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sexta-feira, 22 de maio de 2026

7 Dias com os media | Ódio online

 

#literaciadosmedia  #7diascomosmedia2026 #alermaisemelhor






No passado dia 21 de maio, os alunos do 2.º B1‑B2 estiveram na Biblioteca Escolar, das 8:15 às 10:05, para participar na Operação 7 Dias com os Media 2026. A sessão, dinamizada pela professora coordenadora da biblioteca, centrou-se numa das propostas da Rede de Bibliotecas Escolares: “Ódio online: desmascarar e combater”.

Ao longo da atividade, os alunos refletiram sobre a presença do discurso de ódio nos ambientes digitais, analisaram exemplos reais e discutiram estratégias para o identificar, desconstruir e contrariar. A sessão procurou ainda reforçar a importância de uma participação digital responsável, empática e informada.

Os objetivos principais desta sessão de (in)formação foram: 

  • Identificar e combater o discurso de ódio online;
  • Promover a cidadania digital e o respeito pelos direitos humanos;
  • Contribuir para os ODS 4, 5, 10 e 16 da Agenda 2030, reforçando a educação de qualidade, a igualdade de género, a redução das desigualdades e a promoção da paz, justiça e instituições eficazes.

Uma atividade que desafiou os alunos a pensar criticamente sobre a sua presença nas redes e a assumir uma postura ativa na construção de uma comunidade digital mais segura, inclusiva e humana.

 

👉Plano da aula 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Guia dos Direitos Humanos para Utilizadores da Internet

 

 

 

 


 

 


O presente Guia pretende ser um instrumento que lhe permita, enquanto utilizador da Internet, conhecer os seus direitos humanos em linha, as possíveis limitações dos mesmos e as vias para obter uma reparação por tais limitações. Os direitos humanos e as liberdades fun damentais aplicam-se em igual medida dentro (online) e fora de linha (offline). Este princípio inclui o respeito pelos direitos e liberdades dos restantes utilizadores da Internet. O Guia fornece informações sobre as implicações práticas dos direitos e liberdades no contexto da Internet, sobre como invocá-los e aplicá-los e sobre como obter uma reparação. Trata-se de um documento evolutivo, sujeito a atualizações periódicas. 

O presente Guia assenta na Convenção Europeia dos Direitos do Homem e outras convenções e instrumentos do Conselho da Europa que tratam de vários aspetos da proteção dos direitos humanos. Todos os Estados-Mem bros do Conselho da Europa estão obrigados a respeitar, proteger e aplicar os direitos e liberdades constantes dos instrumentos por eles ratificados. O Guia inspira-se também na interpretação contínua de tais direitos e liber dades pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, bem como noutros instrumentos jurídicos pertinentes do Conselho da Europa. 

O Guia não estabelece novos direitos do homem e liberdades funda mentais. Baseia-se nas normas e mecanismos de aplicação efetiva dos direitos humanos existentes.

Introdução 

 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Palestra | Porajmos, o Holocausto Cigano

 

 #alermaisemelhor #projetos #HistoriaeEstoriasCiganas #holocausto #porajmos #bibliotecasescolares #bibliotecaccbvr



Palestra | Porajmos, o Holocausto Cigano
3 de fevereiro, às 10:20, no Auditório 1 da ES Camilo Castelo Branco
Orador: Álvaro Pinto, docente da escola




 

A Biblioteca da Escola Secundária Camilo Castelo Branco convida toda a Comunidade Escolar a participar na palestra “Porajmos, o Holocausto Cigano”, dirigida especialmente às turmas de 7.º ano, mas aberta a todos os que desejem aprofundar o conhecimento sobre uma das páginas menos conhecidas — e mais silenciadas — da história europeia.

A sessão será dinamizada pelo professor Álvaro Pinto, que nos conduzirá por um capítulo essencial da memória do século XX: o genocídio do povo cigano durante o regime nazi. Ao dar visibilidade a esta história tantas vezes omitida, a escola cumpre o seu papel de formar cidadãos informados, críticos e sensíveis à diversidade humana.

