quarta-feira, 15 de abril de 2026

Clássicos em Rede | Orfeu e Eurídice: o reconto do mito

 

   #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 






Marcus Benício, aluno de Grego do 12ºE, faz o reconto do conhecido mito de Orfeu e Eurídice e apresenta-o num apelativo ebook.


 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice : A voz da avó, a escuta da neta

 

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 

 

 

Neste vídeo, as alunas Cristiana Barreira, Catarina Teixeira, Matilde Ferreira, Rita Pinto e Rita Silva, alunas de Grego do 12º E, revisitam o mito de Orfeu e Eurídice através de uma abordagem intimista e profundamente humana. A narrativa ganha forma numa sala aquecida pela lareira, onde uma avó partilha com a neta uma das histórias mais marcantes da mitologia grega. Este enquadramento — terno, doméstico, intergeracional — sublinha a força ancestral dos mitos e a forma como continuam a ser transmitidos, reinventados e sentidos.

Convidamos à visualização deste vídeo, onde o mito se acende novamente no gesto simples de contar uma história.


Olimpíadas da Cultura Clássica | Tétis e Peleu: destino, metamorfose e desejo

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 

 

 



Neste vídeo, o Gustavo Campos e a Mafalda Alves, alunos de Grego do 12º E, dão nova vida ao mito de Tétis e Peleu através de uma combinação expressiva de animação e narrativa em verso. A partir de uma linguagem visual cuidada e de uma escrita rítmica que evoca a tradição épica, os alunos recriam o encontro entre a deusa marinha e o herói mortal, explorando os contrastes entre destino, metamorfose e desejo.

O resultado é uma interpretação criativa e sensível, que alia rigor mitológico a uma estética contemporânea, revelando a capacidade dos estudantes para transformar narrativas antigas em experiências artísticas envolventes.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde a poesia e a imagem se entrelaçam para recontar um dos episódios mais fascinantes da mitologia grega.


terça-feira, 14 de abril de 2026

“Da biblioteca ao Público – Jornais Escolares”

 

#literaciamediática  

 

Para quem não teve oportunidade de participar nesta ação, já se encontram disponíveis as gravações da ACD “Da tua biblioteca ao Público – Jornais Escolares.

  





As gravações incluem ainda testemunhos de projetos distinguidos, evidenciando o potencial das bibliotecas escolares enquanto espaços de informação, aprendizagem e cidadania.

 

 

 

A Ação Online de Curta Duração “Da biblioteca ao Público – Jornais Escolares”, promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares e pelo PÚBLICO na Escola, em colaboração com o CFAE Nova Ágora, nos dias 21 e 28 de janeiro, tem como objetivo capacitar professores bibliotecários e docentes para o desenvolvimento e dinamização de projetos de jornais escolares, reforçando o trabalho colaborativo, o pensamento crítico e a utilização pedagógica dos media enquanto instrumentos de participação democrática. 

 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu, Eurídice e a Modernidade de Pessoa

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 





Para reinterpretar o mito de Orfeu e Eurídice, a 
Alba Mancera, o Bruno Carvalho, a Juliana Gando, o João Azevedo, a Lara Fernandes, a Liliana Paulo e a Rita Bertelo, alunos do 12ºE, criaram um vídeo na aula de Grego, que cruza a tradição clássica com a modernidade literária portuguesa. A partir de uma associação ousada — Fernando Pessoa e Ofélia como novas figuras órficas — os alunos exploram os temas do amor, da perda e da criação artística, evocando ainda a estética da Revista Orfeu através da capa fictícia do seu nº 3.

O resultado é um exercício criativo que liga o imaginário grego ao universo pessoano, revelando a atualidade dos mitos e a capacidade dos estudantes para reinventarem narrativas antigas com sensibilidade e inteligência.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde o passado clássico e a vanguarda modernista dialogam de forma inesperada e inspiradora.


Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice na linguagem visual contemporânea

 

 #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 


Recorrendo à linguagem visual, o Juan Garcia, o Mateus Alves e o Marcus Benício, alunos do 12º E, criaram uma narrativa enquadradora simples e profundamente humana: um avô que, sentado ao lado do neto, lhe conta uma das histórias mais belas e trágicas da mitologia grega - Orfeu e Eurídice.

A escolha desta situação narrativa não é casual. Ao colocar o mito no espaço íntimo da transmissão oral — onde as histórias passam de geração em geração — os alunos sublinham a força intemporal dos relatos clássicos e a sua capacidade de continuarem a interpelar-nos hoje. 

Convidamos todos a assistir ao vídeo e a deixarem-se tocar, uma vez mais, pela eterna pergunta que atravessa o mito: até onde pode ir o amor — e o que significa olhar para trás.

Operação 7 Dias com os Media 2026

 

 
#7diascomosmedia2026

 

 


 


“Direitos Humanos: em rede ou sem rede?” é o tema da Operação 7 Dias com os Media 2026. Prevista para a já tradicional semana de 3 a 9 de maio de 2026, esta 14ª edição convoca-nos para uma reflexão alargada sobre a nossa relação com as redes digitais, o modo como nelas estamos presentes (ou não), como nos relacionamos, como nos sentimos e respeitamos (ou esquecemos) os direitos humanos. As redes são uma excelente oportunidade de conhecimento, participação e encontro, mas o algorítmo, com a sua lógica opaca, pode também amplificar desigualdades e diversas formas de discriminação: o discurso de ódio, a misoginia, o racismo. 

  • Estarão os direitos humanos, cívicos e sociais a cair pelas malhas das redes?
  • Estará a democracia ameaçada?
  • Quem está em rede? Como estamos? Como nos sentimos?
  • Onde fica a empatia? A capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, de compreendermos o seu pensamento e os seus sentimentos?
  • Estará a nossa humanidade a perder-se pela rede?
A operação 7 Dias com os Media 2026 convida-nos a refletir sobre como os media e as plataformas digitais nos podem arrastar ao sabor do algoritmo e sensibiliza-nos para a urgência de todos nós reafirmarmos valores fundamentais como o respeito, a diversidade, a igualdade, o diálogo e a cultura de paz.  

👉Como participar  

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Como ensinar os alunos a identificar o que é real, falso — ou Deepfake








Os seus alunos conseguem identificar o que é real e o que é gerado por IA no TikTok e Instagram?

E quando eles pesquisam temas para as aulas de humanidades, recolhem fontes em estudos sociais e se preparam para avaliações de matemática?

Nesta aula super envolvente desenvolvida pela professora de ciências Katie Coppens e pelo pesquisador e ex-professor de STEM Andy Zucker, os alunos tornam-se detetives digitais, analisando um conjunto de vídeos e sites para determinar o que é real, o que foi alterado e o que é pura desinformação. ⁠

A pegadinha? Eles não podem simplesmente adivinhar. Eles precisam de ser capazes de defender as suas conclusões com evidências. ⁠

Junte-se a nós neste episódio imperdível da School of Practice, vamos explicar instruções detalhadas para as aulas, explorar as melhores estratégias para identificar a desinformação digital e partilhar todos os recursos que precisa para ensinar essa aula de 60 minutos na sua própria sala de aula.

Recursos relacionados:

 

Person. (2026). Podcast: How to Teach Students to Spot What’s Real, Fake-or Deepfake. Retrieved from https://www.edutopia.org/podcast/how-to-teach-students-to-spot-whats-real-fake-or-deepfake?fbclid=IwY2xjawRI1YJleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeVGygTylCGNvLYsCAzFwAUqPGfMdGrVxX7f_RJwvthwnyOfZFacclOUX8BMQ_aem_CPlTaUM-Xy4He-RUSGu8nA

 

 

Dia Internacional das Pessoas Ciganas

 

 #DiaInternacionalDaPessoaCigana #BibliotecasEscolares #Inclusão #DiversidadeCultural

 

 

 



O Dia Internacional das Pessoas Ciganas celebra-se anualmente a 8 de abril. Esta data foi criada no Primeiro Congresso Mundial Romani, realizado em Londres em 8 de abril de 1971, com o objetivo de promover a inclusão dos membros da comunidade cigana na sociedade, dando a conhecer a sua cultura e história. 

