sábado, 30 de janeiro de 2016

Palestra | Domingos Tarrozo


por Ana Paula Fortuna






Decorreu ontem, na Biblioteca, a palestra "Domingos Tarrozo, o precursor do existencialismo em Portugal?". 

A palestrante, a Dra Paula Fortuna, descendente do pensador português, contextualizou o pensamento de Tarrozo no contexto nacional e europeu e deu a conhecer aos alunos e professores presentes aspetos importantes da biografia do autor de Philosofia de Existência - Esboço Synthético de uma Philosophia Nova.








                            

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

“Breve introdução à arte do abraço”, por José Tolentino Mendonça



 José Tolentino Mendonça




“Diz-se que o nosso corpo tem a forma de um abraço. Talvez por isso a tarefa de abraçar seja tão simples, mesmo quando temos de percorrer um longo caminho. O abraço tem uma incrível força expressiva. Comunica a disponibilidade de entrar em relação com os outros, superando o dualismo, fazendo cair armaduras e motivos, cedendo, nem que seja por instantes, na defesa do espaço individual. Há uma tipologia vastíssima de abraços, e cada uma delas ensina alguma coisa sobre aquilo que um abraço pode ser: acolhimento e despedida, congratulação e luto, reconciliação e embalo, afeto ou paixão. Os abraços são a arquitectura íntima da vida, o seu desenho invisível, mas absolutamente presente, são a plenitude consentida ao desejo e memória que revitaliza.”


Este excerto faz parte da coluna semanal "Que coisa são as nuvens", que Tolentino Mendonça assina na E – A revista do Expresso
Foi publicada no dia 22 de Janeiro de 2016, p. 90.

Vale a pena lê-la na íntegra!



Almada Negreiros, Família


Almada Negreiros, Maternidade



Concurso Kit do Mar









O Concurso Nacional Kit do Mar 2016 visa premiar os melhores trabalhos desenvolvidos ao longo do ano letivo 2015/2016 sobre a temática do Oceano. 

Dirige-se a alunos do Pré-Escolar ao Secundário. Até 15 de abril deverão ser enviados o formulário de candidatura e um vídeo de 5 minutos que apresente o projeto e o trabalho realizado pelos alunos ao longo do ano.

Consultar o Regulamento.

O formulário de candidatura pode ser acedido AQUI.



quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Centenário | Vergílio Ferreira


28 de janeiro de 1916 - 1 de março de 1996








IN MEMORIAM

“Vê se fazes um esforço. É difícil, eu sei. Mas vê se fazes. Que importa a vida estereotipada, mecanizada, feita só de casca? A verdade dela está antes. E a surpresa. Pois. Mas não te surpreendas em voz alta, porque em voz alta só se diz o que não é para se ouvir. E para esquecer. Há tanto que ser-se em distração e à superfície. Não digas. Mesmo porque o que se diz fora disso só se pode dizer uma vez. Ser grave e contar uma anedota, só uma vez. A vida plausível está só no imediato dela, no que é transacionável, praticável, socializável. Abaixo dela só há estrume. Colhe a rosa, não fales do estrume dela. Cheira mal. Mesmo na simples palavra que o diz."

Ferreira, Vergílio – Pensar. Lisboa: Quetzal, 2013, p. 95. 




Obra disponível na Biblioteca.


Dia Europeu da proteção de dados




Palestra | Domingos Tarrozo



Por Ana Paula Fortuna

Biblioteca | dia 29 de janeiro | 10:05






Domingos Tarrozo (1860-1933)

Ao fazer-se uma análise ao pensamento filosófico de Domingos Tarrozo verifica-se ter sido na Ciência das Ciências que o Filósofo conseguiu impor-se à posteridade, publicando com a idade de vinte e um anos a Philosofica de Existência - Esboço Synthético de uma Philosophia Nova (1881), o que atribui à região do Minho o orgulho de ver mencionado no rol dos seus filhos o Filósofo mais jovem que até então o Mundo conhecera.

O mais precoce de todos os filósofos fora Augusto Comte, que mesmo assim ficou vencido por quatro anos.



