domingo, 26 de abril de 2026

Final do 1º Torneio Escolar de Xadrez

 

 #rbvr #bibliotecaccbvr

 

 



Na próxima 3ª feira, dia 28 de abril, vai realizar-se a final do 1º Torneio Escolar de Xadrez. O evento, organizado pela Rede de Bibliotecas de Vila Real e dinamizado pelas bibliotecas do Agrupamento de Escolas Diogo Cão, Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, ES Camilo Castelo Branco e ES de São Pedro, decorre das 14:00 às 17:30, nos Claustros do Palácio do Conde de Amarante (antigo Governo Civil).

A 1ª edição tem o apoio do Bila - Clube de Xadrez de Vila Real e do Clube Académico da Araucária.

Na Camilo, a seleção dos alunos (4 do 3º Ciclo e 4 do Secundário) esteve a cargo dos professores de Educação Física.

Os prémios e diplomas a distribuir pelos participantes e vencedores são oferecidos pelo Município de Vila Real que também assegura a logística do evento.


sábado, 25 de abril de 2026

A história repete-se?

 

 

 

Cartoon Movement 

 


Face ao crescimento do autoritarismo por todo o mundo, o cartoonista português Daniel Faria convida-nos a refletir sobre o poder da memória: a história repete-se?

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Dia mundial do livro

 

 

#diamundialdolivro   #alermaisemelhor  #bibliotecaccbvr

 

 

 

Livros selecionados pela Equipa da Biblioteca para a atividade Escola a ler no dia mundial do livro.

 

 


 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Camões e os saberes

 

 

#camões500  #alermaisemelhor 

 

 

http://hdl.handle.net/10400.26/60444


Luís de Camões interroga múltiplos ramos do saber (dos saberes) e vem despertando curiosidade, se não fascínio, da filologia à história, dos estudos literários à religião, da medicina ao direito, da botânica e outras ciências da natureza à astronomia, da geografia à ciência da guerra, da filosofia à matemática, da linguística às ciências do ambiente. Todos esses domínios do conhecimento integram o universo da Academia das Ciências de Lisboa, pelo que foi, assim, fiel à sua identidade, que a Academia decidiu promover, nos dias 27 e 28 de maio de 2025, a jornada de reflexão e debate de que este livro é memória.
Tal como o título Camões Universal, dado à exposição inaugurada na Academia das Ciências de Lisboa em novembro de 2024, pretendeu sublinhar a grandeza e a projeção d’Os Lusíadas, a partir da sua receção por outras culturas, o título Camões e os saberes exprime o desígnio de congregar, na leitura do poeta, possibilidades de estudo cultivadas nesta mesma instituição, contribuindo para um renovado entendimento da obra camoniana.
A partir de uma questão proemial (a utilidade da leitura dos clássicos nos nossos dias), alinha-se, numa sequência que fala por si, um conjunto de textos. Procura-se: caracterizar Camões e a arte do seu tempo, mas igualmente lembrar formas de presença de Camões na arte; explorar, sob diversos ângulos, a poética camoniana e o seu lugar à luz da história literária; mostrar como a ciência (em especial, a discussão científica desenvolvida no século XVI) faz parte do horizonte do poeta; recordar a importância que aos olhos de Camões assumiram a cartografia e a ciência da guerra; apreciar, à luz do direito, a construção do seu discurso sobre a história e os comportamentos humanos; considerar o rasto de seus versos no campo da filosofia; apreciar o modo como o mundo de Camões — um mundo a caminho da globalização, um mundo de profundas transformações no plano da economia — encontra representação na sua obra épica. 

Esta publicação conta com o apoio da Comissão para as Comemorações do Quinto Centenário do Nascimento de Camões, apoio esse que se agradece, na pessoa do Comissário-Geral, José Cardoso Bernardes; o facto de a obra ser publicada em coedição representa o assumir formal desse apoio. 

Carlos Ascenso, André Henrique Leitão e Isabel Almeida

[Nota de apresentação] 

Escola a ler no dia mundial do livro

 

 #diamundialdolivro  #alermaisemelhor  #bibliotecaccbvr

 

 



 

A ES Camilo Castelo Branco assinala o Dia Mundial do Livro com a 2.ª edição de Escola a Ler, celebrando o poder transformador da leitura e a força simbólica desta data.

No dia 23 de abril, a comunidade educativa volta a reunir‑se em torno de uma celebração que atravessa séculos e fronteiras: o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, instituído pela UNESCO em 1995 para promover a leitura, a edição e a proteção da criação literária. A escolha desta data não é casual: segundo os vários calendários, foi neste dia que desapareceram figuras maiores da literatura universal, como Miguel de Cervantes e William Shakespeare, entre outros autores que marcaram profundamente a cultura escrita.

