#DiaMundialdaLinguaPortuguesa
🎯 Ideia central
Os alunos criam um poema onde a língua portuguesa é um território vivo, feito de lugares, sons, memórias, sabores, gestos e palavras que só existem em português. Cada verso é um “marco geográfico” desse território afetivo.
Estrutura orientadora (flexível)
Peça aos alunos que escrevam um poema com:
- 1 verso sobre um som da língua (ex.: “o sussurro do ç a deslizar na boca”)
- 1 verso sobre uma palavra‑símbolo (ex.: saudade, aconchego, miudinho, luar)
- 1 verso sobre um lugar onde a língua vive (a escola, a casa, a rua, a internet, a biblioteca)
- 1 verso sobre uma memória pessoal ligada à língua
- 1 verso final que declare o que a língua lhes permite fazer (sonhar, resistir, imaginar, pertencer)
Modelo para inspiração (original e livre de direitos de autor)
A língua que falo tem o rumor das ondas antigas,
um sopro de sílabas que me acorda devagar.
Carrega palavras que brilham como pedras quentes —
saudade, lume, abrigo — guardadas no peito.
E quando a digo, o mundo abre uma porta secreta,
como se cada frase fosse um mapa que me ensina a voltar a casa.
Bom trabalho!
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