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sexta-feira, 3 de junho de 2022

Sobre a contemporaneidade do blogue

 




A presença digital das organizações tem vindo a diversificar-se ao longo do tempo, no sentido de responder a diferentes públicos e de dar visibilidade à missão que lhes dá razão de ser.

A criação de uma identidade digital forte é, por isso, uma das preocupações das organizações que têm apostado cada vez mais, para além dos sites institucionais, na criação de blogues, revistas digitais, canais de podcasts e de vídeo, para além de uma aposta forte nas redes sociais.

Esta identidade digital permite alargar a ligação com o público alvo, favorecendo uma relação mais próxima. Desta forma, os leitores sentem a necessidade de consultar com regularidade os canais de comunicação da organização, pois sabem que encontram aí conteúdos relevantes e atuais.

O blogue tem a particularidade de assumir a forma de diário, organizado cronologicamente, o que lhe empresta um caráter mais intimista e mais próximo do leitor.

Caracteriza-se pela publicação periódica e regular de artigos de relevo, geralmente sucintos, que podem ser da autoria dos curadores/ bloggers ou podem remeter para artigos de fundo, cabendo, neste caso, ao curador a atribuição de valor ao que está a apresentar ao leitor, através de uma explicação simples e estruturada que permita uma antevisão do artigo cuja leitura se propõe.

Apesar da estrutura cronológica do blogue, o sistema de categorias e etiquetas e a possibilidade de misturar texto, hipertexto e elementos multimédia conferem-lhe funcionalidades que o catapultam para a liderança dos canais digitais.



segunda-feira, 16 de março de 2020

Visitas virtuais gratuitas




Museus de todo o mundo oferecem visitas virtuais gratuitas


A Google Arte e Cultura decidiu unir-se com mais de 500 museus e estão a oferecer visitas virtuais a qualquer pessoa. Isso mesmo, a entrada num museu à distância de um click, sem bilhete, sem fila, mas claro através de um ecrã. Neste link podem encontrar os museus e ditos acessos a cada um deles.


 https://www.comunidadeculturaearte.com/museus-de-todo-o-mundo-oferecem-visitas-virtuais-gratuitas/



Numa primeira ala podemos encontrar os Museus por ordem de popularidade, na seguinte podemos filtrar por ordem alfabética e na terceira temos direito a uma mapa do mundo com a contagem de museus disponível por zonas (vai mudando com o zoom). Portugal está representado com 36 Museus, maioritariamente na zona de Lisboa.

A lista é verdadeiramente extensa mas não inclui todos os museus, logicamente. O Louvre, por exemplo, não está presente, mas oferece algumas visitas guiadas através deste link.

Perante o estado atual das coisas, várias começam a ser as opções para quem está em casa. A criatividade das pessoas para se entreter nestes tempos está a ser posta à prova. E se é verdade que ver um museu no computador não é a mesma coisa, pode-se sempre compensar o virtual com o real quando todo o isolamento social (que é tão necessário) deixar de ser preciso.


Fonte:
Pedro Fernandes, Comunidade Cultura e Arte, 16 de março de 2020


sábado, 12 de dezembro de 2015

Plataforma Digital "Cantar Mais"

 
 
http://www.cantarmais.pt/
 
 
 
"Cantar Mais – Mundos com voz” é um projeto da Associação Portuguesa de Educação Musical (APEM) que assenta na disponibilização de um repertório diversificado de canções (tradicionais portuguesas, de música antiga, de países de língua oficial portuguesa, de autor, do mundo, fado, cante e teatro musical/ciclo de canções), com arranjos e orquestrações originais apoiadas por recursos pedagógicos multimédia e tutoriais de formação.

Estas canções e recursos, acessíveis nesta plataforma digital de livre acesso, possibilitam o incremento, através da canção e do cantar, de práticas artístico-musicais nas escolas e nas comunidades. Deste modo, trata-se de um contributo para o desenvolvimento da cultura e aprendizagem musical das crianças e dos jovens, bem como uma ferramenta de trabalho e de formação de educadores, professores e outros agentes educativos.

A iniciativa Cantar Mais,  que teve a sua apresentação pública em novembro de 2015, é apoiada pela Direção Geral de Educação e pela Fundação Calouste Gulbenkian.