A origem desta comemoração remonta, porém, à Catalunha, onde o 23 de abril — dia de São Jorge (Sant Jordi) — se tornou uma festa popular em que uma rosa é oferecida a quem compra um livro. Com o tempo, esta troca simbólica de rosas e livros espalhou‑se por vários países, transformando‑se num gesto universal de celebração da leitura, do afeto e da partilha cultural .

A ES Camilo Castelo Branco associa‑se anualmente a esta efeméride através de diversas iniciativas que procuram reforçar o papel central do livro na formação de leitores críticos, curiosos e sensíveis. Este ano, a Escola vai dinamizar a 2.ª edição deste ano do Escola a Ler, uma ação que pretende levar os livros até ao coração das salas de aula.

Ao longo do dia, a Biblioteca Escolar distribuirá um conjunto de livros por todas as turmas, selecionados de acordo com os diferentes níveis de ensino. Cada docente, em diálogo com os seus alunos, definirá a dinâmica de leitura a desenvolver: poderá ser uma leitura partilhada, uma conversa espontânea sobre o que o livro desperta ou até uma atividade criativa inspirada nas páginas lidas / comentadas.

Mais do que uma celebração simbólica, esta iniciativa pretende aproximar os alunos dos livros, criar oportunidades de encontro com novas histórias e autores, e reforçar a ideia de que a leitura é um espaço de liberdade, imaginação e crescimento pessoal.

Convidamos toda a comunidade escolar a participar, a folhear, a ler e a celebrar connosco este dia que recorda, todos os anos, que um livro pode ser o início de tudo e que ler é o primeiro passo para pensar com liberdade.

Somos todos uma escola aLer mais e melhor! 

 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Dossier de preparação para os Exames Nacionais 2026

 

 

 

 

 


Este dossiê inclui dezenas de links de acesso a Cadernos e Roteiros Temáticos, organizados por ano e disciplina, que integram guiões de trabalho autónomo (GTA), recursos interativos, videoaulas, glossários, entre outros, e que estão disponíveis na plataforma Estudo Autónomo

 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Camões e os opostos complementares, por Helder Macedo

 

 #camões500  #alermaisemelhor  #bibliotecaccbvr

 

 

  

Neste vídeo, Helder Macedo traça uma leitura profundamente original de Camões, centrada na representação da coexistência de opostos como traço fundamental da sua obra e da sua modernidade.

Num mundo marcado por transições e polarizações, Helder Macedo sublinha a rara capacidade de Camões para encarnar a tensão entre contrários - não para os resolver, mas para os manter em diálogo, em permanente tensão criativa. Masculino e feminino, opressores e oprimidos, memória e esquecimento, crítica e exaltação: são forças em confronto que coexistem no universo camoniano, dando-lhe densidade humana, política e filosófica.

Camões, diz Helder Macedo, resiste à redução simplificadora - não escolhe lados, mas representa as antinomias em toda a sua complexidade, iluminando as contradições do seu tempo e antecipando as do nosso. É precisamente essa coexistência - por vezes complementar, por vezes antagónica - que confere à sua poesia uma força que atravessa séculos e nos interpela no presente.

Uma leitura que mostra como Camões, ao reunir os opostos em vez de os excluir, nos convida a pensar o mundo não em termos absolutos, mas na complexidade das suas tensões - e, assim, abre caminho para futuros ainda por vir.
 
Camões 500 | Newsletter #4 
Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís Vaz de Camões 
 
 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Clássicos em Rede | Orfeu e Eurídice: o reconto do mito

 

   #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 






Marcus Benício, aluno de Grego do 12ºE, faz o reconto do conhecido mito de Orfeu e Eurídice e apresenta-o num apelativo ebook.


 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice : A voz da avó, a escuta da neta

 

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 

 

 

Neste vídeo, as alunas Cristiana Barreira, Catarina Teixeira, Matilde Ferreira, Rita Pinto e Rita Silva, alunas de Grego do 12º E, revisitam o mito de Orfeu e Eurídice através de uma abordagem intimista e profundamente humana. A narrativa ganha forma numa sala aquecida pela lareira, onde uma avó partilha com a neta uma das histórias mais marcantes da mitologia grega. Este enquadramento — terno, doméstico, intergeracional — sublinha a força ancestral dos mitos e a forma como continuam a ser transmitidos, reinventados e sentidos.

Convidamos à visualização deste vídeo, onde o mito se acende novamente no gesto simples de contar uma história.


