Este dossiê inclui dezenas de links de acesso a Cadernos e Roteiros Temáticos, organizados por ano e disciplina, que integram guiões de trabalho autónomo (GTA), recursos interativos, videoaulas, glossários, entre outros, e que estão disponíveis na plataforma Estudo Autónomo.
Neste vídeo, as alunas Cristiana Barreira, Catarina Teixeira, Matilde Ferreira, Rita Pinto e Rita Silva, alunas de Grego do 12º E, revisitam o mito de Orfeu e Eurídice através de uma abordagem intimista e profundamente humana. A narrativa ganha forma numa sala aquecida pela lareira, onde uma avó partilha com a neta uma das histórias mais marcantes da mitologia grega. Este enquadramento — terno, doméstico, intergeracional — sublinha a força ancestral dos mitos e a forma como continuam a ser transmitidos, reinventados e sentidos.
Convidamos à visualização deste vídeo, onde o mito se acende novamente no gesto simples de contar uma história.
Neste vídeo, o Gustavo Campos e a Mafalda Alves, alunos de Grego do 12º E, dão nova vida ao mito de Tétis e Peleu através de uma combinação expressiva de animação e narrativa em verso. A partir de uma linguagem visual cuidada e de uma escrita rítmica que evoca a tradição épica, os alunos recriam o encontro entre a deusa marinha e o herói mortal, explorando os contrastes entre destino, metamorfose e desejo.
O resultado é uma interpretação criativa e sensível, que alia rigor mitológico a uma estética contemporânea, revelando a capacidade dos estudantes para transformar narrativas antigas em experiências artísticas envolventes.
Convidamos à visualização deste trabalho, onde a poesia e a imagem se entrelaçam para recontar um dos episódios mais fascinantes da mitologia grega.
Para quem não teve oportunidade de participar nesta ação, já se encontram disponíveis as gravações da ACD “Da tua biblioteca ao Público – Jornais Escolares.
As gravações incluem ainda testemunhos de projetos distinguidos, evidenciando o potencial das bibliotecas escolares enquanto espaços de informação, aprendizagem e cidadania.
A Ação Online de Curta Duração “Da biblioteca ao Público – Jornais Escolares”, promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares e pelo PÚBLICO na Escola, em colaboração com o CFAE Nova Ágora, nos dias 21 e 28 de janeiro, tem como objetivo capacitar professores bibliotecários e docentes para o desenvolvimento e dinamização de projetos de jornais escolares, reforçando o trabalho colaborativo, o pensamento crítico e a utilização pedagógica dos media enquanto instrumentos de participação democrática.
Para reinterpretar o mito de Orfeu e Eurídice, a Alba Mancera, o Bruno Carvalho, a Juliana Gando, o João Azevedo, a Lara Fernandes, a Liliana Paulo e a Rita Bertelo, alunos do 12ºE, criaram um vídeo na aula de Grego, que cruza a tradição clássica com a modernidade literária portuguesa. A partir de uma associação ousada — Fernando Pessoa e Ofélia como novas figuras órficas — os alunos exploram os temas do amor, da perda e da criação artística, evocando ainda a estética da Revista Orfeu através da capa fictícia do seu nº 3.
O resultado é um exercício criativo que liga o imaginário grego ao universo pessoano, revelando a atualidade dos mitos e a capacidade dos estudantes para reinventarem narrativas antigas com sensibilidade e inteligência.
Convidamos à visualização deste trabalho, onde o passado clássico e a vanguarda modernista dialogam de forma inesperada e inspiradora.
Recorrendo à linguagem visual, o Juan Garcia, o Mateus Alves e o Marcus Benício, alunos do 12º E, criaram uma narrativa enquadradora simples e profundamente humana: um avô que, sentado ao lado do neto, lhe conta uma das histórias mais belas e trágicas da mitologia grega - Orfeu e Eurídice.
A escolha desta situação narrativa não é casual. Ao colocar o mito no espaço íntimo da transmissão oral — onde as histórias passam de geração em geração — os alunos sublinham a força intemporal dos relatos clássicos e a sua capacidade de continuarem a interpelar-nos hoje.
Convidamos todos a assistir ao vídeo e a deixarem-se tocar, uma vez mais, pela eterna pergunta que atravessa o mito: até onde pode ir o amor — e o que significa olhar para trás.