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👉Filme disponível na Biblioteca.
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Está patente na escadaria de acesso à biblioteca, até 26 de junho, a exposição "Caos poético - After black cat, white cat", de Emir Kusturica.
Trabalhos produzidos pelos alunos do 10º E, na disciplina de Desenho A, sob orientação do professor Carlos Santelmo, no âmbito do projeto História & Estórias ciganas.
#ProvavelmenteLeitura #HistóriaeEstóriasCiganas #aLerMaiseMelhor #BibliotecaCCBvr
O livro acompanha a jornada da autora ao longo de vários anos vivendo e viajando com comunidades ciganas (os Roma) na Europa Central e Oriental — especialmente em países como Roménia, Albânia e Polónia. Daí que a narrativa misture relato pessoal, investigação histórica e reflexão social.
A partir da convivência direta, a autora procura entender:
Temas abordados:
A frase que dá título ao livro resume bem o espírito da obra: “Enterrem-me de pé, porque vivi de joelhos.”
Ela simboliza a luta pela dignidade de um povo que sobrevive há séculos à exclusão, mantendo a sua identidade.
Projeto História & estórias ciganas
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Hoje vamos estar presentes, online, no Seminário "História & estórias ciganas" (ação de curta duração de 6 horas).
Objetivos:
Debater aspetos culturais das comunidades de portugueses ciganos;
Conhecer resultados preliminares de projetos pedagógicos de recolha de história e estórias ciganas;
Refletir a partir de projetos de investigação sobre educação e inclusão.
Conteúdos:
- Cultura cigana:
. História
. Religião
. Cinema
- Educação inclusiva:
. História
. Literatura.
#migrações #interculturalidade
Migrações e interculturalidade: Conhecer para intervir em sala de aula é o resultado do projeto de formação contínua de professores dos ensinos básico e secundário “Educação para o Desenvolvimento: Migrações e Interculturalidade (2021-22)”, uma parceria da Associação de Professores para a Educação Intercultural (APEDI) e do Alto Comissariado para as Migrações (ACM, I.P.), cofinanciada pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED 2018-22).
O projeto surgiu da necessidade identificada pelas entidades promotoras de formação contínua de professores em matéria de Migrações, Educação para o Desenvolvimento, Interculturalidade e Discriminação e do reconhecimento das especificidades destes temas que incluem não apenas a aquisição de conhecimentos por parte dos/as professores/as, mas também o desenvolvimento de competências interculturais como a capacidade de identificação e desconstrução de estereótipos e preconceitos.
Assim sendo, o/a formador/a nestas matérias deve ter um perfil específico que inclui a capacidade de compreender as diferentes perspetivas do desenvolvimento, da globalização, das causas e consequências dos processo migratórios e a capacidade de identificar e implementar recursos, estratégias e ferramentas que promovam a transformação de práticas, recorrendo a métodos interativos, participativos, orientados para a autorreflexão, a análise crítica do conhe cimento e da atualidade. Deve ainda agir como exemplo inspirador na sua forma de comunicar, atento/a à não reprodução de generalizações e estereótipos, mobilizando para o ativismo e mudança social e promovendo o trabalho colaborativo e transdisciplinar entre docentes e restante comunidade educativa.
[...]
Esta publicação propõe um conjunto de recursos para formadores/s de professores/as e professores/as, concebidos pela equipa do projeto e experimentados com dois grupos de participantes, um presencial, outro online, numa oficina de formação contínua (25 horas presenciais/síncronas + 25 horas autónomas/assíncronas). De acordo com a finalidade do projeto de privilegiar o desenvolvimento de competên cias globais e interculturais no contexto das Aprendizagens Essenciais de cada disciplina, a maior parte dos/as professores/as participantes lecionava disciplinas do currículo geral do ensino secundário, em que a Cidadania e Desenvolvimento é uma área disciplinar transversal.
Introdução
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Rhoma Acans (2013)
Sinopse
Animada pela sua história familiar, Leonor Teles parte numa viagem de autodescoberta, durante a qual reflete sobre como teria sido a sua vida se o pai, um homem de etnia cigana, inspirado pela mãe não-cigana, não tivesse quebrado as tradições familiares e abandonado a comunidade onde nasceu. Neste percurso, encontramos Joaquina, uma jovem cigana de 15 anos que sonha em ser modelo, que servirá de pretexto para a realizadora questionar o peso desta cultura na vida das pessoas que a integram.
Duração: 12 minutos
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Balada de um Batráquio (2016)
Sinopse
A partir de um conto tradicional que associa a pessoa cigana à figura do sapo, a realizadora constrói um filme entre a fábula e o documentário. Usando vídeos da sua infância e intervindo no espaço público contemporâneo, Leonor Teles torna visíveis comportamentos xenófobos, expondo e destruindo os símbolos de marginalização da comunidade cigana.
Duração: 11 minutos
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Título: Juventude e Igualdade: Comunidades Ciganas / REDE
Autora: Nora Kiss (REDE Portuguesa de Jovens para a Igualdade entre Mulheres e Homens)
Edição: Centro de Juventude de Lisboa/Nora Kiss
"Esta obra resulta de um projeto de quem trabalha na área da Juventude, inclusão social da comunidade cigana, igualdade de género e oportunidades para todos, cujo objetivo é não só a reflexão mas a garantia e defesa dos Direitos Humanos. Pretende, pois, fazer o mainstreaming de género na área da Juventude, mobilizando os jovens em torno das questões relacionadas com a igualdade de género, recorrendo a meto dologias participativas, nomeadamente com base na educação não formal.
A temática da juventude, das comunidades ciganas e a igualdade de género é abor dada nesta obra de forma simples, prática e de leitura fácil. Começa com a contextualização temática, abordando a história da comunidade cigana, a sua origem, a cultura e tradições tão específicas do povo «Rom», como é designado, bem como alguns princípios e conceitos gerais. Numa segunda parte, mais prática, são apresen tadas dinâmicas de educação não formal para a promoção dos Direitos Humanos e da Igualdade de Género. Para quem desconhece a cultura e particularidades deste povo, através da leitura desta obra é possível adquirir saber e clarificar preconceitos que ainda persistem sobre esta comunidade."
Prefácio, por Eduarda Marques, Diretora Regional de Lisboa e Vale do Tejo do IPDJ, I.P, 2017
21 de maio
"Neste Dia Mundial, a UNESCO deseja convidar todas as pessoas a celebrar a diversidade cultural e, assim, construir a solidariedade intelectual e moral da humanidade." - Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO
Lanche convívio