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domingo, 16 de maio de 2021

O jogo do gato Zorbas e da gaivota Ditosa

 





Jogo construído a partir da leitura de História da gaivota e do gato que ensinou a voar | 7ºF
Projeto Interdisciplinar: Português, Educação Visual E Educação Física



quinta-feira, 13 de maio de 2021

A história da gaivota e do gato que a ensinou a voar

 






Trabalhos executados pelos alunos do 7º E, na disciplina de TEA, usando a técnica da grattage. 
Docente responsável: Alcina Gonçalves







Trabalhos executados pelos alunos do 7º F, na disciplina de Educação Visual. 
Coordenação da Docente Alcina Gonçalves



sexta-feira, 10 de julho de 2020

+ Leitur@s | O caderno vermelho da rapariga karateca





O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca
Ana Pessoa, Bernardo Carvalho
Planeta Tangerina, 2012
Livro disponível na Biblioteca


N não é uma menina, é karateca.

N tem 14 anos, quase 15, e o seu maior sonho é ser cinturão negro e beijar o Raul.

N gosta de escrever, mas prefere lutar com o Raul.
(Escrever é uma seca.)

Isto não é um diário. Não tem chave, não tem segredos.
(Sim, tem segredos.) Também tem vontade própria, páginas movediças, palavras como «diarreia» e «romântico» e personagens como a bruxa má que quer aprender a ser boa e a mosca que não sabia quem era.

Isto é o caderno vermelho da rapariga karateca. O objeto preferido de N, um animal de estimação, uma personagem, uma pessoa de verdade.
(O que é a verdade?)

O caderno vermelho da rapariga karateca é a primeira obra de Ana Pessoa. Venceu a edição 2011 do prémio Branquinho da Fonseca – Expresso/Gulbenkian, na modalidade Juvenil. 


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

1 livro, um filme | O meu pé de laranja lima



O livro



Autor: Vasconcelos, José Mauro de Vanconcelos (1920-1984)
Ilustração: Jayme Cortez (1926-1987)
14.a ed
Editora: Booksmile
Data de publicação/impressão: 2017
ISBN: 978-989-8491-88-6



Sinopse

O romance conta a história de Zezé, um menino com apenas oito anos, que mora no bairro pobre de Bangu, no Rio de Janeiro, e da sua amizade com um homem mais velho, o Portuga. Traquina e sensível, Zézé é também um excepcional contador de histórias. A sua família é pobre e numerosa e a falta de afecto fá-lo recolher-se num mundo imaginário onde Minguinho, um pé de laranja-lima plantado no seu quintal, se torna o seu mais íntimo amigo, protegendo-o da triste realidade que é a sua vida. Um dia, numa das suas travessuras, conhece Manoel Valadares, um português solitário e rezingão, temido por todas as crianças do bairro. Os dois, apesar de muito diferentes, tornam-se inseparáveis. Ao mostrar o poder da imaginação ao "Portuga", Zezé descobre também o consolo de uma amizade verdadeira…


O filme 



O Meu pé de laranja lima, realizado por Aurélio Teixeira (1970)


A adaptação cinematográfica do romance, de 1970, por Aurélio Teixeira que interpreta o papel De Portuga, é a versão mais fidedigna à obra homónima e autobiográfica de José Mauro de Vasconcelos, escrita em 1968. 


O livro e o filme estão disponíveis na Biblioteca.


Centenário | José Mauro de Vasconcellos




O escritor de 'O Meu Pé de Laranja Lima', José Mauro de Vasconcellos, nasceu em 26 de fevereiro de 1920.








quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Fase Municipal do CNL | Obras selecionadas




As obras escolhidas para a fase municipal do CNL são as seguintes:



3.º Ciclo - Orlando e o tambor mágico, de Alexandra Lucas Coelho






SINOPSE:


Orlando tem oito anos e não consegue dizer os «éles». A mãe e o pai estão separados mas moram no mesmo bairro de Lisboa. Onde também mora Tobias, que nunca jogou futebol.

E Cláudia, que quer mudar o mundo e casar com Orlando. Ele está sempre a fugir dela.

Nesta aventura, Orlando viaja com o pai até à Guiné-Bissau, em África, e descobre que as árvores também falam e há tambores mágicos que vêm das árvores.