Esta iniciativa integra o projeto de continuidade “We Remember – Lembrar o Holocausto: Aprender com o passado. Proteger o futuro”, reforçando o compromisso da escola com a educação para os direitos humanos, a tolerância e a responsabilidade coletiva. Simultaneamente, marca o arranque do novo projeto “História & estórias ciganas – Dar voz à diversidade, celebrar a diferença”, que pretende valorizar a cultura cigana, combater estereótipos e promover uma escola verdadeiramente inclusiva.

Num tempo em que a desinformação, o preconceito e a indiferença continuam a ameaçar a convivência democrática, conhecer o Porajmos é compreender porque a memória importa — e porque a escola é um espaço privilegiado para a construir.


sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Palestra | Genocídio(s) - o poder da palavra

 

 #WeRemember   #noslembramos  #genocidios

 



Como previamente anunciado, no passado dia 27 de janeiro, Dia da lembrança das vítimas do Holocausto, a biblioteca promoveu uma palestra sobre o genocídio(s), com o professor Ricardo Pereira. 
 
Estiveram presentes os alunos do 10ºA, 10ºC, 11ºA e 12ºG. 


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O Holocausto (Shoah)

 

 #noslembramos  #weremember  #bibliotecasescolares  #bibliotecaccbvr






 

O Holocausto (Shoah) foi a campanha antissemita iniciada e implementada pela Alemanha nazi entre 1933 e 1945. O seu ponto culminante foi um genocídio sistemático e sem precedentes que visava erradicar totalmente o judaísmo e aniquilar o povo judeu.

A principal motivação da campanha era uma ideologia antissemita e racista, que afirmava que os judeus representavam um perigo para a Alemanha e para a humanidade como um todo. De acordo com essa ideologia, os judeus eram parasitas que exploravam os povos não judeus e disseminavam ideias sobre igualdade humana que eram percebidas como prejudiciais à hierarquia natural e supostamente apropriada entre as chamadas “raças”.

A partir de 1933, a Alemanha nazi implementou políticas antissemitas: inicialmente, definiram quem eram os judeus, privaram-nos da maioria dos seus direitos, do seu status profissional e das suas propriedades, e agiram para os isolar socialmente. Durante a Segunda Guerra Mundial, as medidas antissemitas intensificaram-se, tanto na Alemanha como na Europa ocupada e aliada à Alemanha, e incluíram o banimento da população em geral através da marcação, segregação ou concentração de judeus em guetos, trabalho forçado, fome e outras medidas. Essas ações ganharam apoio na Alemanha e noutros países e levaram à exclusão dos judeus da vida civil, social e económica nos seus países de residência.

O assassinato sistemático de judeus começou no verão de 1941 com a invasão da União Soviética, e a política nazista transformou-se gradualmente num genocídio abrangente denominado "A Solução Final para a Questão Judaica". No final da guerra, quase seis milhões de judeus tinham sido assassinados.

Além da política de aniquilação de todos os judeus, os nazistas visavam outros grupos. Os alemães com deficiência foram as primeiras vítimas de assassinatos organizados; vários milhões de prisioneiros de guerra soviéticos morreram devido a maus-tratos ou foram assassinados; homens homossexuais e dissidentes políticos eram frequentemente internados em campos, onde muitos morreram; os polacos foram oprimidos pelos ocupantes alemães e, em particular, as elites polacas foram presas em campos ou assassinadas sumariamente; muitos alemães de ascendência africana foram submetidos à esterilização; e os sinti e roma foram vítimas de genocídio.
Texto: Responsabilidade pela memória: o papel da arte na lembrança do Holocausto. ONU


O Dia Internacional da Lembrança em Memória das Vítimas do Holocausto27 de janeiro, é um lembrete global dos perigos do ódio, da intolerância e do antissemitismo. O Dia é um apelo para recordar, refletir e agir para garantir que tais atrocidades nunca mais se repitam.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Palestra | Genocídio(s): o imperialismo das palavras

 

 

#genocídio #holocausto #weremember #noslembramos #bibliotecasescolares #bibliotecaccbvr

 





No dia 27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, a biblioteca escolar assinala a efeméride com a palestra Genocídio(s): o imperialismo das palavras, orientada pelo professor Ricardo Pereira. A sessão terá lugar no Auditório 1, às 10:20.

