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domingo, 8 de outubro de 2023

Literacia financeira | A estabilidade de preços é importante porquê?

 

 

O conjunto de material didático sobre a estabilidade de preços aqui disponibilizado compreende um filme de animação de oito minutos, uma brochura para os alunos, que explica o conceito de estabilidade de preços em termos simples, e um livro do professor com informação mais aprofundada. O conjunto de material foi produzido pelo BCE em colaboração com os bancos centrais nacionais da área do euro.


Comece por acompanhar a Ana e o Alex numa viagem no tempo e fique a saber mais sobre a inflação e os seus efeitos na estabilidade de preços. O objetivo primordial do Banco Central Europeu (BCE) é manter a estabilidade de preços, reforçando assim a confiança no euro como meio de poupança e investimento.

 

 

 

Pode também consultar uma brochura para alunos, que explica o conceito de estabilidade de preços em termos simples.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Existe ainda um livro do professor, com informação mais aprofundada.

 

 

 

O Tratado que institui a Comunidade Europeia atribui ao Eurossistema − constituído pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelos bancos centrais nacionais (BCN) dos países que adotaram o euro como a sua moeda − o mandato primordial de manutenção da estabilidade de preços. Esse mandato é considerado o principal objetivo do Eurossistema por boas razões económicas. Reflete as lições aprendidas com anteriores experiências e é apoiado pela teoria económica e por estudos empíricos que indicam que, mantendo a estabilidade de preços, a política monetária contribuirá significativamente para o bem-estar geral, incluindo níveis elevados de atividade económica e de emprego.


segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Pensar fora da caixa

 

“Thinking outside the box” 
- Programa PISA lança publicação sobre a avaliação do pensamento criativo





















A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) disponibiliza uma nova brochura produzida no âmbito do programa PISA (Programme for International Student Assessment), e na qual são apresentadas as conclusões da investigação realizada em 2022 sobre a ação de avaliação do pensamento criativo (creative thinking), em alunos com 15 anos de idade.



O que é o pensamento criativo

O pensamento criativo é o modo de pensar que leva à criação de ideias valiosas e originais. Todas as pessoas são capazes de se envolver no pensamento criativo e praticar a criatividade 'quotidiana' (abordar as atividades quotidianas de uma forma não convencional). O pensamento criativo pode ser aplicado não apenas a contextos relacionados com a expressão da imaginação, como a escrita criativa ou as artes, mas também com outras áreas onde a criação de ideias é funcional para a investigação de questões, problemas ou preocupações de toda a sociedade.

A avaliação do PISA examinará as capacidades dos alunos para gerar ideias diversas e originais e avaliar e melhorar ideias, numa variedade de contextos ou 'domínios'. A avaliação inclui quatro domínios: expressão escrita, expressão visual, resolução de problemas sociais e resolução de problemas científicos. Em cada um desses domínios, os alunos envolvem-se com tarefas abertas que não têm uma única resposta correta. Eles são solicitados a fornecer respostas múltiplas e distintas ou a gerar uma resposta que não seja convencional. Estas respostas podem assumir a forma de uma solução para um problema, de um texto criativo ou de um artefacto visual.

Por que é importante que os alunos desenvolvam o Pensamento Criativo?

O pensamento criativo pode ter uma influência positiva no interesse e desempenho académico, identidade e desenvolvimento socioemocional dos alunos, apoiando a interpretação de experiências, ações e eventos de maneiras novas e pessoalmente significativas.

Além da sala de aula, o pensamento criativo pode ajudar os alunos a adaptarem-se a um mundo em constante e rápida mudança. Apoiar o pensamento criativo dos alunos pode ajudá-los a contribuir para o desenvolvimento da sociedade em que vivem, hoje e como futuros trabalhadores: organizações e sociedades em todo o mundo dependem cada vez mais da inovação e da criação de conhecimento para enfrentar desafios emergentes e complexos, dando urgência à inovação e pensamento criativo como empreendimentos coletivos.


Creative Thinking - PISA. (2022). Retrieved 30 October 2022, from https://www.oecd.org/pisa/innovation/creative-thinking/


sexta-feira, 2 de julho de 2021

Férias: um lugar tecno saudável!





 

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As férias são sinónimo de lazer, descanso, aventura, convívio, descobertas, amigos, família ... E a tecnologia, em que lugar fica? Será o mesmo lugar para crianças, jovens e adultos? 

Sim. É um lugar acessível a todos, o lugar da PROMOÇÃO DO USO SAUDÁVEL DA TECNOLOGIA... ou mais conhecido por LUGAR TECNO SAUDÁVEL. 


Para lá chegarmos, que caminhos temos de percorrer?


