Vídeo do espetáculo Absurdez,produzido pela ANDANTE Associação Artística, em parceria com o Clube de leitura em voz alta Clevinhas da EB Professor João Dias Agudo, Agrupamento de Escolas de Venda do Pinheiro, Mafra.
Depoimentos do Secretário de Estado da Educação, Doutor João Costa, da Comissária do Plano Nacional de Leitura 2027, Dra. Teresa Calçada, da Diretora do Agrupamento de Escolas da Venda do Pinheiro, Dra. Filipa Carvalho, e da Atriz da Andante Associação Artística, Cristina Paiva.
Ao longo dos anos, o Dia da Internet Segura tornou-se um evento marcante no calendário de segurança online. Iniciado como uma iniciativa do projeto EU SafeBorders, em 2004, e adotado pela rede Insafe como uma das suas primeiras ações, em 2005, o Dia da Internet Segura cresceu para além da sua zona geográfica tradicional e agora é comemorado em aproximadamente 170 países em todo o mundo.
De cyberbullying a redes sociais e identidade digital, a cada ano o Dia da Internet Segura visa aumentar a consciencialização sobre questões online emergentes e preocupações atuais.
Porque é preciso recordar os trágicos acontecimentos passados para que não se venham a repetir, a literatura tem vindo a recriar ficcionalmente o Holocausto, em particular o campo de extermínio de Auschwitz.
Sugerimos a leitura dos seguintes títulos, disponíveis na Biblioteca:
Para saber+
Consulte a revista "Holocausto", e assista ao relatado, em 1ª pessoa, das atrocidades cometidas pelos nazis contra os judeus.
Eva Clarke nasceu no campo de concentração de Mauthausen e escapou de ser gaseada com a mãe por uma questão de dias. O campo foi libertado antes de ser executada e agora conta a sua história de sobrevivência num livro.
Os pais de Eva, Anka e Bernd, casaram antes da II Guerra Mundial, mas pelo facto de serem judeus foram presos e metidos em campos de concentração. Apesar das dificuldades continuaram a encontrar-se às escondidas dos alemães e tiveram duas crianças. O primeiro filho nasceu no campo em 1944, mas morreu pouco depois de doença, e o segundo foi Eva, uma bebé que nasceu a 29 de abril de 1945, a poucos dias do fim da guerra.
Segundo a mãe de Eva ambas escaparam porque se tinha esgotado o gás com o qual os nazis executavam os prisioneiros. O pai nunca soube que tinha uma filha, pois morreu meses antes num outro campo de concentração.
Após o conflito ambas foram para Inglaterra onde Anka viveu até aos 90 anos. A filha Eva tem contado a sua história em escolas e outras instituições.