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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Palestra | Porajmos, o Holocausto Cigano

 

 #alermaisemelhor #projetos #HistoriaeEstoriasCiganas #holocausto #porajmos #bibliotecasescolares #bibliotecaccbvr



Palestra | Porajmos, o Holocausto Cigano
3 de fevereiro, às 10:20, no Auditório 1 da ES Camilo Castelo Branco
Orador: Álvaro Pinto, docente da escola




 

A Biblioteca da Escola Secundária Camilo Castelo Branco convida toda a Comunidade Escolar a participar na palestra “Porajmos, o Holocausto Cigano”, dirigida especialmente às turmas de 7.º ano, mas aberta a todos os que desejem aprofundar o conhecimento sobre uma das páginas menos conhecidas — e mais silenciadas — da história europeia.

A sessão será dinamizada pelo professor Álvaro Pinto, que nos conduzirá por um capítulo essencial da memória do século XX: o genocídio do povo cigano durante o regime nazi. Ao dar visibilidade a esta história tantas vezes omitida, a escola cumpre o seu papel de formar cidadãos informados, críticos e sensíveis à diversidade humana.

Esta iniciativa integra o projeto de continuidade “We Remember – Lembrar o Holocausto: Aprender com o passado. Proteger o futuro”, reforçando o compromisso da escola com a educação para os direitos humanos, a tolerância e a responsabilidade coletiva. Simultaneamente, marca o arranque do novo projeto “História & estórias ciganas – Dar voz à diversidade, celebrar a diferença”, que pretende valorizar a cultura cigana, combater estereótipos e promover uma escola verdadeiramente inclusiva.

Num tempo em que a desinformação, o preconceito e a indiferença continuam a ameaçar a convivência democrática, conhecer o Porajmos é compreender porque a memória importa — e porque a escola é um espaço privilegiado para a construir.


sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Palestra | Genocídio(s) - o poder da palavra

 

 #WeRemember   #noslembramos  #genocidios

 



Como previamente anunciado, no passado dia 27 de janeiro, Dia da lembrança das vítimas do Holocausto, a biblioteca promoveu uma palestra sobre o genocídio(s), com o professor Ricardo Pereira. 
 
Estiveram presentes os alunos do 10ºA, 10ºC, 11ºA e 12ºG. 


quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

We Remember | Exposição de xilogravuras

 

 

 #weremember  #holocausto  #bibliotecasescolares  #bibliotecaesccbvr

 


 

Exposição de trabalhos em xilogravura dos alunos do 7º ano alusivos ao Holocausto.

 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O Holocausto (Shoah)

 

 #noslembramos  #weremember  #bibliotecasescolares  #bibliotecaccbvr






 

O Holocausto (Shoah) foi a campanha antissemita iniciada e implementada pela Alemanha nazi entre 1933 e 1945. O seu ponto culminante foi um genocídio sistemático e sem precedentes que visava erradicar totalmente o judaísmo e aniquilar o povo judeu.

A principal motivação da campanha era uma ideologia antissemita e racista, que afirmava que os judeus representavam um perigo para a Alemanha e para a humanidade como um todo. De acordo com essa ideologia, os judeus eram parasitas que exploravam os povos não judeus e disseminavam ideias sobre igualdade humana que eram percebidas como prejudiciais à hierarquia natural e supostamente apropriada entre as chamadas “raças”.

A partir de 1933, a Alemanha nazi implementou políticas antissemitas: inicialmente, definiram quem eram os judeus, privaram-nos da maioria dos seus direitos, do seu status profissional e das suas propriedades, e agiram para os isolar socialmente. Durante a Segunda Guerra Mundial, as medidas antissemitas intensificaram-se, tanto na Alemanha como na Europa ocupada e aliada à Alemanha, e incluíram o banimento da população em geral através da marcação, segregação ou concentração de judeus em guetos, trabalho forçado, fome e outras medidas. Essas ações ganharam apoio na Alemanha e noutros países e levaram à exclusão dos judeus da vida civil, social e económica nos seus países de residência.