O Professor Daniel Sampaio, a Professora Ivone Patrão e a Direção-Geral da Educação, no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet, com o apoio da Geração Cordão e do Instituto de Apoio à Criança propõem uma viagem a esse lugar especial, onde todos poderão desfrutar das férias em segurança, e que privilegia o seu bem-estar físico e mental. A grande novidade: nesse lugar vai lá estar tudo o que todos, em família, precisam! 

Para Pais, Professores, Educadores e Comunidade em geral estas são as RECOMENDAÇÕES GERAIS para se chegar ao LUGAR TECNO SAUDÁVEL ... nestas férias.


quinta-feira, 1 de julho de 2021

Os teus direitos no ambiente digital

 






A Escola Segura disponibiliza, na página da Polícia de Segurança Pública (PSP), a versão portuguesa da brochura “Os teus direitos no ambiente digital”, com as orientações do Conselho da Europa para respeitar, proteger e concretizar os direitos da criança no ambiente digital.




sexta-feira, 5 de março de 2021

Os teus direitos no ambiente digital

 










A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, em parceria com o Conselho da Europa, procedeu à tradução, para língua portuguesa, de uma brochura produzida em linguagem amiga da criança por aquela organização internacional, veiculando orientações para respeitar, proteger e concretizar os direitos da criança no ambiente digital, apresentadas a crianças e jovens até aos 18 anos.

A brochura foi originalmente publicada em língua inglesa, em 2020. A elaboração da versão portuguesa, intitulada “Os teus direitos no ambiente digital”, contou com a participação de vários membros do Conselho Nacional de Crianças e Jovens, que foram consultados para a finalização do documento, tendo em vista assegurar que a comunicação da mensagem ocorre de forma eficaz e adequada a crianças e jovens.


Brochura - “Os teus direitos no ambiente digital” | Internet Segura. (2021). Retrieved 5 March 2021, from https://www.internetsegura.pt/brochura-os-teus-direitos-no-ambiente-digital




sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Educação de qualidade




Objetivo de desenvolvimento 4



Obter uma educação de qualidade é a base para melhorar a vida das pessoas e para o desenvolvimento sustentável. 

Reconhecendo as ligações intrínsecas entre o desenvolvimento sustentável e a proteção dos direitos humanos, o Conselho da Europa está empenhado em trabalhar e apoiar os seus 47 Estados membros na implementação da Agenda 2030 da ONU através de uma ampla gama de ações.








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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Dia internacional de apoio às vítimas de tortura




26 de junho













Apesar da proibição absoluta pelo direito internacional, a tortura persiste em todas as regiões do mundo. Um número chocante de pessoas até favorece o seu uso. Preocupações sobre a proteção da segurança nacional e das fronteiras são cada vez mais usadas para permitir a tortura e outras formas de tratamento cruel, degradante e desumano. 

As Nações Unidas condenaram a tortura desde o início como um dos atos mais cruéis perpetrados por seres humanos aos seus semelhantes. As vítimas de tortura vêm de todas as esferas da vida: homens, mulheres e, comovente, um número crescente de crianças. São povos indígenas e minorias; defensores dos direitos humanos, opositores políticos e jornalistas; migrantes; pessoas com deficiência; pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans ou intersexuais; ou simplesmente habitantes de certos bairros. 

As vítimas da tortura são selecionadas aleatoriamente, ou constituem um alvo ou são perseguidas. A tortura busca aniquilar a personalidade da vítima e nega a dignidade inerente ao ser humano. As suas consequências generalizadas frequentemente vão além do ato isolado de um indivíduo; pode ser transmitida através das gerações e levar a ciclos de violência. 



segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

2019 | 150 anos da descoberta do Sistema Periódico por Dmitry Mendeléev




Em Dezembro de 2017 a Organização das Nações Unidas declarou o ano de 2019 como o Ano Internacional da Tabela Periódica, em reconhecimento da importância da crescente constatação global de como a química promove o desenvolvimento sustentável, e fornece soluções para os desafios globais nos campos da energia, educação, agricultura e saúde.







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O desenvolvimento da Tabela Periódica dos Elementos é uma das realizações mais significativas da ciência e um conceito científico unificador, com amplas implicações em Astronomia, Química, Física, Biologia e outras ciências naturais. 

O Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos em 2019 coincidirá com o aniversário de 150 anos da descoberta do Sistema Periódico por Dmitry Mendeléev em 1869. É uma ferramenta única que permite aos cientistas prever a aparência e as propriedades da matéria na Terra e no universo. Muitos elementos químicos são cruciais para aumentar o valor e o desempenho dos produtos necessários para a humanidade, o nosso planeta e os empreendimentos industriais. 

