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quarta-feira, 11 de junho de 2025

EXAMES | Prepara-te para o exame de Biologia e Geologia

 

  #preparaçãoparaexames

 



 

A plataforma Estudo Autónomo disponibilizou um caderno digitail para download gratuito que pode ajudar no estudo autónomo para o exame de Biologia e Geologia.

Bom trabalho!

 

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Revista de Ciência Elementar

 













Junho 22 | Volume 10, nº 2


👉 Versão impressa disponível na Biblioteca.



Muito se tem escrito sobre o “Antropocénico/Antropoceno”! Num ápice, este tema foi absorvido no vocabulário mediático, seja nas mais diversas publicações e/ou opiniões. As evidências estão aí, o papel do Homem sobeja na poluição criada, a biodiversidade transformada, a alteração do clima, a emissão desmesurada dos gases de efeito de estufa, com os impactos nos diversos subsistemas terrestres. Desde logo, na atmosfera. Depois, nos oceanos, com a sua crescente acidificação e, na biosfera, com todo o efeito de stress, que lhe é reconhecido. Os três subsistemas que mais rapidamente interagem entre si. Mas, também a ação sobre a litosfera que, é bom lembrar, é só o maior reservatório de carbono do planeta, tanto na forma inorgânica como orgânica. E de onde resulta o excesso de CO2 que cresce na atmosfera, com taxas anuais a caminho dos 3 ppm! Por outro lado, a mesma litosfera que é o alvo preferencial de outros georrecursos, todos finitos, sendo alguns deles à luz das ditas “energias verdes”, explorados à velocidade da demanda. Todavia, sejamos claros, sem os ditos recursos, o planeta não funciona (…), é a tal questão da sustentabilidade, um requisito necessário, mas cada vez mais exigente. Onde a ciência, o conhecimento, tem de ser compatibilizado com as melhores metodologias de exploração e de respeito ambiental. E, já agora, de mudança de mentalidade. A Nossa! Dos Humanos.

O Antropocénico como idade geológica, por Luís Vítor Duarte [Editorial]


terça-feira, 14 de dezembro de 2021

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Cinema e divulgação científica

 


Por Joana Silva, Luís Calafate


"Tanto a terapia génica como as questões éticas levantadas pela mesma são complexas e, como tal, não é fácil visualizar este conceito ou imaginar as suas consequências. No entanto, felizmente, a ficção científica tem provado ser uma excelente ferramenta de divulgação científica, permitindo contextualizar e enquadrar conceitos científicos dentro de uma narrativa fictícia, facilitando a compreensão do tema por parte do público e fornecendo um ponto de partida para debates em sociedade.






Um ótimo exemplo é GATTACA (1997), de Andrew Niccol, que, entre os vários filmes de ficção científica que incorporam temáticas como a terapia génica, reprodução medicamente assistida, determinismo e eugenismo, é dos poucos cuja abordagem é tão bem aclamada, tendo sido bem recebido tanto pelos críticos de cinema como pela comunidade científica como uma representação séria e correta destes temas, especialmente no que diz respeito às suas implicações éticas e sociais."

Leia o artigo completo aqui.




O título do filme “GATTACA” é composto inteiramente pelas letras usadas para rotular as bases de nucleotídeos do DNA. As quatro bases nucleotídeas do DNA são Adenina, Timina, Citosina e Guanina.

Personagens (Atores)
Vincent Anton – Ethan Hawke
Irene – Uma Thurman
Detetive Hugo – Alan Arkin
Jerome Eugene – Jude Law
Investigador Anton – Loren Dean
Diretor Josef – Gore Vidal
Casear – Ernest Borgnine
Dr. Lamar – Xander Berkeley
Direção: Andrew Niccol


Saiba mais sobre o filme aqui.



sábado, 12 de dezembro de 2020

Conferência de Natal - Somos animais sociais: a biologia do comportamento


Dia 21 de dezembro, às 19:00
Em streaming









A temática da Conferência de Natal Ciência Viva incide sobre o comportamento social e a herança biológica, em contextos de stress ou de crise como aquele em que atualmente vivemos.

Que efeitos tem o stress no nosso cérebro e no nosso comportamento? Será que nos tornamos mais sociáveis, cooperantes ou empáticos em momentos de crise? E no Natal?

Os “velhos amigos” Manuel Sobrinho Simões, Júlio Machado Vaz, Tiago Alves e Miguel Soares sobem ao palco do Teatro Nacional São João, no Porto, 21 dezembro, às 19.00, para uma emissão especial do programa de rádio “Old Friends”.

A conferência será também transmitida em direto, via streaming, em www.cienciaviva.pt.


