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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Uma esperança mais forte do que o mar




+Leitur@s



"Melissa Fleming é a porta-voz mais competente que eu encontrei em 45 anos de vida política e profissional. Mas o que este livro demonstra vai muito para além disso. Ele revela não só o conhecimento profundo do tema dos refugiados em toda a sua complexidade, a inteligência das análises e o talento literário da autora, mas também uma extraordinária sensibilidade humana, um profundo empenhamento militante numa causa tão nobre e uma total solidariedade com os que sofrem, com os mais vulneráveis dos vulneráveis neste mundo cruel. Um livro admirável duma autora que o não é menos." - António Guterres







Autor(es): Melissa Fleming: Rui Marques (pref.)Ana Maria Chaves (trad.)Márcia Montenegro (trad.)Maria da Luz Rodrigues (trad.)
Edição: 1ª ed
Data de publicação : 2017
Nº de Páginas: 240
Tít. orig.: A hope more powerful than the sea
Livro recomendado pelo PNL 2027




Sinopse



Uma Esperança Mais Forte do que o Mar é uma chamada de atenção para a situação dramática por que passam largos milhares de refugiados sírios que procuram abrigo na Europa, tentando escapar a uma guerra que destruiu o seu país. Esta é a história extraordinária de uma jovem corajosa e da sua luta pela sobrevivência.

Uma jovem, que tinha uma vida normal na Síria, confronta-se com a necessidade de fugir à guerra; perante as dificuldades sentidas no Egito, onde a família se tinha refugiado, decide partir com o noivo para a Europa. Sobrevive dificilmente ao naufrágio e consegue salvar uma criança; reconhecida como heroína, refaz a sua vida na Suécia.

[Resumo da responsabilidade do Plano Nacional de Leitura 2027]




quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Dia Internacional de Lembrança e Tributo às Vítimas do Terrorismo



21 de agosto









"Quando respeitamos os direitos humanos das vítimas e fornecemos apoio e informações, reduzimos os danos permanentes causados por terroristas a indivíduos, comunidades e sociedades. " - António Guterres





Mensagem de António Guterres, Secretário-Geral da ONU


"O terrorismo em todas as suas formas e manifestações continua a ser um desafio global. Causa danos permanentes aos indivíduos, famílias e comunidades. Essas cicatrizes são profundas e, embora possam ser atenuadas com o tempo, nunca desaparecem.

Este Dia Internacional lembra-nos que não importa há quanto tempo um ataque aconteceu, as vítimas continuam a lutar contra as consequências desse ataque. Vítimas e sobreviventes em todo o mundo precisam de uma oportunidade para se curar através de justiça e apoio. Milhares mostram grande resiliência, coragem e espírito. Forjaram alianças globais, abordaram e combateram as falsas narrativas espalhadas por terroristas e levantaram as suas vozes contra a ameaça do terrorismo e a ausência de justiça.

Precisamos de fornecer apoio multifacetado e de longo prazo às vítimas e sobreviventes do terrorismo, inclusive por meio de parcerias com governos e a sociedade civil, para que se possam curar, recuperar, reconstruir as suas vidas e ajudar os outros.

Apoiar as vítimas do terrorismo é uma forma de cumprirmos com a nossa responsabilidade de defender os seus direitos e a nossa humanidade comum. Ao ouvi-las, também podemos aprender muito sobre a melhor forma de unir as nossas comunidades contra o terrorismo.

As Nações Unidas ajudaram a conectar e levantar as vozes das vítimas do terrorismo através das atividades do Office of Counter Terrorism. A recente adoção, pela Assembleia Geral, de uma resolução sobre Vítimas e a criação de um Grupo de Amigos das Vítimas do Terrorismo são outras medidas para assegurar que o nosso apoio seja ampliado e aumentado, abordando todos os aspetos das necessidades das vítimas. A organização do primeiro Congresso Global das Nações Unidas sobre Vítimas de Terrorismo no próximo ano fortalecerá ainda mais o nosso trabalho coletivo.

Na nossa segunda observância do Dia Internacional em Memória e Homenagem às Vítimas do Terrorismo, peço que todos reflitam sobre as vidas que foram mudadas para sempre como resultado do terrorismo. Vamos-nos comprometer a mostrar às vítimas que elas não estão sozinhas e que a comunidade internacional se solidariza com elas, onde quer que elas estejam. 









segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Respeite as mulheres. É simples!





Respeite as mulheres no local de trabalho.


Respeite as mulheres nos lugares públicos.

Respeite as mulheres em casa.

Respeite as mulheres.














Até hoje, 19 de agosto, já foram assassinadas 18 mulheres no contexto da violência doméstica.



segunda-feira, 12 de agosto de 2019

"The sea, that we see dance…"





Cartoon de Gargalo (Portugal)





O verão está aqui e, com ele, como Charles Trenet cantou, o mar ... “que vemos dançar ao longo das baías de águas claras”… Exceto que elas já não são tão claras, os nossos abismos. A poluição do mar é um fenómeno crescente e alarmante. O Mediterrâneo, um dos mares mais poluídos do mundo, está cheio de resíduos plásticos (mais de 600 toneladas de plástico por ano) que contaminam seriamente a vida marinha e, conseqüentemente, toda a cadeia alimentar.

O mar e os seus postais idílicos inspiram relaxamento e fuga… É também o local de uma fuga muitas vezes trágica: a dos milhares de migrantes que fogem da guerra, fome, seca e pobreza ao atravessarem o Mediterrâneo em barcos improvisados na tentativa de encontrar um futuro na Europa. No entanto, eles não devem perecer na travessia (17.000 mortos e desaparecidos no Mediterrâneo desde 2014)…. 

"O mar balançou-os ao longo dos abismos claros", Trenet cantou…

Editorial de Cartooning for Peace, 2 de agosto de 2019 (tradução da nossa responsabilidade)






Charles Trenet - La mer



quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Os outros não fazem nada




Greta Thunberg



José Miguel Leonardo
Tech & Touch | Semanário Expresso



S
entado no sofá fazia zapping aos vários canais de notícias. Uma vergonha, os incêndios que voltaram, os plásticos que matam as diferentes espécies, o dinheiro público que não chega para sustentar o Estado social. Enquanto via e ouvia cada reportagem revoltava-se, comentava em voz alta como era possível que ninguém fizesse nada, que o Governo não atuasse, que os políticos não legislassem, que as empresas não fizessem de forma diferente. Incomodava-o a inércia, o não fazer certo e questionava-se frequentemente porque é que eles não agiam de outra forma

E assim foi. Todos os dias, numa vida de rotina, sempre a apontar o dedo, sentado no mesmo sofá ouvindo diferentes canais e criticando os outros que não mudam de atitude, que não garantem a mudança. Como era possível que não se fizesse nada? E ele continuava, todos os dias a fazer o mesmo, porque afinal são os outros que não fazem, essas entidades poderosas que parece que não são feitas de pessoas e que só elas são responsáveis pela mudança. Ele nunca trocou a televisão por um espelho, nunca percebeu que um não é igual a zero. Que não comprar palhinhas de plástico é um começo, que separar o lixo é ajudar o planeta e que a mudança começa sempre no individual, nas mais pequenas coisas. Ele que se revoltava quando era obrigado a alterar a sua rotina, que reclamava no trabalho em conversas de corredor porque lhe queriam alterar os processos ou porque simplesmente lhe pediam mais iniciativa.
Porque é que o havia de fazer? Era apenas um. A a culpa era do ‘chefe’ da empresa, do mercado que estava a decair e de determinadas pessoas. A culpa era daqueles que estavam sempre a perguntar porquê, que questionavam e testavam novas formas e que não percebiam que não valia a pena mudar. Aqueles que teimavam em não arranjar desculpas e que continuavam a tentar, subindo ladeira acima, com o vento pela frente, não desistindo do seu objetivo e mantendo o propósito que os fazia querer chegar sempre mais longe.
E ele, à noite no sofá, percebia que só sabia queixar-se. Fazia-o baixinho, ganhando cabelos brancos e aumentando a sua infelicidade. Só ficava em silêncio, sem palavras, quando via Greta Thunberg, aquela adolescente sueca que teve a coragem de agir em prol de um mundo melhor! Um igual a um, enquanto que ele era igual a zero.
Diretor-Geral da Randstad Portugal
Expresso, 3 de agosto de 2019 

terça-feira, 6 de agosto de 2019

4 Histórias tradicionais




Interculturalidade e Tolerância





                                    Áudio 🔊




Ficção narrativa | Temas abordados:

Tolerância e compreensão intercultural 
versus
Linguagem de ódio, intolerância, racismo e xenofobia





Incêndios florestais



Cidadania


A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.” – Monteiro Lobato









domingo, 4 de agosto de 2019

Se só houvesse uma letra




Democracia e participação cívica | Da tolerância e multiculturalidade





Áudio 🔊






Poesia | Temáticas abordadas:


Tolerância e compreensão intercultural 
versus
Bullying, linguagem de ódio, intolerância, racismo e xenofobia











A Biblioteca Digital foi desenvolvida graças a recursos públicos provenientes da Noruega, da Islândia e do Liechtenstein, no âmbito dos EEA Grants, através do Programa Cidadania Ativa, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian.



sábado, 27 de julho de 2019

Nós e os outros




Maria Filomena Mónica
E-Revista Expresso



Q
uando tiveram de enfrentar os persas, os gregos antigos descreveram-nos como “barbaroi”, ou seja, como seres incapazes de se comportarem de acordo com as suas próprias leis. Não foram apenas eles a assim olharem os estrangeiros. O retrato estereotipado do ‘outro’ tornou-se um passatempo vulgar, repetido pela escolástica medieval e, depois, adoptado pelos filósofos do Renascimento, obcecados com o apogeu e o declínio dos impérios e das nações. Após o Iluminismo do século XVIII, quando os philosophes passaram a defender a ideia de uma humanidade universal, a visão caiu em desuso mas nunca desapareceu.