Esta segunda aventura da série é inspirada numa viagem que Alexandra Lucas Coelho fez à Guiné-Bissau na altura do 25 de Abril, a revolução da liberdade.



Secundário - Uma questão de conveniência, de Sayaka Murata






SINOPSE:

Keiko foi sempre estranha e os pais perguntam-se onde encaixará ela no mundo real. Por isso, quando a rapariga resolve ir trabalhar para uma loja de conveniência, a notícia é recebida com entusiasmo, até porque na loja ela encontra um mundo bastante previsível, que domina com a ajuda de um manual e copiando os colegas até na forma de falar. Mas aos 36 anos é ainda na mesma loja de conveniência que trabalha, e além disso nunca teve um namorado, frustrando as expectativas da sociedade... 

Embora Keiko não se importe com isso, sabe que a família e os amigos estão mais ou menos desesperados. Um dia, porém, é contratado para a loja um rapaz com o qual Keiko tem algumas afinidades. Não será então aconselhável para ambos um relacionamento?

Sayaka Murata, uma das vozes mais originais e talentosas da ficção contemporânea japonesa, capta brilhantemente a atmosfera de uma loja de conveniência e satiriza as obsessões que regem a sociedade contemporânea e a pressão exercida sobre as mulheres no sentido de cumprirem expectativas alheias, com o pretexto de terem uma vida "normal". 

Uma Questão de Conveniência, que venceu o prémio Akutagawa e foi traduzido em mais de vinte países, é o retrato de uma heroína deliciosa que promete ser tão memorável como Amélie Poulain. 


A data de realização será o dia 11 de fevereiro, pelas 14h30, em local a indicar.

Divulgaremos, em breve, o regulamento desta fase do concurso.


sábado, 31 de agosto de 2019

Trinta Clássicos das Letras | 28. As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll




Alice, por Dagmara Gaska



As Aventuras de Alice no País das Maravilhas é uma novela de 1865 escrita por Charles Lutwidge Dogson (1832-1898), sob o pseudónimo de Lewis Carroll. Apesar do autor sempre tê-lo negado, a personagem parece identificar-se com Alice Pleasance Lidell (1852-1934), jovem que o autor largamente retratou, filha do Decano de Christ Church da Universidade de Oxford, Henry Lidell.
Trata-se de uma narrativa fantasiosa, com figuras antropomórficas, em que prevalece o raciocínio lógico e a sua crítica, típicos de um professor de matemática. Nesse sentido, a popularidade do livro, nas suas duas partes (País das Maravilhas e Do Outro Lado do Espelho) deveu-se ao alcance multifacetado dos episódios que relata, que podem ser apreendidos por crianças e adultos, já que o humor pode ser visto na simplicidade infantil ou na apresentação de paradoxos lógicos só compreensíveis por leitores maduros. Trata-se, porém, de um exemplo que reúne o “non-sense”, a fantasia, o absurdo, o cómico e os jogos da lógica, ao alcance de todos… Lewis Carroll foi diácono anglicano, professor, fotógrafo, matemático e escritor, tendo-se celebrizado sobretudo pelo romance de Alice, mas igualmente pelas suas descobertas no campo da lógica matemática.
Alice, num passeio em 4 de julho de 1862, começa por seguir um estranho coelho branco de colete e relógio de bolso para a sua toca e cai num poço cheio de prateleiras com objetos estranhos e livros. No fundo, descobre uma chave dourada sobre uma mesa de vidro, que abre uma porta que dá para um belo jardim, demasiado pequena para que Alice possa entrar. Encontra uma pequena garrafa com uma etiqueta “Bebe-me”. Alice cumpre o pedido, diminui de tamanho e consegue entrar. Mas esquece-se de trazer consigo a chave e o que a salva é um bolo, que a convida a comê-lo, o que lhe permite crescer. O encadeamento das peripécias não pára. Alice chora porque cresceu de mais e cria um lago de lágrimas. O coelho deixa cair as luvas e o leque e Alice consegue diminuir de tamanho ao refrescar-se com o leque, mas cai no lago cheio pelas suas próprias lágrimas, mas um rato ajuda-a a não se afogar e a atravessar o lago… Tudo é, porém, demasiado complicado. Um bizarro dodô (caricatura do autor, Dogson) promove uma corrida eleitoral, em que todos ganham. Alice volta a crescer desmesuradamente. Há os conselhos da lagarta-azul. O Gato Chessire revela o seu misterioso sorriso. E os números matemáticos podem ser vistos como são: duas ou três maçãs ou os algarismos 2 e 3, considerados em abstrato, da mesma maneira que o sorriso do gato, que a certa altura, deixa de fazer parte dele… E chegamos ao Chá dos Loucos, com a Lebre de Março e o Chapeleiro, condenado a beber sempre chá porque o seu relógio ficou parado nas seis horas, “post meridium”. E Carroll tem razão ao falar da loucura como doença profissional dos chapeleiros – pela inalação dos gases do mercúrio, indispensáveis na fabricação dos chapéus de feltro. E nesse mundo perturbado, encontramos referência à mais assisada das lições de Lógica: «afinal, podemos dizer "Vejo o que como", ou de outro modo, "Como o que vejo"!» Cuidamos assim de uma relação inversa… Por sua vez, a Rainha de Copas revela-se irrascível e intolerável. Uma tartaruga falsa (alusão à sopa assim chamada, feita com carne e caldo verde; daí a cabeça de bezerro da ilustração), a quadrilha da lagosta, o julgamento do valete de copas (pelo “terrível” roubo de uma torta), o decisivo depoimento de Alice – e a final demonstração de que a rainha de copas nada pode, para além do mundo da fantasia contra Alice, regressada à realidade… 
A aparente loucura, que perpassa em todo o sonho, corresponde, afinal, a uma mistura de paradoxos lógicos, de doenças reais, como a do chapeleiro, e de pequenas referências a hábitos e costumes britânicos. E assim, ainda hoje, a obra de Lewis Carroll continua a revelar muitos enigmas, a que a maior parte dos leitores continua indiferente…