Olimpíadas da Cultura Clássica | Tétis e Peleu: destino, metamorfose e desejo

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 

 

 



Neste vídeo, o Gustavo Campos e a Mafalda Alves, alunos de Grego do 12º E, dão nova vida ao mito de Tétis e Peleu através de uma combinação expressiva de animação e narrativa em verso. A partir de uma linguagem visual cuidada e de uma escrita rítmica que evoca a tradição épica, os alunos recriam o encontro entre a deusa marinha e o herói mortal, explorando os contrastes entre destino, metamorfose e desejo.

O resultado é uma interpretação criativa e sensível, que alia rigor mitológico a uma estética contemporânea, revelando a capacidade dos estudantes para transformar narrativas antigas em experiências artísticas envolventes.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde a poesia e a imagem se entrelaçam para recontar um dos episódios mais fascinantes da mitologia grega.


terça-feira, 14 de abril de 2026

“Da biblioteca ao Público – Jornais Escolares”

 

#literaciamediática  

 

Para quem não teve oportunidade de participar nesta ação, já se encontram disponíveis as gravações da ACD “Da tua biblioteca ao Público – Jornais Escolares.

  





As gravações incluem ainda testemunhos de projetos distinguidos, evidenciando o potencial das bibliotecas escolares enquanto espaços de informação, aprendizagem e cidadania.

 

 

 

A Ação Online de Curta Duração “Da biblioteca ao Público – Jornais Escolares”, promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares e pelo PÚBLICO na Escola, em colaboração com o CFAE Nova Ágora, nos dias 21 e 28 de janeiro, tem como objetivo capacitar professores bibliotecários e docentes para o desenvolvimento e dinamização de projetos de jornais escolares, reforçando o trabalho colaborativo, o pensamento crítico e a utilização pedagógica dos media enquanto instrumentos de participação democrática. 

 

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu, Eurídice e a Modernidade de Pessoa

 

  #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 





Para reinterpretar o mito de Orfeu e Eurídice, a 
Alba Mancera, o Bruno Carvalho, a Juliana Gando, o João Azevedo, a Lara Fernandes, a Liliana Paulo e a Rita Bertelo, alunos do 12ºE, criaram um vídeo na aula de Grego, que cruza a tradição clássica com a modernidade literária portuguesa. A partir de uma associação ousada — Fernando Pessoa e Ofélia como novas figuras órficas — os alunos exploram os temas do amor, da perda e da criação artística, evocando ainda a estética da Revista Orfeu através da capa fictícia do seu nº 3.

O resultado é um exercício criativo que liga o imaginário grego ao universo pessoano, revelando a atualidade dos mitos e a capacidade dos estudantes para reinventarem narrativas antigas com sensibilidade e inteligência.

Convidamos à visualização deste trabalho, onde o passado clássico e a vanguarda modernista dialogam de forma inesperada e inspiradora.


Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu e Eurídice na linguagem visual contemporânea

 

 #alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 

 

 


Recorrendo à linguagem visual, o Juan Garcia, o Mateus Alves e o Marcus Benício, alunos do 12º E, criaram uma narrativa enquadradora simples e profundamente humana: um avô que, sentado ao lado do neto, lhe conta uma das histórias mais belas e trágicas da mitologia grega - Orfeu e Eurídice.

A escolha desta situação narrativa não é casual. Ao colocar o mito no espaço íntimo da transmissão oral — onde as histórias passam de geração em geração — os alunos sublinham a força intemporal dos relatos clássicos e a sua capacidade de continuarem a interpelar-nos hoje. 

Convidamos todos a assistir ao vídeo e a deixarem-se tocar, uma vez mais, pela eterna pergunta que atravessa o mito: até onde pode ir o amor — e o que significa olhar para trás.

Operação 7 Dias com os Media 2026

 

 
#7diascomosmedia2026

 

 


 


“Direitos Humanos: em rede ou sem rede?” é o tema da Operação 7 Dias com os Media 2026. Prevista para a já tradicional semana de 3 a 9 de maio de 2026, esta 14ª edição convoca-nos para uma reflexão alargada sobre a nossa relação com as redes digitais, o modo como nelas estamos presentes (ou não), como nos relacionamos, como nos sentimos e respeitamos (ou esquecemos) os direitos humanos. As redes são uma excelente oportunidade de conhecimento, participação e encontro, mas o algorítmo, com a sua lógica opaca, pode também amplificar desigualdades e diversas formas de discriminação: o discurso de ódio, a misoginia, o racismo. 

  • Estarão os direitos humanos, cívicos e sociais a cair pelas malhas das redes?
  • Estará a democracia ameaçada?
  • Quem está em rede? Como estamos? Como nos sentimos?
  • Onde fica a empatia? A capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, de compreendermos o seu pensamento e os seus sentimentos?
  • Estará a nossa humanidade a perder-se pela rede?
A operação 7 Dias com os Media 2026 convida-nos a refletir sobre como os media e as plataformas digitais nos podem arrastar ao sabor do algoritmo e sensibiliza-nos para a urgência de todos nós reafirmarmos valores fundamentais como o respeito, a diversidade, a igualdade, o diálogo e a cultura de paz.  

👉Como participar  

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Como ensinar os alunos a identificar o que é real, falso — ou Deepfake








Os seus alunos conseguem identificar o que é real e o que é gerado por IA no TikTok e Instagram?

E quando eles pesquisam temas para as aulas de humanidades, recolhem fontes em estudos sociais e se preparam para avaliações de matemática?

Nesta aula super envolvente desenvolvida pela professora de ciências Katie Coppens e pelo pesquisador e ex-professor de STEM Andy Zucker, os alunos tornam-se detetives digitais, analisando um conjunto de vídeos e sites para determinar o que é real, o que foi alterado e o que é pura desinformação. ⁠

A pegadinha? Eles não podem simplesmente adivinhar. Eles precisam de ser capazes de defender as suas conclusões com evidências. ⁠

Junte-se a nós neste episódio imperdível da School of Practice, vamos explicar instruções detalhadas para as aulas, explorar as melhores estratégias para identificar a desinformação digital e partilhar todos os recursos que precisa para ensinar essa aula de 60 minutos na sua própria sala de aula.

Recursos relacionados:

 

Person. (2026). Podcast: How to Teach Students to Spot What’s Real, Fake-or Deepfake. Retrieved from https://www.edutopia.org/podcast/how-to-teach-students-to-spot-whats-real-fake-or-deepfake?fbclid=IwY2xjawRI1YJleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeVGygTylCGNvLYsCAzFwAUqPGfMdGrVxX7f_RJwvthwnyOfZFacclOUX8BMQ_aem_CPlTaUM-Xy4He-RUSGu8nA

 

 

Dia Internacional das Pessoas Ciganas

 

 #DiaInternacionalDaPessoaCigana #BibliotecasEscolares #Inclusão #DiversidadeCultural

 

 

 



O Dia Internacional das Pessoas Ciganas celebra-se anualmente a 8 de abril. Esta data foi criada no Primeiro Congresso Mundial Romani, realizado em Londres em 8 de abril de 1971, com o objetivo de promover a inclusão dos membros da comunidade cigana na sociedade, dando a conhecer a sua cultura e história. 

👉Lembramos que a Biblioteca está a participar no projeto nacional "História & estórias ciganas

 

 

 




Neste Dia Internacional das Pessoas Ciganas, partilhamos o vídeo da campanha “Dignidade Respeito e Futuro Dizemos Não à Violência”, desenvolvido pela Ribaltambição – Associação para a Igualdade de Género nas Comunidades Cigana. 

terça-feira, 7 de abril de 2026

Migrações e interculturalidade

 

 #migrações #interculturalidade

 

 





Migrações e interculturalidade: Conhecer para intervir em sala de aula é o resultado do projeto de formação contínua de professores dos ensinos básico e secundário “Educação para o Desenvolvimento: Migrações e Interculturalidade (2021-22)”, uma parceria da Associação de Professores para a Educação Intercultural (APEDI) e do Alto Comissariado para as Migrações (ACM, I.P.), cofinanciada pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED 2018-22).

O projeto surgiu da necessidade identificada pelas entidades promotoras de formação contínua de professores em matéria de Migrações, Educação para o Desenvolvimento, Interculturalidade e Discriminação e do reconhecimento das especificidades destes temas que incluem não apenas a aquisição de conhecimentos por parte dos/as professores/as, mas também o desenvolvimento de competências interculturais como a capacidade de identificação e desconstrução de estereótipos e preconceitos. 

Assim sendo, o/a formador/a nestas matérias deve ter um perfil específico que inclui a capacidade de compreender as diferentes perspetivas do desenvolvimento, da globalização, das causas e consequências dos processo migratórios e a capacidade de identificar e implementar recursos, estratégias e ferramentas que promovam a transformação de práticas, recorrendo a métodos interativos, participativos, orientados para a autorreflexão, a análise crítica do conhe cimento e da atualidade. Deve ainda agir como exemplo inspirador na sua forma de comunicar, atento/a à não reprodução de generalizações e estereótipos, mobilizando para o ativismo e mudança social e promovendo o trabalho colaborativo e transdisciplinar entre docentes e restante comunidade educativa. 

