quarta-feira, 22 de abril de 2026

Escola a ler no dia mundial do livro

 

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A ES Camilo Castelo Branco assinala o Dia Mundial do Livro com a 2.ª edição de Escola a Ler, celebrando o poder transformador da leitura e a força simbólica desta data.

No dia 23 de abril, a comunidade educativa volta a reunir‑se em torno de uma celebração que atravessa séculos e fronteiras: o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, instituído pela UNESCO em 1995 para promover a leitura, a edição e a proteção da criação literária. A escolha desta data não é casual: segundo os vários calendários, foi neste dia que desapareceram figuras maiores da literatura universal, como Miguel de Cervantes e William Shakespeare, entre outros autores que marcaram profundamente a cultura escrita.

A origem desta comemoração remonta, porém, à Catalunha, onde o 23 de abril — dia de São Jorge (Sant Jordi) — se tornou uma festa popular em que uma rosa é oferecida a quem compra um livro. Com o tempo, esta troca simbólica de rosas e livros espalhou‑se por vários países, transformando‑se num gesto universal de celebração da leitura, do afeto e da partilha cultural .

A ES Camilo Castelo Branco associa‑se anualmente a esta efeméride através de diversas iniciativas que procuram reforçar o papel central do livro na formação de leitores críticos, curiosos e sensíveis. Este ano, a Escola vai dinamizar a 2.ª edição deste ano do Escola a Ler, uma ação que pretende levar os livros até ao coração das salas de aula.

Ao longo do dia, a Biblioteca Escolar distribuirá um conjunto de livros por todas as turmas, selecionados de acordo com os diferentes níveis de ensino. Cada docente, em diálogo com os seus alunos, definirá a dinâmica de leitura a desenvolver: poderá ser uma leitura partilhada, uma conversa espontânea sobre o que o livro desperta ou até uma atividade criativa inspirada nas páginas lidas / comentadas.

Mais do que uma celebração simbólica, esta iniciativa pretende aproximar os alunos dos livros, criar oportunidades de encontro com novas histórias e autores, e reforçar a ideia de que a leitura é um espaço de liberdade, imaginação e crescimento pessoal.

Convidamos toda a comunidade escolar a participar, a folhear, a ler e a celebrar connosco este dia que recorda, todos os anos, que um livro pode ser o início de tudo e que ler é o primeiro passo para pensar com liberdade.

Somos todos uma escola aLer mais e melhor! 

 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Dossier de preparação para os Exames Nacionais 2026

 

 

 

 

 


Este dossiê inclui dezenas de links de acesso a Cadernos e Roteiros Temáticos, organizados por ano e disciplina, que integram guiões de trabalho autónomo (GTA), recursos interativos, videoaulas, glossários, entre outros, e que estão disponíveis na plataforma Estudo Autónomo

 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Clássicos em Rede | Orfeu e Eurídice: o reconto do mito

 

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Marcus Benício, aluno de Grego do 12ºE, faz o reconto do conhecido mito de Orfeu e Eurídice e apresenta-o num apelativo ebook.


 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice : A voz da avó, a escuta da neta

 

 

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Neste vídeo, as alunas Cristiana Barreira, Catarina Teixeira, Matilde Ferreira, Rita Pinto e Rita Silva, alunas de Grego do 12º E, revisitam o mito de Orfeu e Eurídice através de uma abordagem intimista e profundamente humana. A narrativa ganha forma numa sala aquecida pela lareira, onde uma avó partilha com a neta uma das histórias mais marcantes da mitologia grega. Este enquadramento — terno, doméstico, intergeracional — sublinha a força ancestral dos mitos e a forma como continuam a ser transmitidos, reinventados e sentidos.

Convidamos à visualização deste vídeo, onde o mito se acende novamente no gesto simples de contar uma história.


Olimpíadas da Cultura Clássica | Tétis e Peleu: destino, metamorfose e desejo

 

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Neste vídeo, o Gustavo Campos e a Mafalda Alves, alunos de Grego do 12º E, dão nova vida ao mito de Tétis e Peleu através de uma combinação expressiva de animação e narrativa em verso. A partir de uma linguagem visual cuidada e de uma escrita rítmica que evoca a tradição épica, os alunos recriam o encontro entre a deusa marinha e o herói mortal, explorando os contrastes entre destino, metamorfose e desejo.

O resultado é uma interpretação criativa e sensível, que alia rigor mitológico a uma estética contemporânea, revelando a capacidade dos estudantes para transformar narrativas antigas em experiências artísticas envolventes.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde a poesia e a imagem se entrelaçam para recontar um dos episódios mais fascinantes da mitologia grega.


terça-feira, 14 de abril de 2026

“Da biblioteca ao Público – Jornais Escolares”

 

#literaciamediática  

 

Para quem não teve oportunidade de participar nesta ação, já se encontram disponíveis as gravações da ACD “Da tua biblioteca ao Público – Jornais Escolares.

  





As gravações incluem ainda testemunhos de projetos distinguidos, evidenciando o potencial das bibliotecas escolares enquanto espaços de informação, aprendizagem e cidadania.

 

 

 

A Ação Online de Curta Duração “Da biblioteca ao Público – Jornais Escolares”, promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares e pelo PÚBLICO na Escola, em colaboração com o CFAE Nova Ágora, nos dias 21 e 28 de janeiro, tem como objetivo capacitar professores bibliotecários e docentes para o desenvolvimento e dinamização de projetos de jornais escolares, reforçando o trabalho colaborativo, o pensamento crítico e a utilização pedagógica dos media enquanto instrumentos de participação democrática. 

 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu, Eurídice e a Modernidade de Pessoa

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 





Para reinterpretar o mito de Orfeu e Eurídice, a 
Alba Mancera, o Bruno Carvalho, a Juliana Gando, o João Azevedo, a Lara Fernandes, a Liliana Paulo e a Rita Bertelo, alunos do 12ºE, criaram um vídeo na aula de Grego, que cruza a tradição clássica com a modernidade literária portuguesa. A partir de uma associação ousada — Fernando Pessoa e Ofélia como novas figuras órficas — os alunos exploram os temas do amor, da perda e da criação artística, evocando ainda a estética da Revista Orfeu através da capa fictícia do seu nº 3.

O resultado é um exercício criativo que liga o imaginário grego ao universo pessoano, revelando a atualidade dos mitos e a capacidade dos estudantes para reinventarem narrativas antigas com sensibilidade e inteligência.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde o passado clássico e a vanguarda modernista dialogam de forma inesperada e inspiradora.