As Conferências de Natal Ciência Viva são organizadas em parceria com instituições científicas de referência, nacionais e estrangeiras. São inspiradas nas Christmas Lectures do Royal Intitution de Londres, criadas em 1825, por Michael Faraday, e destinam-se a públicos de todas as idades.





domingo, 29 de março de 2020

Somos animais num mundo de germes




“Faça do alimento a sua medicina, e da medicina o seu alimento”- Hipócrates








Mãe, não gosto das batatas. Come só o morcego!



Somos animais num mundo de germes. E os vírus, essa coisa tão simples, no limite do vivo e não vivo, transmitem-se entre animais, têm mutações, procuram novos hospedeiros para se reproduzir. É o que é



Conforme muita da nossa saúde provém de uma boa alimentação, também boa parte dos nossos problemas de saúde tem origem no nosso consumo alimentar: por exemplo químicos, fungos, bactérias ou… vírus.

Episódios pandémicos sempre existiram… A palavra vem do grego (pan=tudo+demos=povo) e falavam por experiência própria: no séc. V AC, a Febre Tifoide dizimou 1/4 do exército ateniense no Egipto… Igualmente o Império Romano esteve a braços com este fenómeno, tendo no séc. III AC, a Peste de Cipriano chegado a todas as províncias e a matar 5 mil pessoas/dia em Roma… Na Idade Média, ficou famosa a Peste Negra que dizimou de 1/4 a 1/3 da população europeia… Mais recentemente, Gripe (incluindo os milhões de mortos da bem conhecida gripe espanhola), Tifo, Cólera, tiveram inúmeros e graves episódios…

Hoje, com o novo coronavírus, vivemos novo pesadelo.

Somos animais num mundo de germes. E os vírus, essa coisa tão simples, no limite do vivo e não vivo, algo minúsculo que conhecemos há pouco mais de 100 anos (o conceito é de 1898, mesmo a teoria microbiana das doenças, é de Pasteur em meados do sec… XIX), transmitem-se entre animais, têm mutações, procuram novos hospedeiros para se reproduzir. Enfim buscamos todos o mesmo: viver…

Porque é que isto acontece? Vejamos: O porco come de tudo? O tubarão é o caixote do lixo dos oceanos? Ora a espécie com maior espectro alimentar da história da vida é… O Homo sapiens!

Mas não é a mesma coisa comprar um bife no supermercado, de um animal doméstico, criado, morto, acondicionado, transportado e vendido debaixo de um apertado conjunto de normas, ou ir às compras ao mercado de Wuhan. Neste, como em centenas de outros mercados de animais selvagens chineses, por entre gaiolas ferrugentas, chão ensanguentado, enxames de insectos e cheiro pestilento, vendem-se mortos ou vivos de ratos a cães, de cobras a morcegos. Animais caçados e transacionados ilegalmente, muitos de espécies ameaçadas, quer para fins alimentares, quer para a medicina tradicional chinesa (da qual por estes dias ninguém se lembrará de pedir socorro).

Se há coisa que não podemos dizer é que desconhecíamos o perigo. Vários têm sido os avisos. Por exemplo num estudo de 2007 de Vincent et al. publicado na revista da American Society for Microbiology podíamos ler: «A presença de uma grande reserva de vírus do tipo SARS-CoV em morcegos-ferradura, juntamente com a cultura de comer mamíferos exóticos no sul da China, é uma bomba-relógio. A possibilidade de reemergência da SARS e outros vírus novos de animais ou laboratórios e, portanto, a necessidade de preparação não deve ser ignorada».


Esta é, novamente, altura de relembrar a importância da padronização e internacionalização de regras básicas de segurança e higiene. Estes mercados, em 2003, no auge da epidemia SARS, foram proibidos. No entanto, o tempo passa, a memória perde-se, as regras somem-se. Por estes dias o governo chinês voltou à proibição. Até quando?

João Adrião. Mãe, não gosto das batatas. Come só o morcego. In Jornal Observador, 29 de março de 2020

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Ciência e dança




Concurso "Dance Your Ph.D." 

(Dance o seu Doutoramento)



O concurso deste ano abrangeu quatro grandes categorias: biologia, química, física e ciências sociais. Groneberg ganhou a categoria de ciências sociais e o prémio geral. O vídeo foi filmado em lisboa, no Champalimaud Research.

A tese de doutorado de Groneberg explorou o modo como os movimentos de grupos de larvas de peixe-zebra afetavam o desenvolvimento e o comportamento cerebral de cada animal, provocando o impacto, levantando algumas larvas isoladamente e documentando quaisquer diferenças. “Costumávamos brincar que meu Ph.D. era facilmente dançável quanto ao movimento ”, diz Groneberg. "Alguns colegas acusaram-me de escolher o meu tópico de tese por causa disso."