Concurso | Eu não alinho

 
 
 


 
O concurso “Eu Não alinho” é um projeto organizado pela Polícia de Segurança Pública em colaboração com outras entidades parceiras em que os concorrentes serão desafiados a escrever uma letra original para uma música, adaptando-a uma música já existente ou criando a sua.
O concurso tem como objetivo sensibilizar os jovens, através do apelo à sua criatividade, para o tema do bullying e da violência nas escolas.

Poderão concorrer alunos que frequentem o 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, bem como o Secundário, de escolas do ensino público ou particular (incluindo o ensino profissional), da cidade de Lisboa, conforme regulamento.

O resultado da gravação deverá ser entregue em formato digital nas secretarias das respetivas escolas, acompanhado da letra em formato papel, até ao dia 29 de fevereiro de 2016.
  
Para mais informações, consultar o regulamento em (colocar link direto para o site da PSP) ou envie um email para escolasegura.5div.lisboa@psp.pt

Pode consultar o Regulamento do Concurso aqui.

Inscrições online.
 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Um dia em Auschwitz



Documentário sobre o Holocausto do povo judeu pelos nazis


"Denying historical facts, especially on such an important subject as the Holocaust, is just not acceptable. Nor is it acceptable to call for the elimination of any State or people. I would like to see this fundamental principle respected both in rhetoric and in practice by all the members of the international community".
Ban Ki-moon, Secretário Geral das Nações Unidas










Holocausto: lembrar Petr Ginz




“A semente de uma ideia criativa não morre no meio da lama e da sujidade. Mesmo aí ela germinará e disseminará o seu fruto como uma estrela brilhando na escuridão.”
Petr Ginz


Petr, um adolescente judeu, começou a escrever um diário em 1941, quando tinha 13 anos e vivia em Praga sob a ocupação nazista. Através das histórias factuais e sucintas sobre o seu dia a dia - a escola, a casa, uma caminhada no período da tarde, uma lista de livros que leu, uma visita a amigos - e das suas expressivas ilustrações, Petr atrai-nos para um mundo de maravilhas, inspiração, criatividade e imaginação.

Com a idade de 14, foi separado da sua família em Praga e enviado para o gueto e campo de trânsito de Terezin. Aí, continuou a escrever e a criar arte durante os dois anos, até que os nazis o enviaram para a sua morte, em Auschwitz. 

Tinha apenas 16 anos.



 http://www.un.org/en/holocaustremembrance/EM/pdf/UN_Petr%20Ginz_Portuguese.pdf

Clicar na imagem para aceder ao Guia





“O Holocausto foi um momento de terror e incerteza para o povo judaico e suas famílias. Apesar dos seus medos, muitas crianças, como Petr Ginz, enfrentaram este perigo corajosamente armadas com força e criatividade. A exemplo de Petr, muitas também não tiveram a oportunidade de se tornarem adultas. Nós nunca saberemos como poderiam ter contribuído para o nosso planeta se tivessem vivido, mas temos a certeza da nossa obrigação em lembrar e honrar todas as vítimas dessa tragédia. O melhor tributo para a sua memória é um esforço contínuo em ensinar lições universais sobre o Holocausto para que um horror desse porte não se repita nas gerações futuras.” 

BAN Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas, 27 de Janeiro de 2012



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Dia Internacional em memória das vítimas do holocausto


27 de janeiro





Mensagem do Secretário Geral das Nações Unidas para 2016



Durante a Segunda Guerra Mundial, seis milhões de judeus foram sistematicamente perseguidos e exterminados. Os nazis assassinaram também ciganos, presos políticos, homossexuais, pessoas com deficiência, Testemunhas de Jeová e prisioneiros de guerra soviéticos.


O Holocausto foi um crime colossal. Ninguém pode negar a evidência de que isso aconteceu. Ao lembrar as vítimas e honrar a coragem dos sobreviventes e daqueles que os protegeram e os libertaram, renovamos a nossa determinação de prevenir anualmente a prevenção de tais atrocidades e de rejeitar a mentalidade de ódio que lhes subjaz.


Da sombra do Holocausto e das crueldades da Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas foram criadas para reafirmar a fé na dignidade e no valor de cada pessoa e para defender os direitos de todos de viverem em igualdade e sem discriminação.

Estes princípios continuam a ser essenciais hoje. Pessoas em todo o mundo - incluindo milhões que fogem da guerra, da perseguição e da privação - continuam a sofrer discriminação e ataques contínuos. Temos o dever de lembrar o passado - e de ajudar aqueles que precisam de nós agora.