Agostinho de Morais
Raíz e Utopia, Centro Nacional de Cultura, 28 de agosto de 2019


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

O barão trepador, de Italo Calvino



+ Leitur@s





Autor: Italo Calvino
Título: O barão trepador
Editor: Dom Quixote
Data de lançamento: 2016
Nº de páginas: 296
Livro recomendado pelo PNL2027 para leitores dos 12-14 anos





Um romance admirável em que o real e o fantástico se fundem numa unidade perfeita.

Nesta fantasia, Cosimo, um jovem nobre italiano do século XVIII, revolta-se contra a autoridade paterna, trepando para cima das árvores. Aí vai permanecer durante o resto da sua vida, adaptando-se eficazmente a uma existência arbórea – caça, semeia e colhe, joga vários jogos com amigos que têm os pés assentes na terra, combate incêndios florestais, resolve problemas de engenharia e até consegue manter casos amorosos. Do seu poleiro nas árvores, Cosimo vê passar os tempos de Voltaire e assiste à chegada do novo século. 

As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, composta pelos romances "O Visconde Cortado ao Meio", "O Barão Trepador" e "O Cavaleiro Inexistente".



📌 Livro disponível na Biblioteca


segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Cãopêndio




+ Leitur@s





 https://www.bruaa.pt/loja/caopendio/ 🔗


Autor: Tóssan (pseud.)
Título:Cãopêndio
Editor:Bruaá
Data de publicação: 2017
Nº de Páginas: 66
Livro recomendado pelo PNL2027




Uma das falácias mais recorrentes no que à recepção leitora dos adolescentes diz respeito tem a ver com o seu parco conhecimento sobre a diversidade de livros. Quer isto dizer que a leitura continua a ser associada à narrativa ficcional e nas margens, aqui e ali, já entra a banda-desenhada e uma ou outra biografia. 

O espanto de muitos perante objetos de dimensões menos comuns, perante textos aforísticos, inventários, alfabetos, dicionários, e ainda perante ilustrações que partilham espaço e importância com o texto é notório e expressa muitas vezes uma certa desconfiança. Por isso é cada vez mais urgente que estas propostas circulem e se multipliquem. 

A reedição pela Bruaá deste provocador compêndio que data originalmente de 1959 é um exemplo perfeito. O humor sarcástico, pejado de crítica política e social só se apreende decifrando o verdadeiro vocábulo por trás da metamorfose canina e lendo a representação do animal de acordo com o significado da palavra original. Tal exercício é mais complexo do que parece e requer curiosidade e aquilo que commumente se designa por cultura geral. Para além deste compromisso necessário para a leitura, há outros níveis, como o do estilo do autor, em que o traço não sofre quebras e segue uma limpidez geométrica que lhe confere movimento. 

