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Palestra | Porajmos, o Holocausto Cigano
3 de fevereiro, às 10:20, no Auditório 1 da ES Camilo Castelo Branco
Orador: Álvaro Pinto, docente da escola
A Biblioteca da Escola Secundária Camilo Castelo Branco convida toda a Comunidade Escolar a participar na palestra “Porajmos, o Holocausto Cigano”, dirigida especialmente às turmas de 7.º ano, mas aberta a todos os que desejem aprofundar o conhecimento sobre uma das páginas menos conhecidas — e mais silenciadas — da história europeia.
A sessão será dinamizada pelo professor Álvaro Pinto, que nos conduzirá por um capítulo essencial da memória do século XX: o genocídio do povo cigano durante o regime nazi. Ao dar visibilidade a esta história tantas vezes omitida, a escola cumpre o seu papel de formar cidadãos informados, críticos e sensíveis à diversidade humana.
Esta iniciativa integra o projeto de continuidade “We Remember – Lembrar o Holocausto: Aprender com o passado. Proteger o futuro”, reforçando o compromisso da escola com a educação para os direitos humanos, a tolerância e a responsabilidade coletiva. Simultaneamente, marca o arranque do novo projeto “História & estórias ciganas – Dar voz à diversidade, celebrar a diferença”, que pretende valorizar a cultura cigana, combater estereótipos e promover uma escola verdadeiramente inclusiva.
Num tempo em que a desinformação, o preconceito e a indiferença continuam a ameaçar a convivência democrática, conhecer o Porajmos é compreender porque a memória importa — e porque a escola é um espaço privilegiado para a construir.
#literaciadosmedia #bibliotecasscolares
#alermaisemelhor #Camões500 #PrémioConhecerCamões #bibliotecaccbvr
Até 31 de março de 2026, estão abertas as candidaturas ao Prémio “Conhecer Camões”, dirigido a alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
O desafio? Criar um trabalho original inspirado na obra de Luís de Camões, numa das categorias a concurso:
Os vencedores terão direito a uma experiência de grupo inesquecível, que incluí um passeio marítimo.
O júri poderá ainda atribuir menções honrosas e recomendações de publicação.
A submissão de candidaturas decorre até 31 de março de 2026.
#literacia financeira #bibliotecasescolares #bibliotecaesccb
#weremember #holocausto #bibliotecasescolares #bibliotecaesccbvr
Exposição de trabalhos em xilogravura dos alunos do 7º ano alusivos ao Holocausto.
#inteligênciaartificial
"Neste guia, aprenderá a utilizar as principais funcionalidades do NotebookLM através de exemplos práticos e estratégias comprovadas.
Exploramos as suas utilizações gerais, incluindo a criação de bibliotecas pessoais, a geração de materiais de estudo e a visualização de dados através de mapas mentais.
Descobrirá aplicações específicas para investigação e ensino. Abordaremos também dois dos seus principais recursos, nomeadamente as Visões Gerais em Áudio e as Visões Gerais em Vídeo, e discutiremos algumas formas práticas de tirar partido delas nas suas aulas.
Concluiremos com dicas para ajudar a tirar o máximo partido do NotebookLM tanto no ensino como na investigação. No final deste guia, terá tudo o que precisa para integrar o NotebookLM de forma eficaz no seu fluxo de trabalho profissional."
Med Kharbach, novembro 2025
#alermaisemelho #diversidadecultural #educaçãointercultural #bibliotecasescolares #bibliotecaccbvr
A Escola Secundária Camilo Castelo Branco integra o projeto nacional História & Estórias Ciganas, iniciativa educativa que visa valorizar e dar visibilidade à história, cultura e tradições das comunidades ciganas em Portugal, promovendo uma educação mais inclusiva e plural.
No contexto da nossa escola, o projeto desenvolve-se sob o título História & Estórias Ciganas – Dar voz à diversidade, celebrar a diferença e envolve toda a comunidade escolar, incidindo, de forma particular, nas turmas do 7.º ano.
Com este projeto pretende-se valorizar a cultura e as tradições ciganas; combater, desconstruindo, preconceitos e estereótipos; promover a empatia, o respeito e a valorização da diversidade cultural e desenvolver competências de leitura, escrita, expressão artística e reflexão crítica, num trabalho interdisciplinar.
Das atividades previstas, desenvolvidas de forma interdisciplinar, refere-se a leitura e criação de histórias; a investigação histórica; a produção artística e a reflexão crítica sobre a diversidade cultural e os direitos humanos.
História & Estórias Ciganas – Dar voz à diversidade, celebrar a diferença constitui, assim, uma oportunidade para dar voz à diversidade e reforçar a escola como espaço de encontro, conhecimento e respeito mútuo.
O projeto conta com o apoio financeiro da Rede de Bibliotecas Escolares, no âmbito do programa BePLAN, que permitiu reforçar o acervo da Biblioteca com obras dedicadas à história e cultura cigana, ampliando os recursos disponíveis para alunos e docentes.
#noslembramos #weremember #bibliotecasescolares #bibliotecaccbvr
O Holocausto (Shoah) foi a campanha antissemita iniciada e implementada pela Alemanha nazi entre 1933 e 1945. O seu ponto culminante foi um genocídio sistemático e sem precedentes que visava erradicar totalmente o judaísmo e aniquilar o povo judeu.
A principal motivação da campanha era uma ideologia antissemita e racista, que afirmava que os judeus representavam um perigo para a Alemanha e para a humanidade como um todo. De acordo com essa ideologia, os judeus eram parasitas que exploravam os povos não judeus e disseminavam ideias sobre igualdade humana que eram percebidas como prejudiciais à hierarquia natural e supostamente apropriada entre as chamadas “raças”.
A partir de 1933, a Alemanha nazi implementou políticas antissemitas: inicialmente, definiram quem eram os judeus, privaram-nos da maioria dos seus direitos, do seu status profissional e das suas propriedades, e agiram para os isolar socialmente. Durante a Segunda Guerra Mundial, as medidas antissemitas intensificaram-se, tanto na Alemanha como na Europa ocupada e aliada à Alemanha, e incluíram o banimento da população em geral através da marcação, segregação ou concentração de judeus em guetos, trabalho forçado, fome e outras medidas. Essas ações ganharam apoio na Alemanha e noutros países e levaram à exclusão dos judeus da vida civil, social e económica nos seus países de residência.
O assassinato sistemático de judeus começou no verão de 1941 com a invasão da União Soviética, e a política nazista transformou-se gradualmente num genocídio abrangente denominado "A Solução Final para a Questão Judaica". No final da guerra, quase seis milhões de judeus tinham sido assassinados.
Além da política de aniquilação de todos os judeus, os nazistas visavam outros grupos. Os alemães com deficiência foram as primeiras vítimas de assassinatos organizados; vários milhões de prisioneiros de guerra soviéticos morreram devido a maus-tratos ou foram assassinados; homens homossexuais e dissidentes políticos eram frequentemente internados em campos, onde muitos morreram; os polacos foram oprimidos pelos ocupantes alemães e, em particular, as elites polacas foram presas em campos ou assassinadas sumariamente; muitos alemães de ascendência africana foram submetidos à esterilização; e os sinti e roma foram vítimas de genocídio.
Texto: Responsabilidade pela memória: o papel da arte na lembrança do Holocausto. ONU
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No dia 27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, a biblioteca escolar assinala a efeméride com a palestra Genocídio(s): o imperialismo das palavras, orientada pelo professor Ricardo Pereira. A sessão terá lugar no Auditório 1, às 10:20.
Partindo da importância da linguagem na construção — e na desconstrução — das narrativas de violência, esta iniciativa pretende promover a reflexão crítica, reforçar a preservação da memória histórica e incentivar o combate a todas as formas de discriminação. Ao proporcionar um espaço seguro e informado, a palestra convida os alunos a compreenderem a dimensão humana e ética das tragédias genocidárias, reconhecendo o papel de cada um na defesa da dignidade humana e dos direitos fundamentais.
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Continuamos com a formação em literacia financeira.