Por mais de uma década, The Holocaust and the United Nations Outreach tem trabalhado para educar os jovens sobre o Holocausto. Muitos parceiros - incluindo sobreviventes do Holocausto - continuam a contribuir para este trabalho essencial.

A memória do Holocausto é um poderoso lembrete do que pode acontecer quando deixamos de ver a nossa humanidade comum. Neste dia de memória do Holocausto, exorto todos a denunciar as ideologias políticas e religiosas que colocam pessoas contra pessoas. Vamos todos lutar contra o anti-semitismo e os ataques contra grupos religiosos, étnicos ou outros. Vamos criar um mundo onde a dignidade é respeitada, a diversidade é celebrada e paz é permanente.



Ban Ki-moon




Uma família judia no gueto de Piotrkow Trybunalski, no início da Guerra na Polônia. Todos que aparecem nesta foto foram assassinados pelos nazistas. Polônia, 1940.
Família judaica no gueto de Piotrkow Trybunalski, no início da Guerra na Polónia. 
Todos os que aparecem nesta foto foram assassinados pelos nazis. Polónia, 1940. 
Foto: US Holocaust Memorial Museum


Judeus do gueto de Lodz colocados em trens de carga para serem deportados para o campo de extermínio de Chelmno. Foto tirada em Lodz, Polônia, entre 1942 e 1944.
Judeus do gueto de Lodz colocados em comboios de carga para serem deportados para 
o campo de extermínio de Chelmno. Lodz, Polónia, entre 1942 e 1944. 
Foto: National Museum of American Jewish History, Philadelphia.



Oficiais soviéticos observam pilhas de corpos no campo de Klooga. Devido ao rápido avanço das forças soviéticas, os alemães não tiveram tempo para queimá-los com o intuito de esconder seus horrendos crimes. Klooga, Estônia, 1944.
Oficiais soviéticos observam pilhas de corpos no campo de Klooga. Devido ao rápido avanço das forças
            soviéticas, os alemães não tiveram tempo para os queimar com o intuito de esconder os seus horrendos 
crimes. Klooga, Estónia, 1944. Foto: Beit Lohamei Haghettaot




O Holocaust Memorial Museum disponibiliza múltiplas informações, em diversos suportes, sobre o Holocausto.



segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Por mãos de Maria

 
Exposição interativa de Nani Nogara e Malu Rebelato
 
 




As artistas Nani Nogara e Malu Rebelato estiveram, durante o mês de setembro de 2014, na Casa-Museu Maurício Penha, a desenvolver um projecto artístico no âmbito das bolsas de estudo/residências artísticas que a Casa Museu atribui. "Por Mãos de Maria" é a designação desse projeto que engloba fotografia, escultura, instalação e texto.

 A opinião das artistas sobre o projeto: 

 
"Mulheres fantásticas que acolheram nossa ideia e com muito carinho nos ajudaram nesse belíssimo trabalho. Foi um grande desafio, sabíamos certamente que não seria fácil sair do Brasil com um projeto nas mãos e executá-lo simplesmente. Foi preciso conhecer as mulheres da região, apresentar nosso trabalho, dialogar, e muito, com elas e contar com a aceitação da ideia. O resultado foi espetacular, as entrevistas foram surpreendentes e as mulheres fotografadas foram divinas!! Histórias de vida de mulheres realmente lutadoras, incansáveis e que tem a superação, família e o trabalho como ingredientes ideais para todos os obstáculos que a vida apresentar!!".

Como resultado do projeto surgiram vinte fotografias a preto e branco, dez "imortalizações" em resina de poliester, um avental, uma flotilha de aviões de papel, um saco para o pão, um cesto para a vindima e a respetiva tesoura, um robe de banho, um véu de noiva e dez "estórias" de vida.

É este o trabalho que agora se mostra na área de exposições da Biblioteca da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real, de 25 de janeiro a 28 de fevereiro de 2016.


Venham ver!