Partindo da importância da linguagem na construção — e na desconstrução — das narrativas de violência, esta iniciativa pretende promover a reflexão crítica, reforçar a preservação da memória histórica e incentivar o combate a todas as formas de discriminação. Ao proporcionar um espaço seguro e informado, a palestra convida os alunos a compreenderem a dimensão humana e ética das tragédias genocidárias, reconhecendo o papel de cada um na defesa da dignidade humana e dos direitos fundamentais. 


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Maratona de Cartas 2025 - 26 | Balanço

 

 
#MaratonadeCartas #amnistiainternacional #direitoshumanos

 

 



 
Este ano letivo, o período estabelecido pela Amnistia Internacional para a participação das escolas neste evento foi mais curto. Mesmo assim, a participação da Escola Secundária Camilo Castelo Branco foi muito significativa: a reflexão / debate sobre direitos humanos, a partir da análise de casos concretos e a elaboração de cartas de solidariedade envolveu 19 turmas, do 3º Ciclo e Ensino Secundário, num total de 348 alunos.


 
 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Os direitos humanos são positivos, essenciais e alcançáveis

 














Os direitos humanos são POSITIVOS

Eles não apenas protegem, como também trazem alegria, felicidade e segurança para o dia a dia. Os direitos humanos são realidades vividas. Estão presentes nos alimentos que comemos, no ar que respiramos, nas palavras que falamos, nas oportunidades que buscamos e nas proteções que nos mantêm seguros.


Os direitos humanos são ESSENCIAIS

São os valores essenciais que todos compartilhamos, o terreno comum que nos une apesar das diferenças de raça, género, crença ou origem. Num mundo de incertezas, os direitos humanos permanecem constantes no nosso dia a dia. Quando tudo parece instável, o direito à segurança, à liberdade de expressão e à participação nas decisões que nos afetam torna-se a base de nossas vidas.


Os direitos humanos são ALCANÇÁVEIS

Tudo começa com a gente, com as pequenas escolhas do dia a dia, como tratar os outros com respeito, denunciar injustiças e ouvir aqueles cujas vozes são frequentemente ignoradas. As escolhas e as vozes do quotidiano importam mais do que imaginamos; elas constroem uma cultura de dignidade e justiça à nossa volta. Mas os direitos humanos também dependem da ação coletiva, quando comunidades, movimentos e nações se unem para exigir justiça e igualdade.







quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Palestra dedicada ao tema da violência de género

 

 #orangetheworld #vamosalaranjaracamilo #violênciadegénero #ODS5 #noexcuse #alermaisemelhor #bibliotecasescolares











No dia 25 de novembro, a Biblioteca acolheu uma palestra dedicada ao tema da violência de género - Mulheres sem rosto e sem voz, o cinema contra a impunidade, assinalando o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. A sessão contou com a participação da professora universitária Anabela Oliveira, investigadora na área dos estudos interartes, com especial enfoque nas relações entre literatura e cinema.

A convidada apresentou uma abordagem inovadora ao tema, escolhendo o cinema animado como meio de reflexão. Através da metáfora das texturas de tecidos, a palestrante explorou formas visuais e simbólicas que permitem pensar a violência exercida sobre mulheres e meninas, destacando o modo como a arte pode ser um poderoso instrumento de sensibilização e consciencialização social.

O encontro proporcionou ao público (composto por alunos do 7º, 9º, 10º e 11º anos) uma experiência interdisciplinar, cruzando estética, narrativa e cidadania, e reforçou o papel da Biblioteca como espaço de debate e educação para os direitos humanos.

Atividade, realizada no âmbito dos projetos Orange the World e Cientificamente provável, foi promovida pela RBVR.



Orange the World / Vamos alaranjar a Camilo

 

sábado, 22 de novembro de 2025

Palestra: Mulheres sem rosto e sem voz

 

 Let's Orange the World / Vamos alaranjar a Camilo

#orangetheworld #vamosalaranjaracamilo #violênciadegénero
#ODS5 #noexcuse #alermaisemelhor #bibliotecasescolares #cinema

 


  

Palestra "Mulheres sem rosto e sem voz - o cinema contra a impunidade", com a Dra. Anabela Oliveira, docente da UTAD.

