sexta-feira, 3 de abril de 2026

Por que os professores bibliotecários são essenciais para a literacia em IA?

 

 

 


 

Os Professores Bibliotecários com formação em pedagogia são essenciais para o ensino da literacia em IA, pois combinam habilidades de pesquisa, avaliação crítica e mediação tecnológica que permitem aos alunos compreender, usar e questionar a IA de forma informada e responsável nas suas vidas académicas e quotidianas.

Dada a rápida expansão das ferramentas de inteligência artificial (IA) na educação, os bibliotecários escolares com formação pedagógica têm um papel essencial no desenvolvimento da literacia em IA entre os alunos. Num contexto em que as escolas integram cada vez mais tecnologias baseadas em IA, não basta simplesmente saber como usar essas ferramentas: é necessário compreender o que são, como funcionam, quais são as suas limitações e como avaliá-las criticamente para que os alunos se tornem utilizadores informados e responsáveis ​​desta tecnologia.

O texto argumenta que os bibliotecários escolares já desempenham papéis fundamentais no ensino de pesquisa, literacia informacional e literacia mediática, estando, portanto, em uma posição privilegiada para estender essas habilidades à IA. O seu trabalho tradicional de ensinar os alunos a encontrar, avaliar e usar informações relevantes articula-se diretamente com o que a literacia eficaz em IA implica: promover o pensamento crítico sobre algoritmos, dados e resultados gerados por sistemas automatizados, bem como abordar questões éticas e vieses.

Além disso, o artigo destaca a necessidade de acesso equitativo ao ensino de IA. Nem todos os alunos têm as mesmas oportunidades de interagir com tecnologias avançadas fora da escola, portanto, os bibliotecários escolares podem contribuir para essa igualdade, oferecendo recursos, workshops, guias e suporte contínuo. Isso inclui explicar não apenas como usar as ferramentas de IA, mas também abordar discussões sobre privacidade, propriedade intelectual, verificação de factos e riscos da desinformação.

Por fim, o artigo alerta que, sem uma literacia adequada em IA — orientada por profissionais capacitados —, os alunos correm o risco de adotar essas tecnologias de forma superficial ou sem compreender as suas implicações sociais e éticas. Portanto, capacitar, apoiar e fortalecer o papel dos bibliotecários escolares é apresentado como uma estratégia educacional fundamental para preparar os alunos de hoje para navegar com segurança num mundo cada vez mais impulsionado pela inteligência artificial.

 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu, espelho meu



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Na véspera do meu desalento
Caminho em prantos
Em direção ao meu tormento.
Desfaz-se-me a alma atordoada,
E em mórbidos passos…
Avisto aquilo que me acolheu desde a aurora despedaçada.
Encaro, e lá estás.
Tu…
Tu que vivendo tiraste o meu viver;
Tu, homem de maldizer,
Que és o causador do meu empobrecer
Deixaste-te levar pela inquietude do ser.
Tu, larápio,
Que roubaste a crina da minha amada lira
E o sol do meu amanhecer;
Tu, homem de maldizer,
Miraste o meu padecer.
Enquanto enfrentava o inimigo que me assombrava
Uma chama em mim se revelava,
A cólera no tórax resplandecia
Enquanto o meu espírito brutalmente julgava.
E, por fim,
Quebro em estilhaços o espelho que me encarava. 

 Juliana Gando, Orfeu, espelho Meu 

 

Poema Orfeu, espelho meu, de Juliana Gando, do 12ºE, apresentado ao concurso Olimpíadas da Cultura Clássica - Clássicos em Rede 2026

Mito: Orfeu e Eurídice.

Escalão C: Ensino Secundário

Categoria: Escrita
 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica | Hebe

 

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Livro digital A vida de Hebe apresentado ao concurso Olimpíadas da Cultura Clássica - Clássicos em Rede 2026. Produzido por Inês Bicá, Jaiane Silva, Matilde Prior e Margarida Santos, alunas do 12º E.

Mito: Hebe.

Escalão C: Ensino Secundário 

 

👉Sobre Hebe, a deusa da eterna juventude

 Na mitologia grega, Hebe é a deusa da juventude, filha de Zeus e Hera. Era a mais jovem dos deuses e responsável por mantê-los eternamente jovens. Várias eram as funções que desempenhava no Olimpo: preparava o banho de Ares, ajudava Hera a atrelar o seu carro e servia néctar e ambrosia aos deuses.

 

Hebe, por Jacques Louis Dubois (Séc. XIX)
 

quarta-feira, 25 de março de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice

 

 #alermaisemelhor  #OlimpíadasDaCulturaClássica  #ClássicosEmRede   #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares

 

Este é um dos trabalhos apresentados a concurso, produzido por alunos do 12ºF, na disciplina de Grego - Bruna Fonseca, Maria Eduarda Cruz, Paulo Afonso e Simão Santos.

Escalão C: Ensino Secundário

Mito: Orfeu e Eurídice (transposto para o contexto escolar atual)

 

 

 



👉Sobre o mito clássico

O mito de Orfeu e Eurídice é uma das mais famosas histórias de amor e tragédia da mitologia grega. Orfeu, um músico talentoso, desce ao Hades para resgatar a sua amada Eurídice, picada por uma cobra. Hades permite a sua saída sob a condição de Orfeu não olhar para trás, mas, ansioso, ele olha, perdendo-a definitivamente. 

 

Autor desconhecido

 

 

segunda-feira, 23 de março de 2026

Participação na Semana da formação financeira / GMW2026

 

 
 #semanadaformaçãofinanceira
 
#GMW2026 #GlobalMoneyWeek2026 #SmartMoneyTalks 




A escola participou na Semana da Formação Financeira com duas palestras orientadas por Gonçalo Peixoto, formador do Banco de Portugal. 

As sessões decorreram no dia 20 de março e envolveram as turmas do 12.ºE (8:15–10:05) e do 12.ºF (10:20–12:10), proporcionando aos alunos um contacto direto com temas essenciais de literacia financeira - Poupança & Crédito - e uma reflexão informada sobre a gestão responsável do dinheiro.







 

sexta-feira, 20 de março de 2026

Concertina - o som do mês de março

 

 #músicaemcena #bibliotecaccbvr







No dia 19 de maeço, a Biblioteca voltou a encher-se de música com mais uma sessão da rubrica Música em Cena – Um som novo a cada mês. Neste mês, o protagonista foi o som da concertina, apresentado por Eliano Anjos, aluno da Escola Morgado de Mateus.







Durante a sessão, o Eliano partilhou a sua história musical: como nasceu o seu interesse pela concertina, o primeiro contacto com o instrumento e a importância que o grupo folclórico onde atua tem no seu percurso artístico. Entre explicações, curiosidades e boa disposição, brindou todos os presentes com várias composições que fizeram a biblioteca ganhar nova vida.

Houve ainda espaço para a participação ativa dos alunos, que puderam experimentar a concertina e arriscar os primeiros acordes, num momento de descoberta e entusiasmo.
 
 
 

 
Esta atividade reforça o papel da Biblioteca como espaço de cultura, partilha e experiências únicas, aproximando os alunos da música e dos seus intérpretes.