 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Concurso Nacional de Leitura'16


Resultados da prova de seleção |nível de escola






Ensino Básico:


João Lopes Teixeira de Sousa, 7º B, nº 14 

Alice Margarida R. Araújo Sá Meneses, 7º C, nº 2


Rafaela Filipe Correia Pardal, 9º D, nº 22

Suplente: Leonor Martins Ribeiro da Silva, 7º C, nº 17



Ensino Secundário:

Ana Catarina Moura Matoso Carreta, 10º H, nº 1

Rafaela Monteiro Dias, 11º H, nº 24


Maria dos Anjos de Jesus Fernandes, 12º E, nº 17

Suplente: Márcia Raquel Sousa Nogueira, 12º A, nº 16



De acordo com o Regulamento nacional, os alunos agora selecionados irão participar na prova distrital, a realizar em data a anunciar pelo PNL.







     
Parabéns a todos os alunos que participaram nesta prova de leitura!




quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Blimunda 44



janeiro 2016

Como alteram as novas tecnologias o acesso aos bens culturais e informativos? Esta pergunta preside a grande parte do conteúdo da edição # 44 da Blimunda.
O jornalismo atual passa por uma transformação, relacionada com a crise económica, mas também com o fim de um modelo que o obriga a reinventar-se. A revista deste mês debruça-se sobre esta questão e ouve alguns jornalistas no Brasil, em Espanha e em Portugal a fim de conhecer novos projetos e tentar apontar pistas para o futuro dos jornalistas e do jornalismo.
A integração das novas tecnologias, em especial dos media sociais, na educação formal ainda é um desafio para os educadores. A possibilidade de utilização de algumas novas ferramentas para promover a leitura é o assunto da secção Infantil e Juvenil da revista.
Em Lisboa, a Blimunda visitou a mostra dedicada a Ruy Duarte de Carvalho, escritor, cineasta e antropólogo nascido em Angola em 1941 (e falecido em 2010), e conversou com Marta Lança, investigadora em Estudos Artísticos e uma das responsáveis pela curadoria da exposição patente na Galeria Quadrum, em Lisboa.
Na secção dedicada ao cinema, o tema é o Rock, ou mais especificamente o “rockcumentário”, género que nos últimos anos tem ganho espaço no grande ecrã.
Na Saramaguiana, duas pesquisadoras da Universidade de Évora, Aline Ferreira e Helena Ferreira, propõem uma leitura de O Anjo, quadro de Paula Rego, como Blimunda, personagem de José Saramago do romance Memorial do Convento.
Como habitualmente, os restantes conteúdos da Blimunda têm como destino as secções permanentes da revista: Estante, Leitura do Mês, Rodapé e Dicionário.


Descarregar (pdf)
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Fundação José Saramago

Biblioteca digital: como criar


Biblioteca digital: como criar from Paulo Izidoro

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Padrões de competência em TIC


http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001562/156210por.pdf
Título original:
ICT competency standards for teachers: policy framework. Paris: UNESCO, 2008.

Clicar na imagem para aceder ao documento


"Para viver, aprender e trabalhar bem numa sociedade cada vez mais complexa, rica em informação e baseada em conhecimento, os alunos e professores devem usar a tecnologia de forma efetiva, pois num ambiente educacional qualificado, a tecnologia pode permitir que os alunos se tornem: usuários qualificados das tecnologias da informação; pessoas que buscam, analisam e avaliam a informação; solucionadores de problemas e tomadores de decisões; usuários criativos e efetivos de ferramentas de produtividade; comunicadores, colaboradores, editores e produtores; cidadãos informados, responsáveis e que oferecem contribuições.
Por intermédio do uso corrente e efetivo da tecnologia no processo de escolarização, os alunos têm a oportunidade de adquirir complexas capacidades em tecnologia, sob orientação do principal agente, que é o professor. Em sala de aula, ele é responsável por estabelecer o ambiente e preparar as oportunidades de aprendizagem que facilitem o uso da tecnologia pelo aluno para aprender a comunicar (-se). Consequentemente, é essencial que todos os professores estejam preparados para oferecer essas possibilidades aos alunos." (Excerto da introdução do documento Padrões de Competência em TIC para Professores)

Esta publicação foi elaborada com o intuito de suscitar discussões e fomentar debates sobre a capacitação dos professores para o uso de novas tecnologias em sala de aula, objetivo do Projeto da UNESCO . 

As TIC na educação


 
 
A UNESCO acredita que as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) podem contribuir com o acesso universal da educação, a equidade na educação, a qualidade de ensino e aprendizagem, o desenvolvimento profissional de professores, bem como melhorar a gestão, a governança e a administração educacional ao fornecer a mistura certa e organizada de políticas, tecnologias e capacidades.
 