👉Lembramos que a Biblioteca está a participar no projeto nacional "História & estórias ciganas

 

 

 




Neste Dia Internacional das Pessoas Ciganas, partilhamos o vídeo da campanha “Dignidade Respeito e Futuro Dizemos Não à Violência”, desenvolvido pela Ribaltambição – Associação para a Igualdade de Género nas Comunidades Cigana. 

terça-feira, 7 de abril de 2026

Migrações e interculturalidade

 

 #migrações #interculturalidade

 

 





Migrações e interculturalidade: Conhecer para intervir em sala de aula é o resultado do projeto de formação contínua de professores dos ensinos básico e secundário “Educação para o Desenvolvimento: Migrações e Interculturalidade (2021-22)”, uma parceria da Associação de Professores para a Educação Intercultural (APEDI) e do Alto Comissariado para as Migrações (ACM, I.P.), cofinanciada pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED 2018-22).

O projeto surgiu da necessidade identificada pelas entidades promotoras de formação contínua de professores em matéria de Migrações, Educação para o Desenvolvimento, Interculturalidade e Discriminação e do reconhecimento das especificidades destes temas que incluem não apenas a aquisição de conhecimentos por parte dos/as professores/as, mas também o desenvolvimento de competências interculturais como a capacidade de identificação e desconstrução de estereótipos e preconceitos. 

Assim sendo, o/a formador/a nestas matérias deve ter um perfil específico que inclui a capacidade de compreender as diferentes perspetivas do desenvolvimento, da globalização, das causas e consequências dos processo migratórios e a capacidade de identificar e implementar recursos, estratégias e ferramentas que promovam a transformação de práticas, recorrendo a métodos interativos, participativos, orientados para a autorreflexão, a análise crítica do conhe cimento e da atualidade. Deve ainda agir como exemplo inspirador na sua forma de comunicar, atento/a à não reprodução de generalizações e estereótipos, mobilizando para o ativismo e mudança social e promovendo o trabalho colaborativo e transdisciplinar entre docentes e restante comunidade educativa. 

[...] 

 Esta publicação propõe um conjunto de recursos para formadores/s de professores/as e professores/as, concebidos pela equipa do projeto e experimentados com dois grupos de participantes, um presencial, outro online, numa oficina de formação contínua (25 horas presenciais/síncronas + 25 horas autónomas/assíncronas). De acordo com a finalidade do projeto de privilegiar o desenvolvimento de competên cias globais e interculturais no contexto das Aprendizagens Essenciais de cada disciplina, a maior parte dos/as professores/as participantes lecionava disciplinas do currículo geral do ensino secundário, em que a Cidadania e Desenvolvimento é uma área disciplinar transversal.

Introdução 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Por que os professores bibliotecários são essenciais para a literacia em IA?

 

 

 


 

Os Professores Bibliotecários com formação em pedagogia são essenciais para o ensino da literacia em IA, pois combinam habilidades de pesquisa, avaliação crítica e mediação tecnológica que permitem aos alunos compreender, usar e questionar a IA de forma informada e responsável nas suas vidas académicas e quotidianas.

Dada a rápida expansão das ferramentas de inteligência artificial (IA) na educação, os bibliotecários escolares com formação pedagógica têm um papel essencial no desenvolvimento da literacia em IA entre os alunos. Num contexto em que as escolas integram cada vez mais tecnologias baseadas em IA, não basta simplesmente saber como usar essas ferramentas: é necessário compreender o que são, como funcionam, quais são as suas limitações e como avaliá-las criticamente para que os alunos se tornem utilizadores informados e responsáveis ​​desta tecnologia.