Os juízes disseram que o vencedor da categoria de física, um vídeo finlandês sobre exploração multiespectral de florestas por Samuli Junttila, também mereceu reconhecimento especial por seu rap original e produção profissional. 

Dance seu Doutoramento foi desenvolvido por John Bohannon, ex-correspondente contribuinte da Science que ainda dirige o concurso em seu nome. Ele agora é diretor de ciências da Primer, uma empresa de inteligência artificial.

Os quatro vencedores da categoria selecionados pelo painel de jurados são os seguintes:


Vencedor geral e vencedor da categoria de ciências sociais


Antonia Groneberg, “As experiências sociais do início da vida moldam a cinemática da evitação social no peixe-zebra larval”







Vencedor da categoria Biologia


Katharina Hanika, "Genes de suscetibilidade a doenças prejudiciais para obter resistência à murcha de Verticillium no tomate"




Vencedor da categoria Química

Jackie Zorz, “Uma abordagem integrada para melhorar a eficiência em sistemas de bioenergia microbiana”






Vencedor da categoria Física

Samuli Junttila, “Utilizando o lidar multiespectral na detecção de árvores recusadas”






sábado, 10 de agosto de 2019

Sons da natureza | Os corvidae





Coleções Europeana



Corvidae é a família de aves da ordem Passeriformes que inclui os corvos, corvelos, gaios, gralhas, gralhos, cornelhas, pegas, frouvas, choias, chucas e quebra-nozes

Os corvídeos são geralmente de maiores dimensões que os restantes pássaros. 

Os membros da espécie Corvidae podem ser encontrados em todos os continentes do mundo (com exceção da Antártida), têm comportamento complexo, que sugere uma forma de inteligência, e são conhecidos pelas suas personalidades divertidas, pelas maneiras maliciosas e pela imitação e gritos estridentes.



Corvo comum, corvus corax principalis. National Geographic.





Gralha do campo, Cyanocorax cristatellus





Gralha calva, Corvus frugilegus.
Imagem: Brian Snelson from Hockley, Essex, England. 




Pega rabuda




Pega rabuda





Gaio comum, Garrulus glandarius





Ouça aqui a "voz" dos corvos, gralhas e de outros elementos da família das aves Corvidae:





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Fonte do registo áudio: 



domingo, 7 de julho de 2019

Uma viagem pela vida de Charles Darwin








Para Saber+:


Charles Darwin
RTP Ensina


Charles Robert Darwin (1809-1882) foi um naturalista, geólogo e biólogo britânico, célebre por seus avanços sobre evolução nas ciências biológicas. Foi o responsável pelo desenvolvimento da teoria da origem das espécies pela selecção natural que marca o desenvolvimento da biologia a nível mundial.



 http://ensina.rtp.pt/artigo/a-viagem-pela-vida-de-charles-darwin/
Reportagem RTP Ensina


Ficha Técnica
Título: Biografia de Charles Darwin
Tipo: Reportagem
Autoria: Inês Fonseca Santos
Produção: RTP
Ano: 2009



sábado, 11 de maio de 2019

Aves migratórias








Aves migratórias em voo - Common Cranes © Jussi Mononen




Flamingo-Pequeno (Phoeniconaias minor) 
© Mark Anderson




Pelicano Branco (Pelecanus onocrotalus) 
© Sergey Dereliev (UNEP/AEWA)





Uma reportagem da RTP1 mostra algumas das aves migratórias da reserva natural das dunas de S. Jacinto e da restante ria de Aveiro, que nos visitam durante os meses de inverno:


Reportagem do jornalista Luis Henrique pereira (RTP) para o "jornal da tarde" da RTP1 do dia 23 de fevereiro de 2009. 
Conta com o depoimento do biólogo Rui Brito, um especialista em aves. 
Imagem de António José Fernandes e edição de Sérgio Tomás.



sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Na Biblioteca também se pode fazer microscopia!






1. Corte histológico de um ovário: 


Destaca-se um Folículo Terciário.







Destaca-se um Folículo Maduro.





Destaca-se um Corpo Amarelo, produtor de progesterona.







2. Corte histológico de um testículo: 

 
Observam-se vários tubos seminíferos e células intersticiais.






Pormenor de um tubo seminífero.




Beatriz Aguiar, nº 7, e Beatriz Cardoso, nº 8, do 12º B

Atividade coordenada pela professora de Biologia, Dra. Domingas Alhais.