#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares
Marcus Benício, aluno de Grego do 12ºE, faz o reconto do conhecido mito de Orfeu e Eurídice e apresenta-o num apelativo ebook.
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Livro digital A vida de Hebe apresentado ao concurso Olimpíadas da Cultura Clássica - Clássicos em Rede 2026. Produzido por Inês Bicá, Jaiane Silva, Matilde Prior e Margarida Santos, alunas do 12º E.
Mito: Hebe.
Escalão C: Ensino Secundário
👉Sobre Hebe, a deusa da eterna juventude
Na mitologia grega, Hebe é a deusa da juventude, filha de Zeus e Hera. Era a mais jovem dos deuses e responsável por mantê-los eternamente jovens. Várias eram as funções que desempenhava no Olimpo: preparava o banho de Ares, ajudava Hera a atrelar o seu carro e servia néctar e ambrosia aos deuses.
#inteligênciaartificial
"Neste guia, aprenderá a utilizar as principais funcionalidades do NotebookLM através de exemplos práticos e estratégias comprovadas.
Exploramos as suas utilizações gerais, incluindo a criação de bibliotecas pessoais, a geração de materiais de estudo e a visualização de dados através de mapas mentais.
Descobrirá aplicações específicas para investigação e ensino. Abordaremos também dois dos seus principais recursos, nomeadamente as Visões Gerais em Áudio e as Visões Gerais em Vídeo, e discutiremos algumas formas práticas de tirar partido delas nas suas aulas.
Concluiremos com dicas para ajudar a tirar o máximo partido do NotebookLM tanto no ensino como na investigação. No final deste guia, terá tudo o que precisa para integrar o NotebookLM de forma eficaz no seu fluxo de trabalho profissional."
Med Kharbach, novembro 2025
16 de novembro - Dia Nacional do Mar
Este ebook convida a mergulhar no conhecimento do oceano através dos webinários realizados, desde 2021, no âmbito do projeto Em Defesa do Oceano, que tem como objetivo promover a literacia do oceano e incentivar atitudes responsáveis que contribuam para a sua preservação, contando com a parceria da Escola Azul desde 2022.
Os webinários estão organizados de acordo com os sete princípios da literacia do oceano, que representam os conceitos essenciais que todos devemos conhecer sobre este elemento vital. A cada webinário está associado um princípio, numa interpretação possível, mas não única, das relações entre os temas abordados e os princípios. Para complementar a seleção dos webinários, no final, inclui-se um índice de palavras-chave. Os webinários, destinados aos vários níveis de ensino, incluem interpretação em língua gestual portuguesa e têm uma duração média de 45 minutos.
Estes webinários são a voz e refletem a partilha de conhecimento de cerca de 50 especialistas de diversas áreas que connosco embarcaram nesta missão que nos liga a todos - conhecer, preservar e defender o oceano.
#ciganos #interculturalidade
#alermaisemelhor #camilo200
#interculturalidade #historiacigana
Título: Juventude e Igualdade: Comunidades Ciganas / REDE
Autora: Nora Kiss (REDE Portuguesa de Jovens para a Igualdade entre Mulheres e Homens)
Edição: Centro de Juventude de Lisboa/Nora Kiss
"Esta obra resulta de um projeto de quem trabalha na área da Juventude, inclusão social da comunidade cigana, igualdade de género e oportunidades para todos, cujo objetivo é não só a reflexão mas a garantia e defesa dos Direitos Humanos. Pretende, pois, fazer o mainstreaming de género na área da Juventude, mobilizando os jovens em torno das questões relacionadas com a igualdade de género, recorrendo a meto dologias participativas, nomeadamente com base na educação não formal.
A temática da juventude, das comunidades ciganas e a igualdade de género é abor dada nesta obra de forma simples, prática e de leitura fácil. Começa com a contextualização temática, abordando a história da comunidade cigana, a sua origem, a cultura e tradições tão específicas do povo «Rom», como é designado, bem como alguns princípios e conceitos gerais. Numa segunda parte, mais prática, são apresen tadas dinâmicas de educação não formal para a promoção dos Direitos Humanos e da Igualdade de Género. Para quem desconhece a cultura e particularidades deste povo, através da leitura desta obra é possível adquirir saber e clarificar preconceitos que ainda persistem sobre esta comunidade."
