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sábado, 4 de junho de 2016

Vozes transmontanas na paisagem II



Território e literatura. 

Análise da paisagem representada na obra de A. M. Pires Cabral e das temáticas regionais e ambientais por ela suscitadas.


Partindo da obra poética do autor, de depoimentos do autor e de conterrâneos e de imagens recolhidas nas paisagens transmontanas, a iniciativa "Vozes transmontanas na paisagem", propõe-se valorizar a paisagem e as experiências da paisagem enquanto processos de transformação dos elementos naturais e culturais.



 https://run.unl.pt/bitstream/10362/12336/1/VozesTransmontanasPaisagem.pdf



Autor:
Alves, Isabel
Título: Vozes Transmontanas na Paisagem. Paisagens de pedra e água na poesia de A. M. Pires Cabral
Editora: FCSH/NOVA
Data: dezembro 2013



Sinopse

Esta obra procura sublinhar a ideia de que a poesia de A. M. Pires Cabral se afirma como lugar privilegiado do diálogo entre o indivíduo e a comunidade em que se insere. Partindo da pedra e da água - elementos reais da geografia transmontana e, paralelamente, imagens metafóricas da força e da fragilidade da condição humana, argumenta-se que a poesia de A. M. Pires Cabral promove uma visão integradora e respeitadora da natureza e da paisagem.



A FCSH: IELT - EBooks disponibiliza o livro em openAccess. Pode consultá-lo AQUI.







Vozes Transmontanas na Paisagem - Paisagens literárias: A. M. Pires Cabral


Organização: LITESCAPE- Atlas das Paisagens Literárias de Portugal Continental do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional (FCSH-UNL) 


Realização: José Barbieri 

Vídeo: Eva Ângelo, Solange Carvalho, José Barbieri 

Investigação: Ana Lavrador, Margarida Lopes Fernandes, Isabel Alves 

2012


sábado, 12 de setembro de 2015

A noite em que a noite ardeu | A. M. Pires Cabral

 
 


Título : A Noite em que a noite ardeu
Autor :  A. M. Pires Cabral
Editor:  Cotovia
Data de lançamento : agosto 2015
ISBN : 9789727953493
Dimensões :  13 x 20,5 cm
Nº Páginas : 64



«Epígrafe
Se algum dia alguém chegar a ler
este dizer agreste,
provavelmente pensará: que pálida lanterna;
não é deste metal que a luz é feita.
Calma. Pois não.
Mas quem assiduamente
visita os desvãos onde a noite se acoita
não precisa de mais que o clarão desta treva
desta cegueira sem cão e sem bengala,
para no escuro rasgar o seu caminho
e nele ir progredindo às arrecuas.»




Transcreve-se, de seguida, o comentário do livro por Pedro Mexia, no Expresso, de 5 de setembro: