terça-feira, 1 de abril de 2025

Para quê ler os clássicos?

 


Se nós olharmos para as melhores empresas do mundo e virmos onde é que essas pessoas estudaram, elas estudaram em universidades e em escolas onde estudaram os clássicos gregos em profundidade.
É um fator decisivo.

Eles aprenderam a pensar.
[...]
É aí que, curiosamente, reside a maior diferença entre os países que se desenvolvem e os que não se desenvolvem.
É preciso os fablabs, mas é preciso as bases e as bases são os clássicos gregos.
E estas duas componentes, a cultura clássica e a ligação à tecnologia, e o objectivo de criar rodutos para o mundo e saber fazer, penso que poderá ter um enorme impacto nesta bomba social que nós temos em Portugal.
E é só, obrigado.


 

 

III Painel - Seminário de Inovação e Empreendedorismo Social, promovido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no dia 9 de Julho de 2010, na Fundação Calouste Gulbenkian.

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