Prefácio, por Eduarda Marques, Diretora Regional de Lisboa e Vale do Tejo do IPDJ, I.P, 2017
#ebooks #aleramaisemelhor
Como dinamizar meios de comunicação escolares
Sinopse
Este livro parte do reconhecimento dos meios de comunicação escolares como espaços privilegiados para dar voz a crianças e jovens e promover a literacia mediática em contexto educativo. Com base num estudo desenvolvido em 12 escolas do ensino básico e secundário, no âmbito do projeto bYou, analisa-se o papel destes meios na promoção da participação, da expressão e da aprendizagem crítica sobre os media e sobre o mundo.
A obra reúne ainda um conjunto de estratégias para fomentar e diversificar a abordagem jornalística nos media escolares, bem como diversas propostas e recursos para a sua dinamização. Os media escolares são aqui apresentados como laboratórios de cidadania, capazes de contribuir para uma escola mais democrática, inclusiva e preparada para os desafios da era digital.
Sara Pereira, Daniel Brandão e Joana Fillol (org.). O mundo na escola - Como dinamizar meios de comunicação escolares. Edição UMinho: Braga, 2025.
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CONTRA O DERROTISMO EM FACE DA TECNOLOGIA
Ronaldo Lemos
Ler ou não Yuk Hui pode ser comparado à decisão de tomar a pílula azul ou a pílula vermelha no filme Matrix [Lilly e Lana Wachowski, 1999]. Optar por não ler a sua obra é escolher a pílula azul: uma bela prisão cognitiva em que permanecemos no conforto da ignorância, enquanto vemos a tecnologia como uma força monolítica que avança por si só. Adentrar a sua obra, pelo contrário, é tomar a pílula vermelha, que nos leva a um futuro incerto, mas, ao mesmo tempo, libertador dos grilhões que a ideia monolítica de tecnologia nos impõe, permitindo aceder a uma forma mais profunda de realidade, certamente mais dura e difícil, porque eivada de responsabilidades. Por outras palavras, Yuk Hui articula como ninguém uma filosofia da tecnologia libertadora com a essência humanista. Essa visão é especialmente importante no mundo de hoje, sobretudo no Ocidente, onde o nosso pensamento foi capturado por concepções sobre tecnologia que são de uma pobreza e de uma miséria enormes. A aceitação crescente da ideia de “singularidade” como orientadora da nossa relação com a tecnologia é um exemplo disso. Por singularidade entenda-se o momento hipotético em que a tecnologia se torna incontrolável e irreversível, fonte de mudanças imprevisíveis na civilização – aquele momento em que a ficção científica prevê a superação do homem pela máquina, que adquire inteligência e consciência de si. A ideia de singularidade é uma distração. Ela pode ser muito útil para a ficção científica e para criar ótimos filmes, mas, como orientadora de políticas públicas e do pensamento relacionado com a tecnologia, é um conceito miserável. Yuk Hui consegue demolir, pedra por pedra, qualquer vestígio dessa ideia que tomou conta do pensamento ocidental. Ele mostra que o que chamamos “tecnologia” não é um absoluto, um fenómeno único ou universal; diferentes sociedades e comunidades políticas podem ter manifestações completamente distintas dela. Nesse sentido, é muito mais realista trabalhar com o conceito de “multiplicidade” do que de “singularidade”. Afinal, além de preservar um ponto cego no pensamento sobre a tecnologia, essa concepção de singularidade é uma ferramenta política: se a tecnologia é um universal, que forças definem a sua construção e disseminação? Nesse sentido, quem molda a tecnologia como universal assume uma postura de dominação, submetendo o mundo à sua cosmovisão. Yuk Hui mostra como ninguém os limites dessa estratégia. Na conversa que tivemos na Universidade Federal do Rio de Janeiro e no Instituto de Tecnologia e Sociedade em 2019, ele falou sobre quanto seria “confortável” se a tecnologia funcionasse como uma força independente e superior à natureza, como os proponentes da singularidade parecem defender. Seria o mesmo conforto da pílula azul de Matrix.
