#aLerMaiseMelhor
Imaginámos o artista, escritor e provocador modernista a viajar até ao nosso tempo para descobrir um mundo cheio de imagens, vídeos, ecrãs, publicidade, arte urbana, redes sociais e velocidade.
Mas Almada não chega ao futuro para ficar simplesmente espantado.
Chega para perguntar se há ideias por trás de tanta imagem.
No seu tempo, chamaram-lhe exagerado. Talvez fosse apenas um homem à frente do seu tempo.
Em 2026, ele vê um país mais visual, mais rápido, mais tecnológico. Mas também deixa uma provocação: Exibir não é inventar. Modernidade não é parecer novo, é ter coragem nova.
“O futuro não é um destino. É o que desenhamos agora.”
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