terça-feira, 30 de junho de 2026

Luís de Camões em 2026

 

 

 

 


Imaginámos o poeta no fim da vida: pobre, cansado, quase sem pão, depois de ter cantado um império inteiro.
Mas então alguém chega do futuro.
E Camões descobre que Portugal ainda existe. Que Lisboa mudou, mas continua a ter alma. Que Os Lusíadas ainda são lidos. Que a língua portuguesa atravessou oceanos. E que o seu nome ficou gravado na memória de um país.
Em vida faltou-lhe moeda. Depois da morte deram-lhe bronze.
Mas talvez a maior homenagem seja esta: Camões morreu pobre, mas deixou Portugal mais rico.


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