No entanto, a tecnologia não tem nenhuma capacidade de transcendência sobre a natureza, ela faz parte da natureza e do “cosmos”. Seria uma cegueira infeliz pensar de outra forma. Yuk Hui gosta de citar D.H. Lawrence para exemplificar esse facto: “Quando ouço pessoas reclamarem por estar sozinhas, então sei o que aconteceu. Elas perderam o cosmos”. Da mesma forma que a solidão, a confiança na tecnologia divorciada do humanismo pode ser também uma forma de perda do cosmos. É contra essa interposição da tecnologia entre a humanidade e o cosmos que Yuk Hui se insurge.
Não surpreende, portanto, que Hui tenha nascido em Hong Kong. Entre os muitos papéis que a China tem desempenhado, alguns são inconspícuos. O país está a tornar-se uma potência de imaginação. Hoje, por exemplo, produz, na minha opinião, a melhor ficção científica do planeta, na voz de autores como Liu Cixin ou autoras como Xia Jia e Hao Jingfang. Isso é importante porque, como dizia Jules Michelet, “cada época sonha com a que virá a seguir, criando-a primeiro em sonhos”.
Quem sonha melhor é também mais capaz de projetar melhor o futuro. Mais do que o sonho, Yuk Hui traz uma das visões mais originais e poderosas sobre como pensar a tecnologia com base numa perspetiva plural, que inclui tanto o Ocidente quanto o Oriente. No seu livro The Question Concerning Technology in China: An Essay in Cosmotechnics, ele faz um apanhado impressionante de como os pensamentos ocidental e oriental trataram a questão da “tecnologia”, mostrando que o conceito “tecnologia” tal como formulado no Ocidente nem sequer pode ser visto na história do pensamento chinês, evidenciando as falhas de se pensar a tecnologia como um universal.
Muitos acreditaram que a tecnologia seria capaz de fazer a nossa capacidade de agir coletivamente avançar, levando ao progresso da cultura, da democracia, da política ou do pensamento científico – por outras palavras, à expansão dos valores ocidentais pelo planeta. Mas essa visão otimista, que via a tecnologia como uma força universal e objetiva, não se concretizou. Nos últimos anos, houve uma guinada de perceção sobre o papel da tecnologia, bem detetada como premissa por Yuk Hui. A tecnologia tem vindo a mostrar-se como uma força de atomização, que dissolve o coletivo em individualidades cada vez menores e particulares. Uma força que pode ser capturada por interesses específicos, bem financiados e organizados. O que nos leva à incómoda questão: pode um “universal” ser privatizado? Se sim, certamente não é um universal. Em face dos desdobramentos distópicos recentes da tecnologia, é preciso descartar com urgência essa ideia de universal da tecnologia.
Para compreender a tecnologia para além desse universal, Yuk Hui invoca a busca por uma nova cosmologia, que permitiria a construção de um olhar “de fora”, que colocasse a técnica no seu devido lugar, ou seja, de apenas mais um entre os elementos da existência. Essa ideia de “cosmotécnica” é libertadora.
O Ocidente, nesse contexto, continua a orientar sua marcha sob a égide do tecnocentrismo. Autores ocidentais, mesmo sagazes, como Danny Hillis, têm vindo a defender que a tecnologia provoca um ocaso do humanismo e a substituir o Iluminismo (Enlightenment), ambos pelo que Hillis chama de entrelaçamento (Entanglement). Nesse “entrelaçamento” estaria a surgir uma nova técnica que assumiria as vezes da natureza e seria incompreensível para a humanidade. Um exemplo seriam as aplicações de inteligência artificial que funcionariam em modelo de “caixa-preta”, inacessíveis aos seres humanos, deslocando-os para um papel subalterno à técnica nessa nova cosmotécnica miserável.1
Por outras palavras, enquanto um tecnocentrismo como esse prega uma rendição diante da técnica (tal como no caso da singularidade ou do entrelaçamento), a articulação de Yuk Hui ocorre no sentido oposto, de fuga de qualquer tipo de determinismo.
Faz sentido. As múltiplas crises provocadas pela tecnologia (das fake news ao aumento da desigualdade) demandam um pensamento novo sobre essa relação. Nas palavras da cientista americana Donella Meadows, a maneira mais eficaz de interferir num sistema é modificar o estado mental ou o paradigma a partir do qual esse sistema – os seus objetivos, poder, estrutura, regras e cultura – surge. Todas as outras estratégias mudanças nos objetivos do sistema, nas regras que se aplicam a ele, na sua estrutura ou na forma como evolui– são menos relevantes.
Essa subordinação da natureza à técnica lembra o poema de Richard Brautigan de 1967 chamado “All Watched Over by Machines of Loving Grace” [Tudo observado por máquinas de adorável graça], cuja leitura é um alerta de um futuro indesejável à luz desse novo contexto:
Gosto de pensar (eGosto de pensar
(desde logo, por favor!)
numa floresta cibernética
repleta de pinheiros e eletrónicos
onde cervos passam em paz
pelos computadores
como se fossem flores
de desabrochar torcido.
Sem um paradigma e um novo estado mental que permitam sonhar além da tecnologia, a capitulação torna-se mesmo inevitável. Yuk Hui é o artífice desse novo pensamento. Assim como a lua do escritor Campos de Carvalho,3 hoje o melhor pensamento filosófico sobre tecnologia também vem da Ásia.
Lemos, Ronaldo. "Apresentação", in Hui, YUK, Tecnodiversidade, UBU, 2020.
RONALDO LEMOS nasceu em 1976 em Araguari, Minas Gerais. Advogado especialista em tecnologia, foi professor da Universidade Columbia, em Nova York, e do Schwarzman College na Universidade de Tsinghua, em Pequim. É cientista-chefe do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro e diretor do Creative Commons Brasil. Participou da formulação do Marco Civil da Internet, lei que regulamenta o uso da Internet no Brasil. É coautor de A vida em rede (Campinas: Papirus, 2015) e autor de Futuros possíveis: Mídia, cultura, sociedade, direitos (Porto Alegre: Sulina, 2012), além de artigos e colaborações para jornais e revistas.
Notas:
1 Pode-se travar a mesma contenda com Yuval Noah Harari. No livro Homo Deus, o autor israelita propugna o fim do humanismo, a ser substituído por imperativos tecnológicos, em linha parecida com as ideias de Hillis. Nesse ponto, creio que o pensamento de Harari seja digno de crítica dada a sua visão empobrecida sobre tecnologia. Ele também age aceitando e anunciando essa derrota do homem pela tecnologia. 2 Richard Brautigan, All Watched Over by Machines of Loving Grace. San Francisco: Communication Company, 1967. 3 Referência ao romance surrealista de Campos de Carvalho, A lua vem da Ásia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956. [N.E.]
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Gabriela Mariano, aluna de Grego do 12º ano, Turma D, é a autora deste ebook "Circe no submundo".
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Entre o sonho e a realidade. Teria Circe, a poderosa feiticeira, deixado Eana, a sua terra, e viajado até ao Hades, onde perdeu os seus poderes?
Maya Luna Nhampoca escreveu este "O Terror de Circe", na disciplina de Grego do 12º ano, e apresentou-o a concurso sob a forma de ebook.
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Concurso Clássicos em Rede
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Camões, figura tutelar do Concurso Clássicos em Rede - Olimpíadas da Cultura Clássica 2025, a "Conclusão" de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, cujo bicentenário se celebra este ano, e o mito de Faetonte constituem os elementos estruturantes do ebook O último Suspiro, produzido pelos alunos Daniela Santos e Francisco Lisboa.
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A partir do mito de Telelégono e da história de Circe apresentada na Odisseia, o Rafael, a Rita, o Vasco e a Sara produziram este ebook na disciplina de Grego-12º ano, que apresentaram ao concurso Clássicos em Rede - Olimpíadas da Cultura Clássica.
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Para apresentação ao concurso Clássicos em Rede - Olimpíadas da Cultura Clássica 2025, a Mariana, o João, o Daniel e o David produziram este ebook na disciplina de Grego- 12º ano, sobre o mito de Aurora, constituído por páginas de um jornal - o Olimpo News.
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