Dia 25 de novembro, na Biblioteca.

Suas sessões: às 10:20 e às 11:20. 

 

 📜 Breve CV



Dra. Anabela Oliveira
Diretora de Curso doutoramento em estudos literários
Diretora de Curso licenciatura em Teatro e Artes Performativas
Vice-Presidente do Conselho Pedagógico da ECHS

 

A Dra Anabela Oliveira orienta a sua investigação científica no âmbito dos estudos interartes, nomeadamente nas relações entre literatura e cinema. 

É autora dos livros Entre vozes e imagens: a presença das imagens cinematográficas nas múltiplas vozes do romance português: (anos 70-90)Federico Fellini – A Inevitabilidade da Arte

É a coordenadora em Portugal do Projeto Literatura, Cinema e Multiculturalismo no Mundo Lusófono, em parceria com a Universidade de Paris Ouest Nanterre La Défense, financiado pelas Ações Universitárias Integradas Luso-Francesas.


Orange the World / Vamos alaranjar a Camilo

 

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Femicídios em 2023

 

 #orangetheworld   #vamosalaranjaraescola

 

 

Estimativas globais de feminicídios cometidos por parceiros íntimos/familiares



A violência contra mulheres e meninas é a violação de direitos humanos mais disseminada. Os femicídios, ou assassinatos de mulheres e meninas motivados por questões de género, são a forma mais extrema de violência contra elas e, frequentemente, são consequência de formas anteriores de violência perpetradas contra elas nos seus lares.

Com o objetivo de impulsionar a ação global contra esse crime, o UNODC e a ONU Mulheres publicam esta terceira publicação conjunta com estimativas globais de feminicídios de mulheres e meninas cometidos por parceiros íntimos ou familiares, com novos dados para 2023. Os feminicídios de mulheres e meninas são evitáveis, mas as evidências disponíveis mostram que houve muito pouco progresso. O contexto em que a violência por parceiro íntimo pode escalar para um homicídio tem sido amplamente estudado, e os principais fatores de risco que podem ser abordados para prevenir os feminicídios foram identificados.

Este relatório destaca algumas regiões e países do mundo que registaram uma ligeira diminuição no número de femicídios, contribuindo assim para o conhecimento global sobre como prevenir eficazmente esses crimes. O relatório revela que o número de países que reportam femicídios diminuiu 50% nos últimos cinco anos. Contudo, só garantindo que todas as vítimas são contabilizadas poderemos assegurar que os perpetradores são responsabilizados e que a justiça é feita. E é melhorando a compreensão de todos os tipos de assassinatos de mulheres e meninas relacionados com o género que poderemos fortalecer a prevenção e melhorar as respostas.

O estudo apresenta 5 mensagens-chave: 
  • As mulheres e meninas têm mais possíbilidades de serem mortas por pessoas que lhes são próximas
  • O femicídio é um problema universal
  • A verdadeira escala do femicídio é provavelmente muito maior
  • Alguns grupos de mulheres e meninas enfrentam maior risco
  • O femicídio pode e deve ser prevenido

Para saber mais, visite a página da campanha #SemDesculpa: UNA-SE pelo fim da violência contra mulheres e meninas.


quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Be Hope | Seja Esperança!

 

 #behope

 

Criado por Yinka Ilori

 

Transformar a imaginação em ação


Projetado para alunos de todas as idades, esta aula criativa de 45 minutos convida os alunos a refletirem sobre o conceito de esperança e expressarem sua visão de um futuro melhor através da arte.


Após um rápido mergulho nos Objetivos Globais da ONU, os alunos fecham os olhos, imaginam 2030 e transformam as suas esperanças num cartão-postal, colagem ou design digital. Uma mini caminhada pela galeria permite que reconheçam sonhos compartilhados. Cada obra de arte é enviada para o Mapa Global da Esperança para que cada visão possa despertar outros jovens de todo o mundo.

Esse mapa compartilhado torna-se uma mensagem coletiva poderosa — mostrando como esperanças individuais se podem unir para inspirar mudanças globais. Ao contribuir para o mapa, os alunos não aprendem apenas sobre esperança — eles tornam-se esperança.

