sexta-feira, 4 de março de 2022

Ementa literária: um menu com sabor a História

 




 

De visita à Biblioteca, os alunos do 11º F elaboraram ementas literárias a partir da coleção da BE.

Esta é a proposta do Alexandre e do João Soares, com sabor a História.



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para degustar a qualquer hora!

Escola a Ler / 10 Minutos a ler

 

quinta-feira, 3 de março de 2022

Fase Intermunicipal do CNL

 





OBRAS SELECIONADAS PARA A FASE INTERMUNICIPAL DA CIM DOURO

1.º CICLO - O menino eterno, de José Jorge Letria
2.º CICLO - Sempre do teu lado, de Maria Teresa Maia Gonzalez
3.º CICLO - Charlie e a fábrica de chocolate, de Roald Dahl
SECUNDÁRIO - Pessoas normais, de Sally Rooney


A prova está agendada para o dia 22 de abril de 2022.


CNL | Alunos selecionados para a prova intermunicipal

 
















Realizou-se hoje, online, a prova de seleção municipal do Concurso Nacional de Leitura, onde se apuraram três alunos por cada ciclo de estudos que irão representar as escolas/agrupamentos de Vila Real na prova intermunicipal, a realizar no dia 22 de abril, na Régua. 

Da nossa Escola, os alunos que passam à fase seguinte são a Eva Afonso, do 7º A, a Rita Falco, do 10º A, e a Ema Falco, do 12º F. Parabéns!

Parabéns, também, ao Guilherme Machado, à Filipa Costa e ao João Fraga, do 7º A, e ao Rafael Marinho, do 12º A, que representaram a Camilo com brilhantismo na prova de hoje.





LER ACRESCENTA!

Continuação de Boas Leituras!


quarta-feira, 2 de março de 2022

Concurso Nacional de Leitura - Prova de expressão oral | 3º Ciclo

 

No passado dia 28 de fevereiro, decorreu a prova de seleção de expressão oral dos alunos do 3º Ciclo. 

Nesta prova, os alunos tinham um poema para leitura expressiva e um tema para produção de discurso argumentativo.


   

                                  


Parabéns, a todos, pelas excelentes prestações!

Os resultados serão divulgados depois da realização da prova de expressão oral dos alunos do Ensino Secundário.







terça-feira, 1 de março de 2022

Cartas de amor ao cavalheiro de Chamilly

 



Edição de 1930 de "As Cartas Portuguesas


Download | 



A primeira edição, em francês, de As Cartas Portuguesas de Soror Mariana Alcoforado, é de 4 de janeiro de 1669. O editor foi Claude Barbin e, na altura, a autora ainda não estava identificada. Mas aquelas cinco cartas de amor (e de sofrimento) enviadas pela freira portuguesa ao cavaleiro Noël Bouton de Chamilly ganharam o seu lugar na história da literatura.

Ela era a segunda filha de uma família abastada e, como era comum, o primeiro filho herdava quase tudo e a segunda filha era internada num convento com um dote, como num casamento. O dote de Mariana Alcoforado foi bastante grande e permitiu ao convento de Nossa Senhora da Conceição, em Beja, fazer alguns melhoramentos que ainda hoje são visíveis como a azulejaria, a talha dourada, aquisição de algumas obras de arte.

Nas cartas que escreveu transparece o amor que sentia pelo marquês de Chamilly, oficial francês que lutou em Portugal durante a Guerra da Restauração. Embora os originais das cartas não tenham chegado aos nossos dias, sabemos da sua existência pela primeira edição das mesmas, datada de 4 de janeiro de 1669, em França, por Claude Barbin, com o título "Lettres Portugaises Traduites en François".


Literatura de autoria feminina

 


O Projeto Adamastor dedica 2022 à literatura de autoria feminina

 

Young woman writing a letter, de Albrecht Anker. [Wikiart]


O lançamento de Às Mulheres Portuguesas, de Ana de Castro Osório, marca o início de um ciclo dedicado à publicação e divulgação da obra de escritoras lusófonas, e que será o principal foco do Projecto Adamastor durante este ano.



Discriminação Zero

 1 de março

#ZerodiscriminationDay






O Dia da Discriminação Zero deste ano, sob o tema “Remover leis que prejudicam, criar leis que empoderam”, destaca a necessidade urgente de agir contra as leis discriminatórias.

Em muitos países, as leis fazem com que as pessoas sejam tratadas de forma diferente, excluídas de serviços essenciais ou sujeitas a restrições indevidas sobre como vivem suas vidas, simplesmente por causa de quem são, do que fazem ou de quem amam. Essas leis são discriminatórias – negam os direitos humanos e as liberdades fundamentais.

Os Estados têm a obrigação moral e legal de remover leis discriminatórias e promulgar leis que protejam as pessoas da discriminação. Todos têm a responsabilidade de responsabilizar os Estados, pedir mudanças e contribuir para os esforços para remover leis discriminatórias.

No Dia da Discriminação Zero, 1º de março, celebramos o direito de todos de viver uma vida plena e produtiva — e vivê-la com dignidade e livre de discriminação.


Alguns dos direitos que as pessoas podem usar para contestar leis discriminatórias incluem o seguinte:

• O direito à igualdade de tratamento perante a lei.
• O direito à educação.
• O direito a oportunidades económicas.
• O direito à privacidade.
• O direito à dignidade.
• O direito à saúde.
• O direito de associação.
• O direito a um julgamento justo.

Todos temos a responsabilidade de responsabilizar os Estados, pedir mudanças e contribuir para os esforços para remover leis discriminatórias. Os primeiros passos para fazer uma mudança são conhecer a lei, reconhecer que as leis podem discriminar e destacar leis discriminatórias para com outras pessoas.


Cinco ações para indivíduos

O que podemos fazer individualmente para combater a discriminação:
1. Destaque as leis discriminatórias, para que todos possamos defender a mudança - publique as (suas) iniciativas para a discriminação zero nas redes sociais.
2. Seja um aliado, denuncie a discriminação quando a vir.
3. Exija mudança dos seus parlamentares e das organizações de direitos humanos.
4. Inicie uma petição para mudar a lei.
5. Doe tempo, dinheiro ou experiência para uma organização que esteja a trabalhar para a reforma da lei, ou comece uma você mesmo(a).