quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Provavelmente leitura | Dezembro 25

 

 #camiloalermaisemelhor  #bibliotecasescolares

 

 





Em dezembro, o livro destacado pela Biblioteca para a sala de professores é Vésperas de Natal. Trata-se de uma coletânea de 9 contos para a época natalícia, de ficcionistas de língua portuguesa: Helena Marques, Inês Pedrosa, José Eduardo Agualusa, José Riço Direitinho, Lídia Jorge, Luís Cardoso, Manuel Alegre, Mário Cláudio e Rui Zink.

O livro explora a alegria e a melancolia do Natal, as tradições, as recordações e as relações familiares.

Uma boa opção para leitores que procuram histórias de Natal com diferentes perspetivas literárias sobre esta época festiva.

Para ler no calor da lareira nas noites frias que se avizinham.

Felizes encontros de leitura!

 

Os direitos humanos são positivos, essenciais e alcançáveis

 














Os direitos humanos são POSITIVOS

Eles não apenas protegem, como também trazem alegria, felicidade e segurança para o dia a dia. Os direitos humanos são realidades vividas. Estão presentes nos alimentos que comemos, no ar que respiramos, nas palavras que falamos, nas oportunidades que buscamos e nas proteções que nos mantêm seguros.


Os direitos humanos são ESSENCIAIS

São os valores essenciais que todos compartilhamos, o terreno comum que nos une apesar das diferenças de raça, género, crença ou origem. Num mundo de incertezas, os direitos humanos permanecem constantes no nosso dia a dia. Quando tudo parece instável, o direito à segurança, à liberdade de expressão e à participação nas decisões que nos afetam torna-se a base de nossas vidas.


Os direitos humanos são ALCANÇÁVEIS

Tudo começa com a gente, com as pequenas escolhas do dia a dia, como tratar os outros com respeito, denunciar injustiças e ouvir aqueles cujas vozes são frequentemente ignoradas. As escolhas e as vozes do quotidiano importam mais do que imaginamos; elas constroem uma cultura de dignidade e justiça à nossa volta. Mas os direitos humanos também dependem da ação coletiva, quando comunidades, movimentos e nações se unem para exigir justiça e igualdade.







terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Música em cena com Maria João Abreu

 

 

#musicaemcena   #alermaisemelhor



 

 
Na Biblioteca, a música volta a abrir janelas invisíveis.

Música em Cena – um som novo a cada mês regressa para encher o espaço de ressonâncias que aproximam, aquecem e fazem comunidade.

A cada mês, um instrumento e o seu intérprete transformam a Biblioteca num lugar onde o tempo abranda e a escuta se torna encontro.

Neste dezembro, Maria João Abreu traz de novo o seu violoncelo, deixando que cada arco desenhe no ar uma história — profunda, serena, capaz de unir quem a ouve num mesmo gesto de harmonia.

Dia: 11 de dezembro

Local: Biblioteca

Hora: 9:15 

 

Palestra | Suástica, história de um símbolo

 

 
#alermaisemelhor  #bibliotecasescolares  #pensamentocrítico



 

A Biblioteca Escolar convida a comunidade escolar para uma palestra dedicada à história e ao significado simbólico da suástica, um dos sinais mais antigos e complexos da humanidade. Muito antes de ser apropriada por ideologias do século XX, esta figura geométrica atravessou milénios como símbolo de movimento, proteção, prosperidade e ciclo vital em diversas culturas. 

A sessão propõe uma viagem desde as suas origens pré-históricas até às ressignificações contemporâneas, oferecendo uma leitura informada, crítica e contextualizada deste símbolo. Um momento de conhecimento e reflexão sobre a importância de compreender a história dos signos para melhor interpretar o mundo atual. 

Palestrante: Álvaro Pinto 

Dia: 11 de dezembro 

Local: Auditório 1

Hora: 10:20 

domingo, 7 de dezembro de 2025

Vicente Gil fala sobre as suas raízes ciganas

 

 #interculturalidade #alermaisemelhor








Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição.

Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma.
 
 

Alta definição (SIC). Daniel Oliveira entrevista Vicente Gil

O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.”

Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. O ator não só entra em novelas da SIC, como já trabalhou com a realizadora Leonor Teles na curta ‘Cães que Ladram aos Pássaros’.

No 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.




Daniel Oliveira. Podcast "Alta definição", Expresso, 5 de dezembro de 2025

sábado, 6 de dezembro de 2025

Blogue RBE | Novembro 2025

 

 

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, pessoas a estudar e a texto 

 


A nova edição da newsletter do blogue RBE reúne os artigos que marcaram o mês: leituras, reflexões, projetos inspiradores, testemunhos da Rede e novidades das bibliotecas escolares de todo o país.

Nesta edição encontram-se: 

  • destaques sobre jornalismo escolar 
  • ideias práticas para dinamizar o acervo 
  • leituras críticas sobre IA, integridade da informação e literacia mediática 
  • vozes da Rede que inspiramprojetos e inaugurações nas bibliotecas escolares 
  • e muito mais  

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Um minuto para calar o ódio

 

 #violênciadegénero 

 


Basta um minuto online para sermos expostos a conteúdos que nos dividem. Neste Natal, use esse minuto para fazer uma escolha diferente: Cale o ódio que vibra no seu telemóvel e pense antes de o partilhar.