Turmas: 12º D, G e 11º G
Dia: 26 de janeiro
Local: Biblioteca
#bibliotecasescolares #objetivodedesenvolvimentosustentável4
O Dia Internacional da Educação, celebrado a 24 de janeiro, foi instituído pelas Nações Unidas em 2018 para afirmar a educação como um direito humano fundamental e um pilar essencial para o desenvolvimento sustentável, a paz e a redução das desigualdades. Esta data convida toda a comunidade educativa a refletir sobre a importância de garantir uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, capaz de promover o sucesso escolar, a cidadania ativa e a formação integral dos alunos. A educação está no centro dos grandes desafios da sociedade atual e é indispensável para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em particular o ODS 4 – Educação de Qualidade.
As bibliotecas escolares assumem, neste contexto, um papel estratégico no apoio ao ensino e à aprendizagem, na promoção da leitura e no desenvolvimento das competências de informação e de literacia digital. São espaços que estimulam a curiosidade, o pensamento crítico e a autonomia dos alunos, apoiando o trabalho curricular e os projetos interdisciplinares.
Para além da sua função pedagógica, as bibliotecas são também lugares de cultura, de socialização e de bem-estar, promovendo atividades culturais, encontros, trabalho colaborativo e momentos de leitura que contribuem para o desenvolvimento pessoal e emocional dos alunos e para o reforço do sentimento de pertença à escola.
Ao assinalar o Dia Internacional da Educação, a escola reafirma o seu compromisso com uma educação de qualidade e reconhece o contributo fundamental das bibliotecas escolares na construção de uma comunidade educativa mais inclusiva, participativa e orientada para o futuro.
#camões500anos #lercamões #alermaisemelhor #bibliotecasescolares
#bibliotecaesccbvr
Amanhã, dia 23 de janeiro, irá ter lugar mais uma edição do Escola a ler (em contexto de sala de aula e noutros espaços escolares), dedicada a Luís de Camões.
Os textos objeto de leitura em voz alta (leitura a solo, a pares, coral, ...) serão colocados pela Biblioteca em todas as salas de aula (no turno da manhã, às 10:30, e no turno da tarde, às 14:15) e em vários espaços da escola no "Aqui também há poesia".
Deste modo, respondemos, também, à sugestão da Rede de Bibliotecas de que, neste dia, se proceda à leitura simultânea de textos camonianos, no país e no estrangeiro.
"Trata-se de uma experiência coletiva de leitura e apreciação da obra de Camões, à escala nacional e internacional, fortalecendo o vínculo cultural com a obra do poeta, através de uma ação sincronizada que una os alunos de todas as faixas etárias em torno do legado camoniano." (RBE).
Na passada terça-feira, dia 20 de janeiro, os alunos do 11ºE deslocaram-se à Biblioteca na aula de História para assistir à palestra Mulheres sem rosto e sem voz - o cinema contra a impunidade, orientada pela Dra. Anabela Oliveira, docente da UTAD na área da literatura e outras artes.
A palestra conduzida pela Dra. Anabela Oliveira revelou-se um momento de grande interesse e participação ativa por parte dos alunos. A análise da curta-metragem (argumento, estética e narrativa), serviu como ponto de partida para a exploração de questões centrais de género, violência doméstica, direitos e cidadania.
O filme captou a atenção dos jovens espectadores, que demonstraram curiosidade, sensibilidade e capacidade de interpretração dos múltiplos significados da obra e estimulou a reflexão crítica e o debate.
Uma sessão que confirmou o potencial do cinema na formação de uma cidadania crítica e inclusiva e na denúncia da impunidade.
A Biblioteca agradece à Dra. Anabela Oliveira a disponibilidade, o rigor científico e a qualidade pedagógica da sua intervenção, que muito contribuiu para o sucesso da iniciativa.
Atividade realizada no âmbito do projeto Cientificamente Provável.
Ninfas, deusas, musas, princesas, rainhas, mães, mulheres angelicais, “damas de aluguer, amadas altivas e traiçoeiras... Múltiplas são as representações femininas que assumem protagonismo nos versos de Luís Vaz.