[...] 

 Esta publicação propõe um conjunto de recursos para formadores/s de professores/as e professores/as, concebidos pela equipa do projeto e experimentados com dois grupos de participantes, um presencial, outro online, numa oficina de formação contínua (25 horas presenciais/síncronas + 25 horas autónomas/assíncronas). De acordo com a finalidade do projeto de privilegiar o desenvolvimento de competên cias globais e interculturais no contexto das Aprendizagens Essenciais de cada disciplina, a maior parte dos/as professores/as participantes lecionava disciplinas do currículo geral do ensino secundário, em que a Cidadania e Desenvolvimento é uma área disciplinar transversal.

Introdução 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Por que os professores bibliotecários são essenciais para a literacia em IA?

 

 

 


 

Os Professores Bibliotecários com formação em pedagogia são essenciais para o ensino da literacia em IA, pois combinam habilidades de pesquisa, avaliação crítica e mediação tecnológica que permitem aos alunos compreender, usar e questionar a IA de forma informada e responsável nas suas vidas académicas e quotidianas.

Dada a rápida expansão das ferramentas de inteligência artificial (IA) na educação, os bibliotecários escolares com formação pedagógica têm um papel essencial no desenvolvimento da literacia em IA entre os alunos. Num contexto em que as escolas integram cada vez mais tecnologias baseadas em IA, não basta simplesmente saber como usar essas ferramentas: é necessário compreender o que são, como funcionam, quais são as suas limitações e como avaliá-las criticamente para que os alunos se tornem utilizadores informados e responsáveis ​​desta tecnologia.

O texto argumenta que os bibliotecários escolares já desempenham papéis fundamentais no ensino de pesquisa, literacia informacional e literacia mediática, estando, portanto, em uma posição privilegiada para estender essas habilidades à IA. O seu trabalho tradicional de ensinar os alunos a encontrar, avaliar e usar informações relevantes articula-se diretamente com o que a literacia eficaz em IA implica: promover o pensamento crítico sobre algoritmos, dados e resultados gerados por sistemas automatizados, bem como abordar questões éticas e vieses.

Além disso, o artigo destaca a necessidade de acesso equitativo ao ensino de IA. Nem todos os alunos têm as mesmas oportunidades de interagir com tecnologias avançadas fora da escola, portanto, os bibliotecários escolares podem contribuir para essa igualdade, oferecendo recursos, workshops, guias e suporte contínuo. Isso inclui explicar não apenas como usar as ferramentas de IA, mas também abordar discussões sobre privacidade, propriedade intelectual, verificação de factos e riscos da desinformação.

Por fim, o artigo alerta que, sem uma literacia adequada em IA — orientada por profissionais capacitados —, os alunos correm o risco de adotar essas tecnologias de forma superficial ou sem compreender as suas implicações sociais e éticas. Portanto, capacitar, apoiar e fortalecer o papel dos bibliotecários escolares é apresentado como uma estratégia educacional fundamental para preparar os alunos de hoje para navegar com segurança num mundo cada vez mais impulsionado pela inteligência artificial.

 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Olimpíadas da Cultura Clássica | Orfeu, espelho meu



#alermaisemelhor #OlimpíadasDaCulturaClássica #ClássicosEmRede #mitologia #RedeDeBibliotecasEscolares 




  





Na véspera do meu desalento
Caminho em prantos
Em direção ao meu tormento.
Desfaz-se-me a alma atordoada,
E em mórbidos passos…
Avisto aquilo que me acolheu desde a aurora despedaçada.
Encaro, e lá estás.
Tu…
Tu que vivendo tiraste o meu viver;
Tu, homem de maldizer,
Que és o causador do meu empobrecer
Deixaste-te levar pela inquietude do ser.
Tu, larápio,
Que roubaste a crina da minha amada lira
E o sol do meu amanhecer;
Tu, homem de maldizer,
Miraste o meu padecer.
Enquanto enfrentava o inimigo que me assombrava
Uma chama em mim se revelava,
A cólera no tórax resplandecia
Enquanto o meu espírito brutalmente julgava.
E, por fim,
Quebro em estilhaços o espelho que me encarava. 

 Juliana Gando, Orfeu, espelho Meu 

 

Poema Orfeu, espelho meu, de Juliana Gando, do 12ºE, apresentado ao concurso Olimpíadas da Cultura Clássica - Clássicos em Rede 2026

Mito: Orfeu e Eurídice.

Escalão C: Ensino Secundário

Categoria: Escrita