesmo espaço. Cabe-nos a nós escolher por onde queremos caminhar. Caminho para a saída, para a luz. Abro a porta, miro o espaço uma última vez, numa despedida do passado, no fechar de um capítulo. Todos temos uma segunda oportunidade. Eu sou a segunda oportunidade. Desço as escadas em caracol. Não sinto a náusea do trajeto, nem o agreste corrimão que me arde sob as mãos. Apenas sinto o alívio da escolha. E fecho a porta atrás de mim com um sorriso firme. Porque estou seguro da minha opção.

In O Desafio, Richard Towers, 2012, pp. 297-298



Excerto de Tempo
Imaginemos que alguém consegue descobrir a fórmula para a imortalidade. Que interesse teria a vida sem a morte? Pois uma é indissociável da outra e uma existe na sombra da outra. Neste fio temporal da existência, alterna-se a vida com a morte. Nesta intermitência, consideramos uma o oposto da outra. Mas será assim mesmo? Não será antes uma a continuação da outra? Se assumirmos a perspectiva de uma anulação contínua, concluímos que não faz sentido criar uma solução que não contemple uma alternativa. O conceito de vida não existe sem a morte. É como a folha e o seu verso. São iguais em tudo, porém, num lado, a letras vibrantes e apaixonadas, inscreve-se a vida; no outro, vogando no vazio, repousa a morte. E assim se define a existência. Um equilíbrio entre a luz e a sombra. Entre o vazio e o cheio. O ser e o não-ser. E tão necessária é uma como a outra. É neste contexto que o tempo procura encontrar o seu lugar. A contagem, que se inicia quando nascemos e termina quando morremos, é efectuada de modo incessante por todos nós. Contabilizamos a existência uns dos outros. Dizemos que tal pessoa viveu tantos anos. E só assim conseguimos enquadrá-la no plano existencial; porém, essa pessoa não viveu x anos, mas sim em determinado espaço. Moveu-se, decidiu, agiu, contemporizou, avançou, retrocedeu, fez, desfez, amou, riu, chorou, cresceu, envelheceu. Foi. Existiu. Em suma, pensando ser diferente, não fugiu à linha oblíqua da vida. Só aqueles que conseguem fugir ao rumo provável da existência podem aspirar a quebrar o elo do tempo. Escapar ao destino é uma das nossas incansáveis tarefas.
in Tempo, Richard Towers, 2011, pp. 82-83


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

CNL | Alunos selecionados para a 2ª fase





Alunos selecionados para a 2ª fase do CNL

Realizadas as provas orais, os alunos selecionados para representarem a escola na 2ª fase do Concurso Nacional de Leitura são os seguintes:

3º Ciclo do Ensino Básico:
 - Lia Rafaela de Marcos e Melo, do 7º A
- Sérgio Sequeira Bastos, do 9º C
- Carlos Miguel L. Ledo de Matos, do 9º E

Ensino Secundário:
 - Márcia Raquel Sousa Nogueira, do 10º A
 - Verónica Isabel Fonte Alves, do 10º H
 - Ana Margarida Almeida Heleno, do 11º H


Aqui fica registado o memorial de todos os alunos que participaram em mais uma edição do Concurso Nacional de Leitura:
 - Lia Rafaela de Marcos e Melo
- Ana Margarida Nóbrega Santos
- Beatriz Mesquita Cardoso
- Ricardo Payen Mesquita
- Rodrigo Payen Mesquita
- André Oliveira Santos
- António Pedro Pires Teixeira
- Catarina Beatriz Serra Cantojo
- João Adriano Azevedo Guedes
- José Henrique Comprido Nascimento
- Manuel Guilherme Teixeira Ribeiro
- Ana Catarina Correia Soares
- Mário Jorge Gonçalves dos Santos
- Beatriz Peão da Costa
- Francisca Escola
- Inês Mourão
- Mafalda Seixas
- Mafalda Vasconcelos Pereira Pinto
- Margarida Ribeiro Cosme
- Maria Jorge Cruz de Gouveia
- Maria Rita Teixeira
- Sérgio Sequeira Bastos
- Barbara Reigoto
- Catarina Matos
- Clara Sofia Dias Simão de Melo
- Daniel Marques Botelho
- Helena Pires
- Helena Carvalho
- Inês Oliveira
- Inês Vieira
- Miguel Alexandre Garcia Cabral
- Carlos Miguel Loção ledo de Matos
- Daniela Filipa Pereira Fontinha
- João Pedro M. Q. S. Costa
- Márcia Raquel Sousa Nogueira
- Verónica Isabel Fonte Alves
- Ana Margarida Almeida Heleno




Parabéns a todos e a continuação de Boas Leituras!