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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Viagem no Tempo: Mostra de máquinas fotográficas antigas

 


#BibliotecaCCBvr #CulturaVilaReal #Fotografia #CasaPaullos #MaquinasAntigas








Esteve patente na escadaria de acesso à biblioteca, de 11 a dia 31 de maio, uma mostra muito especial de máquinas fotográficas antigas. Entre as relíquias em exposição, destacam-se a icónica Nikkomat FT 2 (1975) e a clássica Nº 1A Pocket Kodak (1926), verdadeiras testemunhas da evolução da arte de fotografar.

Esta iniciativa surge no âmbito da exposição de fotografia "Vila Real na objetiva de Manuel Costa Monteiro", realizada em parceria com o Museu do Som e Imagem de Vila Real.

🙏 Um agradecimento especial: Esta mostra só foi possível graças à generosidade da Casa Paúllos, que cedeu gentilmente as peças do seu espólio.

Seja por curiosidade histórica ou paixão pela fotografia, obrigado a todos os que passaram por cá para descobrir a magia por detrás da lente!
 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Museu fora de portas | Exposição de fotografia

 



 
 
 

 

Está patente na escadaria de acesso à Biblioteca a exposição itinerante "Vila Real pela objetiva de Manuel Costa Monteiro", do Museu do Som e Imagem, que documenta a cidade de Vila Real através do olhar do fotógrafo Manuel Costa Monteiro.

A obra constitui um valioso registo histórico, paisagístico e cultural do burgo transmontano (corridas de automóveis e de motos, cortejos, procissões religiosas, tapetes de flores, paisagem urbana e rural), da segunda metade do século XX.

Mais do que um conjunto de fotografias, esta exposição é um arquivo vivo da identidade de Vila Real, revelando a evolução da cidade, os seus rituais comunitários e a força das suas paisagens humanas e naturais.

Pode ser visitada na escadaria de acesso à Biblioteca durante o mês de maio. 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Novidades na Biblioteca | As coisas não são feitas por acaso (DVD)

 

 Documentário As coisas não são feitas por acaso sobre o fotógrafo Eduardo Gageiro.

 


 

O filme mostra a vivência de Gageiro entre as memórias e os gestos fotográficos. Do momento histórico em que fotografou a rendição do regime a Salgueiro Maia à intimidade do seu trabalho pelas ruas de Lisboa, o documentário revela o olhar e o testemunho do homem que há mais de sessenta anos transforma o quotidiano português em imagem.

Oferta da Casa da Esquina - Associação Cultural. Coimbra.
 

segunda-feira, 20 de maio de 2024

Concurso | Os Segredos do Liceu 2024

 

 

 

 






Até ao próximo dia 31 de maio, estão abertas as inscrições para a 3ª edição do concurso "Os Segredos do Liceu", promovido pela Biblioteca Escolar e pelo Grupo de Artes Visuais da Escola Secundária Camilo Castelo Branco. 

Este concurso insere-se no projeto "aLer mais e melhor / Encontro de Leituras”, e tem como objetivo valorizar a heterogeneidade de pontos de vista sobre a Escola e estimular a criatividade. 

 
Os trabalhos deverão combinar a fotografia com o texto. 

 
Pode consultar o REGULAMENTO e aceder à FICHA DE INSCRIÇÃO AQUI ou através deste QR-Code. 

 


 

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Fotografar palavras

 

O que é uma obra de arte?

É possível ser feliz sem amor?

O que é uma vida plena?

O que é a realidade?

Estas foram algumas das questões  filosóficas fotografadas pelos alunos do 10º H.

 

 

 

 

segunda-feira, 12 de junho de 2023

A utilidade da imagem

 


Militares portugueses na Guiné



E

ste livro resulta de um projeto de investigação que incluiu uma exposição na Biblioteca Nacional e um colóquio internacional, ambos em 2019. Publicado originalmente no final de 2021 em versão bilingue (português/inglês) por esta editora espanhola especializada em fotografia e cultura visual contemporânea, teve algumas recensões no início do ano passado, mas durante o verão ganhou destaque entre as publicações apresentadas nos Encontros de Fotografia de Arles. Com esse vento a seu favor, foi relançado no último outono e disponibilizado em plataformas de comércio digital.

A breve introdução assinada pela coordenadora do projeto, Filomena Serra, descreve as origens e as etapas do mesmo, que envolveu diversas unidades de investigação — sobretudo ligadas à Nova/FCSH, ao ISCTE e à FBAUL — e procurou rever analiticamente a época compreendida entre 1934 (ano do início de atividade do Secretariado da Propaganda Nacional, criado em 26 de outubro de 1933) e 1974, o último ano do regime. Um leque alargado de investigadores analisa, assim, 50 publicações selecionadas entre o fundo documental do Secretariado Nacional de Informação (SNI, que sucedeu ao SNP) conservado na Biblioteca Nacional, e repartidas em quatro núcleos: ‘Representações Performativas’, ‘Realizações Materiais’, ‘Retóricas do Corpo’, e ‘Contra-Discursos e Contra-Imagens’, pois a exploração da “fotografia impressa, enquanto género documental, foi relevante tanto na propaganda oficial como em discursos de oposição ao regime”.