O assassinato sistemático de judeus começou no verão de 1941 com a invasão da União Soviética, e a política nazista transformou-se gradualmente num genocídio abrangente denominado "A Solução Final para a Questão Judaica". No final da guerra, quase seis milhões de judeus tinham sido assassinados.

Além da política de aniquilação de todos os judeus, os nazistas visavam outros grupos. Os alemães com deficiência foram as primeiras vítimas de assassinatos organizados; vários milhões de prisioneiros de guerra soviéticos morreram devido a maus-tratos ou foram assassinados; homens homossexuais e dissidentes políticos eram frequentemente internados em campos, onde muitos morreram; os polacos foram oprimidos pelos ocupantes alemães e, em particular, as elites polacas foram presas em campos ou assassinadas sumariamente; muitos alemães de ascendência africana foram submetidos à esterilização; e os sinti e roma foram vítimas de genocídio.
Texto: Responsabilidade pela memória: o papel da arte na lembrança do Holocausto. ONU


O Dia Internacional da Lembrança em Memória das Vítimas do Holocausto27 de janeiro, é um lembrete global dos perigos do ódio, da intolerância e do antissemitismo. O Dia é um apelo para recordar, refletir e agir para garantir que tais atrocidades nunca mais se repitam.

Exposição "Imagem e memória"

 

 

#weremember #noslembramos #holocausto #bibliotecasescolares  #bibliotecaccbvr



   

  

  



Trabalhar a cultura da lembrança é um gesto de responsabilidade histórica e humana. Foi exatamente isso que os alunos do 9.º ano realizaram na disciplina de Educação Visual, ao mergulharem no estudo da representação visual dos prisioneiros dos campos de concentração. Inspirados por fotografias, registos e testemunhos que sobreviveram ao tempo, os alunos procuraram compreender não apenas a estética dessas imagens, mas sobretudo o seu peso simbólico e emocional.

Deste processo nasceu um conjunto de trabalhos que deu origem à exposição Imagem e Memória. Cada imagem criada é mais do que um exercício artístico: é um ato de homenagem, um convite à reflexão e uma forma de manter viva a memória das vítimas do o Holocausto. Ao recriar rostos e expressões marcadas pela dor e pela resistência, os alunos confrontaram-se com a importância de recordar para que a história não se repita.

Exposição patente no corredor de serviços até ao dia 6 de fevereiro.
 

domingo, 25 de janeiro de 2026

Palestra | Genocídio(s): o imperialismo das palavras

 

 

#genocídio #holocausto #weremember #noslembramos #bibliotecasescolares #bibliotecaccbvr

 





No dia 27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, a biblioteca escolar assinala a efeméride com a palestra Genocídio(s): o imperialismo das palavras, orientada pelo professor Ricardo Pereira. A sessão terá lugar no Auditório 1, às 10:20.

Partindo da importância da linguagem na construção — e na desconstrução — das narrativas de violência, esta iniciativa pretende promover a reflexão crítica, reforçar a preservação da memória histórica e incentivar o combate a todas as formas de discriminação. Ao proporcionar um espaço seguro e informado, a palestra convida os alunos a compreenderem a dimensão humana e ética das tragédias genocidárias, reconhecendo o papel de cada um na defesa da dignidade humana e dos direitos fundamentais. 


quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Lembrar o Holocausto | Mostra Bibliográfica

 

de 30 de janeiro a 5 de fevereiro | Átrio da Escola 

 


 

 

Para lembrar as vítimas do Holocausto, a Biblioteca organizou uma mostra bibliográfica com títulos da coleção, classes 8 e 9.

 


 

 Ler para que não nos falte a memória!


 

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Batom do Holocausto

 




Batom do Holocausto



A obra de Banksy "Batom do Holocausto" foi inspirada num excerto do diário do tenente - Coronel Mervin Willett Gonin Dso, que estava entre os soldados britânicos aquando da libertação de Bergen-Belsen, um campo de concentração alemão, em 1945.


Transcrevemos esse extrato:

“Eu não posso fazer uma descrição adequada do campo de horrores em que os meus homens e eu passaríamos o mês seguinte das nossas vidas. Era apenas um local ermo e seco, tão despido como um galinheiro, cadáveres jaziam em toda a parte, alguns em enormes pilhas, outras vezes isoladamente ou aos pares, no lugar onde tinham caído. Demorou um pouco a habituarmo-nos a ver homens, mulheres e crianças a sucumbir quando passávamos por eles, e a deixarmos de ir em seu auxílio. Tínhamos de nos habituar depressa à ideia de que o indivíduo não contava. Sabíamos que estavam a morrer quinhentos por dia e que iam continuar a morrer quinhentos por dia, durante semanas, até que qualquer coisa que fizéssemos tivesse o menor efeito. No entanto, não era fácil ver uma criança asfixiar até a morte por difteria, sabendo que uma traqueotomia e cuidados de enfermagem a salvariam. Vimos mulheres afogadas no seu próprio vómito, porque estavam demasiado fracas para se virarem, e homens a comer vermes enquanto seguravam um pedaço de pão, só porque tiveram que comer vermes para sobreviver e agora mal conseguiam ver a diferença. Pilhas de cadáveres, nus e obscenos, com uma mulher demasiado fraca para se aguentar em pé apoiando-se neles, enquanto cozinhava os alimentos que lhe tínhamos dados numa fogueira; homens e mulheres a agachar-se em qualquer lado ao ar livre, aliviando-se da disenteria que descascava as suas entranhas, uma mulher de pé, nua, lavando-se com um pouco de sabão na água de um tanque onde os restos de uma criança flutuavam. Foi pouco depois da chegada da Cruz Vermelha Britânica, embora possa não ter relação, que chegou uma quantidade muito grande de batom. Não era nada do que os homens queriam, nós gritávamos por centenas e milhares de outras coisas e não sei quem pediu o batom. Mas desejava tanto descobrir quem foi, porque foi uma ação de génio, de uma genialidade pura e completa. Acho que nada fez mais por esses reclusos do que o batom, as mulheres deitadas na cama sem lençóis nem camisa de dormir, mas com os lábios de um vermelho escarlate; víamo-las a vaguear apenas com um cobertor sobre os ombros, mas com os lábios de um vermelho escarlate. Vi uma mulher morta na mesa da autópsia que apertava nas suas mãos um pedaço de batom. Por fim, alguém tinha feito alguma coisa para torná-las de novo indivíduos, elas eram alguém, e não mais apenas o número que tinham tatuado no braço. Por fim, podiam interessar-se pela sua aparência. Aquele batom começou a devolver-lhes a sua humanidade”

Extraído da exposição de Banksy. Banksy. Genius or Vandal? Cordoaria Nacional. Lisboa 14/06 a 27/10/2019.Texto e imagem em exposição no átrio da Escola.


sábado, 13 de janeiro de 2024

Porquê ensinar o Holocausto?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Download |  

 

“A história do genocídio perpetrado durante a Segunda Guerra Mundial não pertence apenas ao passado. É uma “história viva” que diz respeito a todos nós, independentemente da nossa origem, cultura ou religião.Ocorreram outros genocídios após o Holocausto em vários continentes. Como podemos retirar melhores lições do passado?” - Irina Bokova, Diretora-Geral da UNESCO, 27 janeiro 2012



“Quer viva na África Central, na China, no Pacífico Sul ou na Suíça, tem de estar ciente do perigo que o genocídio representa. Em última instância, educar sobre o Holocausto significa afastar a humanidade o mais longe possível dessa forma extrema de assassinato em massa.” - Yehuda Bauer, Historiador, UNESCO, 31 janeiro 2012


A missão da UNESCO é contribuir para a construção da paz, a erradicação da pobreza, o desenvolvimento sustentável e o diálogo intercultural através da educação, das ciências, da cultura, da comunicação e da informação. A UNESCO acredita que é essencial aprender sobre o Holocausto para entender melhor as causas do descenso da Europa até ao genocídio; o posterior desenvolvimento de leis e instituições internacionais destinadas a prevenir e punir o genocídio; e que a comparação cuidadosa com outros exemplos de violência em massa pode contribuir para a prevenção de futuros genocídios e atrocidades em massa.