Neste Webinar da REB, explora-se o diálogo entre a poesia de Camões e as ilustrações nela inspiradas, com o objetivo de promover a discussão sobre a forma como Camões pintou retratos de diversas categorias do “peito feminil”, desafiando as convenções da época. E, por fim, coloca-se a questão: em que medida é que a leitura dos versos de Camões pode (e deve) estimular o debate sobre as questões de género no contexto escolar?
#inmemoriam
Maria Alzira Seixo (1941-2026)
Professora e investigadora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é professora catedrática aposentada, tem uma carreira também de alcance internacional, tendo lecionado como Professora convidada em Universidades estrangeiras de prestígio, como Poitiers, Chicago, Johns Hopkins ou California (Santa Barbara).
Publicou 11 livros como autora, em especial sobre as suas áreas de eleição, Literatura Francesa, Literatura Portuguesa, e Literatura Comparada, tendo ainda várias obras em colaboração ou como co-autora. O escopo do seu labor intelectual é muito alargado, destacando-se, pela expressão que tiveram, os estudos que produziu no âmbito do Seminário Internacional “A Viagem na Literatura” (Comissão dos Descobrimentos), e os que dedicou quer a José Saramago, de cujo Nobel foi uma das principais promotoras, e António Lobo Antunes, de que foi responsável pela edição da sua obra ne varietur.
Testemunho
Faleceu a minha vizinha. Não era uma vizinha qualquer. Foi a única pessoa que conheci que fez entrar no mesmo prédio em que vivi tantos anos escritores rivais como José Saramago e António Lobo Antunes. Em dias diferentes, naturalmente. Maria Alzira Seixo foi uma professora que deixou uma marca única na Academia portuguesa. Temida, amada ou odiada, era impossível ficar-lhe indiferente. Respeitava-a muito, admirava a sua extraordinária capacidade de ler tudo o que se publicava. Por isso, nesse tempo em que nos encontrávamos com mais frequência ou no prédio ou no café do Shopping ou no supermercado, podíamos ficar horas a conversar, quero dizer, horas a ouvi-la… Até que nasceu o episódio real do nascimento do grande romance académico português.
Quem melhor do que ela para o escrever? Ninguém tinha mais histórias interessantes de todos os escritores e académicos portugueses vivos e não vivos. Aceitou o desafio, mas eu tinha também de tentar escrever esse romance, pois não bastava ser leitor fervoroso do género. Cada um foi para a sua casa, no mesmo prédio, a tentar escrever o primeiro romance académico português, sim, porque o que Frederico Lourenço já tinha publicado não fazia justiça ao género por total falta de humor, sem o qual o romance académico não funciona. Maria Alzira Seixo, que escrevia bem poesia, não foi capaz de escrever mais de 8 páginas de um possível romance académico. Eu fui até ao fim e saiu O Professor Sentado. Divertiu-se muito com o meu feito, não porque ela própria entrava como personagem real, na pele de crítica literária temida (o que foi na verdade), mas porque afinal estavam lá os ingredientes que um romance académico deve ter. Mais ninguém deve ter lido tal romance de estreia. Até foi ela quem me arranjou editor (outra história interessante).
A doença recente afastou-a do mundo das letras onde reinou. Deixa saudades, mas, como sempre acontece com os grandes, o seu legado é suficientemente precioso para ser sempre lembrada.
Carlos Ceia. Facebook. 20 de janeiro de 2026
#igualdadedegenero #direitoshumanos #cinema
Hoje, 20 de janeiro, às 16:20, a Biblioteca vai promover a palestra Mulheres sem rosto e sem voz – o cinema contra a impunidade - dedicada à igualdade de género, tendo como ponto de partida o visionamento de uma curta-metragem enquanto estratégia de abordagem e exploração do tema.
A sessão será conduzida pela Dra. Anabela Oliveira, que irá articular o cinema com questões de estereótipos, direitos, representações e participação cívica, destacando o papel das artes na formação de uma cidadania crítica e inclusiva.
Público-alvo: alunos do 11º ano.
A Dra. Anabela Oliveira, docente da UTAD, orienta a sua investigação científica no âmbito dos estudos interartes, nomeadamente nas relações entre literatura e cinema.