Como é evidente, sobre os portugueses também existem estereótipos. Há o retrato, que vem do Iluminismo, de uma terra povoada por homens atrasados, incultos e brutos; mais tarde, fruto da mentalidade romântica, o de um país habitado por seres pitorescos, excêntricos e anárquicos; e finalmente o de uma Arcádia que teria resistido às investidas do mundo moderno.
Em 1977, Castelo Branco Chaves, que estudou os relatos dos viajantes que vieram a Portugal no século XVIII, afirmou que, embora houvesse retratos positivos, a maioria caracterizava os portugueses como vaidosos e impostores; altivos e arrogantes; hipócritas; vingativos; ignorantes; velhacos; traiçoeiros; desonestos; pedinchões; inconstantes; supersticiosos; fanfarrões; sensuais; ciumentos e preguiçosos.

Após o exaltado debate sobre o racismo — note-se que muitos jovens com ascendência africana são tão portugueses quanto eu — penso que é útil ouvir a voz de Pêro Vaz de Caminha

Mas vamos à questão do comportamento dos negros. Basta olhar os dois quadros, há pouco expostos no Museu de Arte Antiga, que retratam a Rua Nova dos Mercadores de Lisboa no século XVI, para constatar os muitos negros, alguns bem vestidos, que por ali se passeavam entre nobres e burgueses. Em 1551, alguém estimou que 10% dos 100 mil lisboetas eram negros. Em 1578, a percentagem aumentara para 20% dos 250 mil habitantes. Claro que sei que este foi um período excepcional, mas existiu.
A cidade onde eu nasci conviveu sempre com negros. Sim, a maioria era pobre, mas nós víamo-los na rua, sem que eu tivesse notado incidentes de racismo, situação que, reconheço, se alterou depois de 1974, quando muitos residentes das ex-colónias fugiram para Portugal. Infelizmente, não encontraram aqui emprego, tendo sido obrigados a viver em bairros que depressa se tornaram ‘guetos’. A pobreza foi sobretudo dramática na segunda geração: daí os ocasionais distúrbios. Não os estou a desculpar, mas a tentar compreender o que se tem passado.
Após o exaltado debate sobre o racismo — note-se que muitos jovens com ascendência africana são tão portugueses quanto eu — penso que é útil ouvir a voz de Pêro Vaz de Caminha aquando do ‘achamento’ do Brasil. Eis como, em 1500, ele descreve o encontro entre os nativos e o primeiro branco: “Acudiram pela praia homens, quando dois, quando três, de maneira que, quando o batel chegou à boca do rio, estavam ali dezoito ou vinte homens pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas. Traziam arcos nas mãos e suas setas (…) e Nicolau Coelho lhes fez sinal que pusessem os arcos. E eles os depuseram.”
Expresso, 2o de julho de 2019
Maria Filomena Mónica escreve de acordo com a antiga ortografia

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Os portugueses estão a ouvir





   




Portugal Chama é o mote da campanha que tem como objetivo sensibilizar as pessoas para o problema dos incêndios florestais.


E o chamamento já chegou, através da televisão, a 7,8 milhões de pessoas e, nos meios digitais, atingiu 1,4 milhões de visualizações.

Foram publicados 14 anúncios na imprensa escrita nacional e 10 na imprensa regional. 

Os spots de rádio já foram transmitidos 6125 vezes em rádios locais e mais de 200 outdoors foram colocados, maioritariamente nas comunidades rurais.



Portugal Chama



Por ti. Por todos.












A Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) lançou a campanha “Portugal Chama”, com o objetivo de mobilizar a população portuguesa para uma ação pró-ativa na prevenção e luta contra os incêndios.

Portugal chama” é um apelo à ação, que lança um desafio a todos os portugueses, incluindo os mais jovens, para que se mobilizem e contribuam para um país protegido de incêndios rurais graves.



Para um país protegido de incêndios rurais graves.



terça-feira, 2 de julho de 2019

TSURU | Um minuto de silêncio de gratidão à TERRA



Cidadania e Desenvolvimento | 7º A








Tsuru (grou) é considerada uma ave sagrada do Japão.

A lenda diz que os tsuru podem viver até mil anos e, por isso, eles representam a longevidade, simbolizando ainda a felicidade plena.

