#teatroportugues #GilVicente
Viajando até 2026, o pai do teatro português encontra redes sociais, vaidade, máscaras modernas e percebe que a comédia humana continua em cena. O mundo mudou de roupa, mas não mudou de vícios.
#teatroportugues #GilVicente
Viajando até 2026, o pai do teatro português encontra redes sociais, vaidade, máscaras modernas e percebe que a comédia humana continua em cena. O mundo mudou de roupa, mas não mudou de vícios.
#camões500 #teatro #RBVR #bibliotecaccbvr #semanasdaleitura



Na ES Camilo Castelo Branco, as Semanas da Leitura abriram no dia 4 de março com o espetáculo “Camoinz Hépyco‑Lyrico”, de Simão Rubim e João Marta, que trouxe a poesia de Camões para o palco com humor, criatividade e enorme envolvimento.
De forma lúdica, os alunos do 9ºB, 1ºB, 11ºB e 11ºD revisitaram rimas, temas, conceitos e influências estéticas e assistiram à desconstrução de convenções e normas literárias. O espetáculo integrou ainda a leitura expressiva de textos camonianos, incluindo excertos de Os Lusíadas, revelando a força e atualidade da palavra poética.
Este momento artístico destacou o papel do teatro como ferramenta pedagógica, capaz de aproximar os estudantes da literatura, estimular a compreensão dos textos e transformar a aprendizagem num processo vivo e participativo.
Um espetáculo excelente e uma prova de que a arte continua a ser uma poderosa aliada da educação.
#camões500 #RBVR #bibliotecasescolares #bibliotecaccbvr
No dia 4 de março, às 15:15, o Auditório 1 transforma-se num palco onde Camões regressa — irreverente, apaixonado e surpreendentemente moderno. Camoinz Hépyco‑Lyrico apresenta um poeta que nos provoca a sentir: a morrer de amores, a recordar olhos que ficaram nos campos, a ver Leanor pela verdura e a pensar o Amor como quem o descobre pela primeira vez. E, porque Camões nunca foi homem de meias-medidas, até desafia um jovem D. Sebastião a novas aventuras.
Entre saltos altos, humor inteligente e uma energia contagiante, esta peça aproxima os alunos da poesia lírica e épica camoniana, revelando-a viva, vibrante e cheia de atualidade. Através da declamação das suas poesias mais emblemáticas, o público é convidado a revisitar momentos inesquecíveis da obra do poeta.
O espetáculo integra as comemorações do V Centenário de Luís de Camões e as Semanas de Leitura 2026, numa iniciativa da Rede de Bibliotecas de Vila Real, com o apoio do Município.
#camões500 #alermausemelhor
| Camões 500 anos |
QUARTA 12 | NOVEMBRO | 14h30
QUINTA 13 | NOVEMBRO | 10h30 / 14h30
9.º ANO E ENSINO SECUNDÁRIO
PEQUENO AUDITÓRIO | 70 MIN.
ENTRADA GRATUITA
FILANDORRA - TEATRO DO NORDESTE
O “Auto dos Anfitriões”, ou “Auto dos Emphatriões” (publicado em 1587, é uma das três peças que Camões nos legou.
Trata-se de uma comédia inspirada no mito grego do nascimento de Hércules, uma história onde deuses confundem os humanos e onde os desenganos amorosos são pretexto para o desenvolvimento da lírica própria do Poeta.
De forma jocosa, este auto camoniano foca a crise identitária, a duplicidade e o conflito da perda de individualidade.
SINOPSE
Desejando Almena, mulher de Anfitrião e aproveitando a ausência do marido, que se encontrava na guerra, Júpiter disfarça-se de Anfitrião, a conselho do mensageiro Mercúrio, seu servo, que por sua vez se disfarça de Sósia, servo de Anfitrião. Com este disfarce, Júpiter faz crer a Almena que tinha regressado da batalha. Deste encontro vai nascer um filho "Hércules", acontecimento que vai constituir o final da comédia.
É evidente que o regresso do verdadeiro Anfitrião vai criar uma série de equívocos que o autor transforma em alguns episódios dramáticos, protagonizados por Alcmena, mas principalmente em cenas cómicas.
O clímax da peça regista-se no momento em que Anfitrião descobre o embuste, mas é obrigado a calar o seu "ciúme conjugal", na medida em que não se atreve e enfrentar um ser divino (Júpiter).
Descarregue o texto da peça aqui ou ouça a versão radiofónica aqui.
Camões 500
Quem nunca “morreu” de amor? Quem nunca esteve desesperadamente apaixonado aos quinze anos? Sonhou ser Romeu ou Julieta? Pedro ou Inês? Ou se comoveu com a história de Teresa, Simão e Mariana?
Quem
nunca “morreu” de amor? Quem nunca esteve desesperadamente apaixonado
aos quinze anos? Sonhou ser Romeu ou Julieta? Pedro ou Inês? Ou se
comoveu com a história de Teresa, Simão e Mariana?
Camilo Castelo Branco diz que “os poetas cansam-nos a paciência a falarem do amor”, mas existe alguma experiência mais avassaladora? Existe, claro: a morte. O amor e a morte estão sempre demasiado próximos. O princípio e o fim. E entre um e outro cabem todas as histórias do mundo.
Camilo escreveu Amor de Perdição em 1861, quando se encontrava preso na Cadeia da Relação do Porto por causa de um amor proibido: “Escrevi o romance em quinze dias, os mais atormentados de minha vida.” Mas o autor é tão hábil a despertar as lágrimas como a provocar o riso. Sempre que regressamos a este texto, tudo é novo. Tal como no teatro, onde nunca nada se repete da mesma maneira.
Fonte: Teatro Nacional de S. João
Amor de Perdição - Dossiê Pedagógico

Assistir a peças de teatro é uma experiência enriquecedora, pois promove o desenvolvimento de diversas habilidades. Além de incentivar a criatividade e a imaginação, estimula o pensamento crítico, a empatia e a sensibilidade cultural. Os alunos têm a oportunidade de vivenciar histórias de forma interativa, o que facilita a compreensão de temas complexos e abre espaço para reflexões.
Patrícia Ferreira e Élio Ferreira, atores do grupo teatral Peripécia, vieram ontem à escola representar dois conhecidos contos de Torga - O segredo e Vicente.
Assistiram ao espetáculo os alunos do 10º C e D, do 11º B e do 1º TAS.
MIBE 2024
Conta Torga - Dia 16 de outubro | Auditório 1
Porquê Torga?
"[...] os dois contos que vão ver parecem continuar a ecoar desde o passado até aos nossos dias.
O Segredo é, sem dúvida, uma história impactante cheia de reminiscências da tragédia grega num mundo rural transmontano. Aborda, entre muitas outras coisas, a dificuldade de viver de quem é diferente.
Vicente está muito mais na linha da sátira contra o poder estabelecido, com uma ironia e um sarcasmo que não perderam nada da sua eficácia e atualidade.
Para criar o espetáculo procurou-se em todo o momento encontrar os meios e estilos de representação que potenciavam e respeitavam escrupulosamente a maravilhosa qualidade dos textos.
São, então, duas abordagens teatrais muito diferentes para prestar homenagem a um autor tão polifacético e contemporâneo como Miguel Torga."
Luis Blat - Encenador
Atividade realizada no âmbito da Rede de Bibliotecas de Vila Real, com o apoio do Pelouro da Educação.
#abrildepoisdeabril #criarabril #rbe #50anos25deabril