 UNESCO

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segunda-feira, 19 de junho de 2023

Ensino do Holocausto - Tookit

 




A Associação Europeia de Professores de História (EuroClio) lançou um Toolkit no âmbito do Ensino do Holocausto intitulado “Who Were the Victims of the National Socialists”, com o propósito de professores e alunos explorarem a histórica dos diferentes grupos que foram perseguidos pelos nacional-socialistas. Este Toolkit foi desenvolvido no contexto de um projeto coordenado pela EuroClio e o Max Mannheimer Study Centre.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Campanha #WeRemember / #Nós lembramos

 


Aprender com o passado. Proteger o Futuro.


Quando a UNESCO e a WJC iniciaram a campanha #WeRemember em 2017, pediram às pessoas de todo o mundo um gesto simples, mas significativo: escrever as palavras “We Remember” numa folha de papel, tirar uma foto segurando essa folha e postá-la nas redes sociais usando a hashtag #WeRemember. A resposta foi esmagadora.

Desde então, e apesar dos desafios colocados pela pandemia do COVID-19, continuam a captar a atenção do público, através da institucionalização do uso da hashtag, entre outras vias. Um resultado notável foi a iluminação de monumentos, juntamente com a projeção de mensagens emocionantes em locais públicos.


O artista turco Yusuf Tolga Ünker colore fotos em preto e branco do Holocausto. Isso torna o passado vivo e força o espectador a ver esses eventos como se  estivessem a acontecer hoje. As imagens tornam-se ainda mais chocantes e emotivas.




Para lá das sombras

Plataformas de comboios, 'chuveiros', fornos. Estes são os locais terríveis em Auschwitz-Birkenau que viram o assassinato de milhões de pessoas. Para a fotógrafa Judy Glickman Lauder, as suas primeiras visitas na década de 1980 aos locais onde ocorreu o Holocausto colocaram-lhe uma missão imperiosa: capturar nas suas fotos as almas que partiram. As fotografias assustadoras foram recentemente publicadas num livro pela primeira vez.



Por que devemos #Lembrar do Holocausto?

Esses últimos anos foram difíceis para todos nós - e mostraram-nos por que a educação sobre o Holocausto é necessária mais do que nunca. Ao enfrentar a pandemia do COVID-19, vimos um aumento de ideologias de ódio e racistas em todo o mundo. Os falsos mitos de conspiração sobre grupos minoritários estão a espalhar-se rapidamente. As redes sociais estão a ser invadidas por conteúdo prejudicial. Tudo pode parecer esmagador para muitos. Assustador, até.

27 de janeiro de 2022 marca a passagem de 77 anos desde que as tropas aliadas chegaram aos portões de Auschwitz, mas é claro que a história de como chegaram lá deve ser partilhada mais amplamente. O Holocausto - o assassinato de 6 milhões de judeus pelos nazistas e seus colaboradores - não ocorreu no vácuo. Foi o produto do ódio desenfreado e do silêncio coletivo. Agora, mais do que nunca, devemos unir-nos para lembrar o passado, para construir um futuro melhor para todos.


Como apoiar a Campanha e Homenagear as vítimas do Holocausto?

  • Use a hashtag #WeRemember nas redes sociais
  • Acenda uma vela em memória
  • Visite um memorial ou museu local do Holocausto
  • Realize um evento virtual ou presencial com distanciamento social
  • Criar um projeto de arte
  • Informe-se sobre os factos em aboutholocaust.org
  • Partilhe as informações nas redes sociais – Facebook / Twitter
  • Partilhe a história de um sobrevivente clique aqui





A Campanha #WeRemenber na Camilo

O que podemos fazer para garantir que as lições do Holocausto não sejam esquecidas?
  1. Escrevam “WeRemember / #NósLembramos numa folha de papel
  2. Tirem uma foto da turma segurando a folha
  3. Partilhem: enviem a foto para o email da Biblioteca que a difundirá pelas redes socias




sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Educação sobre o Holocausto

 


"Este livro estimulará o pensamento dos educadores sobre os desafios de ensinar o Holocausto. ...Eu recomendaria o capítulo [de Stuart Foster] [como] leitura obrigatória para estudantes de professores de história e professores do Holocausto. ...O capítulo de Karayianni sobre o ensino sobre o Holocausto na escola primária fornece pesquisas empíricas em uma área pouco pesquisada. ...As palavras de cautela de Lenga são acompanhadas de recomendações práticas para apoiar os professores no seu dever de cuidar dos seus alunos. Estes serão bem recebidos por educadores do Holocausto, Direitos Humanos e Genocídio."

Educational Review






Ensinar e aprender sobre o Holocausto é fundamental para os currículos escolares em muitas partes do mundo. Como campo de discurso e corpo de prática, é rico, multidimensional e inovador. Mas a história do Holocausto é complexa e desafiadora, e pode tornar o ensino uma área de trabalho complexa e assustadora.

Baseando-se em pesquisas de referência sobre práticas de ensino e conhecimento dos alunos em escolas secundárias inglesas, Educação do Holocausto: desafios e controvérsias contemporâneos fornece conhecimento e insights importantes sobre o ensino e a aprendizagem em sala de aula. Ele lança luz sobre os principais desafios na educação do Holocausto, incluindo o impacto de equívocos e desinformação, os dilemas de usar imagens de atrocidades na sala de aula e ensinar em ambientes etnicamente diversos. As visões gerais dos debates mais significativos na educação do Holocausto fornecem um contexto mais amplo para as evidências em sala de aula e contribuem para um livro que atuará como um guia em algumas das áreas mais conturbadas da pedagogia do Holocausto para professores, formadores de professores, pesquisadores e formuladores de políticas.


Referência: Educação sobre o Holocausto - Desafios e controvérsias contemporâneosEditado por Stuart Foster, Andy Pearce e Alice Pettigrew
ISBN: 9781787355699
Publicação: 06 de julho de 2020

Education, H. (2022). Holocaust Education - UCL Press. Retrieved 14 January 2022, from https://www.uclpress.co.uk/products/131536

sábado, 30 de janeiro de 2021

7 livros sobre Auschwitz

 

Porque é preciso recordar os trágicos acontecimentos passados para que não se venham a repetir, a literatura tem vindo a recriar ficcionalmente o Holocausto, em particular o campo de extermínio de Auschwitz

Sugerimos a leitura dos seguintes títulos, disponíveis na Biblioteca:





Para saber+

Consulte a revista "Holocausto", e assista ao relatado, em 1ª pessoa, das atrocidades cometidas pelos nazis contra os judeus.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Nascer num campo de concentração nazi

 

RTP Ensina




Eva Clarke nasceu no campo de concentração de Mauthausen e escapou de ser gaseada com a mãe por uma questão de dias. O campo foi libertado antes de ser executada e agora conta a sua história de sobrevivência num livro.

Os pais de Eva, Anka e Bernd, casaram antes da II Guerra Mundial, mas pelo facto de serem judeus foram presos e metidos em campos de concentração. Apesar das dificuldades continuaram a encontrar-se às escondidas dos alemães e tiveram duas crianças. O primeiro filho nasceu no campo em 1944, mas morreu pouco depois de doença, e o segundo foi Eva, uma bebé que nasceu a 29 de abril de 1945, a poucos dias do fim da guerra.