Dadas as significativas reduções a que foram constrangidas a maioria das reproduções visuais, com resultados díspares, o livro vale menos como objeto decorativo para a mesa da sala do que como agregado de um significativo corpo de conhecimentos sobre evolução da imagem ao longo do século XX — particularmente a da imagem fotográfica. Na verdade, é um livro sobre fotografia onde a propaganda é evocada como cenário de fundo, noção relativamente indefinida, pressuposto.

Mas não inteiramente indefinida, porém. Lê-se com grande proveito o capítulo “A Fotografia Impressa e a Propaganda no Estado Novo”, por Filomena Serra, Paula André e Manuel Villaverde Cabral, onde a secção intitulada “A Fotografia num tempo de transição” situa o bem o contexto da Primeira Guerra Mundial, quando “os países beligerantes tomaram consciência dos desafios que as imagens ofereciam e da sua capacidade de difusão e influência ideológica na opinião pública” e assim “cada Estado criou a sua agência fotográfica responsável pela produção e fornecimento de imagens aos jornais e editoras nacionais e estrangeiras. Implementou-se um sistema de censura; controlaram-se as imagens transmitidas pelas agências noticiosas e as publicadas pelos jornais; e desenvolveu-se um sistema de acreditação de correspondentes de guerra encarregados das reportagens no campo de batalha, proibindo os soldados de possuírem câmaras nessa zona”.

No nosso país criou-se o Serviço Fotográfico e a Secção Cinematográfica do Corpo Expedicionário do Exército, e foram nomeados como coordenadores da propaganda de guerra o pintor Sousa Lopes e Arnaldo Garcez, sendo este último o fotógrafo oficial e exclusivo em França. Mais tarde esses serviços serão unificados e criada a primeira estrutura governamental especificamente vocacionada para a propaganda externa, que após a guerra subsistiria até ao advento do Estado Novo e à criação do SNP, liderado por António Ferro.



Jorge Pereirinha Pires, Revista-E, Expresso Semanário#2641, de 9 de junho de 2023









FOTOGRAFIA IMPRESSA E PROPAGANDA EM PORTUGAL NO ESTADO NOVOFilomena Serra (org.)
Muga, 2022, 400 págs.








terça-feira, 6 de junho de 2023

Os Segredos da Escola II - Vencedores Categoria C




Categoria C – Professores e Funcionários


1º Prémio - Coisas do alto, de Paulo Fontes (Func.)
2º Prémio - Boccaccio, de Paulo Fontes
3º Prémio - Sentinelas, de Paulo Fontes














Os Segredos da Escola II | Vencedores Categoria B

 


Categoria B – Alunos Ensino Secundário e Profissional

1º Prémio - Arcar - 1. Encarar de frente 2. Lutar, de Anabela Pereira, 11A
2º Prémio - Chave Mestra, de Anabela Pereira, 11A
3º Prémio - Mistérios arquivados, de Anabela Pereira, 11A





     


Os Segredos da Escola II | Vencedores Categoria A





PROJETO "Encontros de Leitura: Camilo aLer+2027"
A escola que (des)conhecemos.


Divulgação dos vencedores da 2ª edição do concurso "Os Segredos da Escola".
Com este concurso pretende-se valorizar a heterogeneidade de pontos de vista sobre a Escola Secundária Camilo Castelo Branco e estimular a criatividade e singularidade na interpretação da mesma. Os trabalhos devem combinar a fotografia com o texto.

Categoria A Alunos Ensino Básico


1º Prémio
 - Para lá da visão está o que quiseres, de M Carolina Costa, 9G
2º Prémio
 - Olhares por todo o lado, de Lara Fernandes, 9C
3º Prémio
 - O Nosso Futuro depende de nós, de Inês Rodrigues, 9C



sexta-feira, 2 de junho de 2023

Os segredos da Escola | Trabalhos apresentados a concurso

 

 

 

 

Divulgamos os trabalhos apresentados à 2ª edição do concurso "Os Segredos da Escola", bem como os vencedores.


Parabéns a todos os participantes!
 
 
 

sábado, 4 de junho de 2022

Vista, Revista de cultura visual















N.º 1 (2017): Políticas do Olhar
Maria da Luz Correia & Carla Cerqueira
Nº 1 | 2017 | Sopcom/GT Cultura Visual
ISSN:e-ISSN 2184-1284


 




É uma revista científica de Cultura Visual e de Artes Digitais. Pretende promover o debate transdisciplinar em torno dos processos de mediação visual da cultura, que além dos estudos sobre fotografia, cinema, televisão, publicidade, jogos de vídeo, média digitais, inclui hoje as artes tecnológicas e as media arts.