A arte do origami (dobrar papel) inspirou-se nessa ave para criar uma de suas mais conhecidas formas, tanto que muitos também consideram o tsuru como o símbolo dessa arte japonesa.



Tsurus”, detalhe central da obra da artista Maria Rosa – crayon sobre madeira – 2,5 m x 1,23 m de extensão. 
(Foto: Maria Rosa/Mundo-Nipo)








 






📌Um minuto de silêncio de gratidão à TERRA

22 de maio |Dia Internacional da Biodiversidade





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Origami
















💮 Clube de Origami



segunda-feira, 24 de junho de 2019

Dia internacional de apoio às vítimas de tortura




26 de junho













Apesar da proibição absoluta pelo direito internacional, a tortura persiste em todas as regiões do mundo. Um número chocante de pessoas até favorece o seu uso. Preocupações sobre a proteção da segurança nacional e das fronteiras são cada vez mais usadas para permitir a tortura e outras formas de tratamento cruel, degradante e desumano. 

As Nações Unidas condenaram a tortura desde o início como um dos atos mais cruéis perpetrados por seres humanos aos seus semelhantes. As vítimas de tortura vêm de todas as esferas da vida: homens, mulheres e, comovente, um número crescente de crianças. São povos indígenas e minorias; defensores dos direitos humanos, opositores políticos e jornalistas; migrantes; pessoas com deficiência; pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans ou intersexuais; ou simplesmente habitantes de certos bairros. 

As vítimas da tortura são selecionadas aleatoriamente, ou constituem um alvo ou são perseguidas. A tortura busca aniquilar a personalidade da vítima e nega a dignidade inerente ao ser humano. As suas consequências generalizadas frequentemente vão além do ato isolado de um indivíduo; pode ser transmitida através das gerações e levar a ciclos de violência. 



quinta-feira, 20 de junho de 2019

Dia mundial do refugiado



20 de junho


#politicalcartoons #Satire #cartoons











O humor é uma forma de resistência contra o(s) poder(es); "mostra-se irreverente em relação a sistemas, hierarquias, lógicas, axiomas, ou seja, com o que é aparentemente imprescindível.” (Juan Carlos Román)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Orange the World - Vamos alaranjar a Camilo 2018 | Vídeo






A violência contra mulheres e meninas é uma das violações dos direitos humanos mais disseminadas, persistentes e devastadoras no nosso mundo, hoje.

É um grande obstáculo para o cumprimento dos direitos das mulheres e meninas e para a realização da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Ocorre em todo o mundo e atravessa todas as gerações, nacionalidades, comunidades e esferas de nossas sociedades, independentemente de idade, etnia, deficiência ou outro tipo de formação.

A iniciativa Orange the World denuncia todas as formas de violência contra as mulheres. Assim, de 25 de novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e Meninas, até 10 de dezembro, Dia Mundial dos Direitos Humanos, a ONU Mulheres e a UNICEF convidam pessoas, instituições e comunidades a criar uma onda laranja de sensibilização para o problema global de todas as formas de violência baseada no género feminino (violência doméstica, assédio sexual, violação, mutilação genital, tráfico e exploração sexual, casamento precoce, feminicídio, …), contribuindo, assim, para a concretização dos objetivos da Agenda 2030, particularmente o objectivo de desenvolvimento sustentável nº5 – Alcançar a igualdade de género e emponderar as mulheres e meninas. A cor laranja foi a cor escolhida pela ONU para unificar todas as atividades. Daí o mote da iniciativa - Orange the World -, que em 2018 teve como tema Hear me too (Ouve-me também). 

Respondendo ao convite da ONU Mulheres e da UNICEF, que, aliás, vem ao encontro dos valores e princípios consignados no Projeto Educativo de Escola, a Biblioteca da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco promoveu, pelo segundo ano consecutivo, esta iniciativa junto da comunidade escolar, que tem vindo a aderir com entusiasmo à causa laranja. 







Assim, durante 16 dias, os trabalhos de alunos e professores desenvolvidos no contexto de sala de aula, de projetos e /ou de Clubes, de ateliers ou por mote próprio deram mais cor à Camilo: “Orange Words” (elaboração de mensagens escritas), “Dar Voz às palavras” (deslocação às salas de aula para partilha de leituras e gravação áudio), exposições de trabalhos (desenhos, origami), no átrio da escola, divulgação de recursos e materiais produzidos pela ONU, decoração da Biblioteca, da sala de professores, do átrio e de outros espaços da escola, montagem da árvore de Natal, promoção de trocas solidárias, realização de uma performance teatral e organização de um coração humano laranja no exterior da escola, são alguns dos eventos laranja previstos para este período. 


A violência de género diz respeito a todos e a cada um de nós.