 

 📄Plano de aula (em inglês)

Duração: 45 minutos 

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sábado, 25 de outubro de 2025

Maratona de Cartas 2025 | Os 4 casos selecionados

 

 #maratonadecartas  #amnistiainternacional #direitoshumanos  #cidadania

 

 





Em Portugal, a 24ª edição da Maratona de Cartas decorre de 20 de outubro a 31 de dezembro de 2025.


Apresentamos os 4 casos deste ano. 

 

SONIA DAHMANI

 





Sonia Dahmani é uma advogada que dedicou a sua vida a defender os direitos humanos. A 11 de maio de 2024, as forças de segurança tunisinas prenderam-na.
O seu crime? Denunciar assuntos como o racismo. Foi considerada culpada e condenada com base em acusações infundadas de “disseminar notícias falsas”, havendo ainda outras investigações com motivações políticas a decorrer. Enfrenta muitos anos na prisão e está detida em condições desumanas. 

Ninguém deve ser preso por se manifestar contra a injustiça.

 

 



Envie uma mensagem de esperança e solidariedade a Sonia. Mostr-lhe que a apoia na sua luta pelos direitos humanos na Tunísia. Pode escrever em inglês e, se quiser, fazer desenhos de cães para acompanhar a sua mensagem (Sonia tem uma cadela chamada Carla).
 
 
 

GUERREIRAS PELA AMAZÓNIA

 
 
 
 

As Guerreiras pela Amazónia (Guerreras por la Amazonía) lutam juntamente com a UDAPT e o coletivo “Eliminen los Mecheros, Enciendan la Vida” contra a devastação provocada pelas queimas de gás.
Enfrentando tentativas de intimidação violenta pelo seu ativismo, este grupo de jovens mulheres equatorianas está na linha da frente da crise climática. Em 2021, um tribunal declarou que as queimas de gás violam os direitos humanos e ambientais e ordenou a sua eliminação. Apesar disso, continuam a existir. 
 
 
 
 
 
 
Envie mensagens de apoio às jovens defensoras climáticas, dizendo-lhes que a sua luta está a inspirar pessoas a agir em todo o mundo, para proteger o planeta. Pode escrever em espanhol ou inglês e se quiser desenhar pode incluir animais que representam as guerreiras (Dennise: puma | Rosa Daniela e Wita: coelho | Kerly: gato | Dannya: capivara | Scarlett: borboleta | Evelyn e Dannya: beija-flor | Leonela: jaguar | Jamileth: vaca).
 
 
 

ELLINOR GUTTORM UTSI

 
 
 

 


Ellinor é uma líder indígena Sámi que defende a prática ancestral de pastoreio de renas da sua comunidade, no norte da Noruega. Os planos para a instalação de várias centenas de turbinas eólicas nos pastos de verão ameaçam quebrar as rotas migratórias e destruir a sua cultura.
O governo norueguês tem de respeitar o direito dos Sámi a participar nos processos de tomada de decisão que possam afetar as suas terras, territórios e recursos.





Escreva mensagens de solidariedade e mostre à Ellinor, à sua comunidade e a todos os pastores de renas sámi que os apoia Poderá desenhar paisagens ou renas e escrever algumas palavras em Sámi: Mii doarjut din! – Nós apoiamo-vos | Ellos duoddarat! – Deixem as montanhas viver | ČSV! – “abreviatura de mostra o espírito Sámi.
 
 
 

UNECEBO MBOTENI

 
 
 


A 18 de abril de 2024, Unecebo Mboteni, de três anos, caiu numa latrina no seu jardim de infância, na província do Cabo Oriental, na África do Sul. Morreu no dia seguinte.
Mais de um ano depois, a sua família ainda não tem respostas sobre como esta tragédia aconteceu. O incidente ainda está a ser investigado e ninguém foi responsabilizado.

 
 
 
 
Escreva mensagens de esperança e solidariedade e mostre à família do Unecebo que está com eles na sua batalha por justiça. Pode escrever as suas mensagens em inglês.
 