Finalmente, esta é uma leitura lenta, feita de releituras e de interrupções para atentar num ou noutro pormenor ou sentido desconhecido. Em tudo Cãopêndio contraria o ready-made, o confortável, o expectável, o fast food.



Ana Pessoa | Mary Jonh




+ Leitur@s




Autor: Ana Pessoa
Ilustrador: Bernardo P. Carvalho
Título: Mary John
Editor: Planeta Tangeria 
Data de publicação: 2016
Nº de Páginas: 192
Livro recomendado pelo PNL2027





Sinopse


Há semanas que ando a escrever-te. Não sei bem porquê. Não sei bem para quê. Quem és tu, Júlio Pirata? Ando a pensar na nossa história. Desde o princípio. Desde o primeiro encontro. Desde a primeira pergunta: "És menino ou menina?"Eu sou uma menina por tua causa, Júlio. Deixei crescer o cabelo para ti, furei as orelhas para ti. Eu vivo e morro para ti. Todos os meses tenho o período, morro um bocadinho e penso em ti. Tu dizes: "Morreste!" E eu morro. Atiro-me para o chão de qualquer maneira.E eu não quero isso. Eu nunca mais quero morrer, Júlio. Eu quero viver para sempre. Todos os minutos de todas as horas de todos os dias. 


Numa longa carta dirigida a Júlio Pirata, Maria João faz o balanço dos anos vividos na praceta que ambos partilharam durante a infância e a adolescência. Entre a mágoa e o humor, Maria João organiza os seus pensamentos e emoções, concentrando forças para inaugurar um novo capítulo da sua história.

Um livro juvenil escrito com o fôlego desenfreado das perguntas sem resposta por uma protagonista juvenil. Um livro juvenil sobre amor e desamor, desentendimentos, fugas, ausências, saudade. Um livro juvenil sobre o corpo, a auto-imagem, o sentimento de não pertença, a indiferença. Um livro juvenil sobre a descoberta de outro lugar com outras pessoas, outros corpos, outras perguntas e uma nova pertença. Um livro juvenil sem auto-censura, onde os nomes não são eufemismos, e há constrangimentos eventuais. Um livro juvenil em forma de carta sem resposta, tão direto quanto paradigmático de um tempo que acelera e não se recupera jamais. 

Melancólico, certeiro na composição de cada personagem, rigorosamente atual na captação dos contextos verbais e não verbais, Mary John é uma obra-prima que pode exemplarmente representar o que significa a catalogação de literatura juvenil. Sem nada que a memorize, bem pelo contrário. Sem ser um livro crossover, que depõe barreiras etárias, é um texto sobre jovens e para jovens. Os adultos que o lerem não têm como ficar indiferentes.




O que diz a crítica


Ana Pessoa está para literatura juvenil desta década como a Alice Vieira esteve para a década de 80 e a Ana Saldanha para a de 90. Cada uma delas a marcar uma mudança de paradigma em termos da escrita para jovens.
Ana Margarida Ramos, Professora e Investigadora (Universidade de Aveiro), 23/11/2016 


Mary John representa um salto de gigante, um golpe certeiro feito de risco e ousadia, quer no domínio da linguagem estilística quer na incursão por temas tidos como tabu. Raro, muito raro um romance juvenil que se aventura pelos temas da sedução amorosa, da descoberta do corpo e da sexualidade sem nunca resvalar para o lugar comum nem para a moralidadezinha.
Carla Maia de Almeida, blogue O Jardim Assombrado, 09/01/2017


Combinando a prosa ágil e inteligente de Ana Pessoa (autora de Supergigante) com as fabulosas ilustrações de Bernardo P. Carvalho, Mary John é uma viagem fascinante pelos labirintos da adolescência, contada por quem o viveu, durante a difícil mas necessária travessia.
José Mário Silva, Expresso online, 23/12/2016


Seleção “Melhores livros editados em 2016” (jornal Expresso)
Destaque absoluto para o romance Mary John de Ana Pessoa, um daqueles volumes com a etiqueta "juvenil" que lemos com a certeza de ser uma narrativa absolutamente memorável e universal.
Sara Figueiredo Costa, jornal Expresso, 22/12/2016