Segundo a mãe de Eva ambas escaparam porque se tinha esgotado o gás com o qual os nazis executavam os prisioneiros. O pai nunca soube que tinha uma filha, pois morreu meses antes num outro campo de concentração.

Após o conflito ambas foram para Inglaterra onde Anka viveu até aos 90 anos. A filha Eva tem contado a sua história em escolas e outras instituições.


Revista: Holocausto

 


Faça duplo clique para aceder à revista.

"Mãe, conto a nossa história, porque o mundo tem que a conhecer" - EVA A-7063 



Testemunhos do Holocausto.



quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

A Estrela de Erika



Contributo das bibliotecas escolares do AE nº 3, de Elvas para a preservação da memória coletiva. 


Escrita por Ruth Vander Zee e ilustrada por Roberto Innocenti, esta narrativa conta-nos a história verdadeira de uma criança muito pequenina que não chegou a passar as portas do campo de concentração de Dachau. 

Paralelamente à narração, são mostradas obras de arte feitas por sobreviventes dos campos de concentração. 


quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

sábado, 25 de janeiro de 2020

O Holocausto em 1ª pessoa



"Aquele fumo é a sua família"






A libertação de Auschwitz por tropas soviéticas em 27 de janeiro de 1945 completa 75 anos. Andor Stern é o único brasileiro nato a sobreviver ao campo de concentração que se tornou símbolo da "Solução Final da Questão Judaica", de Adolf Hitler. 

Neste documentário da BBC News Brasil, Andor Stern relata os momentos trágicos que enfrentou principalmente no último ano da Segunda Guerra Mundial quando foi deportado com a sua família para o campo. Viu a sua mãe e outros parentes serem levados para a câmara de gás do infame campo e só foi poupado para ser usado no trabalho escravo a que os prisioneiros eram submetidos. Compartilha também a sua visão de mundo repleta de sabedoria e gratidão pelas coisas simples da vida.



Educação para o Holocausto











A educação é fundamental na luta contra a ignorância e a desinformação - especificamente a negação e distorção do Holocausto. Através do sítio www.AboutHolocaust.org, um novo recurso on-line abrangente criado pelo Congresso Judaico Mundial em parceria com a UNESCO, são partilhados factos incontestáveis ​​sobre o Holocausto com pessoas de todo o mundo.




 http://aboutholocaust.org/
Faça duplo clic na imagem para aceder ao sítio



É preciso lembrar!




#WeRemember

4ª Campanha para o Dia Internacional da Lembrança das Vítimas do Holocausto, em 27 de janeiro de 2020.










A campanha deste ano chega num momento particularmente importante - o anti-semitismo está a aumentar e os níveis de conhecimento sobre o tema O Holocausto está em declínio. Por exemplo, 66% dos adultos americanos não sabem o que foi Auschwitz e 45% dos adultos não são capazes de nomear um campo de concentração ou gueto. Isso representa uma chocante falta de conhecimento.

É provável que esse problema piore. A cada ano que passa, o número de sobreviventes do Holocausto que resta para testemunhar diminui. Dentro de algumas décadas, não haverá nenhum sobrevivente. Cabe a todos nós ajudar a preservar sua memória e honrar aqueles que pereceram.

Para resolver esse problema, o foco da campanha #WeRemember deste ano será a educação para o Holocausto

Os participantes em anteriores campanhas incluíram organizações, autoridades eleitas, celebridades e líderes religiosos de todo o mundo, como o Papa Francisco, o Secretário Geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, UNESCO, o Chelsea Football Club, o Borussia Dortmund, Robert Kraft, a atriz Gal Gadot, o Primeiro Ministro britânico Boris Johnson, o presidente israelita Reuven Rivlin e muitos outros.

Para saber mais sobre a campanha, visite wjc.org/weremember.