O texto argumenta que os bibliotecários escolares já desempenham papéis fundamentais no ensino de pesquisa, literacia informacional e literacia mediática, estando, portanto, em uma posição privilegiada para estender essas habilidades à IA. O seu trabalho tradicional de ensinar os alunos a encontrar, avaliar e usar informações relevantes articula-se diretamente com o que a literacia eficaz em IA implica: promover o pensamento crítico sobre algoritmos, dados e resultados gerados por sistemas automatizados, bem como abordar questões éticas e vieses.

Além disso, o artigo destaca a necessidade de acesso equitativo ao ensino de IA. Nem todos os alunos têm as mesmas oportunidades de interagir com tecnologias avançadas fora da escola, portanto, os bibliotecários escolares podem contribuir para essa igualdade, oferecendo recursos, workshops, guias e suporte contínuo. Isso inclui explicar não apenas como usar as ferramentas de IA, mas também abordar discussões sobre privacidade, propriedade intelectual, verificação de factos e riscos da desinformação.

Por fim, o artigo alerta que, sem uma literacia adequada em IA — orientada por profissionais capacitados —, os alunos correm o risco de adotar essas tecnologias de forma superficial ou sem compreender as suas implicações sociais e éticas. Portanto, capacitar, apoiar e fortalecer o papel dos bibliotecários escolares é apresentado como uma estratégia educacional fundamental para preparar os alunos de hoje para navegar com segurança num mundo cada vez mais impulsionado pela inteligência artificial.

 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu, espelho meu



#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 




  





Na véspera do meu desalento
Caminho em prantos
Em direção ao meu tormento.
Desfaz-se-me a alma atordoada,
E em mórbidos passos…
Avisto aquilo que me acolheu desde a aurora despedaçada.
Encaro, e lá estás.
Tu…
Tu que vivendo tiraste o meu viver;
Tu, homem de maldizer,
Que és o causador do meu empobrecer
Deixaste-te levar pela inquietude do ser.
Tu, larápio,
Que roubaste a crina da minha amada lira
E o sol do meu amanhecer;
Tu, homem de maldizer,
Miraste o meu padecer.
Enquanto enfrentava o inimigo que me assombrava
Uma chama em mim se revelava,
A cólera no tórax resplandecia
Enquanto o meu espírito brutalmente julgava.
E, por fim,
Quebro em estilhaços o espelho que me encarava. 

 Juliana Gando, Orfeu, espelho Meu 

 

Poema Orfeu, espelho meu, de Juliana Gando, do 12ºE, apresentado ao concurso Olimpíadas da Cultura Clássica - Clássicos em Rede 2026

Mito: Orfeu e Eurídice.

Escalão C: Ensino Secundário

Categoria: Escrita
 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Roteiro "Caminhos de Camilo em Vila Real"

 

 
#camilo200 #alermaisemelhor #promoçãodaleitura #ferramentasdigitais #semanasdeleitura

 

 

 

No passado dia 24 de março, pelas 10:20, foi apresentado o Roteiro Digital de Leitura Os Caminhos de Camilo em Vila Real à Comunidade Educativa.

Para além de alunos do 3º Ciclo e do Ensino Secundário e do Subdiretor da Escola, Dr. Armando Figueiredo, a cerimónia de apresentação do Roteiro contou com a presença da Dra. Mara Minhava, Vereadora do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Vila Real, da Dra. Carla Eiriz, Coordenadora dos Serviços de Gestão do Arquivo Municipal de Vila Real, e do Dr. Carlos Santos Silva, do CFAE de Vila Real.

O projeto pretende ser um recurso aberto, acessível a estudantes, professores e a todos os que desejam conhecer melhor a relação entre o escritor e a cidade.