Os quatro elementos mais recentes (113, 115, 117 e 118) foram totalmente adicionados à Tabela Periódica, com a aprovação de seus nomes e símbolos, em 28 de novembro de 2016.



300 anos da descoberta dos elementos químicos em 90 segundos




quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Educação & Ciência





 

 

 



                                                                                               ⬕ Novembro, Mês da Ciência


domingo, 9 de setembro de 2018

Educação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável : Objetivos de aprendizagem




 https://drive.google.com/open?id=1ZmzBoF8x_Tlxvm7pt1kmns9J-xVEUpx4

Título: Educação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: objetivos de aprendizagem
Título original: Education for Sustainable Development Goals: learning objectives. 

Data de publicação: 2017 
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)

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"A UNESCO vem promovendo a educação para o desenvolvimento sustentável (EDS) desde 1992. Ela liderou a Década das Nações Unidas para a EDS 2005-2014 e agora está à frente da sua continuação, o Programa de Ação Global (Global Action Programme – GAP) para a EDS. 

O impulso para a EDS nunca foi tão forte. Questões globais – como a mudança climática – exigem uma mudança urgente no nosso estilo de vida e uma transformação do nosso modo de pensar e agir. Para alcançar essa mudança, precisamos de novas habilidades, valores e atitudes que levem a sociedades mais sustentáveis. 

Os sistemas de educação devem responder a essa necessidade premente, definindo objetivos e conteúdos de aprendizagem relevantes, introduzindo pedagogias que empoderem os educandos, e instando suas instituições a incluir princípios de sustentabilidade em suas estruturas de gestão. 

A nova Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável reflete claramente essa visão da importância de uma resposta educacional adequada. A educação é explicitamente formulada como um objetivo independente – o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4. Numerosas metas e indicadores relacionados com a educação também estão contemplados nos outros Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 

A educação é tanto um objetivo em si mesmo como um meio para atingir todos os outros ODS. Não é apenas uma parte integrante do desenvolvimento sustentável, mas também um fator fundamental para a sua consecução. É por isso que a educação representa uma estratégia essencial na busca pela concretização dos ODS. 

O objetivo desta publicação é ser um guia para profissionais da educação sobre o uso da EDS na aprendizagem para os ODS e, consequentemente, contribuir para a realização dos ODS. O guia identifica objetivos de aprendizagem indicativos e sugere temas e atividades de aprendizagem para cada ODS. Ele também apresenta métodos de implementação em diferentes níveis, desde a formulação de cursos até estratégias nacionais. 

O guia não pretende ser prescritivo de qualquer forma, mas sim oferecer orientações e sugestões que os os educadores podem selecionar e adaptar para que se encaixem em contextos de aprendizagem concretos. 

Estou confiante de que este guia ajudará a desenvolver competências de sustentabilidade para todos os educandos e a capacitar a todos para que contribuam para a consecução da nossa agenda global ambiciosa e crucial."

Prefácio in Educação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: objetivos de aprendizagem, por Prof. Dr. Qian Tang Diretor-geral assistente para Educação (UNESCO)


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Literacias e desenvolvimento de competências




Brochura preparada para a Conferência Internacional sobre "Literacias e desenvolvimento de competências", 

Paris, 7 september 2018


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domingo, 2 de setembro de 2018

Regresso às aulas em segurança



https://drive.google.com/open?id=1W1gYtigNebXzqifQn1l0v2m9PYG4F59j


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A Direção-Geral do Consumidor (DGC) publicou uma brochura informativa com conselhos e informações dirigidos às crianças e jovens que se preparam para o regresso às aulas neste ano letivo de 2018-2019. Desde o material escolar ao vestuário, passando pelas deslocações e alimentação, os conselhos visam alertar para a promoção da saúde e da segurança e sensibilizar para a importância da reutilização, a poupança e para a necessidade de uma gestão do consumo de uma forma mais sustentável.



quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024)









“Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”

Através da Resolução n. 68/237, de 23 de dezembro de 2013, a Assembleia Geral da ONU proclamou a Década Internacional de Afrodescendentes, com início em 1º de janeiro de 2015 e fim em 31 de dezembro de 2024, subordinada ao tema: “Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”.

Com esta iniciativa, pretende-se promover o respeito, a proteção e a realização de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais dos afrodescendentes, tal como são reconhecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos; fomentar o reconhecimento da contribuição significativa dos afrodescendentes às nossas sociedades; propor medidas concretas para a promoção da sua inclusão total e para o combate contra todas as formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e qualquer tipo de intolerância relacionada.