A revista foi criada em 2015 pelo Grupo de Trabalho de Cultura Visual da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom) e, no segundo semestre de 2020, passou a ser editada pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.




Não é preciso ser triste para ser militante
Michel Foucault


Este é o primeiro número da vista. Tem a sua primeira edição dedicada às assimetrias sociais que os regimes escópicos conformam ou desafiam. Homenageando a motivação política dos visual culture studies que nos anos 90 do século XX deram um novo fôlego ao estudo da imagem, e reivindicando a importância fundadora das teorias críticas da vigilância e do espetáculo e dos estudos das desigualdades de género e de etnia, este número inaugural quer também dar conta do caráter dinâmico dos processos de partilha do visível, confrontando os imaginários hegemónicos e as visibilidades dominantes com as visões alternativas e os olhares de resistência.

[...]

A vista ocupa-se de imagens. O seu objeto é a iconografia social quotidiana e a produção visual diária e o seu nome é também, neste sentido, e em certa medida, um parti-pris. Conforme Rosalind Krauss (1985:139) assinala no texto Photography’s Discursive Spaces, com o aparecimento da fotografia, é o termo “vista” que sucede à designação de “paisagem” [1]. Usada pelos primeiros fotógrafos para fazer referência aos negativos resultantes das suas expedições, a ideia de vista remete-nos, então, para o universo da produção mecânica de imagens, assinalando a passagem de um mundo olhado a partir da perspetiva da arte e da imagem aurática a um mundo representado a partir do horizonte da cultura visual e da imagem técnica, como o diagnosticou exemplarmente, no início do séc. XX, Walter Benjamin (2012).

Remonta ao início do séc. XX, a pensadores como o filósofo Walter Benjamin e o historiador de arte Aby Warburg, e tem sido reforçado nas últimas décadas, o esforço no sentido de alargar o heterogéneo domínio dos estudos da imagem à experiência visual quotidiana, procurando refutar esquemas hierárquicos que opõem o high ao low, a arte popular à arte erudita, e privilegiando, ao contrário, os intervalos de convergência que diariamente enredam a arte e a não arte [2]. Com artigos dedicados à banda desenhada, à publicidade, à fotografia vernacular, à televisão, ao vídeo, às artes participativas, à performance e ao cinema, este número da Vista inscreve-se na continuidade desta crescente atenção à circulação social de imagens, à “cultura das mídias”, para usar os termos de Lucia Santaella (2010), à “cultura dos ecrãs” na aceção de Moisés de Lemos Martins (2011), que têm olhado a nossa cultura visual sob a perspetiva da hibridez, da mistura, do trânsito e do movimento.



[1] É de notar que no ensaio Povos Expostos, Povos Figurantes, traduzido neste primeiro número da vista, Georges Didi-Huberman (2012) faz também referência ao habitual emprego do termo “vistas” no domínio do dito cinema primitivo, como se pode constatar nos seguintes excertos: “Acrescentemos que a fita medindo apenas dezassete metros –para um total de cerca de oitocentos fotogramas ou ‘vistas’, como se dizia então”; “Basta folhear o catálogo das ‘vistas Lumière’ para compreender o significado considerável...”; “Toda a questão reside em saber, afinal, de que maneira e em vista de quê estas “vistas” se expunham.”.

[2] Inspiramos a nossa formulação nesta lúcida clarificação de W. T. Mitchell: “O facto de alguns investigadores quererem abrir o domínio das imagens, considerando imagens artísticas e não artísticas, não abole automaticamente as diferenças entre estes dois domínios. Podemos facilmente argumentar que os limites entre a arte e a não arte só se tornam mais claros quando olhamos para os dois lados dessa instável fronteira e traçamos as transações e as traduções entre eles.” (Mitchell, 2002, p.173); tradução das editoras.



📌
Consulte outros números da revista:


N.º 2 (2018): Memória Cultural, Imagem, Arquivo

terça-feira, 24 de maio de 2022

Concurso 'Os Segredos da Escola'

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No próximo dia 31 de maio, termina o prazo para a participação no concurso de fotografia e texto Os Segredos da Escola.

 

Lembramos os objetivos deste concurso:

  • Suscitar a multiplicidade e a pluralidade de verdades e realidades (tema explorado pela literatura e pela arte contemporâneas);
  • Promover a leitura e a escrita em distintos contextos, formatos e suportes;
  • Estimular a criatividade e a singularidade na interpretação da Escola. 

Os trabalhos deverão combinar a fotografia com o texto, tendo como objeto a escola que desconhecemos. 

 

Ainda estás a tempo de participar!

Consulta o Regulamento.

 

Preenche o formulário de inscrição e envia-o, conjuntamente com o teu trabalho, para o email da biblioteca - biblioteca@esccbvr.pt.