 
Mais do que um simples percurso geográfico, trata‑se de uma viagem cultural e literária que aproxima o público do universo camiliano através da tecnologia.
 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Hebe

 

#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 

 

 

Livro digital A vida de Hebe apresentado ao concurso Olimpíadas da Cultura Clássica - Clássicos em Rede 2026. Produzido por Inês Bicá, Jaiane Silva, Matilde Prior e Margarida Santos, alunas do 12º E.

Mito: Hebe.

Escalão C: Ensino Secundário 

 

👉Sobre Hebe, a deusa da eterna juventude

 Na mitologia grega, Hebe é a deusa da juventude, filha de Zeus e Hera. Era a mais jovem dos deuses e responsável por mantê-los eternamente jovens. Várias eram as funções que desempenhava no Olimpo: preparava o banho de Ares, ajudava Hera a atrelar o seu carro e servia néctar e ambrosia aos deuses.

 

Hebe, por Jacques Louis Dubois (Séc. XIX)
 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Workshop "Erros, monstros e medos - o desenho conta", com a ilustradora Sónia Borges



#semanasdaleitura #alermaisemelhor #RedeDeBibliotecasDeVilaReal #bibliotecaccbvr


 





A Rede de Bibliotecas de Vila Real, com o apoio do Município, promoveu uma experiência criativa que levou os alunos a mergulharem no universo da imaginação, da expressão emocional e da literacia visual. 
 
Nos dois workshops “Erros, monstros e medos – o desenho conta”, orientados pela ilustradora Sónia Borges, que decorreram esta manhã na biblioteca, os alunos do 10º B e do 10º H foram desafiados a transformar os seus medos em personagens desenhadas, coloridas e nomeadas.
 
 
 
 10ºB
 
 
 10ºH
 
Seguindo instruções por etapas — e recorrendo ao lançamento de dados que determinavam características inesperadas de personagens, como “uma cabeça quadrada”, “quatro olhos” ou “cinco pernas” — os alunos descobriram que o erro pode ser um ponto de partida criativo e que até os monstros mais estranhos podem ganhar forma, sentido e humor.
 
Mais do que um exercício artístico, esta atividade revelou-se um espaço seguro para explorar emoções, desenvolver autoconfiança e estimular a imaginação. Ao criarem também o “antídoto” para os seus medos — os chamados elementos de luz — os alunos foram convidados a olhar para dentro, a reconhecer o que os inquieta e a descobrir estratégias simbólicas para o enfrentar.
 
Este workshop mostrou que o desenho é uma poderosa ferramenta de expressão e que, quando aliado ao jogo e à criatividade, ajuda os jovens a compreender melhor o mundo e a si próprios. 
 
Uma iniciativa que reforça o papel das bibliotecas como espaços de encontro, descoberta e crescimento. 

quarta-feira, 25 de março de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice

 

 #alermaisemelhor  #OlimpíadasDaCulturaClássica  #ClássicosEmRede   #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares

 

Este é um dos trabalhos apresentados a concurso, produzido por alunos do 12ºF, na disciplina de Grego - Bruna Fonseca, Maria Eduarda Cruz, Paulo Afonso e Simão Santos.

Escalão C: Ensino Secundário

Mito: Orfeu e Eurídice (transposto para o contexto escolar atual)

 

 

 



👉Sobre o mito clássico

O mito de Orfeu e Eurídice é uma das mais famosas histórias de amor e tragédia da mitologia grega. Orfeu, um músico talentoso, desce ao Hades para resgatar a sua amada Eurídice, picada por uma cobra. Hades permite a sua saída sob a condição de Orfeu não olhar para trás, mas, ansioso, ele olha, perdendo-a definitivamente. 

 

Autor desconhecido

 

 

segunda-feira, 23 de março de 2026

Participação na Semana da formação financeira / GMW2026

 

 
 #semanadaformaçãofinanceira
 
#GMW2026 #GlobalMoneyWeek2026 #SmartMoneyTalks 




A escola participou na Semana da Formação Financeira com duas palestras orientadas por Gonçalo Peixoto, formador do Banco de Portugal. 