Assim, a Década terá como foco os seguintes objetivos:
  • Fortalecer a cooperação e as ações nacionais, regionais e internacionais relativas ao pleno gozo dos direitos económicos, sociais, culturais, civis e políticos pelos afrodescendentes, bem como a sua participação plena e igualitária em todos os aspetos da sociedade;
  • Promover um maior conhecimento e um maior respeito pelos diversos patrimónios, culturas e contribuições de afrodescendentes para o desenvolvimento das sociedades;
  • Adotar e fortalecer marcos legais nos âmbitos nacional, regional e internacional, de acordo com a Declaração e Plano de Ação de Durban (ver Durban Declaration and Programme of Action, World Conference against Racism, 2001) e com a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial (International Convention on the Elimination of All Forms of Racial Discrimination), bem como garantir a sua implementação total e efetiva.

A Década Internacional permitirá que as Nações Unidas, Estados-membros, sociedade civil e outros atores relevantes se juntem aos afrodescendentes e tomem medidas efetivas para a implementação do programa de atividades, com o espírito de reconhecimento, justiça e desenvolvimento.



Leia a Brochura informativa (em Português do Brasil) produzida para acompanhar uma exibição na sede da ONU, em janeiro de 2016. Ela fornece uma breve visão geral dos antecedentes, objetivos e atividades da Década.




terça-feira, 22 de agosto de 2017

Dia internacional da lembrança do tráfico de escravos e sua abolição



23 de agosto


Tema de 2017:
"Remember Slavery: Recognising the Legacy and Contributions of People of African Descent"




© UN Photo / Rick Bajornas - The Ark of Return. Nova Iorque 
(O Arco do Regresso - Memorial em honra das vítimas da escravatura e do comércio transatlântico de escravos, da autoria de Rodney Leon, arquiteto norte-americano de ascendência haitiana)



Num período superior a 400 anos, mais de 15 milhões de homens, mulheres e crianças foram vítimas do trágico tráfico de escravos transatlânticos, um dos capítulos mais sombrios da história humana. 


Na noite de 22 a 23 de agosto de 1791, em Santo Domingo (hoje Haiti e República Dominicana), homens e mulheres, arrastados de África e vendidos como escravos, revoltaram-se contra o sistema esclavagista para obter a liberdade e independência para o Haiti, facto conseguido em 1804. O início da revolta desempenhou um papel crucial na abolição do tráfico transatlântico de escravos e viria a constituir um ponto de viragem na história humana, com impacto muito significativo no estabelecimento de direitos humanos universais, pelos quais todos estamos em dívida. 


Desde 1997, o Dia internacional da lembrança do tráfico de escravos e sua abolição é comemorado todos os anos em 23 de agosto. Com a celebração desta efeméride, pretende-se inscrever a tragédia do tráfico de escravos na memória de todos os povos. 








© UNESCO, mapa da Rota do Escravo.




De acordo com os objetivos do projeto intercultural "A Rota do Escravo", lançada pela UNESCO em 1994, esta efeméride deve oferecer uma oportunidade de consideração coletiva das causas históricas, dos métodos e das consequências dessa tragédia e de uma análise das interações entre a África, a Europa, as Américas e o Caribe às quais ela deu origem. 


Visão geral do comércio de escravos a partir de África, no período de 1500-1900.

David Eltis and David Richardson, Atlas of the Transatlantic Slave Trade (New Haven, 2010).



A Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova, convida os Ministros da Cultura de todos os Estados membros a organizar eventos nesta data, que envolvam toda a população dos seus países, em particular, jovens, educadores, artistas e intelectuais.





sexta-feira, 14 de julho de 2017

Literacia dos media


Brochura digital: Tratar os media por tu



 https://drive.google.com/open?id=0ByNKhxMfrxTuMkltT0xUVHJzNkU
Clicar na imagem para aceder à publicação



Com autoria dos investigadores Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, a Direção-Geral da Educação acaba de lançar, em edição digital, a brochura “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

Esta publicação visa oferecer aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a abordagem dos Media em contexto de sala de aula.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Cartão vermelho ao bullying no Desporto

 
 



O Bullying é um problema que está cada vez mais presente no desporto.

Partindo do pressuposto que todas as crianças e jovens têm direito a praticar desporto, independentemente do seu nível, e de fazê-lo em condições de segurança e livres de bullying, o Instituto Português do Desporto e da Juventude, através do Plano Nacional de Ética no Desporto - PNED, e a Faculdade de Motricidade Humana, lançaram recentemente a brochura informativa: “Cartão Vermelho ao Bullying" direcionada principalmente a crianças e jovens.

Esta ferramenta pedagógica pretende clarificar alguns conceitos associados à temática, bem como as motivações presentes nos intervenientes e informar sobre os sinais e indicadores da violência.