Atividade desenvolvida no âmbito do projeto Cientificamente provável.
#musicaemcena
Prevista inicialmente para o dia 11 de dezembro (e adiada por causa da greve geral), a 1ª sessão de Música em cena - um som novo a cada mês deste ano letivo vai realixar-se na próxima quinta-feira, dia 15 de janeiro, na Biblioteca, às 10:20.
Maria João Abreu visita-nos pela segunda vez e traz consigo o seu violoncelo.
com
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Continuamos a apostar na formação em literacia financeira como uma ferramenta essencial para preparar os nossos alunos para decisões mais conscientes e responsáveis no futuro. Esta semana, os alunos do 3.º Ciclo vão pôr em prática o que aprenderam na semana passada, através da elaboração de um orçamento, numa atividade orientada por Ana Ferreira, formadora do Banco de Portugal.
Mais do que aprender conceitos, os alunos são desafiados a aplicar conhecimentos em situações do dia a dia, desenvolvendo competências como o planeamento, a gestão de recursos e a tomada de decisões informadas.
Esta iniciativa decorre do trabalho articulado entre os docentes de Cidadania e Desenvolvimento e a Biblioteca Escolar, reforçando o papel desta enquanto espaço de aprendizagem ativa, de acesso à informação e de desenvolvimento de competências transversais. Através de recursos diversificados e do trabalho colaborativo, promove-se uma abordagem integrada que incentiva a autonomia, o pensamento crítico e a literacia em múltiplas dimensões.
Investir na literacia financeira é investir na formação de cidadãos mais conscientes, responsáveis e preparados para os desafios do futuro — e a escola, em parceria com a biblioteca, tem um papel fundamental nesse caminho.
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Os resultados da fluência leitora, como os do Diagnóstico nacional de 2025 em Portugal, mostram que a média de palavras lidas por minuto (PLCM) para o 2.º ano é de cerca de 75, mas um quarto dos alunos está abaixo das 51 PLCM, indicando risco de dificuldades futuras, o que levou a medidas como a criação de mais bibliotecas escolares e a repetição do diagnóstico em 2025/2026 para apoiar o planeamento pedagógico e melhorar a compreensão leitora, segundo dados do IAVE e do Ministério da Educação.
Principais Descobertas:
- Média e Dispersão:
A média de 75 PLCM (palavras lidas corretamente por minuto) está no intervalo de referência, mas há uma alta dispersão, com muitos alunos em níveis muito baixos (abaixo de 51 PLCM), que é considerado risco para compreensão futura.
- Impacto:
Baixa fluência afeta a capacidade de compreender textos, sendo a leitura repetida e intervenções individuais (como as realizadas por professores) estratégias eficazes para melhorar velocidade, precisão e compreensão.
Contexto em Portugal (2025):
- Diagnóstico:
Foi aplicado o Diagnóstico de Fluência Leitora no 2.º ano, com participação de bibliotecas escolares e docentes, visando identificar necessidades.
- Respostas do Ministério:
Foram anunciadas medidas como a criação de mais bibliotecas escolares e a implementação de programas focados no ensino da leitura para mitigar os resultados insatisfatórios, informa o Ministério da Educação.
| Apresentação utilizada nas sessões de esclarecimento |
Mais Informações:
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Livros são pontes que aproximam mundos, palavras e pessoas. Sem muros, sem ruído, sem fronteiras.
Numa biblioteca, aprende-se que a paz também se lê:
na escuta do outro, na empatia das histórias, na diversidade das vozes, no tempo que damos à compreensão.
Cada livro aberto é um gesto silencioso de diálogo.
Cada página virada é um treino de convivência.
E cada leitor que nasce é uma promessa de mais entendimento e menos conflito.
Promover a leitura é promover a paz:
a que começa dentro de cada pessoa e se estende à comunidade, à escola, ao mundo.
Porque as histórias não mudam apenas quem lê, mudam quem somos quando estamos juntos.
Votos de excelente 2026.
Promover a leitura e as literacias. Potenciar futuros.
Mensagem de Ano Novo da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE)