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terça-feira, 23 de agosto de 2022

Cronologias do Portugal Contemporâneo

 






Ao fim de alguns anos de trabalho árduo, com uma minuciosa pesquisa de fontes e beneditina paciência na recolha de factos, a equipa – constituída por Paulo Silveira e Sousa, António J. Ramalho e Octávio Gameiro – produziu uma obra de referência que, doravante, será um instrumento de consulta indispensável para historiadores e cientistas sociais e, bem assim, por todos os cidadãos interessados em conhecer, de forma rigorosa, a evolução do país nas últimas décadas.

É usual dizer-se, e com razão, que o panorama cultural português se caracteriza por uma lamentável ausência de obras de consulta e instrumentos de trabalho, como cronologias, dicionários temáticos, roteiros de fontes ou repertórios bibliográficos. Cronologias do Portugal Contemporâneo, 1960-2016 representa o contributo da Fundação Francisco Manuel dos Santos para, no domínio da identificação de datas e factos relevantes das últimas décadas, colmatar esta lacuna. A obra, que cobre um arco temporal que vai da década de 1960 à atualidade, encontra-se organizada por décadas, em sequência cronológica, e, em cada ano, por áreas temáticas: Política, Economia, Sociedade, Cultura e Internacional. Procurou-se, desta forma, cobrir um amplo espectro da realidade, fornecendo informação factual e objectiva sobre os factos que marcaram o Portugal contemporâneo.

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A RTP, associou-se ao projeto, disponibilizando o seu arquivo áudio e vídeo, havendo assim vários filmes ou noticias e peças de rádio nos diferentes conteúdos. Por sua vez, o Círculo de Leitores imediatamente se dedicou à edição desta obra em livro, produzindo cinco volumes, um por cada década, numa edição exclusiva do Círculo de Leitores.

António Araújo
(Director de Publicações da Fundação Francisco Manuel dos Santos)



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Apesar da subjetividade que sempre acompanha qualquer recolha e seleção de informação, só referimos acontecimentos que tenham apoio em fontes de acesso público e sejam passíveis de verificação objetiva. Para muitas das entradas que selecionámos e redigimos, foram consultadas várias fontes. Nem sempre foi fácil arrumá-las nas cinco secções em que se divide cada um dos 58 anos destas Cronologias: Política, Economia, Sociedade, Cultura e Internacional. Por exemplo, as entradas sobre movimentos sociais poderiam ficar concentradas na secção «Política» ou na secção «Sociedade». Optámos por esta última. Utilizámos também uma definição canónica de cultura, que nos fez colocar na secção «Sociedade» a maior parte das entradas sobre os media e a cultura de massas. Estas escolhas são passíveis de discussão e são da nossa exclusiva responsabilidade. Tentámos, contudo, ser sucintos e evitar repetições. Procurámos fazer sempre uma descrição objetiva e concisa dos acontecimentos, embora quer os termos quer a linguagem possam ser questionados ou corrigidos. Outros fariam certamente diferente. Este foi, portanto, um projeto que nos obrigou a um exercício simultâneo de rigor e de humildade.

A informação que utilizámos foi recolhida em obras de consulta geral, na imprensa, em monografias temáticas e em cronologias anteriores. O nosso trabalho assenta, pois, no trabalho de outros e pretende ser a base e o instrumento para novos autores e novas investigações. Nos casos em que se revelou impossível uma datação rigorosa, optou-se por indicar o mês ou o ano assinalados por um asterisco (*). As siglas utilizadas são desdobradas em anexo. Na elaboração deste projeto consultámos largas centenas de obras, de periódicos, artigos, textos académicos, e sítios da Internet. Não sendo possível referenciá-los a todos, optámos por uma bibliografia sumária de cronologias e de alguns títulos com ampla informação factual, bem como de sítios web com vasta informação descritiva sobre acontecimentos ocorridos entre 1960 e 2019.

Nota ds autores (Paulo Silveira e Sousa, António J. Ramalho e Octávio Gameiro)


domingo, 10 de julho de 2022

Hábitos saudáveis nas Redes Sociais | Teste Drive

 

A saúde e o bem-estar são elementos essenciais na cidadania digital.

Na sociedade atual, a frase frequentemente repetida "Mens sana in corpore sano" - "uma mente saudável num corpo saudável" (geralmente atribuída ao filósofo pré-Socrático, Thales) - está a assumir um novo significado à medida que progressivamente compreendemos a importância de contrabalançar as nossas vidas online com os desafios do bem-estar na sociedade.


Quanto tempo passa nas redes sociais? 

Sabe o que fazer para se desligar temporariamente das notificações?

Faça o teste!













APRENDER
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habilidades de redes sociais
EXPLORAR
a linha do tempo das redes sociais
REFLETIR 
no que você fez 





domingo, 29 de maio de 2022

Ideias de Leitura e de Escrita

 



junho 2022


O PNL2027 publica mensalmente Ideias de Leitura e Ideias de Escrita para jovens.

Escolha uma delas, clique na ligação através do QR-code e participe!  






quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Escape room | Aventuras colaborativas na aula




 

 


Construído à volta de um desafio ou de uma missão, o Escape Room educativo desenvolve o pensamento crítico, a cooperação e a colaboração. Quem está interessado em explorar este recurso, recorrendo quer a elementos físicos, quer virtuais, encontra no sítio francês S‘CAPE um bom ponto de partida.

S‘CAPE disponibiliza dicas e tutoriais para a criação de Escape Rooms, recursos variados, bem como artigos e testemunhos sobre a sua utilização em contexto educativo. Como num verdadeiro jogo, dá resposta a jogadores de todos os níveis:

- Nível inicial: Comece por pôr as mãos na massa, consultando infográficos com as várias etapas da construção de um Escape Room educativo e explorando a rubrica Escape Game, L’essential.

- Nível intermédio: Esclareça todas as dúvidas, partindo de perguntas que outros professores também fizeram a si próprios: J’ai conçu un Escape Game pour ma classe…mais en est-ce vraiment un? ou será que o meu recurso Permettre la fusion des cerveaux?.

- Nível avançado: Porque não propor aos alunos um Escape Room literário? Ainda que a preparação seja exigente, “le temps n’est rien en comparaison de l’apport d’une telle pratique pour nos élèves: une meilleure compréhension, un réinvestissement des compétences et surtout un réel plaisir de lire, de découvrir ensemble en coopérant.”

Concebido em 2017 por professores no âmbito do curso de formação, «Travailler autrement : élaborer une activité de classe de type escape game utilisant l’intelligence collective », a vertente pedagógica de S‘CAPE é assumida na preocupação em identificar os constrangimentos à utilização de Escape Rooms em sala de aula e propor alternativas muito concretas. 

“Nous croyons au défi-évasion en tant qu’outil, utilisable lors des différentes phases des apprentissages, permettant de mettre en œuvre des pratiques actives, réflexives et sociales, au même titre que le travail en ateliers, la démarche d’investigation… tenant compte de la diversité des élèves et permettant de développer le sens du partage et l’intelligence collective".

 

Fonte: Blogue RBE


Consulte o Escape Room de Literatura Portuguesa sobre Camilo Castelo Branco, elaborado por Adelina Moura.