As sessões decorreram no dia 20 de março e envolveram as turmas do 12.ºE (8:15–10:05) e do 12.ºF (10:20–12:10), proporcionando aos alunos um contacto direto com temas essenciais de literacia financeira - Poupança & Crédito - e uma reflexão informada sobre a gestão responsável do dinheiro.







 

Vila Real: por estes lugares que me viram crescer na dor, no afeto e na escrita.

 

 #camilo200 #alermaisemelhor #promoçãodaleitura #ferramentasdigitais #semanasdeleitura

 

 

 




Fiquei órfão cedo demais: primeiro perdi minha mãe, depois meu pai, Manuel Correia Botelho, natural de Vila Real. Foi essa dupla ausência que me trouxe, ainda menino, para estas terras transmontanas, onde a família paterna me acolheu e onde encontrei, entre montes severos e afetos discretos, um lugar que se tornou meu por necessidade, destino e formação.

Vim viver com a minha tia, D. Rita Emília, no solar da família Castelo Branco — a conhecida Casa dos Brocas. Mais tarde, vivi em Vilarinho de Samardã, junto da minha irmã, onde iniciei estudos sob a orientação do padre António Azevedo. Foi um período de disciplina, leitura e descoberta, que moldou a minha vocação literária.

Recordo-me de percorrer as ruas estreitas da cidade, de escutar o Corgo como quem escuta confidências, de observar as gentes firmes e reservadas que tanto inspiraram a minha pena. Cada rosto, cada gesto, cada sombra destas serras encontrou eco nos meus romances, mesmo quando disfarçados sob outros nomes e outras geografias.

Hoje, convido-vos a caminhar comigo por estes lugares que me viram crescer na dor, no afeto e na escrita. 
 
Vila Real não foi apenas refúgio: foi raiz, escola, ferida e revelação.
 
(Texto produzido com recurso ao ChatGPT) 
  

sexta-feira, 20 de março de 2026

Apresentação do Roteiro Digital de Leitura "Caminhos de Camilo em Vila Real"

 

#camilo200 #alermaisemelhor #promoçãodaleitura #ferramentasdigitais #semanasdeleitura

 

  



«Nesta Samardã passei eu os descuidos e as alegrias da infância, na companhia da minha irmã, que ali casou, e aquele padre António de Azevedo, alma de Deus, missionário fervoroso, que me podia ensinar tanto latim, tanta virtude, e só me ensinou princípios de cantochão, os quais me serviam de muito para as acertadas apreciações que eu fiz depois das primas-donas. Bem se via que eu tinha a prenda. Aquele santo homem ignora que eu escrevo novelas, nem cuida que a humanidade gaste o seu dinheiro e tempo a ler histórias estranhas à salvação.»
In Memórias do cárcere


"É que sinto a nostalgia daquela povoaçãozinha, há muitos anos – uma saudade inveterada como a reminiscência dum primeiro amor, e único feliz. Na minha mocidade, nada mais vejo. Não nasci lá; mas aí foi que me alvoreceu o arrebol do entendimento, a ânsia de trasladar ao papel o dilúculo dessa alvorada; foi ali que fiz os meus primeiros versos… versos, meu Deus! não – a primeira página da minha biografia de lágrimas.

A aldeia chama-se VILARINHO DA SAMARDÃ. Demora em Trás-os-Montes, na comarca de Vila Real, sobranceira ao rio Córrego, no desfiladeiro de uma serra sulcada de barrocais.

In Serões de S. Miguel de Ceide

  

No próximo dia 24 de março, pelas 10.20, vai ser apresentado à Comunidade Escolar, no Auditório 1, o Roteiro Digital de Leitura "Caminhos de Camilo em Vila Real", produzido por docentes do Departamento de Línguas Românicas e Clássicas, em articulação com a Biblioteca Escolar, no âmbito da Oficina de Formação “As tecnologias em cena - Da teoria à prática - Plataformas e Ferramentas Digitais na Aula de Português", realizada pelo CFAE Vila Real.