 

Relatório: Aprendizagem móvel

 
http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002280/228074POR.pdf
 
Clicar na imagem para aceder ao documento
 
 
 
O relatório ajuda a orientar a forma de destacar assuntos e questões sobre o que se pode fazer com a aprendizagem móvel nos próximos 15 anos ou mais. A publicação apresenta uma visão geral da situação atual da aprendizagem móvel, descrevendo recentes desenvolvimentos na educação formal e informal, aprendizagem inovadora e tecnologia educacional.
 
Baseado nas tendências atuais, o relatório faz previsões para o futuro da aprendizagem móvel, prevendo avanços tecnológicos nas áreas específicas relacionadas com esse tipo de aprendizagem. As demais seções discutem a aprendizagem à luz das metas de Educação para Todos (EPT), tanto agora quanto no futuro, e identifica as primeiras possibilidades para a aplicação da aprendizagem móvel, bem como as principais barreiras para seu desenvolvimento.
 
Finalmente, o relatório apresenta os desafios a serem enfrentados nos próximos 15 anos para que as conquistas de educadores e pesquisadores em aprendizagem móvel sirvam de base para aumentar a qualidade da educação e assegurar oportunidades sustentáveis de aprendizagem para todos.
 
 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A viagem do elefante em BD


Entrevista com João Amaral, aquando do lançamento do seu livro de BD A viagem do elefante (1)



"A verdade é que quando li o livro, não só fiquei imediatamente preso a ele, como começaram a surgir imagens na minha mente e pensei que havia ali muito bom material para fazer uma adaptação."

João Amaral



As Leituras do Pedro (ALP) - Porquê adaptar Saramago?

João Amaral (JA) - E porque não adaptar Saramago? Já anteriormente tinha pensado em realizar uma adaptação do Ensaio Sobre a Cegueira, uma obra que achei admirável em todos os sentidos. No entanto, nunca avancei com ela, porque soube entretanto que o Fernando Meirelles estava a realizar o filme baseado no romance e pensei que os dois projetos poderiam colidir e assim abandonei a ideia...



ALP - Porquê A Viagem do Elefante?

JA - Bem, a verdade é que este foi um livro que me foi apresentado pela minha mulher que, conhecendo-me melhor do que ninguém, pensou, quando o leu, que seria algo que eu gostaria de fazer. E não se enganou. A verdade é que quando li o livro, não só fiquei imediatamente preso a ele, como começaram a surgir imagens na minha mente e pensei que havia ali muito bom material para fazer uma adaptação. Anteriormente, isso já me tinha acontecido com A Voz dos Deuses, de João Aguiar e com o romance que referi na questão anterior. Por isso, não quis, desta vez, perder a oportunidade de me aventurar num projeto que soube, desde sempre, que iria ser longo.


(1) Publicado no blogue As leituras do Pedro. Versão integral da entrevista que serviu de base ao texto publicado no Jornal de Notícias de 13 de Novembro de 2014.

Fotos e imagens disponibilizadas por João Amaral. 



Ler entrevista completa no blogue As leituras do Pedro...




sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Quand je serai grande...





Alice no País das Maravilhas, de Pilar Criado



Quand je serai grande... je serai une princesse! J'aurai une couronne sur ma tête comme Jésus.

Quand je serai grande...je serai une astronaute! Je voyagerai sur une fusée au-delà de la lune, au-delà de Mars... et les étoiles seront si grandes que les rues et les personnes dans la Terre deviendront minuscules!

Quand je serai grande... je serai une belle actrice! Je représenterai sur une immense scène, pour tout le monde, chaque jour et chaque nuit!


Aujourd'hui je suis grande, je suis une adulte...

Je ne suis pas une princesse. Mais, j'apporte une couronne sur ma tête, comme celle de Jésus.

Aujourd'hui je suis grande, je suis une adulte...

Je ne suis pas une astronaute. Mais, à mes yeux, les rues et les personnes autour de moi deviennent minuscule.

Aujourd'hui je suis grande, je suis une adulte...

Je ne suis pas une actrice. Mais, je représente sur une impressionnante scène pour tout le monde, chaque jour, chaque nuit, chaque heure et seconde.


Quand je serai grande... Il ne restera plus de moi, jamais.


Sara Carreta, 9º B


Tecnologias na Educação


Ensinar e aprender com ferramentas digitais


http://porvir.org/especiais/tecnologia/



POR QUE a tecnologia hoje é cada vez mais importante na educação?


Quais são os principais RECURSOS tecnológicos usados para ensinar e aprender?


Como criar a INFRAESTRUTURA necessária para usar tecnologias nas escolas?


Quais os exemplos inspiradores da aplicação das tecnologias NA PRÁTICA?


O que está POR VIR em tecnologias para a educação?







"A tecnologia está a mudar a forma como produzimos, consumimos, nos relacionamos e, até mesmo, como exercemos a nossa cidadania. Agora é a vez de transformar também a maneira como aprendemos e ensinamos..."


Património para a Paz e a Reconciliação


Salvaguardar o Património Cultural Subaquático da Primeira Guerra Mundial

UNESCO, 1ª edição, novembro 2015


No âmbito do projeto educativo da UNESCO Património para a Paz e a Reconciliação, a Comissão Nacional da UNESCO, lançou o Manual para Professores em língua portuguesa Património para a Paz e a Reconciliação – Salvaguardar o Património Cultural Subaquático da Primeira Guerra Mundial.

"Através da escolha de uma época específica e de um determinado tipo de património, este manual centra-se no património cultural subaquático da Primeira Guerra Mundial, que socialmente foi uma das guerras mais devastadoras do século passado. Uma das novidades desta guerra, que teve um impacto particularmente forte na população civil, foi o desenvolvimento da guerra naval, e mais especifi camente da guerra submarina. Esta guerra deixou para trás um extenso património submerso. Apesar destes materiais se centrarem no património cultural subaquático da Primeira Guerra Mundial, poderá ser adotada a mesma abordagem para exemplos de património cultural subaquático da Segunda Guerra Mundial, ou de outras épocas em que os conflitos incluíram inúmeras batalhas no mar.
O projeto foi acordado entre todos os Estados Partes na Convenção da UNESCO sobre a Proteção do Património Cultural Subaquático, em 2001. Os Estados pretendem utilizar o Centenário da Primeira Guerra Mundial para fomentar a educação para a paz, mais especifi camente através da promoção da proteção e compreensão do património submerso. O desejo prende-se com a educação para a paz por ocasião do Centenário da Primeira Guerra Mundial, sobretudo através da promoção da proteção e compreensão do património submerso. Também pretendem chamar a atenção para a recente proteção do património cultural subaquático deste período ao abrigo da Convenção de 2001 da UNESCO." (Património para a Paz e a Reconciliação, p. 8)


O Manual pode ser descarregado aqui.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os mais antigos jornais republicanos (1848)


Biblioteca Nacional Digital




                                                               
                        A Alvorada           É Tarde             O Regenerador         



                                        
                                 O Republicano              A Fraternidade           A República


Jornais do séc. XIX digitalizados no âmbito das comemorações do centenário da República: "material importante para a história da introdução e desenvolvimento das ideias republicanas no nosso país."

Segundo Fernando Pereira Marques, que assina o texto introdutório de  Esperem e Verão! Textos Republicanos Clandestinos de 1848, os panfletos e periódicos clandestinos de 1848 existentes nos Reservados que a Biblioteca Nacional de Portugal decidiu digitalizar constituem "material importante para a história da introdução e desenvolvimento das ideias republicanas no nosso país. Não tanto pela qualidade doutrinária dos mesmos ou pelo impacte que à época tivessem tido, mas porque marcam um salto qualitativo – digamos assim – na posição do liberalismo mais radical em relação à questão do regime." 

Ver texto completo da referida introdução aqui.


Referência bibliográfica:

MARQUES, Fernando Pereira - Introdução. In Esperem e Verão! Textos Republicanos Clandestinos de 1848. Lisboa: Alfa, D.L. 1991 (BNP H.G. 35531 P.)

Ratos e Homens | John Steinbeck









Publicado em 1937, "Ratos e Homens" conta a história de dois pobres diabos, George e Lennie, que vivem de trabalhos episódicos e sonham com uma vida tranquila, com a hipótese de arranjar uma quinta em que possam dedicar-se à criação de coelhos. George é quem lidera, é aquele que toma as decisões e protege o seu amigo, sem no entanto deixar de depender da amizade e da força de Lennie. Este é um gigante simpático, dotado de um físico excepcional, mas mentalmente retardado. E ambos acabam por envolver-se em mil e uma complicações, quando, no rancho onde finalmente encontram trabalho, a mulher do patrão entra em cena... Adaptado ao teatro, e várias vezes ao cinema, "Ratos e Homens", que na verdade constitui uma fábula sobre a amizade e o sonho americano, é uma obra-prima da literatura realista, e um dos mais importantes romances de John Steinbeck, servido em português pela notável tradução do escritor Erico Veríssimo.




Storyboard:



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O Dicionário do Menino Andersen

 
 

"As palavras podem ser brinquedos. Podemos atirar palavras para o meio de uma sala, como atiramos uma bola. Podemos olhar para elas como se fossem objetos, vê-las fisicamente, rodeá-las, estudar-lhes o perfil.”
                                                                                                  Gonçalo M. Tavares 


 

 
 
 
Ficha técnica
 
Título: O dicionário do menino Andersen
 Autor: Gonçalo M. Tavares
 Editora: Planeta Tangerina
 Data de publicação: 2015
 ISBN: 978-989-8145-69-7
 Nº Páginas: 64




O menino Andersen era um grande inventor e não andava nada satisfeito com as definições de palavras que lia no dicionário. Por isso decidiu começar a escrever um dicionário novo, um dicionário que entusiasmasse os seus amigos.

Eis uma entrada da letra m:

MOSQUITO: animal que está mal sintonizado.
 
"A acompanhar o galo — 'um animal que ainda não foi informado de que já foi inventado o relógio-despertador' –, o fato de banho — 'uma roupa pequenina, que ainda não cresceu' –, e as restantes definições, de A a Z, estão ainda os desenhos de Madalena Matoso, que transformou um dicionário ilustrado numa espécie de 'manual técnico-poético' que recupera o imaginário dos livros de instruções, cheio de setas e maquinaria, ao mesmo tempo que pisca o olho às ilustrações das obras antigas." (Ana Dias Ferreira, Observador, 13 de dez. 2015).

 
 
Gonçalo M. Tavares encontrou-se com Andersen ainda menino para criar um dicionário inesperado que propõe um olhar novo sobre as coisas (e as palavras) que existem à nossa volta. Ao texto de Gonçalo M Tavares juntam-se as ilustrações de Madalena Matoso, num livro que vai entusiasmar leitores de todas as idades.
 
 


 
 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Concurso Inês de Castro

 

 

A 8ª edição do Concurso Inês de Castro é uma iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura e da Fundação Inês de Castro, com o patrocínio da YDreams e a colaboração do Diário de Coimbra.

Baseado nos «Percursos de Pedro e Inês», desde a sua primeira edição, o concurso visa promover o conhecimento dos contextos e lugares históricos, geográficos, sociais, políticos, económicos, literários e afetivos que se relacionam direta ou indiretamente com o romance de D. Pedro e de D. Inês. 

Na 8ª edição – ano letivo 2015/2016 – os trabalhos a concurso podem ser elaborados com base em diferentes áreas criativas e deverão configurar uma representação no âmbito das ARTES PERFORMATIVAS (Filme, Dança, Música, Ópera, Teatro, Teatro Musical…).

Desafiam-se as Escolas a mostrarem as suas capacidades estéticas, talentos criativos e de originalidade, promovendo o aprofundamento da interdisciplinaridade e da partilha de saberes.
 

 Calendarização:

Divulgação do concurso e do regulamento nas páginas do Plano Nacional de Leitura e da Fundação Inês de Castro: até final de dezembro de 2015

Inscrição: até 30 de janeiro de 2016 (em formulário online disponível em
http://sipnl.planonacionaldeleitura.gov.pt/login.jsp).

Confirmação dos dados da inscrição: 5 de fevereiro de 2016.
 
Entrega dos trabalhos: até 26 de abril de 2016.
 
Análise dos trabalhos pelo júri: maio de 2016.
 
Publicação da lista de premiados e dos prémios: até final de maio de 2016.
 
Cerimónia de entrega de prémios: em data e local a definir.
 
 
Para mais informações consultar o Regulamento.