quarta-feira, 2 de abril de 2025

Revista Metropolis

 

 #cinema 

 

  

nº 116| março 2025

 

Finda a época mais importante de prémios, um “novo” ano abre-se. Abre-se a novas histórias, a novos protagonistas, a novos realizadores. «Anora», vencedor da Palma de Ouro em Cannes, acabou por ser o grande vencedor da 97.ª edição dos Óscares de Hollywood, arrecadando as estatuetas de Melhor Filme, Melhor Realização, Melhor Atriz Principal e Melhor Argumento Original.

Após a cerimónia, surgiram notícias a confirmar o investimento dos produtores do filme (Neon, a mesma produtora de «Parasitas») em campanhas de marketing e comunicação no valor de 18 milhões de dólares, um montante significativamente superior ao orçamento da própria produção, que rondou os seis milhões. Na realidade, «Anora» já gerou mais de 50 milhões de dólares em receitas a nível global, competindo de forma justa com filmes cujas campanhas de comunicação ultrapassaram os 60 milhões.

Números e polémicas à parte, «Anora» trilhou o seu próprio caminho, como qualquer outro filme. Como Sean Baker afirmou ao receber a estatueta das mãos de Quentin Tarantino, «Anora» não existiria se antes não tivesse existido «Era Uma Vez… em Hollywood», filme onde Baker descobriu a sua protagonista, Mikey Madison. E também não existiria se o próprio Baker tivesse desistido de fazer cinema quando, atolado em dívidas, decidiu que «Tangerine», filmado com um iPhone 5, seria o seu último trabalho caso o filme não vingasse.

A verdade é que Sean Baker nunca poderia desistir, porque a sua sensibilidade e o seu olhar sobre a sociedade – e, em particular, sobre pessoas marginalizadas – são únicos, tocando o coração de muitos amantes da pura arte de contar histórias através do cinema.

Numa altura em que o mundo está mais polarizado do que nunca, escutemos, com toda a disponibilidade que o nosso coração permitir, as palavras de Sean Baker no seu discurso de aceitação do Óscar de Melhor Realizador: “Estamos todos aqui porque amamos cinema. E onde é que nos apaixonámos pelos filmes? Nas salas de cinema. Ver um filme no cinema, com uma audiência, é uma experiência partilhada: podemos rir, chorar, gritar ou lutar juntos. Talvez até sentirmo-nos devastados em conjunto. É uma experiência coletiva que simplesmente não podemos ter em casa.”
Um discurso que se estendeu a outros realizadores e produtores, incentivando-os a não desistirem de fazer filmes para as salas de cinema, mas também a todos os pais que estão a criar uma nova geração de amantes da sétima arte.

Inspirados por Sean Baker, que este “novo” ano nos traga muitas idas ao cinema, não apenas para ver grandes filmes, mas também para partilhar memórias com outras pessoas – momentos que, com o tempo, podem revelar-se transformadores e abrir novos caminhos na vida e no imaginário de cada um. 

Sara Afonso. Revista Metrópolis 



Sessão de (in)formação sobre Cidadania Digital - 7º B

 

 #cidadaniadigital  #direitosedeveresonline  #literacias

 #semanadaleitura2025

 

Aluna, Computador Portátil, Copo

 
 

 
Os alunos do 7º B estiveram na Biblioteca esta manhã, das 12:20 às 13:10, para participarem numa sessão de (in)formação sobre Cidadania Digital, orientada pela professora coordenadora da Biblioteca. 
 

Sob o tema "Sabes usar a informação da Internet nas tuas produções?", refletiu-se sobre os direitos e responsabilidades no uso da informação online. Este tipo de iniciativa destaca o papel fundamental das bibliotecas escolares no desenvolvimento da cidadania digital, promovendo o pensamento crítico, o uso ético da informação e a responsabilidade no ambiente digital. 
 
A Biblioteca afirma-se, assim, como um espaço essencial de aprendizagem e formação para uma participação consciente e informada na sociedade digital. 
 
 

Provavelmente leitura / abril 25

 

#alermaisemelhor  #bibliotecaccb 

 


 

O livro escolhido pela biblioteca, no mês de abril, para o cantinho de leitura da sala de professores foi uma das obras mais conhecidas da cultura ocidental - Cântico dos Cânticos.

A tradução de José Tolentino Mendonça do Cântico dos Cânticos, um texto poético atribuído ao Rei Salomão, que aborda o amor humano entre um homem e uma mulher, é elogiada pela sua sensibilidade e precisão na captura da linguagem e das nuances do original hebraico.

Esta tradução é notável por ser feita por um intelectual e poeta português de destaque, e também por explorar o amor humano de forma explícita, não alegórica, como um valor em si mesmo, o que gerou discussões sobre seu estatuto canónico.

Felizes encontros de leitura!

Celebração do Dia Mundial de Consciencialização sobre o Autismo de 2025

 

 



 

A comemoração do Dia Mundial de Consciencialização sobre o Autismo de 2025, sob o tema "Promovendo a Neurodiversidade e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU", destaca a interseção entre a neurodiversidade e os esforços globais de sustentabilidade, mostrando como políticas e práticas inclusivas podem impulsionar mudanças positivas para indivíduos autistas em todo o mundo e contribuir para a realização dos ODS. 

terça-feira, 1 de abril de 2025

Para quê ler os clássicos?

 


Se nós olharmos para as melhores empresas do mundo e virmos onde é que essas pessoas estudaram, elas estudaram em universidades e em escolas onde estudaram os clássicos gregos em profundidade.
É um fator decisivo.

Eles aprenderam a pensar.
[...]
É aí que, curiosamente, reside a maior diferença entre os países que se desenvolvem e os que não se desenvolvem.
É preciso os fablabs, mas é preciso as bases e as bases são os clássicos gregos.
E estas duas componentes, a cultura clássica e a ligação à tecnologia, e o objectivo de criar rodutos para o mundo e saber fazer, penso que poderá ter um enorme impacto nesta bomba social que nós temos em Portugal.
E é só, obrigado.


 

 

III Painel - Seminário de Inovação e Empreendedorismo Social, promovido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no dia 9 de Julho de 2010, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Sessão de (in)formação sobre Cidadania Digital - 8º A

 

 #cidadaniadigital  #direitosedeveresonline #literacias

#semanadaleitura2025





“Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual” (Constituição da República Portuguesa, Princípio da Igualdade, artigo 13º).



Os alunos do 8º A estiveram na Biblioteca, esta tarde, das 16:20 às 17:10, para participarem numa sessão de (in)formação sobre Cidadania Digital, orientada pela professora coordenadora da Biblioteca. 
 

Sob o tema "Sabes usar a informação da Internet nas tuas produções?", refletiu-se sobre os direitos e responsabilidades no uso da informação online, nomeadamente sobre:
  • o direito ao copyright (propriedade e autoria de conteúdos, licenças, normas de referenciação, utilização de imagens da internet; plataformas gratuitas de imagens, música e vídeos);
  • a netiqueta (normas e procedimentos de conduta e deveres digitais baseados no respeito pelas ideias, opiniões e crenças dos outros:
    • não plagiar conteúdos,
    • não descarregar conteúdos não autorizados,
    • não utilizar o anonimato ou falsas identidades como forma de desresponsabilização,
    • não divulgar boatos ou informações falsas,
    • não divulgar informações pessoais de terceiros,
    • não denegrir a imagem, a reputação e o bom nome dos outros,
    • respeitar a sua privacidade.

Novidades nas bibliotecas escolares!!