 

 📌 O código para participação da escola no concurso nacional da Maratona de Cartas é o 5000 - 528

A vencedora será a escola que enviar mais mensagens. 

 

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

A maratona de cartas 2025 vai começar!

 

 #maratonadecartas  #amnistiainternacional #direitoshumanos  #cidadania

 

 

 

A Escola Secundária Camilo Castelo Branco vai participar, mais uma vez, na Maratona de Cartas, a maior iniciativa de direitos humanos organizada pela Amnistia Internacional a nível global.

Trata-se de uma campanha de ativismo pelos direitos humanos que pode envolver toda a comunidade educativa em atividades de aprendizagem e de cidadania ativa. Assinar petições e/ou escrever mensagens de solidariedade são formas de apoiar as pessoas que viram os seus direitos violados e contribuir para uma mudança na sua situação.

Na ES Camilo Castelo Branco, a campanha decorre de 26 de outubro a 17 de dezembro de 2025. Este ano, a Amnistia destaca os casos de 4 pessoas e comunidades que precisam do nosso apoio: o coletivo Guerreiras pela Amazónia (Equador), a líder comunitária Ellinor Guttorm Utsi (Noruega), a defensora de direitos humanos Sonia Dahmani (Tunísia) e a família do pequeno Unecebo Mboteni (África do Sul).

A atividade é promovida pela biblioteca e dinamizada em articulação com o corpo docente. 

 

 📌 O código para participação da escola no concurso nacional da Maratona de Cartas é o 5000 - 528

A vencedora será a escola que enviar mais mensagens. 

 

sábado, 3 de maio de 2025

Liberdade de expressão e revolução da IA

 

 

 



O rápido crescimento e uso da Inteligência Artificial (IA) está a mudar profundamente o jornalismo, os media e a liberdade de imprensa. Embora os princípios de media livres, independentes e pluralistas continuem cruciais, o impacto da IA ​​na recolha, processamento e disseminação de informações é profundo, apresentando tanto oportunidades inovadoras quanto sérios desafios.

A IA pode ajudar a apoiar a liberdade de expressão facilitando o acesso às informações, permitindo que mais pessoas se comuniquem ao redor do mundo e mudando a forma como as informações fluem globalmente.

Ao mesmo tempo, a IA traz novos riscos. Ela pode ser usada para disseminar informações falsas ou enganosas, aumentar o discurso de ódio online e apoiar novos tipos de censura. Alguns atores usam a IA para vigilância em massa de jornalistas e cidadãos, criando um efeito inibidor sobre a liberdade de expressão. Grandes plataformas de tecnologia usam a IA para filtrar e controlar o conteúdo visualizado, tornando-as poderosas guardiãs da informação. Há preocupações crescentes de que a IA possa tornar os media globais muito monolíticos, reduzir diferentes pontos de vista e afastar veículos de media menores.

A IA também pode ajudar as organizações de media automatizando tarefas, tornando-as mais eficientes e ajudando-as a acompanhar as solicitações dos consumidores. Mas, ao mesmo tempo, a saúde financeira de muitos veículos de comunicação está a deteriorar-se. Ferramentas de IA generativa reutilizam conteúdo jornalístico sem pagamento justo, retirando receita dos media independentes e repassando-a para plataformas de tecnologia e empresas de IA.

A IA está a desempenhar um papel cada vez mais importante nas eleições, auxiliando na verificação de factos e no combate à desinformação. Ela também fornece ferramentas para os jornalistas e eleitores apoiarem a participação informada na democracia. Mas a IA também apresenta riscos. Ela pode ser usada para produzir conteúdo falso, mas realista, como deepfakes, o que pode prejudicar a confiança nos sistemas democráticos. Enfrentar esses desafios exige a colaboração entre governos, media e sociedade civil.

O Pacto Digital Global da ONU diz que é importante lidar com os problemas causados ​​pela tecnologia e, ao mesmo tempo, proteger a privacidade e a liberdade de expressão das pessoas.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa de 2025 concentra-se no modo como a IA afeta a liberdade de imprensa, o livre fluxo de informações, a independência dos media e o objetivo global de garantir o acesso à informação e proteger as liberdades fundamentais (ODS 16.10).