O que esta novela consegue, e por isso é literatura de primeira água, é conjugar o singular com o universal. Rejeita a moral, o paradigma social e traz uma história de vida de uma rapariga filha de pais separados que idealiza uma relação especial e imutável com o melhor amigo, vizinho da praceta.
Andreia Brites, revista Blimunda, Dezembro 2016


Ana Pessoa abriu uma clareira na ficção portuguesa destinada a um público juvenil. (...)
Mais do que uma novela epistolar, o livro acaba sendo um diário porque a carta estende-se no tempo e engole a vida toda da rapariga, a sua procura de um lugar que seja seu, de uma voz, de um caminho. Ana Pessoa capta todas as reverberações deste processo de descoberta, com uma prosa rica, elástica, de fôlego romanesco, não deixando de ser verosímil no tom, credível nos diálogos, e acessível aos leitores a que se destina (“maiores de 14 anos”, como se lê na contracapa). Aos adultos, a leitura também se recomenda, seja como regresso às respetivas adolescências, seja como exemplo de fruição literária. 
José Mário Silva, jornal Expresso, 30/04/2017



terça-feira, 4 de junho de 2019

1 livro, 1 filme | Opinião





A sugestão da Mafalda Pereira (7º ano):




Este livro mostrou-me que temos de ser quem realmente somos para não nos tornarmos pessoas de papel (falsas). Temos de lutar pelo que amamos e não pelo que as outras pessoas querem. Também quero deixar expresso que, se não construirmos o nosso caminho, quando precisarmos dele, iremos cair e não sobreviveremos aos desgostos da vida.



O livro (disponível na Biblioteca) 









Título: Cidades de Papel
Autor: John Green 
Editor: Editorial Presença
Edição ou reimpressão: abril de 2014




SINOPSE


Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margot consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança contra um ex-namorado. 

Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. No entanto, quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margot.




O filme (disponível na Biblioteca)







sexta-feira, 1 de março de 2019

Concurso Nacional de Leitura | Fase intermunicipal



Já são conhecidos os livros para a próxima fase do CNL, cuja prova se seleção decorrerá em Santa Marta de Penaguião.



3º Ciclo



Autor : David Machado
Editor : Editorial Caminho
ISBN : 9789722129602

Nº Páginas : 168




Após a morte do pai, Tomás acredita que, por sua causa, coisas más acontecem; e, para proteger a mãe e os amigos, decide deixar o lugar onde viveu toda a sua vida. 

Mas o país é apanhado por um furacão e, de um dia para o outro, o rapaz vê-se no meio de ruínas e inundações, perdido e desesperado. É, porém, no meio da tragédia que encontrará o mais inesperado dos amigos... 

Não te Afastes é uma história comovente e fascinante sobre o desgosto da perda e o poder curativo da amizade.




Secundário




Autor : Rui Zink
Editor : Teorema
ISBN : 9789726959052
Nº Páginas : 116




O Anibaleitor conta a história de um jovem que, fugido à «guarda do reino», embarca numa viagem em busca de um mítico e fabuloso animal, Anibaleitor. Livro de aventura da leitura. Nesta magnífica novela, Rui Zink consegue ser, ao mesmo tempo, divertido, didáctico, comovente e, como sempre, estimulante.




sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Os meninos que enganavam os nazis


1 livro, 1 filme



Novas aquisições da Biblioteca (o livro e o filme):





Sinopse



A luta pela sobrevivência contada por um menino judeu na França ocupada pelos nazis. Uma história verídica.

1941, Paris é uma cidade ocupada pelos exércitos nazis. O poder de Hitler controla a França; as perseguições e o medo pairam por todo o país. Joffo, um respeitado barbeiro judeu, decide dispersar a sua família de forma a evitar o destino cruel que os espera a todos. Depois da fuga dos filhos mais velhos, perante o perigo sempre à espreita, Joseph, de apenas dez anos, e Maurice, de doze, deixam também a capital, entregues a si próprios, para tentarem escapar à brutalidade e à morte. Uma impressionante história autobiográfica, narrada pelo irmão mais novo, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da amizade, da generosidade, do espírito de entreajuda.