Este Roteiro Digital de Leitura convida o visitante a explorar Vila Real através da vida e da memória de Camilo Castelo Branco, uma das figuras maiores da literatura portuguesa. Recorrendo ao Google Earth, o percurso reúne os locais mais marcantes da infância e juventude de Camilo, período em que o escritor viveu intensamente a cidade e o seu território.


Concertina - o som do mês de março

 

 #músicaemcena #bibliotecaccbvr







No dia 19 de maeço, a Biblioteca voltou a encher-se de música com mais uma sessão da rubrica Música em Cena – Um som novo a cada mês. Neste mês, o protagonista foi o som da concertina, apresentado por Eliano Anjos, aluno da Escola Morgado de Mateus.







Durante a sessão, o Eliano partilhou a sua história musical: como nasceu o seu interesse pela concertina, o primeiro contacto com o instrumento e a importância que o grupo folclórico onde atua tem no seu percurso artístico. Entre explicações, curiosidades e boa disposição, brindou todos os presentes com várias composições que fizeram a biblioteca ganhar nova vida.

Houve ainda espaço para a participação ativa dos alunos, que puderam experimentar a concertina e arriscar os primeiros acordes, num momento de descoberta e entusiasmo.
 
 
 

 
Esta atividade reforça o papel da Biblioteca como espaço de cultura, partilha e experiências únicas, aproximando os alunos da música e dos seus intérpretes.

 

quinta-feira, 19 de março de 2026

Paulo Freixinho e as palavras cruzadas

 

 

#semanasdaleitura  #rbvr  #alermaisemelhor  #bibliotecaccbvr










No passado dia 17 de março, a nossa escola recebeu o reconhecido cruciverbalista Paulo Freixinho para um encontro dirigido aos alunos do Ensino Secundário (10º B, 10ºE, 11ºE, 11ºF). A iniciativa, promovida pela Rede de Bibliotecas de Vila Real e apoiada pelo Município, proporcionou uma sessão dinâmica e inspiradora, centrada no universo das palavras cruzadas e no seu papel na construção do conhecimento.

Ao longo da sessão, Paulo Freixinho — colaborador habitual de jornais como o Público, Jornal de Notícias e A Voz de Trás-os-Montes — partilhou com os alunos a sua experiência enquanto autor de passatempos e destacou a relevância deste género lúdico na vida quotidiana. Para muitos estudantes, foi surpreendente perceber como um simples jogo de palavras pode ser uma poderosa ferramenta de aprendizagem.

As palavras cruzadas, além de estimularem a curiosidade e o raciocínio, promovem a aquisição de vocabulário, reforçam a ortografia, desenvolvem a atenção ao detalhe e incentivam a autonomia na pesquisa. Através do desafio e do prazer lúdico, os alunos descobrem novas palavras, consolidam conhecimentos e ampliam a sua cultura geral — competências essenciais num mundo em constante transformação.

Este encontro permitiu, assim, valorizar a leitura, o pensamento crítico e a criatividade, mostrando que aprender pode — e deve — ser também um exercício de jogo, descoberta e prazer intelectual.


quarta-feira, 18 de março de 2026

Música em Cena | Concertina

 

#músicaemcena #bibliotecaccbvr

 

 




 

Em março, na Biblioteca, a concertina e o Eliano Anjos são os protagonistas.

Convidados: alunos do 8ºB. 

Dia: 19

Hora: 10:20

 

EuDaMuS 2026

 

#eudamus2026 #musiceducation #europe #europeanday #schoolmusic


 O Dia Europeu da Música nas Escolas comemora-se a 15 de março.

 A biblioteca da Camilo juntou-se à celebração internacional da educação musical, partilhando, com todos na Europa, excertos da sessão d' A música em cena, com a Maria João Abreu.



Consulte o Padlet com as participações das escolas europeias no EuDaMuS 2026 (a nossa escola surge no slide 127)