Hoje, à tarde, os alunos do 9º D estiveram na Biblioteca, acompanhados pelo professor Pedro Oliveira, para assistir a uma sessão de formação sobre Fake News, orientada pela professora Adelaide Jordão.
Capa do jornal Correio da Manhã de 11 de junho de 2005.
O documentário "Era uma vez um arrastão", de 1 de julho de 2005, disponibilizado na plataforma MILD constituiu o ponto de partida para a discussão em torno das Fake News, nomeadamente:
- Até que ponto um erro numa notícia pode afetar a credibilidade de um órgão de comunicação social?
- Que objetivos poderão estar por detrás da criação de notícias falsas?
"A 10 de junho de 2005, a Agência Lusa noticiou que um grupo de 500 jovens tinha roubado e agredido banhistas na Praia de Carcavelos. A história, que passaria a ser conhecida como arrastão (nome dado a este tipo de ação violenta no Brasil), abriu os telejornais, com fotografias, testemunhos de polícias, de políticos e de uma testemunha ocular, tendo gerado uma onda noticiosa em televisões, jornais e rádios, que se manteve ao longo de duas semanas.
Houve espaço para discutir segurança, emigração, racismo e bairros problemáticos, mas não para confirmar os factos. Na verdade, o arrastão não ocorreu, como mostrou a investigação da jornalista Diana Andringa, no documentário Era uma vez o arrastão (1 de julho de 2005).
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