O filme: produção franco-canadense de 2017




quinta-feira, 9 de março de 2017

Semanas de Leitura - Teatro: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá




ETCetera Teatro - Projeto Saltimbancos 
2 sessões: 10:05 e 16:45
Para alunos do 3º Ciclo | Auditório 1 da Camilo | dia 10 de março



“Dois atores, uma produtora, dois sacos e um biombo dentro de um carro a percorrer o país para levarem o teatro a todo o lado.” é o essencial para este projeto decorrer porque, como aprendemos com os mais pequenos, o limite é a imaginação.












O Projeto Saltimbanco 

À semelhança dos saltimbancos da idade média que viajavam de cidade em cidade para levar diferentes formas de entretenimento às populações, os atores "saltam" de escola em escola, levando o teatro a TODOS. Desta forma, poupam-se recursos a alunos, pais e escolas que conseguem, assim, ter acesso a cultura a custos reduzidos e sem transportes associados.



sábado, 12 de março de 2016

Elos de leitura(s) | Alice: o livro, os filmes



O livro





O estrondoso êxito e o fascínio intemporal que exerce sobre leitores de todas as idades — dos elogios que a rainha Vitória e Oscar Wilde lhe teceram à mais recente adaptação cinematográfica de Tim Burton — convertem este clássico da literatura infantil numa das obras mais importantes escritas até hoje.




Os filmes


Versão da Walt Disney - 1951














Versão de Tim Burton - 2010
(trailer)







Veja também:

Alice e o Novo País das Maravilhas 
Releitura do clássico Alice no País das Maravilhas, num contexto atual e moderno. Minissérie de 2009 produzida pelo canal norte-americano Syfy. 

Parte 1

Parte 2

(legendado em português do Brasil)



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O Dicionário do Menino Andersen

 
 

"As palavras podem ser brinquedos. Podemos atirar palavras para o meio de uma sala, como atiramos uma bola. Podemos olhar para elas como se fossem objetos, vê-las fisicamente, rodeá-las, estudar-lhes o perfil.”
                                                                                                  Gonçalo M. Tavares 


 

 
 
 
Ficha técnica
 
Título: O dicionário do menino Andersen
 Autor: Gonçalo M. Tavares
 Editora: Planeta Tangerina
 Data de publicação: 2015
 ISBN: 978-989-8145-69-7
 Nº Páginas: 64




O menino Andersen era um grande inventor e não andava nada satisfeito com as definições de palavras que lia no dicionário. Por isso decidiu começar a escrever um dicionário novo, um dicionário que entusiasmasse os seus amigos.

Eis uma entrada da letra m:

MOSQUITO: animal que está mal sintonizado.
 
"A acompanhar o galo — 'um animal que ainda não foi informado de que já foi inventado o relógio-despertador' –, o fato de banho — 'uma roupa pequenina, que ainda não cresceu' –, e as restantes definições, de A a Z, estão ainda os desenhos de Madalena Matoso, que transformou um dicionário ilustrado numa espécie de 'manual técnico-poético' que recupera o imaginário dos livros de instruções, cheio de setas e maquinaria, ao mesmo tempo que pisca o olho às ilustrações das obras antigas." (Ana Dias Ferreira, Observador, 13 de dez. 2015).

 
 
Gonçalo M. Tavares encontrou-se com Andersen ainda menino para criar um dicionário inesperado que propõe um olhar novo sobre as coisas (e as palavras) que existem à nossa volta. Ao texto de Gonçalo M Tavares juntam-se as ilustrações de Madalena Matoso, num livro que vai entusiasmar leitores de todas as idades.
 
 


 
 

domingo, 20 de dezembro de 2015

Exposição | Literatura Infantojuvenil


Caricaturas de autores portugueses


Área de exposições da biblioteca
de 11 de dez. de 2015 a 15 de jan. de 2016
Com o apoio de Recortar Palavras

















 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

David, um herói entre chamas





Numa acolhedora vila portuguesa, um grupo de alunos do 10º ano da escola secundária criaram entre si fortes laços de amizade. David é um deles, e há também Benedita, a rapariga mais inteligente da turma, que o intriga por andar sempre sozinha e deixar transparecer uma grande tristeza. Neste ambiente tranquilo, já muito perto do final das aulas, uma situação inesperada vai criar circunstâncias extraordinárias que permitirão pôr em evidência valores que transcendem a rotina do quotidiano. Cabe-te a ti, jovem leitor, avaliar até que ponto esta empolgante história nos transmite esperança e nos faz acreditar num mundo melhor.

Ler as primeiras páginas aqui.